Que Igreja querem eles afinal?

Uma Igreja onde:

  • O pecado não desaparece, mas evitemos pensar ou falar muito nisso para podermos continuar a gozar esta alegria e dormir bem quando fechamos os olhos.
  • A misericórdia é para limpar o sentimento de culpa e não o pecado.
  • A fidelidade dentro de uma relação adúltera deve ser valorizada.
  • Os relacionamentos homossexuais têm aspetos positivos.
  • Não nos cansemos de pecar porque Deus jamais se cansará de perdoar.
  • Podemos ser salvos mesmo sem acreditar em Jesus Cristo.
  • O Espírito Santo surpreende com ideias diferentes das de Jesus Cristo.
  • O nome de Jesus Cristo e o crucifixo são evitados para não ofender os não cristãos.
  • Apesar de a doutrina dizer uma coisa podemos praticar o seu contrário.
  • A comunhão é dada a adúlteros, homossexuais ou transsexuais não arrependidos.
  • A comunhão é dada a quem não acredita na transubstanciação da hóstia.
  • A doutrina sexual ou o problema do aborto são velhas obsessões católicas a evitar.
  • Os maiores males do mundo são o desemprego juvenil e a solidão dos idosos.
  • A permanente reforma protestante é motivo de alegria.
  • O capitalismo é considerado mau, mas evitemos falar no comunismo.
  • A Teologia da Libertação é uma coisa boa.
  • Todas as religiões são boas e salvam.
  • Devemos adorar a mãe Natureza.
  • É bom confiar no Buda.
  • O papel do homem e o da mulher se confundem.
  • O pecado mortal desapareceu (exceto para os corruptos).
  • Jesus Cristo não é Deus, apenas um homem.
  • Cada um interpreta a doutrina conforme lhe dá mais jeito.
  • Os padres e a freiras se confundem com todos os outros.
  • Se acolhe o necessitado mas evita-se falar-lhe de Jesus Cristo.
  • O humanismo maçónico substitui o amor cristão.
  • Ser perseverante na Fé é sinal de fundamentalismo.
  • A consciência individual é que manda.
  • Impera a confusão diabólica.
  • O que interessa mesmo é a felicidade temporal e imediata, um paraíso neste mundo.
  • Se ignora a real presença de Jesus Cristo nos altares e nos sacrários.
  • É possível praticar toda a espécie de danças, loucuras, festejos e excentricidades.
  • O sacrifício dos santos e dos mártires é desvalorizado.
  • Há tanta gente indiferente ou, pior, feliz com tudo isto e muito mais…
RedShoes
O único caminho verdadeiro foi marcado com o sangue dos mártires. É inconfundível.

Alguém dizia, há poucos meses atrás, ao analisar a situação presente da Igreja e do mundo, que “Noé já fechou a porta da arca”. Será mesmo assim? A única coisa que se pode mesmo constatar é que tem chovido torrencialmente e o povo rejubila com a tempestade. Deve ser pelo prazer de brincar na lama.

Que Deus nos encontre limpos quando vier com a Sua justiça – porque vem, não tenhamos dúvidas em relação a isso.

 

Basto 5/2016

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