Sacerdote jesuíta da República Dominicana prega o direito ao aborto

Um sacerdote da Companhia de Jesus da República Dominicana tem participado ativamente na campanha pela legalização do aborto em determinadas circunstâncias.

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Caminhar hoje pela despenalização do está muito próximo do Jesus que ama, acompanha e não condena as pessoas em situações extremas. Acompanho-vos com as minhas orações a partir de Dajabón.

(Pe. Mario Serrano Marte na sua conta twitter, 15/07/2018 – tradução livre)

No ano passado, por esta altura, o mesmo sacerdote dava apoio às celebrações do Orgulho LGBT Dominicano.

Basto 7/2018

4 thoughts on “Sacerdote jesuíta da República Dominicana prega o direito ao aborto

  1. Mais um tema controverso, no qual vale a pena reflectir. Nem quero acreditar que a intenção deste senhor Padre seja aceitar ou minimizar o acto de cometer um aborto; é crime e ponto final! Existe porém, uma diferença entre despenalização do aborto e legalização do aborto.
    Relativamente à primeira situação, encara-se a possibilidade excepcional, das mulheres coagidas por qualquer motivo exterior à sua vontade. Sendo assim, não sendo directamente culpadas pelo acto hediondo que praticaram, podem ser absolvidas e ajudadas, pois, elas acabam também, por ser vítimas, sofrendo horrores! (já convivi com casos desses, verdadeiramente dramáticos)
    Quanto à segunda situação, em que, simplesmente, se encara o aborto como a melhor maneira de resolver uma gravidez não desejada, ao ponto de se cometer a barbaridade que já vimos num vídeo apresentado neste mesmo blog, é UMA CRUELDADE que só deveria ser punida com a CADEIA, pois, é um assassinato que nega à criança o seu primeiro direito: o de nascer, além do resto…

    Se a Igreja entrar nesta ONDA, agora, podemos afirmar mesmo, que : ESTA IGREJA NÃO É A IGREJA DE JESUS CRISTO, ao contrário daquilo que esse senhor padre nos quer fazer crer!

    MAIS UMA “AXA” PARA A FOGUEIRA!

    • Começa-se sempre nas situações extremas para se poder chegar à liberalização total. Temos o exemplo do que aconteceu em Portugal onde vigorou, durante muitos anos, uma lei semelhante à que agora querem fazer aprovar na República Dominicana. Também em Portugal foi muito fácil transformar a simples “despenalização” num serviço abortivo fácil, universal e gratuito no SNS…

      Não nos compete a nós julgar a situação de cada mulher que passa ou passou por algum desses casos extremos, todos eles diferentes. Mas se nessas situações extremas e difíceis nem os padres católicos defendem a vontade de Deus, quem o fará?

  2. Quero frisar que: compreender, desculpar, ajudar ou despenalizar, não implica que se esteja de acordo com tal opção. Apenas se tenta desculpabilizar essas mulheres que em desespero, não foram capazes de evitar o CRIME!
    Nunca, em circunstância alguma, o papel da Igreja pode ser o de partir do pressuposto de que haja excepções para esses casos, acabando por incentivá-los!

  3. Não nos compete, a nós julgar, disse bem, porque, com efeito elaborar juízos de valor é demasiado perigoso para a nossa alma.
    Aliás nem é isso o que os movimentos Pro-Vida, pretendem. Estamos, apenas a falar de uma Lei que, uma vez, aprovada, não tem mais volta. É um caminho sem retorno.

    Não se pode é usar eufemismos, nem linguagem falaciosa com silogismos preparados para mitigar qualquer aspecto da lei que, desde sempre foi perversa, em si mesma. Depois torná-la mais aceitável, usando “o Santo Nome de Deus em Vão”! É o que está a fazer o tal Sacerdote, cujo dever é o de, tão só, alertar e dizer “não matarás”. Depois o julgamento cabe a quem de direito.
    Cegos a guiar outros cegos só podem cair, uns e outros no abismo.

    A Lei foi escrita em “tábuas” de pedra, guardadas na Arca da Aliança” e, por todos venerada. Por isso nenhum ser humano tem o direito de alterar nem um só “j”.

    Claro que Jesus não condena ninguém. Ele veio para que todos conheçam a Verdade e se salvem e que tenham VIDA, em abundância. Mas isso é outro tema que é preciso discernir. Como se diz em gíria, “isso são outros quinhentos”. Reparem que o demónio, ardiloso tentou Jesus, com as Escrituras, e foi, por Ele, refutado, também com a Palavra. É o que têm vindo a fazer estes senhores que se dizem “igreja”. Precisamos de ficar alerta para este tipo de astúcia.

    A Igreja Católica está certamente a trilhar caminhos perigosos e a eliminar a moral, em vários domínios.
    Já “aceitam” os movimentos LGBT, encobrem os pedófilos, dão a Sagrada Comunhão a “cães e a gatos”, acolhem satanistas e todo o tipo de New Age, e os católicos que protestam é que são os, sem “misericórdia” pelagianos, e praticantes da Gnose?!
    Efectivamente não me consigo identificar com este arremedo de igreja.

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