Estatística portuguesa desmente argumento pró-legalização do aborto

Aquele falso argumento pseudo-humanista que dizia que a descriminalização da matança de crianças durante a sua gestação não aumentaria necessariamente o número de abortos é completamente refutado pela estatística portuguesa recente.

aborto.em.portugal
Número de abortos executados em Portugal entre 1999 e 2016. Fonte: Wikipédia, acesso em 30/06/2018 (adaptado).

O número de vidas brutalmente erradicadas ao abrigo da iníqua Lei nº 16/2007, de 17 de abril, já ultrapassou várias dezenas de vezes o número de baixas portuguesas na Primeira Guerra Mundial.

Basto 7/2018

8 thoughts on “Estatística portuguesa desmente argumento pró-legalização do aborto

  1. O aborto é o acontecimento mais terrível, mórbido e diabólico que conheço. É isto que considero, “o verdadeiro holocausto, a Satanás”.Não pretendo elaborar juízos de valor, sobre o estado da “mãe” e dos motivos “fortes” que terá sofrido para tomar uma decisão, sobre o destino do filho. Quero apenas concentrar-me no acto, em si mesmo.
    A reflexão do facto é que, sem dúvida se torna um atentado sobre a vida de um inocente, indefeso, cuja decisão, última é estabelecida pela pessoa que, por ser mãe tinha como dever “divino”, defendê-lo;
    O médico executa, apesar de, na sua formatura, sob o juramento de Hipócrates, dizer que defenderá a vida humana;
    Depois vem a instituição de “saúde” que lucra com o processo;
    A seguir verificamos a comercialização, ao “retalho” ou “grossista”, depende?!
    É repugnante demais para continuar…Ainda se fala, à boca cheia de “direitos humanos”.
    Que direitos humanos?! Mas estão a fazer de nós idiotas?!

  2. Horrível demais para ser verdade.
    Todas as mães deveriam vê-lo para poderem ficar com a noção da BARBARIDADE que podem cometer!

    MEU DEUS! AINDA HÁ QUEM POSSA CONSIDERAR TAL CRIME NORMAL OU PIOR, UM DIREITO?!!!!

  3. Infelizmente, é esse o Conceito que prevalece no meio dos PROGRESSISTAS LAICOS.
    Quando a SIC comemorou os 25 anos de existência, houve alguém, jornalista , que foi muito elogiado pelos colegas, só porque compôs um texto onde referia todas as conquistas alcançadas e incentivadas pelo dito Canal, ao longo desse período de tempo. Uma das bandeiras era o aumento do prazo na despenalização do aborto, entre outras conquistas, também aberrantes, que nem vale a pena frisar.
    Daqui se depreende como está a nossa Sociedade; e posso acrescentar, que esse Senhor era dos pivots que eu mais admirava.

  4. A legalização do aborto em Portugal é considerada uma das grandes conquitas da democracia instalada pelo golpe militar de 25 de Abril de 1974.

    Demo-cracia: governo do povo ou governo do demo?

  5. Olá, sou totalmente contra o aborto, mas qual a fonte de vocês, de onde vocês retiraram isso? Do Wikipédia? Por que todas as outras fontes dizem ao contrário, inclusive a que está na foto que vocês colocaram aí:

    • Isaac, este pequeno texto que tem andado por centenas de páginas do facebook não passa de duas frases que eu escrevi ao observar esse gráfico que alguém publicou na Wikipédia com uma referência para a Pordata como referência estatística. Agora que me colocou essa questão, fui verificar e constatei que na página da Pordata só são fornecidos dados posteriores a 2008. Por esse motivo, acabei agora mesmo de retirar a referência à Pordata da imagem publicada. Como sabe, a Wikipédia é uma fonte aberta a qualquer contributo, pode ter falhas.

      Se quer a minha opinião, os dados referidos nesse gráfico da Wikipédia parecem-me bastante credíveis quando analisados à luz de outras fontes de informação sobre a matéria.

      Quando o Isaac diz que todas as outras fontes dizem o contrário, penso que isso se deverá a um erro de interpretação. Existem de facto vários documentos escritos sobre o assunto, inclusivamente vários artigos jornalísticos, que falam de uma tendência de redução do número de abortos desde a aprovação da iníqua Lei nº 16/2007, no entanto, referem-se meramente a uma redução relativa nos últimos anos face ao “boom” abortivo que se fez sentir nos anos imediatos à aprovação da referida lei. Ou seja, reportam-se a análises estatísticas referentes apenas ao período posterior à legalização do aborto em Portugal.

      Não tenha dúvidas Isaac, o número de abortos executados em Portugal em qualquer ano anterior à aprovação dessa lei era exíguo quando comparado com o que se registou depois, mesmo comparando com o ano menos abortivo do período pós-legalização do aborto.

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