Católicos australianos já começaram a pedir perdão aos gays

Em resposta ao apelo do Santo Padre e do seu assessor alemão pró-gay, no dia 12 de agosto, uma paróquia australiana celebrou a “Liturgia de Lamento e Perdão”.

O Santo Padre disse, recentemente, “Eu acredito que a Igreja … deveria pedir perdão à pessoa que é gay.” Convidamos-te para uma comunidade de oração onde podemos reconhecer o fracasso da igreja, o povo de Deus, em manter as pessoas LGBTIQ guardadas da descriminação e do sofrimento.

(in Igreja Católica de São José, Newtown – tradução)

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Igreja de São José em Newtown, Sydney, Austrália – Pe. Peter Maher (lado direito)

A cerimónia em questão, promovida pela organização internacional Rainbow Catholics (católicos arco-íris), serviu para a Igreja Católica pedir perdão à comunidade gay e transsexual durante este Ano Jubilar da Misericórdia. Ou seja, foi um momento solene para Igreja Católica reconhecer seu “pecado” de pregar a Verdade sobre os comportamentos homossexuais, confessá-lo e receber a absolvição por parte dos gays aí presentes e de todos os outros que leram a notícia.

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A igreja de São José em Newtown é, desde há bastante tempo, famosa pelas suas “missas gay” celebradas à revelia da Santa Sé, porém, estão agora convencidos de que a sua causa recebe todo o apoio papal. E porque se sentem católicos exemplares, desta vez, até disponibilizaram o texto daquela missa sacrílega “inspirada pelo Papa Francisco”.

O Santo Padre – com o devido respeito que nos merece – faria bem à sua Igreja se pudesse clarificar, à luz da doutrina católica, algumas das suas declarações mais dúbias e controversas, bem como aquelas suas atitudes mais exóticas.

O convite ao arrependimento, ao afastamento do pecado, à aproximação da virtudes cristãs que conduzem à salvação da alma, seriam a maior prova de amizade. Vendo a reportagem acima, todos esperamos que Francisco o tenha feito, ao menos, em privado, mas se o tivesse feito publicamente estaria a agir como um verdadeiro pastor da Igreja, evitando aquele “efeito Francisco” a que já nos acostumámos.

E quem somos nós para julgar o Santo Padre?

 

Basto 8/2016

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