Francisco reabilita um dos principais rostos da teologia da libertação

O Papa Francisco levantou as sanções canónicas anteriormente impostas a Ernesto Cardenal. O sacerdote e poeta nicaraguense, que fora repreendido publicamente pelo Papa João Paulo II, encontrava-se há mais de 30 anos suspenso a divinis por causa da sua militância marxista sandinista.

Basto 02/2019

Brasileiros prestam culto à deusa Iemanjá em igreja católica dedicada a Nossa Senhora

As imagens acima foram captadas na Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, em Porto Seguro, no estado brasileiro da Bahia, no momento em que passava a procissão da “deusa do mar”, provavelmente no passado dia 2 de fevereiro, dia da festa de Iemanjá.

O culto à divindade Iemanjá tem origem em crenças tribais africanas.

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À esquerda, uma representação da divindade Iemanjá; à direita, imagens do vídeo sacrílego com as intenções de oração do Santo Padre para janeiro de 2016 (na sua versão original).

Mais informação em: O Fiel Católico.

Basto 02/2019

Frases que nos fazem pensar: Ricardo Araújo Pereira

 “Costuma dizer-se que o futebol parece uma religião… m.rapNeste caso é a religião que parece um futebol!”

(Ricardo Araújo Pereira, humorista)

 

Contexto da frase:

Comentário satírico à reação dos portugueses perante o anúncio de que a Jornada Mundial da Juventude do ano 2022 terá lugar em Portugal. Programa transmitido em direto no Jornal das 8, na TVI, no dia 3 de fevereiro de 2019.

Para além de todas as novas ideologias “humanistas” totalitárias que têm aniquilado tantas nações, Portugal tem ainda de sofrer o castigo da ideologia Pimba que afeta todos os quadrantes da sociedade.

Basto 02/2019

Cardeal Müller publica manifesto em que clarifica confusões doutrinais do pontificado de Francisco

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O Cardeal D. Gerhard Müller, anterior Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, publicou uma “Declaração de Fé onde reafirma algumas verdades doutrinais que têm sido relativizadas pela Igreja durante o pontificado de Francisco. Não é uma correção formal ao Papa Francisco, mas parece.

Declaração de Fé

“Não se perturbe o vosso coração!” (Jo 14, 1)

Diante de uma confusão cada vez mais generalizada no ensino da fé, muitos bispos, sacerdotes, religiosos e leigos da Igreja Católica pediram-me para dar testemunho público da verdade da Revelação. A tarefa dos pastores é guiar os homens que lhes são confiados pelo caminho da salvação, e isso só pode acontecer se tal caminho for conhecido e se eles forem os primeiros a percorrê-lo. A esse respeito, o Apóstolo advertiu: “Transmiti-vos, em primeiro lugar, o que eu próprio recebi” (1Cor 15, 3). Hoje, muitos cristãos nem sequer conhecem os fundamentos da fé, com um crescente perigo de não encontrarem o caminho que leva à vida eterna. No entanto, a tarefa própria da Igreja continua a ser levar as pessoas a Jesus Cristo, a luz dos gentios (cf. LG 1). Nesta situação, alguém se pergunta como encontrar a orientação correta. Segundo João Paulo II, o Catecismo da Igreja Católica representa uma “norma segura para o ensino da fé” (Fidei Depositum IV). Foi escrito para fortalecer os irmãos e irmãs na fé, uma fé posta à prova pela “ditadura do relativismo”[1].

1. Deus uno e trino, revelado em Jesus Cristo

O epítome da fé de todos os cristãos reside na confissão da Santíssima Trindade. Nós tornamo-nos discípulos de Jesus, filhos e amigos de Deus, através do Batismo em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. A diferença das três pessoas na unidade divina (254) marca uma diferença fundamental na fé em Deus e na imagem do homem em relação às outras religiões. Reconhecido Jesus Cristo, os fantasmas desaparecem. Ele é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, encarnado no ventre da Virgem Maria pela obra do Espírito Santo. O Verbo feito carne, o Filho de Deus é o único Salvador do mundo (679) e o único mediador entre Deus e os homens (846). Por esta razão, a primeira carta de João refere-se àquele que nega a sua divindade como o anticristo (1Jo 2, 22), visto que Jesus Cristo, Filho de Deus, desde a eternidade é um único ser com Deus, seu Pai (663). É com clara determinação que é necessário enfrentar o reaparecimento de antigas heresias que em Jesus Cristo viam apenas uma boa pessoa, um irmão e um amigo, um profeta e um exemplo de vida moral. Ele é, antes de tudo, a Palavra que estava com Deus e é Deus, o Filho do Pai, que tomou a nossa natureza humana para nos redimir e que virá para julgar os vivos e os mortos. Só a Ele adoramos em união com o Pai e o Espírito Santo como o único e verdadeiro Deus (691).

2. A Igreja

Jesus Cristo fundou a Igreja como sinal visível e instrumento de salvação, que subsiste na Igreja Católica (816). Ele deu à sua Igreja, que “nasceu do coração trespassado de Cristo morto na cruz” (766), uma estrutura sacramental que permanecerá até ao pleno cumprimento do Reino (765). Cristo, cabeça, e os crentes como membros do corpo são uma pessoa mística (795), por essa razão a Igreja é santa, visto que Cristo, o único mediador, a estabeleceu na terra como um organismo visível e continuamente a apoia (771). Por meio dela, a obra redentora de Cristo torna-se presente no tempo e no espaço com a celebração dos Santos Sacramentos, especialmente no Sacrifício Eucarístico, a Santa Missa (1330). Com a autoridade de Cristo, a Igreja transmite a revelação divina, “que se estende a todos os elementos da doutrina, incluindo a moral, sem a qual as verdades salvíficas da fé não podem ser guardadas, expostas ou observadas” (2035).

3. A Ordem sacramental

A Igreja é em Jesus Cristo o sacramento universal da salvação (776). Ela não se reflecte a si mesma, mas a luz de Cristo, que resplandece no rosto, e isso só acontece quando o ponto de referência não é a opinião da maioria, nem o espírito dos tempos, mas a verdade revelada em Jesus Cristo, que confiou à Igreja Católica a plenitude da graça e da verdade (819): Ele mesmo está presente nos Sacramentos da Igreja.

A Igreja não é uma associação criada pelo homem, cuja estrutura pode ser modificada pelos seus membros à vontade: é de origem divina. “O próprio Cristo é a origem do ministério na Igreja. Ele instituiu-a, deu-lhe autoridade e missão, orientação e fim” (874). A admoestação do Apóstolo ainda é válida hoje, segundo a qual é amaldiçoado alguém que proclama outro Evangelho, “nós mesmos, ou um anjo do céu” (Gl 1, 8). A mediação da fé está intrinsecamente ligada à credibilidade humana dos seus pregadores: em alguns casos, abandonaram aqueles que lhes haviam sido confiados, perturbando-os e prejudicando seriamente a sua fé. Para eles cumpre-se a palavra da Escritura: “virão tempos em que o ensinamento salutar não será aceite, mas as pessoas acumularão mestres que lhes encham os ouvidos, de acordo com os próprios desejos” (2 Tm 4,3-4).

A tarefa do Magistério da Igreja para com o povo de Deus é “protegê-lo de desvios e falhas” para que possa “professar sem erro a fé autêntica” (890). Isto é especialmente verdadeiro em relação aos sete sacramentos. A Sagrada Eucaristia é “a fonte e o cume de toda a vida cristã” (1324). O Sacrifício Eucarístico, em que Cristo nos envolve no sacrifício da cruz, visa a união mais íntima com Ele (1382). Por isso, a Sagrada Escritura alerta para as condições para receber a Sagrada Comunhão: “Assim, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor” (1Cor 11, 27) e, em seguida, “Quem está ciente de que cometeu um pecado grave, deve receber o sacramento da Reconciliação antes de receber a Comunhão” (1385). Da lógica subjacente ao sacramento percebe-se que os divorciados e recasados ​​civilmente, cujo casamento sacramental diante de Deus ainda é válido, bem como todos aqueles cristãos que não estão em plena comunhão com a fé católica e também todos aqueles que não estão devidamente preparados, não recebem a Sagrada Eucaristia frutiferamente (1457), porque deste modo não os leva à salvação. Realçá-lo, corresponde a uma obra de misericórdia espiritual.

O reconhecimento dos pecados na Santa Confissão, pelo menos uma vez por ano, é um dos preceitos da Igreja (2042). Quando os crentes já não confessam os seus pecados recebendo a absolvição, a salvação trazida por Cristo torna-se vã, pois Ele fez-se homem para nos redimir dos nossos pecados. O poder do perdão, que o Ressuscitado conferiu aos Apóstolos e aos seus sucessores no Episcopado e no Sacerdócio, restaura os pecados graves e veniais cometidos depois do Baptismo. A prática actual da confissão mostra que a consciência dos crentes não está suficientemente formada. A misericórdia de Deus é-nos dada para que possamos cumprir os seus Mandamentos para nos conformarmos à sua santa vontade e não para evitar o chamamento à conversão (1458).

“É o sacerdote que continua a obra da redenção na terra” (1589). A ordenação, que confere ao sacerdote “um poder sagrado” (1592), é insubstituível porque, através dele, Jesus torna-se sacramentalmente presente na sua ação salvadora. Os sacerdotes escolhem voluntariamente o celibato como “um sinal dessa nova vida” (1579). Trata-se da entrega de si para o serviço de Cristo e do Seu Reino vindouro. A fim de conferir a ordenação validamente nos três graus do Sacramento, a Igreja reconhece-se como limite para a escolha feita pelo próprio Senhor, “por esta razão a ordenação de mulheres não é possível” (1577). A este respeito, falar de discriminação contra as mulheres demonstra claramente uma incompreensão deste Sacramento, que não diz respeito a um poder terrestre, mas à representação de Cristo, o Esposo da Igreja.

4. A lei moral

Fé e vida são inseparáveis, porque a fé sem as obras feitas no Senhor é morta (1815). A lei moral é o trabalho da sabedoria divina e leva o homem à beatitude prometida (1950). Consequentemente, a “lei divina e natural mostra ao homem o caminho a seguir para fazer o bem e alcançar o seu objetivo” (1955). A sua observância é necessária para que todas as pessoas de boa vontade alcancem a salvação eterna. De facto, aquele que morre em pecado mortal sem arrependimento permanecerá para sempre separado de Deus (1033). Isto implica consequências práticas na vida dos cristãos, entre as quais é oportuno recordar aquelas que hoje são mais frequentemente negligenciadas (cf. 2270-2283; 2350-2381). A lei moral não é um fardo, mas faz parte dessa verdade libertadora (cf. Jo 8, 32), através da qual o cristão caminha no caminho da salvação e não deve ser relativizada.

5. Vida Eterna

Muitos hoje perguntam porquê a Igreja ainda existe se os próprios bispos preferem agir como políticos, em vez de mestres da fé e proclamar o Evangelho. O olho não se deve deter em questões secundárias, mas é mais necessário do que nunca para a Igreja assumir a sua própria tarefa. Todo o ser humano tem uma alma imortal, que na sua morte é separada do corpo, mas com a esperança da ressurreição dos mortos (366). A morte toma a decisão do homem a favor ou contra Deus. Todos terão que enfrentar o juízo pessoal imediatamente após a morte (1021): ou será necessária uma purificação ou o homem irá diretamente para a felicidade celestial e será permitido contemplar Deus face-a-face. Mas há também a terrível possibilidade de que uma pessoa, até ao fim, permaneça em contradição com Deus: rejeitando definitivamente o seu amor, “chorará imediatamente para sempre” (1022). “Deus, que nos criou sem nós, não nos quis salvar sem nós” (1847). A eternidade da punição do Inferno é uma realidade terrível, que, de acordo com o testemunho das Sagradas Escrituras, diz respeito a todos aqueles que “morrem em estado de pecado mortal” (1035). O cristão atravessa a porta estreita, “porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduz à perdição, e muitos são os que seguem por ele” (Mt 7, 13).
Manter em silêncio estas e outras verdades da fé ou ensinar o oposto é o pior engano contra o qual o Catecismo adverte vigorosamente. Esta representa a última prova da Igreja, ou “uma impostura religiosa que oferece aos homens uma solução aparente para os seus problemas, ao preço da apostasia da verdade” (675). É o engano do Anticristo, que vem “com todo o tipo de seduções de injustiça para os que se perdem, porque não acolheram o amor da verdade para serem salvos” (2Ts 2, 10).

Apelo

Como trabalhadores na vinha do Senhor, todos nós temos a responsabilidade de recordar estas verdades básicas que se agarram ao que nós mesmos recebemos. Queremos dar coragem para percorrer o caminho de Jesus Cristo com determinação, a fim de obter a vida eterna seguindo os Seus mandamentos (2075).

Pedimos ao Senhor que nos deixe saber quão grande é o dom da fé católica, através do qual a porta para a vida eterna é aberta. “Pois quem se envergonhar de mim e das minhas palavras entre esta geração adúltera e pecadora, também o Filho do Homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos” (Mc 8, 38). Portanto, estamos comprometidos em fortalecer a fé confessando a verdade que é o próprio Jesus Cristo.

O aviso que Paulo, o apóstolo de Jesus Cristo, dá ao seu colaborador e sucessor Timóteo é dirigido particularmente a nós, bispos e padres. Ele escreveu: “Diante de Deus e de Cristo Jesus, que há-de julgar os vivos e os mortos, peço-te encarecidamente, pela sua vinda e pelo seu Reino: proclama a palavra, insiste em tempo propício e fora dele, convence, repreende, exorta com toda a compreensão e competência. Virão tempos em que o ensinamento salutar não será aceite, mas as pessoas acumularão mestres que lhes encham os ouvidos, de acordo com os próprios desejos. Desviarão os ouvidos da verdade e divagarão ao sabor de fábulas. Tu, porém, controla-te em tudo, suporta as adversidades, dedica-te ao trabalho do Evangelho e desempenha com esmero o teu ministério” (2Tm 4, 1-5).

Que Maria, Mãe de Deus, implore a graça de nos apegarmos à confissão da verdade de Jesus Cristo sem vacilar.

Unidos na fé e na oração,

Gerhard Cardeal Müller
Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé entre 2012 e 2017

 

[1] Os números que aparecem no texto correspondem ao Catecismo da Igreja Católica.

Fonte: lifepetitions.com (página acedida no dia 9 de fevereiro de 2019).
Tradução: diesiraept.blogspot.com (página acedida no dia 9 de fevereiro de 2019).

Quem quiser apoiar o manifesto do Cardeal D. Gerhard Müller poderá fazê-lo subscrevendo o documento aqui.

Basto 02/2019

Francisco diz que Deus deseja a coexistência de diversas religiões

coexist.jpgO Papa Francisco, em mais um dos seus ensinamentos absurdos e contrários ao Evangelho, declarou que Deus deseja a coexistência de várias religiões diferentes numa fraternidade humana universal. Nesse sentido, a salvação universal não viria da fé em Jesus Cristo, o Salvador do Mundo, mas antes da capacidade de “convivência comum”, independentemente daquilo em que cada um acredite.

Dirigimo-nos aos intelectuais, aos filósofos, aos homens de religião, aos artistas, aos operadores dos mass-media e aos homens de cultura em todo o mundo, para que redescubram os valores da paz, da justiça, do bem, da beleza, da fraternidade humana e da convivência comum, para confirmar a importância destes valores como âncora de salvação para todos e procurar difundi-los por toda a parte.

[…]

O pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos.

(Papa Francisco in Documento sobre a Fraternidade Humana em Prol da Paz Mundial e da Convivência Comum, Abu Dabhi, 4 de fevereiro de 2019)

A declaração escrita foi assinada por Francisco e coassinada pelo líder maometano de Abu Dabhi, o Grão Imame Ahmad Al-Tayyeb, durante a recente viagem apostólica do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos.

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É evidente que Francisco – e isto é assustador – só causaria alguma surpresa nesta viagem “apostólica” se pregasse aos muçulmanos a Verdade do Evangelho e a necessidade de conversão a Jesus Cristo. Convém recordar que, ainda há pouco tempo, a Santa Sé fez um apelo de conversão aos irmãos muçulmanos, mas não era bem a Jesus Cristo que se referiam…

Basto 02/2019

Donald Trump pede ao Congresso uma lei que proíba o aborto nos últimos meses de gravidez

Reagindo à barbaridade da nova Lei de Saúde Reprodutiva aprovada pelo Senado do Estado de Nova Iorque, o Presidente dos EUA pediu ao Congresso a proibição do aborto nos últimos meses de gravidez.

O aborto é um ato desumano em todas as fases da gravidez.

Basto 02/2019

Insólito: Papa Francisco convida-nos a meditar no martírio de João Batista

Depois de todo o empenho na despenalização do adultério de longa duração e na legitimação pastoral das relações ilícitas, o Santo Padre convida-nos a recordar a imagem do martírio de São João, preso e decapitado…

Recordemos então a razão pela qual o profeta foi preso e decapitado:

Agora é só transpor esta imagem para os nossos dias e tentar perceber quem condena hoje este “fanático” da doutrina.

Basto 02/2019

PETIÇÃO: Travem as redes homossexuais na Igreja Católica

petiçãoO problema das redes homossexuais na Igreja Católica provocou o sofrimento das suas vítimas e deu origem a uma crise na Igreja.

Os escândalos de abuso sexual reacenderam no verão passado depois da traição do cardeal McCarrick ter sido divulgada e depois da publicação do relatório do Grande Jurado da Pensilvânia. Posteriormente, o testemunho do Arcebispo Viganò atingiu o Vaticano como uma bomba.

Que mostraram todas essas revelações?

Mostram que o escândalo dos abusos sexuais na Igreja Católica é principalmente um escândalo de predação homossexual perpetrado pelo clero adulto (e por vezes sénior) contra rapazes pós-pubescentes.

Mais chocante ainda é o facto de alguns bispos terem protegido ou encoberto clérigos culpados, transferindo-os de paróquia para paróquia, acabando por deixar um rasto de devastação e lágrimas nos seus percursos destrutivos.

Diante de um colapso interno e reagindo ao criticismo dos média, o Papa Francisco convocou bispos, inclusive muitos cardeais, do mundo inteiro para irem a Roma entre os dias 21 e 24 de fevereiro para discutirem e tomarem medidas no que concerne à questão da proteção de menores.

Esta petição, num espírito de crítica filial, pede aos prelados de todo o mundo que tomem agora medidas drásticas para enfrentar com firmeza e erradicar as redes homossexuais que se enraizaram na Igreja.

Em poucas palavras, esta petição pede aos bispos medidas concretas para remediar esta criseque passem pela suspensão, vergonha pública e difamação de qualquer clérigo (sacerdote, bispo, cardeal, etc.) que seja culpado de uma ofensa ao Sexto Mandamento com um menor, de sodomia ou de adultério com um adulto.

Os promotores desta petição, que conta com um amplo apoio em todo o mundo católico, são a Pro Ecclesia (Suíça) e o LifeSifeNews (EUA/Canadá).

E os seguintes dignitários também assinaram a petição:

John Smeaton, CEO da The Society for the Protection of Unborn Children (Reino Unido)

Dr. Markus Büning (Alemanha)

Riccardo Cascioli, Editor da La Nuova Bussola Quotidiana (Itália)

Christian Spaemann, MD (Alemanha)

Pedro L. Llera (Espanha)

Prof. Anna Silvas (Austrália)

Prof. em. Hubert Windisch (Alemanha)

Gabriele Kuby (Alemanha)

Infovaticana (Espanha)

Aktion Kinder in Gefahr (DVCK e.V.) (Alemanha)

Donna F. Bethell, J.D. (EUA)

Peter A. Kwasniewski, PhD (EUA)

Agora, por favor, acrescente seu nome à lista de fiéis católicos e cristãos preocupados, que pedem aos bispos para fazerem o que está certo e travarem as redes homossexuais na Igreja Católica.

Obrigado por assinar e partilhar!

Fonte: lifepetitions.com (página acedida no dia 5 de janeiro de 2019)
Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Basto 02/2019

Jornada Mundial da Juventude: festa chilena na Igreja de Nossa Senhora do Carmo

Os peregrinos chilenos marcaram encontro na Igreja de Nossa Senhora do Carmo, na cidade do Panamá, onde “se uniram entoando o ceacheí e dançando a cueca”, celebraram uma missa e rezaram pelo Papa Francisco.

Esta até nem foi a primeira vez que a iconográfica igreja da capital panamense foi utilizada para a nova pastoral da dança. No ano passado, por exemplo, os fiéis locais uniram-se para dançar o Deyanú no final da vigília de Pentecostes.

Basto 02/2019

Momento de adoração eucarística na JMJ, no Panamá

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Vigília com os jovens no âmbito da Jornada Mundial da Juventude, Campo São João Paulo II, Metro Park, Cidade do Panamá, dia 26 de janeiro de 2019; in Tele VID, 26/01/2019.

Basto 02/2019

Jornada Mundial da Juventude: baile pastoral em Chitré

Na diocese de Chitré, no Panamá, os peregrinos participaram num caloroso baile com a artista Sandra Sandoval, no âmbito da celebração da Jornada Mundial da Juventude. Até o padre subiu ao palco

Basto 01/2019