ONU, UE, OCDE, NATO e todas as outras formas de governação mundial

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Cristo, Rei dos Reis (Murom, 1690)

 

O paradoxo histórico da democracia, infelizmente, é este: aqueles que inventaram as democracias ocidentais foram exatamente os mesmos que decidiram aquilo em que somos obrigados a acreditar! Faz sentido?

Ideologias, idiossincrasias, tendências, movimentos, partidos; estruturas legais, institucionais, códigos morais… Eles decidem tudo: o que devemos aprender, como educar, quanto devemos pesar, o que comer, de que gostar, como amar, como viver e até quando e como nascer ou morrer. Nós obedecemos e, ironicamente, acreditamos que isso é a liberdade! Quando não estamos contentes com os fantoches que eles manobram, podemos livremente colocar outros diferentes nas suas mãos. Basicamente, é isto o mundo livre das democracias ocidentais!

 

Qual devia ser a ordem protocolar na disposição das bandeiras?

Pela ordem natural do universo, a bandeira da Santa Sé apareceria em primeiro lugar, pois representa a mais alta instituição de poder sobre a Terra, instituída pelo próprio Deus. O poder divino, emanado a partir da Cátedra de Pedro, estende-se hierarquicamente, elo por elo, até ao leigo menos relevante ou ao indivíduo indiferente.

Nenhuma instituição humana pode sobrepor-se à Igreja fundada por Cristo, nenhum preceito mundano se sobrepõe à Verdade Absoluta e aos seus desígnios universais. Qualquer força em sentido contrário, por maior que seja, nunca passará de mero atrito no necessário devir cósmico universal.

No passado dia 13 de junho, data do aniversário da segunda aparição de Nossa Senhora do Rosário, Sua Santidade, o Papa Francisco, discursou perante o Conselho Executivo do Programa Alimentar Mundial (PAM) da ONU.

Palavras muito giras e interessantes num discurso político sobre as necessidades alimentares mundiais. Mas não será a salvação das almas ainda mais importante do que o pão para o estômago?

Respondeu-lhe Jesus: «Está escrito: Nem só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de Deus (Mt 4, 4)

No dia 24 de setembro de 2015, o Santo Padre deslocou-se ao Capitólio, em Washington, para discursar no Congresso dos Estados Unidos da América.

No dia 25 de setembro de 2015, pregou na sede da Organização das Nações Unidas.

  • Falou perto de uma hora, mas os representantes das nações aí presentes ouviram o nome de Jesus Cristo zero vezes.

Mas para quem ali estava e não achou a situação suficientemente insólita, teve ainda a oportunidade de ouvir a cantora Shakira interpretar a música “Imagine” de John Lennon.

Imagine (Imagina)

Imagina que não há Céu (paraíso), é fácil se tentares.
Nenhum inferno por baixo de nós, acima de nós apenas o firmamento.
Imagina todas as pessoas vivendo para o dia de hoje.

Imagina que não há países, não é difícil de fazer.
Nada por que matar ou morrer e também nenhuma religião.
Imagina todas as pessoas vivendo a vida em paz.

Podes dizer que sou um sonhador, mas não sou o único.
Tenho a esperança de que um dia te juntarás a nós e o mundo será como um só.

Imagina que não há posses, pergunto-me se consegues.
Sem necessidade de ganância ou fome, uma irmandade do homens.
Imagina todas as pessoas compartilhando todo o mundo.

Podes dizer que sou um sonhador, mas não sou o único.
Tenho a esperança de que um dia te juntarás a nós e o mundo viverá como um só.

(Letra do tema original de John Lennon – tradução livre)

No dia 25 de novembro de 2014, dois dias depois da celebração da Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, de acordo com o calendário litúrgico católico, o Bispo de Roma visitou o Parlamento Europeu, em Estrasburgo, na França.

  • Durante mais de meia hora de pregação, os eurodeputados dos 28 estados-membro da União Europeia ouviram o nome de Jesus Cristo zero vezes.

 

E podíamos continuar por aí adiante, mas ninguém tem paciência! Parece que o Papa Francisco gosta apenas de falar de Jesus Cristo aos Cristãos e, muitas vezes, até fazia bem melhor se estivesse calado.

Para um cristão, a verdadeira ONU é a Igreja Católica Romana, Católica significa universal.

Por muito humilde que um Papa queira ser, jamais deverá aceitar submeter-se aos preceitos deste mundo, que são ditados por outro senhor. Pelo contrário, o Vigário de Cristo na Terra, deve exigir, em nome de Deus, que todos governantes se submetam a Jesus Cristo para não incorrerem no risco de condenação eterna.

Basto 6/2016

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