Milhares de pessoas saem à rua na Argentina para dizer “não” à legalização do aborto

No passado dia 25 de março, dia mundial da criança por nascer (definido por São João Paulo II e coincidindo com a solenidade da Anunciação do Senhor), milhares de pessoas, em várias cidades da Argentina, saíram à rua para se manifestarem contra a possibilidade de legalização do aborto naquele país americano.

A manifestação popular surge numa altura em que, mais uma vez, foi apresentado um projeto de legalização do aborto, agora assinado por 72 deputados de diferentes filiações partidárias. A defesa da vida contou com o forte apoio do clero argentino, onde se destaca a adesão de 70 bispos locais à campanha “Vale toda vida, que se tornou viral nas redes sociais.

Basto 3/2018

5 thoughts on “Milhares de pessoas saem à rua na Argentina para dizer “não” à legalização do aborto

  1. Basto 29 de Março de 2018 / 12:20

    Mas de que água andam a beber esses jornalistas aí no Brasil?

    • Marcelino Pachuczki (@MarKPachuz) 29 de Março de 2018 / 16:49

      Da água do socialismo gramcista. A mídia oficial é sem caráter e manipuladora, para ter uma ideia, a tal vereadora Mariele, assassinada a duas semanas era uma completa desconhecida, mesmo no Rio de Janeiro. Era defensora dos bandidos, a quem os socialistas chamam de “vítimas da sociedade”, chegando a pedir minuto de silêncio por traficantes mortos pela polícia, além disso defendia o aborto e ideologia de gêneros. No entanto ela foi canonizada de um dia para outro pela mídia. Lula é um tremendo mau-caráter e ladrão, no entanto a mídia é conivente com ele, mas fazer o que se a imprensa é concessão do estado neste país. Entre outras pérolas, o islã é apresentado como a religião da paz, e a igreja católica é apresentada já nas escolas primárias como uma religião que matava qualquer um que não concordasse com ela.

    • Marcelino Pachuczki (@MarKPachuz) 30 de Março de 2018 / 14:04

      O Sr deve saber que as novelas brasileiras são exibidas em Portugal. Os criadores desse modelo de folhetim foram Dias Gomes e Janete Clair, dois comunistas determinados a corromper a sociedade através do marxismo cultural, e é exatamente isso que essas novelas fazem.

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