Nova pastoral em Braga: Minori Takada na Capela Imaculada

A Cidade dos Arcebispos continua a diversificar a sua oferta pastoral de modo a tornar-se competitiva perante os novos mercados espirituais emergentes.

midori.takada2.jpg
Capela Imaculada, Braga, novembro de 2018; in Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura da Conferência Episcopal Portuguesa

Decorreu no passado dia 13 de novembro, na famosa Capela Imaculada, em Braga.

Foi esta passada terça-feira que a compositora e percussionista japonesa de culto, Midori Takada, brindou o público com um espetáculo no Seminário de Nossa Senhora da Conceição, fazendo desta a sua primeira atuação em Portugal. A artista não desiludiu e proporcionou ao público um concerto de mestria, ao colocar as emoções dos espectadores à flor da pele, permitindo-os viajar num plano espiritual.

(In ComUM, 15/11/2018)

A artista nipónica Midori Takada proporcionou um exótico momento espiritual através de um espetáculo musical que consistiu na interpretação do seu álbum “Through The Looking Glass” reeditado em 2017.

midori.takada

 

E, claro, a “Senhora” lá estava também presente…

Basto 11/2018

8 thoughts on “Nova pastoral em Braga: Minori Takada na Capela Imaculada

  1. Vaidade, a quanto obrigas!
    Tão CULTOS que eles são!….

    ….. “seguiram os ídolos e se tornaram vãos”… (2 Reis…)

    Vaidade, tudo é VAIDADE!…

    • Concordo, mas para além disso, parece-me que esta capela tornou-se um espaço que promove uma espécie de idolatria decorativa. A arquitetura interior e a decoração heterodoxa do espaço parece que se tornou no principal motivo de culto da capela (ou de romaria à capela), que, neste caso, é mesmo culto à capela.

      A Imaculada que aqui veneram deixou de ser Nossa Senhora para passar a ser a própria capela, a “Capela Imaculada” por eles concebida. A própria imagem de Nossa Senhora desaparece juntamente com o altar onde era venerada para ser substituída pela boneca que foi colocada em posição de “veneração” perante as romarias e os espetáculos mundanos que por ali passam.

      E não é que eu não ache a obra bonita ou agradável, humanamente falando. Seria um trabalho bastante interessante caso aquilo fosse um museu, uma sala de espetáculos ou até um restaurante…

    • Braga é outra tragédia que dificilmente terá conserto…É pioneira em tudo o que é erro…parece a “Babilónia portuguesa”, o que outrora foi a “Roma portuguesa”

      Sem tentar julgar as motivações que levaram à destruição de uma Igreja ampla e bonita de outros tempos, a fim de colocar este edifício, temos a percepção clara que é desajustado ao culto e não é certo gastar, assim milhões, quando outras Igrejas na cidade necessitam urgentemente de reparação, com o perigo de ruir por “falta de verba”, segundo eles…

  2. É verdade; a igreja que existia, antes, era muito mais bonita, com luz natural que entrava através de vitrais laterais. Uma igreja ampla, arejada , tradicional, com lindos altares …. Esta é fria, escura e desconfortável .
    Santos não existem, apenas o ambão sobressai, ao lado do único Altar, agora, no centro. E o Sacrário? Nem vê-Lo! Pelo menos, quando assisti lá a uma missa, foram buscar o Santíssimo a um lugar escondido….
    Os bancos são de madeira super desconfortáveis e alguns de costas para o Altar. Na Consagração, a maioria dos participantes teve que ficar em pé ou se ajoelhou no chão frígido e todos torcidos, para ficarem de frente!
    E, para completar, a Senhora da Humildade, parece uma caricatura, sem gosto! Uma senhora da aldeia, com uma “suposta” coroa, que mais parece um balde do gelo!…. Como nada nos explicaram, escusado será dizer, que a intriga foi geral e, antes que descobríssemos Quem era, saiu de tudo, com o devido respeito, pois, estávamos numa igreja…. Perdida lá no alto, completamente sozinha, está Nossa Senhora Rainha!
    Para mim, pode ter muita Arte, mas a experiência que vivi, nessa Celebração, foi muito negativa.

  3. O que se aprecia na foto não corresponde, de todo, ao que se vê ao vivo!
    Sem as luzes acesas, o ambiente torna-se sinistro e desconfortável! Aquela madeira toda, mais parece uma Obra por acabar…. Mas como não sou ” suficientemente inteligente”, (lembram-se da história do rei vai nu?) para captar a mensagem de tudo aquilo, resta-me respeitar e aceitar os gostos” evoluídos” de quem a concebeu, dando razão ao Basto, quando refere, que parece tudo, menos uma igreja!

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