A União Europeia das religiões – um projeto sem pernas para andar

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Movimento “Juntos pela Europa” – Cartaz do encontro deste ano na Baviera (Alemanha)

“500 anos de divisão bastam – A unidade é possível!”

Nem que para isso tenhamos de renunciar à nossa Fé?

A unidade é possível somente através da conversão e do retorno à Fé verdadeira. A unidade na aceitação mútua do erro está condenada ao fracasso. Aceitar que cada denominação cristã cismática tem uma perspetiva e um carisma tão válidos como a doutrina católica, baseada na Revelação e na Tradição, é uma heresia inaceitável para um verdadeiro cristão. Os católicos deviam demarcar-se claramente destas coisas, a unidade autêntica é aquela que se integra dentro da Santa Igreja Católica Apostólica Romana. Tudo o que vai para além disso, tem mais a ver com ideais maçónicos do que propriamente com a doutrina católica.

ideais da revolução francesa
Ideais da Revolução Francesa

“Juntos pela Europa” – “Quem somos?”

[…]

Apesar das grandes diferenças de proveniência e de História, agora somos amigos e estamos ligados por uma colaboração fraterna.

[…]

A Europa, unida numa diversidade reconciliada, concretiza a civilização da convivência, de que o mundo precisa.

[…]

Hoje, decididamente, queremos afirmar que a nossa fraternidade está ao serviço da unidade e da paz da Europa e de toda a família humana.

[…]

Que o nosso viver juntos entre europeus, seja sinal de liberdade, justiça e solidariedade.

[…]

(in juntospelaeuropa.pt)

Aqueles que defendem que este é o caminho, o qual, mais do que a unidade, valoriza a aceitação da separação, enaltecendo-a, estão enganados. Só há uma Igreja verdadeira, aquela que foi fundada pelo Próprio Cristo e que manteve a sua integridade através da sucessão apostólica.

Como se o motivo da festa não fosse, em si, suficientemente indigesto para os fieis católicos, olhamos depois também para a elucidativa lista de “piedosos” convidados. Entre outros, lá estão sempre os cromos do costume, aqueles que se acham mais misericordiosos do que o próprio Cristo e que têm um projeto para a Igreja alternativo ao do próprio Deus.

cromos do costume
in together4europe.org

Isto é quase como ver Jean Monnet, Jacques Delors, Robert Schuman, e outros que tais, usarem hábito religioso. O papel da religiões é central na idealização da Nova Ordem Mundial, um projeto que nunca poderá chegar muito longe.

Basto 7/2016

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