24 thoughts on “Regressam os conflitos ao Leste da Ucrânia

  1. Alex 4 de Fevereiro de 2017 / 14:14

    Preocupante! Será que essa guerra na Ucrânia poderá desencadear uma 3ª Guerra Mundial?

    Por outro lado, a tensão no mar do sul da China, nas ilhas Spratly, está grande! Será que uma 3ª Guerra Mundial também não poderia vir dessa região?

    • Basto 4 de Fevereiro de 2017 / 17:06

      Uma guerra mundial, como o nome indica, é um conflito que se trava simultaneamente em vários lugares do mundo… É muito difícil, neste momento, traçar qualquer cenário futuro para a situação geopolítica internacional. Mesmo para os momentos imediatos (dias ou semanas), a principal tendência constatável é a da imprevisibilidade.

  2. Basto 5 de Fevereiro de 2017 / 10:11

    Vladimir Putin é recebido com protestos na Hungria.

  3. Alex 10 de Fevereiro de 2017 / 23:57

    A grande mídia no Brasil não fala quase nada sobre a guerra na Ucrânia. Isso é lamentável, pois se trata de um conflito de grandes dimensões e que não deveria ser ignorado pela sua importância internacional. Ainda bem que hoje existe a internet. Mas até quando??? Uma guerra nuclear por exemplo acabaria com a internet.

    • Basto 11 de Fevereiro de 2017 / 9:26

      Não é só no Brasil, penso que tem sido assim um pouco por todo o mundo ocidental. A opinião pública desinteressou-se pelo conflito e, de certo modo, até já se habituou à ideia da Crimeia conquistada pela Rússia e desvalorizam a (não assumida) invasão russa no Leste da Ucrânia.

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 12:24

        Não entendo de direito internacional, mas, de acordo com informações que tenho, a população majoritária da Crimeia é russa ou de origem russa; logo, eu acho que seja justo que a população local tenha se tornado parte da Rússia. Mas isso não quer dizer que eu apoie o comunismo. Nem que eu seja anti-americano. Apenas acho que seja uma questão de autonomia dos povos.

        Veja este artigo, por exemplo.

        https://espectivas.wordpress.com/2014/03/02/para-os-estados-unidos-a-crimeia-diferente-das-ilhas-malvinas/

        • Basto 11 de Fevereiro de 2017 / 13:04

          Não podia estar mais errado. O facto de a maioria da população da Crimeia ser de etnia russa confere-lhe o direito à autodeterminação e de salvaguarda dos seus direitos étnicos e fatores identitários dentro do país a que pertence. Poderia até justificar uma eventual transferência de soberania para a Rússia, em caso de acordo bilateral. Mas nunca pode justificar a anexação por decisão unilateral.

          Por essa lógica, a Rússia poderá anexar também outras regiões da Ucrânia, dos países bálticos e de outras repúblicas ex-soviéticas.

          Por essa lógica, a França poderia anexar metade da Bélgica, Portugal poderia anexar grande parte da cidade de Paris e aldeias inteiras do Luxemburgo, e a Suíça desapareceria para a França, para a Itália e para a Alemanha…

          Atenção, também não entendo nada de direito internacional. É uma questão de bom senso.

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 13:20

        Interessante isso que você disse. Não tinha pensado nessa questão por esses pontos de vista.

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 13:27

        Achei o versículo, o qual estava em mente: “Examinai tudo. Retende o que for bom.” (1 Tessalonicenses 5,21)

    • Basto 11 de Fevereiro de 2017 / 9:43

      Em relação à intertet, é bem verdade o que diz. Nós temos tendência a diabolizar a internet e, até certo ponto, com alguma razão, por tudo aquilo que trouxe de mal. Mas já imaginou que, sem a internet, provavelmente não imaginaríamos nem 1% dos escândalos que têm fustigado a Igreja nos últimos quase 4 anos, principalmente a partir de Roma? E a prova está aqui em Portugal, país periférico, não só em termos geográficos como também na informação. Aqui, praticamente ninguém sabe, nem sequer imagina, que a “Igreja Católica” – e isto é preciso dizê-lo com todas as letras – legitimou as relações adúlteras, está a promover comunhões sacrílegas e eliminou a noção de pecado mortal, entre tantos outros escândalos.

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 12:28

        Interessante isso que você diz. Tem razão! Obrigado também por endossar a minha opinião em relação à internet. Eu diria mais, na minha opinião, a internet é mais positiva do que negativa. Interessante que certa vez o Papa Francisco falou que a internet é um dom de Deus; acho que ele usou essa expressão mesma. Vou ver se reencontro o texto onde ele disse isso.

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 12:41

        Também um vídeo!

      • Basto 11 de Fevereiro de 2017 / 13:16

        O Papa Francisco merece todo o nosso respeito, mas pelo que eu tenho visto nos últimos quase 4 anos, as suas opiniões confundem mais do que esclarecem. Se calhar é de mim…

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 13:24

        Concordo com você. Estou partindo daquele princípio paulino de saber tirar de todas as coisas o que há de bom nelas (agora não me lembro qual é o versículo bíblico). Quero dizer, eu citei essa frase do Papa Francisco por que acho que ele está certa, mas em relação a outras coisas, como, por exemplo, o permitir a comunhão a recasados, eu não concordo.

        • Basto 11 de Fevereiro de 2017 / 14:53

          Com o devido respeito Alex, não creio que São Paulo estivesse a referir-se à internet ou às comunicações sociais… Pessoalmente, não leio muito sobre o assunto mas, se o fizesse, existem melhores referências por aí. Essa não é bem a área do Papa (não estou a referir-me a este Papa em particular). Ao ocuparem-se destas coisas mundanas afastam a atenção do essencial: salvar almas!

      • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 13:29

        Não estou conseguindo achar o lugar certo para postar este comentário. Espero que agora ele saia no lugar certo.

        Achei o versículo, o qual estava em mente: “Examinai tudo. Retende o que for bom.” (1 Tessalonicenses 5,21)

  4. Basto 11 de Fevereiro de 2017 / 18:30

    Em 2014, depois da oração pela paz na Ucrânia, foram lançadas duas pombas. Uma foi atacada por uma gaivota e outra por um corvo.

    • Alex 11 de Fevereiro de 2017 / 20:31

      Não sabia que esse episódio do ataque às duas pombinhas tinha acontecido num contexto de oração pela paz na Ucrânia. Sem dúvida, o fato de as pombinhas terem sido atacadas foi um mau sinal. Pobres pombinhas! Pobre Ucrânia! Pobre mundo!

    • Alex 15 de Fevereiro de 2017 / 13:28

      Muito boa essa explicação! Ela dá os verdadeiros motivos da guerra na Ucrânia, que são políticos e geopolíticos. Outro dia que vi a explicação de um conservador brasileiros e ele dava como motivo dessa guerra apenas a questão dos gasodutos russos que passam pela Ucrânia como se o problema fosse meramente econômico, enquanto, na verdade, é político e geopolítico.

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