Hostage to the Devil – o documentário baseado na obra homónima de Malachi Martin

O controverso livro “Hostage to de Devil” (Reféns do Diabo) foi um best seller do jesuíta irlandês Malachi Martin. Trata-se de uma obra literária onde o padre descreveu pormenorizadamente cinco casos de vítimas de possessão demoníaca que conhecera no exercício do cargo de exorcista auxiliar. De acordo com o autor, os protagonistas são pessoas reais que ele acompanhou durante a realização de exorcismos que estão documentados em muitas horas de registos gravados em fita magnética. As identidades das personagens do seu livro foram modificadas de modo a salvaguardar a privacidade das pessoas.

hostage

O fascínio gerado em torno do livro fez com que o Pe. Martin fosse, por diversas vezes, convidado para entrevistas públicas versadas sobre o tema da possessão demoníaca. No entanto, este livro desmistifica alguns dos exageros “hollywoodescos” em torno desta matéria e explica em que consiste realmente uma possessão demoníaca, do mesmo modo que pretende mostrar a impreparação da Igreja atual para lidar com os casos de possessão que, alegadamente, têm aumentado de modo exponencial. Por outro lado, o livro põe em evidência os desígnios que Satanás tem para mundo e para o género humano, com os quais a Igreja atual tem de se confrontar nesta batalha final.

Hostage to the Devil é um dos mais polémicos livros escritos por um autor controverso. Uma leitura fascinante mas desaconselhável para se ter ao lado da cama.

O livro dá agora origem a um filme documental com o mesmo título, no qual se reproduzem registos áudio e videográficos do próprio Pe. Malachi Martin.

Controvérsias à parte, este documentário promete ser bastante interessante.

Basto 9/2016

77 thoughts on “Hostage to the Devil – o documentário baseado na obra homónima de Malachi Martin

  1. Alex 4 de Setembro de 2016 / 18:55

    Muito interessante esse assunto! Vale a pena ser divulgado. No Brasil, por exemplo, os padres não sabem quase nada sobre exorcismos e possessão.
    Você sabe se o que o Pe. Malachi Martin diz sobre possessão concorda ou coincide com o que diz o Pe. Gabriele Amorth?

    • Basto 4 de Setembro de 2016 / 21:08

      Não faço ideia Alex, mas é provável que sim!

      Em Portugal, um dos nomes que associamos a esta questão é o do Pe. Sousa Lara, de Lamego, que foi discípulo do Pe. Gabriele Amorth, em Roma.
      http://ionline.sapo.pt/392261

      Mas, curiosamente, é um padre bastante jovem. Normalmente vemos a questão dos exorcismos, assim a demonologia em geral, associada à velha escola, a da tradição… Daí a estranheza!

      • Rodrigo 25 de Maio de 2017 / 5:28

        Leia todos os livros do Pe Gabriele, que foi discípulo de um famoso exorcista de Roma. No compendio de mística e ascética – adolph tanquerey encontra-se uma síntese perfeita de todos os escritos dos místicos católicos desde os primeiros séculos cristãos até o sec xx. Lá vc vai encontrar todas as orientações de como reconhecer a ação do mal ( diagnostico) como a cura. Tb há orientações sobre como reconhecer se um dom é autentico ou falso desde extases até estigmatizações. aqui no Brasil há sacerdotes com carisma de libertação e outros canonicamente autorizados como exorcistas das dioceses. Nem sempre as duas coisas coincidem….Conheci pe Jose de Dourado – SP;Pe Markus Prim de farol no PR; pe Gerson da cidade de Iaras -SP; Pe MArcelo Rossi tem um forte carisma exorcistico; Pe gianpietro fundador da missão Belém – SP; pe antonello; pe Eli de Anápolis – GO tem um carisma de libertação; alguns monges da Santa Cruz de Anápolis e Guaratinguetá ( Obra dos Santos Anjos); de leigos que ajudam sacerdotes e tem carisma de libertação conheci dna Maria Gabriela de Oliveira de São Paulo ( não atende mais, só clero. Alias Pe Elias Vella e o Pe fortea, qdo vão a São Paulo sempre passam na casa desta senhora. vários casos dela passaram pelo padre Rufus Pereira qdo esteve no Brasil.) Acho que cada pessoa envolvida profundamente na Igreja e que é aberta a esse assunto deve conhecer algum leigo ou padre que tem esse dom.

        • Basto 25 de Maio de 2017 / 6:06

          O Pe. Gabriele (Amorth, suponho) era a grande referência mundial nesta área. O espanhol Pe. Fortea é também bastante conhecido.
          Entretanto já adquiri o livro do Pe. Martin, em português, não ficou nada barato.

  2. Alex 4 de Setembro de 2016 / 22:03

    Conheço o Pe. Sousa Lara da internet, bem como os sites dele na internet, inclusive o canal dele no Youtube, que anda meio sem atualização. De fato, ele tem ligações com o Movimento Carismático. Já reparei que ele tem recebido uma forte influência da Canção Nova, que é controversa do Brasil, mas é considerada pelos carismáticos brasileiros com autoridade máxima em assuntos relacionados ao movimento carismático. Ao meu ver isso é ruim, pois a Canção Nova é muito dada a certas manias culturais, a um estilo de evangelização que eu particularmente não gosto por causa dessas manias culturais brasileiras e outras coisas, mas não por causa do movimento carismático em si, que acho válido; também ele bastante comprometido no Brasil por motivos culturais.

    Esse texto sobre o Pe. Sousa Lara, eu também já o tinha lido. Eu o vi um tempo atrás no Google Plus do padre. Confesso me fascina a figura dos exorcistas, bem como o assunto dos exorcismos e da demonologia. Concordo com você que o desconhecimento dos padres brasileiros em relação ao assunto se deve ao seu afastamento da Tradição Católica. Não é ato que a Teologia da Libertação é fortíssima e dominante no Brasil e na América Latina.

    O site do Pe. Sousa Lara na internet:

    http://www.santidade.net/

    O canal dele no Youtube

    https://www.youtube.com/user/duartesousalara/videos

  3. Alex 4 de Setembro de 2016 / 22:04

    Basto, você sabe se esse livro do Pe. Malachi Martin já foi traduzido para o português?

    • Basto 4 de Setembro de 2016 / 22:22

      Não, penso que não existe em português. O que é uma pena porque o livro é fascinante. Eu já li parte do livro, entretanto parei, mas tenho de retomar a leitura.

      • Alex 4 de Setembro de 2016 / 23:06

        É uma pena mesmo que não tenha a tradução desse livro para o português. Mas quem sabe no futuro não traduzam essa obra do Malachi Martin. No Brasil, nos últimos anos, surgiram algumas editoras conservadoras, por exemplo, a Editora Ecclesiae. Espero que alguma editora conservadora se interesse em traduzir esse livro.

      • José Santiago Lima 5 de Setembro de 2016 / 2:10

        Amigos, há sim uma edição em língua portuguesa aqui no Brasil

        Saiu pela editora “Novo Tempo”em 1976 (o meu eu comprei em um sebo através do site “estante virtual”)

      • José Santiago Lima 5 de Setembro de 2016 / 2:12

        Amigos, há sim uma edição em língua portuguesa aqui no Brasil

        Saiu pela editora “Novo Tempo”em 1976 (o meu eu comprei em um sebo através do site “estante virtual”) há alguns anos

      • Alex 1 de Janeiro de 2017 / 1:15

        Também agradeço ao José o comentário dele. Obrigado, José!

        • Basto 17 de Janeiro de 2017 / 18:06

          Conhece alguma loja online que vende para o exterior?

        • Basto 18 de Janeiro de 2017 / 13:55

          Obrigado Alex, talvez faça isso, mas mesmo que seja possível, penso que isso me obriga depois a ir tratar de pagar as taxas alfandegárias. É uma vergonha que os livros não circulem mais facilmente dentro da lusofonia. Antes disso será necessário que as nações lusófonas se entendam na questão ortográfica, o que não é fácil apesar do mercado editorial da língua portuguesa se resumir ainda praticamente só a dois países (infelizmente)…

      • Alex 1 de Janeiro de 2017 / 1:08

        Rodrigues, obrigado pelo comentário! Não sabia que essa obra do Pe. Malachi tinha sito publicada pela Editora Ecclesiae. A propósito, excelente editora! Assim que puder, vou adquirir esse livro.

  4. Alex 4 de Setembro de 2016 / 22:15

    No último vídeo postado no canal do Pe. Sousa Lara, dá pra ver a forte influência que ele tem recebido da Canção Nova. O estilo de evangelização é o mesmo da Canção Nova. Veja!

  5. Basto 4 de Setembro de 2016 / 23:17

    Malachi Martin é um autor controverso, mesmo no universo dos tradicionalistas…

    O mercado da língua portuguesa é curto e há-de continuar assim enquanto cada nação lusófona insistir em ter a sua própria ortografia… Depois acabamos a ler coisas em espanhol!

    Em relação à Missa, que eu saiba, e tenho procurado bastante, há apenas uma celebração de rito tridentino (não sei se diária ou semanal) numa capela quase desconhecida em Fátima e num horário complicado da manhã.

  6. Basto 5 de Setembro de 2016 / 8:44

    Obrigado pelo comentário José e seja bem-vindo. Se por acaso conhecer alguma loja virtual que venda para o exterior do Brasil informe-me do seu link, por favor.

  7. Alex 5 de Setembro de 2016 / 13:07

    Também agradeço ao José o comentário dele. Obrigado, José!

  8. Alex 5 de Setembro de 2016 / 13:11

    De nada, Basto!

    Eu imaginei que você por algum motivo teve de sair da internet. Obrigado pela agradável conversa!

    • Basto 5 de Setembro de 2016 / 21:35

      Da parte que eu li, as páginas introdutórias desse livro acabam por ser as mais esclarecedoras, principalmente para gente como eu e como a maioria que não entende nada do assunto, embora não criem tanto entusiasmo quanto os capítulos que tratam especificamente dos casos descritos. Por exemplo, tratando dos diferentes graus de possessão demoníaca, o conceito de “perfect possession” (possessão perfeita) é algo que eu nunca tinha ouvido ou lido até Malachi Martin e, a meu ver, é das coisas mais intrigantes com que o ser humano se pode deparar.

      Essas páginas introdutórias explicam também que, apesar de não haver um padrão que possa caracterizar as pessoas que sofrem o sofreram de possessão, a não ser a aparente aleatoriedade, existem contudo fatores que potenciam a disposição pessoal para esse problema. Por exemplo, o recurso ao Método do Eneagrama.

      “Some of the most common disposing factors have been with us for a long time, while others are of more recent vintage. Some are in the nature of “instruments” outside the individual -the Ouija Board, for example, and the Spiritual Seance. Others are in the nature of “attitudes,” whether taught or self-learned, that are interiorized by the [ person-Transcendental Meditation and the Enneagram Method are two of the most prominent in this category.” (página 7)

      E agora, o que fazer com isto?

      • Alex 28 de Dezembro de 2019 / 21:58

        Eu achei um comentário do Pe. Duarte Sousa Lara sobre o eneagrama. Veja!

        Posso usar o eneagrama?

  9. Alex 5 de Setembro de 2016 / 22:59

    Interessante esse conceito de possessão perfeita. Já tinha visto comentários de pessoas na internet falarem de possessão plena. Acredito que seja o mesmo conceito de possessão perfeita. Uma possessão em que a pessoa perde totalmente o controle das suas faculdades, se estiver correta a minha compreensão.

    Sobre o eneagrama, confesso que não sei do que se trata.

  10. Basto 5 de Setembro de 2016 / 23:21

    De acordo com o Pe. Martin, corresponde a uma possessão total, no entanto as pessoas nessa situação não revelam aqueles típicos sinais exteriores como os grunhidos, as contrações, etc. Segundo ele, muitas dessas pessoas ocupam posições sociais muito altas.

  11. Alex 6 de Setembro de 2016 / 0:18

    Já li algo parecido dito pelo Pe. Gabriele Amorth, que o demônio visa pessoas em altas posições sociais. O Pe. Paulo Ricardo também falou algo parecido em seu curso de demonologia. Ele disse que há pessoas que sofrem de possessão, mas que não apresentam os sinais clássicos de possessão.

  12. Basto 6 de Setembro de 2016 / 21:24

    A informação do Pe. Amorth nesse artigo é semelhante àquela que o Pe. Martin transmitiu em algumas das suas entrevistas radiofónicas, aliás ele até vai mais longe ao admitir também nesse grupo também prelados católicos hierarquicamente importantes.

    Há ainda outra coisa a ter em conta neste âmbito (complementando o seu comentário anterior), “possessão demoníaca” é algo diferente de “obsessão.demoníaca”.

    https://padrepauloricardo.org/episodios/por-que-padre-pio-apanhava-do-demonio

  13. Alex 30 de Setembro de 2016 / 13:59

    Alguns dias atrás, achei um vídeo interessante com citações de Hostage to the Devil. Veja!

    • Basto 30 de Setembro de 2016 / 19:35

      Nas suas várias entrevistas telefónicas com Art Bell, na rádio “Coast to Coast”, esse é quase sempre o tema principal.

    • Alex 30 de Setembro de 2016 / 20:45

      Não sabia desse caso nem da existência dessa sociedade de exorcistas. De fato, os número precisam ser melhor entendidos no seu contexto sociológico e eclesiológico.

      • Basto 30 de Setembro de 2016 / 22:07

        Isto para mim também é tudo novidade… Simplesmente reparei na notícia, uma vez que consulto regularmente aquele blogue desde há 2 ou 3 anos para cá.

  14. Alex 11 de Dezembro de 2016 / 17:29

    Basto, veja este vídeo novo daquela evangélica dos Açores. O vídeo exemplifica bem as denuncias que o Pe. Malachi Martin fazia contra o satanismo na sociedade americana. E hoje podemos estender essa denúncia a muitos outros países.

    “Ninguém vive longe de alguma área geográfica onde se pratica alguma forma de satanismo ritualístico”.
    “O satanismo ritualístico e sua consequência inevitável, possessão demoníaca, são agora parte integrante da atmosfera da vida na América”.

    • Basto 11 de Dezembro de 2016 / 22:19

      Horrível! Traz-nos imediatamente à memória o famoso caso “Emanuela Orlandi” em Roma e ainda por resolver. Algumas notícias informaram que o Pe. Gruner, do Fatima Center, estaria a estudar esse caso pouco tempo antes de falecer no ano passado, razão pela qual teria visitado o Pe. Gabriele Amorth.

      http://roma.corriere.it/notizie/cronaca/15_aprile_30/morto-padre-nicholas-gruner-crociato-fatima-9dfe3c32-ef42-11e4-a9d3-3d4587947417.shtml?refresh_ce-cp

      • Alex 11 de Dezembro de 2016 / 22:27

        Não compreendo italiano, mas já tinha lido em um livro do Padre Gabriele Amorth sobre o caso dessa moça. Muito triste! Acredito que ela também tenha sido vítima de satanistas.

      • Alex 11 de Dezembro de 2016 / 22:34

        Por que o Padre Gruner estava investigando o caso “Emmanuela Orlandi”?

        • Basto 11 de Dezembro de 2016 / 22:40

          Não faço a mínima ideia, nem sei se essa informação seria verdadeira. A única coisa que parece ser mesmo verdade são os seus contactos recentes com o Pe. Gabriele Amorth.

    • Basto 11 de Dezembro de 2016 / 22:17

      Ao compararmos o número de exorcistas do Brasil com os de Portugal, tendo em conta a diferença abismal na escala dos dois países, ficamos estupefactos. Talvez não sejam tão necessários por aí…

      • Alex 11 de Dezembro de 2016 / 22:24

        Pelo contrário, o Brasil precisa muito de exorcistas. O problema de não haver exorcistas no Brasil é o fato de o clero brasileiro ser maciçamente formado pela Teologia da Libertação e também pelo fato de a psicologia moderna ter adentrado com força nos seminários.

        • Basto 11 de Dezembro de 2016 / 22:35

          Estava a ser irónico Alex… O Brasil passa para o exterior uma imagem de grande riqueza de “pais de santos” e afins…

      • Alex 11 de Dezembro de 2016 / 22:44

        Não tinha percebido a ironia. Lol Boa ironia!

        • Basto 17 de Dezembro de 2016 / 23:30

          Receio que o efeito publicitário deste filme venha a exagerar a imagem internacional do Brasil no que diz respeito à verdadeira dimensão desse problema… Que mulher sinistra!

      • Alex 17 de Dezembro de 2016 / 23:52

        Confesso que não é o tipo de filme que gostaria de assistir. Também achei essa mulher muito sinistra!!!

    • Basto 18 de Janeiro de 2017 / 18:33

      Eu penso que também existe um rumor semelhante a este em torno da morte do Pe. Malachi Martin.

      • Alex 18 de Janeiro de 2017 / 18:43

        Bem, a notícia em inglês sobre a morte do Pe. Malachi Martin fala que ele morreu por uma queda que teria sido provocado por um demônio. O problema dessa notícia é ela ter relacionado o Pe. Malachi Martin ao roteirista do filme exorcista. A outra notícia que eu postei após essa fala da morte do roteirista do filme o Exorcista, que é outra pessoa e que a notícia anterior (do blog em inglês) confundiu com o Pe. Malachi Martin, mas o resto do relato sobre a morte do Pe. Malachi Martin está correto. Pelo menos, foi assim que eu entendi as duas notícias.

      • Basto 18 de Janeiro de 2017 / 23:00

        É isso Alex, tem razão, é uma equívoco do autor da notícia. Numa das entrevistas ao programa Art Bell, o padre refere-se a esse filme e confirma ser inspirado num exorcismo real documentado, mas fala dele com alguma distância e não como de um caso que ele tratou.

        Quando conversávamos hoje, eu estava de saída, com alguma pressa, e não tive tempo de ler o texto.

      • Alex 18 de Janeiro de 2017 / 23:37

        Tudo bem! Confesso que eu também estava de saída. Cheguei em casa há pouco. A propósito do filme O Exorcista, tem uma entrevista com um jesuíta em que ele conta que o caso real que inspirou esse filme foi tratado por dois padres jesuítas. Vou passar o link da entrevista para você. Veja!

        Em relação a questão do exorcismo, o que esse padre diz não é muito ortodoxo nem concorda com o que os atuais exorcistas dizem. De qualquer forma, não deixa de ser muito interessante.

  15. Basto 18 de Maio de 2017 / 9:43

    O filme não é nada de especial, desilude um bocado, mas ainda assim vale a pena ver.

  16. Alex 27 de Setembro de 2018 / 14:13

    Prezado Basto, não sei se depois de tanto tempo, você irá se interessar pelo meu comentário a respeito desse livro. Mas gostaria de dizer que ano passado (2017) consegui adquirir esse livro e lê-lo. (Eu o li aos poucos, sem pressa) É um livro muito bom e interessante pelo assunto. Não sei como não foi mais divulgado no passado em língua portuguesa. Talvez pelo fato de o fenômeno da possessão ter sido desacreditado por certas teorias científicas (psicologia, parapsicologia, psiquiatria, etc). É impressionante o conhecimento do Pe. Malachi Martin sobre o assunto.

    • Basto 27 de Setembro de 2018 / 19:57

      Por onde tem andado Alex? Cheguei a ficar preocupado consigo depois do desaparecimento… Não lhe enviei entretanto um email porque preferi respeitar o seu silêncio virtual. De vez em quando também sinto falta disso!

      O livro é muito interessante. Também possuo um exemplar da edição em português que mandei vir do Brasil.

  17. Alex 27 de Setembro de 2018 / 21:15

    Olá, Basto! Eu continuo na minha cidade mesmo, com meus pais. Infelizmente a minha saúde mental piorou um pouco. Não consigo ler muita coisa… Agradeço a você por ter respeitado meu silêncio. De fato, estava precisando de um silêncio virtual. Mas agora sinto falta de conversar mais.

    Sobre o livro, acho que temos a mesma edição. Mas não sei se posso mencionar aqui o nome da Editora. Tem blogs que não gostam que se cite a editora.

    • Basto 27 de Setembro de 2018 / 21:30

      É esta edição aqui:

      • Alex 27 de Setembro de 2018 / 21:57

        É o mesmo que eu tenho! Não conhecia esse vídeo. Vou conferir. Você tem um e-mail para o qual eu poderia lhe escrever?

        • Basto 27 de Setembro de 2018 / 22:12

          Alex, eu mantenho o mesmo contacto de email associado a este blogue: “odogmadafe.blog@gmail.com” e se lhe fizer diferença também lhe posso passar depois o meu contacto de email pessoal.

      • Alex 27 de Setembro de 2018 / 22:18

        Obrigado, Basto! Eu só queria confirmar. (Eu ainda tenho seu endereço de e-mail.) Acho que não vou precisar de seu e-mail pessoal, não. A não ser que um dia você delete seu blog (apenas uma suposição; nunca sabemos como vai ser o futuro).

  18. Alex 27 de Setembro de 2018 / 22:10

    Acabo de ver o vídeo que você partilhou. Muito bom o resumo que esse rapaz fez!

  19. Alex 25 de Fevereiro de 2019 / 22:11

    Basto, você viu o documentário “O Diabo e o Pe. Amorth”?

    Esse documentário foi lançado ano passado, 2018. Mas está tendo bastante repercussão/sucesso. Encontram-se no Youtube, por exemplo, muitos comentários sobre o mesmo. Comentários normalmente de pessoas leigas no assunto exorcismo, mas que não deixam de ser interessantes; pelo menos, alguns.

    Já esse documentário “Hostages to the Devil” parece que não teve repercussão nenhuma, pelo menos, em língua portuguesa.

      • Alex 25 de Fevereiro de 2019 / 22:58

        Veja!

        Também

      • Alex 25 de Fevereiro de 2019 / 23:05

        Eu acabei de postar o link de dois vídeos. Espero que tenha recebido.

        • Basto 27 de Fevereiro de 2019 / 15:39

          Por acaso tinha ido parar ao spam…

      • Alex 27 de Fevereiro de 2019 / 20:26

        Obrigado por retirá-los de lá!

    • Alex 25 de Fevereiro de 2019 / 23:03

      Não tenho intenção de depreciar o documentário “Hostage to the Devil”. Apenas achei curioso que dois documentários sobre um mesmo tema: possessão – tenham tido sucesso diferente.

      Eu não vi “Hostage to the Devil”, mas gostaria de ver. Mas parece que não está sendo divulgado; pelo menos eu só vi o trailer.

  20. Alex 27 de Fevereiro de 2019 / 20:58

    Testando. Acabei de postar mais um comentário. Estou fazendo esta observação para ver se meu comentário vai ser recebido normalmente.

    • Basto 27 de Fevereiro de 2019 / 21:42

      Penso que o sistema remete automaticamente para o spam comentários que incluem mais do que um link.

      • Alex 27 de Fevereiro de 2019 / 21:48

        Faz sentido! Obrigado pelo feedback!

  21. Alex 9 de Janeiro de 2020 / 17:47

    Tem uma entrevista interessante com um renomado psiquiatra americano que adquiriu bastante experiência em distinguir casos clínicos de casos de possessão. Vejam!

    O vídeo não é aconselhável a pessoas sensíveis.

    Unfiltered: ‘She was completely demonically possessed’

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