13 thoughts on “Padre Chrystian Shankar convida para a Missa de Passagem de Ano

  1. Alex 31 de Dezembro de 2018 / 21:26

    O pior é que as pessoas, quero dizer, a grande maioria dos brasileiros gosta desse tipo de coisa na Liturgia. :*(

    Não sei porque motivo esse post sobre a celebração da Liturgia na virada de ano (reveillon) me fez lembrar das meditações do Pe. Gobbi sobre o dia 31 de dezembro. Ele sempre falava do silêncio e recomendava recolhimento e oração no silêncio na virada de 31 de dezembro para 1º de janeiro.

  2. Alex 31 de Dezembro de 2018 / 21:53

    Aproveitando a questão da liturgia no Brasil, não sei como a Igreja Católica consegue manter a sua identidade com liturgias tão dessacralizadas e deformadas; salvas as honrosas exceções.

  3. maria martins 1 de Janeiro de 2019 / 1:27

    Meu Deus! Acabo de PASSAR O ANO com a família, depois de ter vivido um momento de ADORAÇÃO LINDÍSSIMO, numa das Igrejas centrais da minha cidade e, chego a casa, vejo isto!
    Estou perplexa! Que se passa com esta gente? Mas, o que mais me espanta é que já assisti a ADORAÇÕES com este senhor Padre, convidado pela Canção Nova, cá, na minha cidade, também, e confesso que me “encheu as medidas”; gostei imenso!….
    Nem sei o que pensar… Por Caridade, alguém lhe faça ver o exagero desta palhaçada!

    • Alex 1 de Janeiro de 2019 / 12:18

      Maria Martins, o povo brasileiro carece muito de formação doutrinal. Daí acharem com naturalidade essas coisas estranhas na liturgia. Já em 2002, o Papa João Paulo II observava isso aos bispos brasileiros do norte e nordeste do Brasil. Veja!

      “Com efeito, ainda que boa parte do povo tenha recebido o batismo na Igreja católica e pratique uma variada religiosidade popular, carece, às vezes, de uma fé sólida e esclarecida.” João Paulo II, discurso aos bispos dos Regionais Norte 1 e Nordeste do Brasil, 14 de setembro de 2002.

      Cf. 5º parágrafo,
      http://www.vatican.va/holy_father/john_paul_ii/speeches/2002/september/documents/hf_jp-ii_spe_20020914_ad-limina-brazil-iii_po.html

      Mas também não podemos colocar a culpa só no povo. Há muitos sacerdotes que imbuídos por conceitos heterodoxos de liturgia promovem tais coisas como se fossem normais, ou melhor dizendo, como se fossem de acordo com a dignidade da Liturgia.

  4. Alex 1 de Janeiro de 2019 / 12:58

    O Pe. Paulo Ricardo tem um comentário interessante sobre liturgia. Vejam!
    Padre Paulo Ricardo fala sobre animação de Missa e oração

  5. maria martins 2 de Janeiro de 2019 / 9:40

    Na verdade, só não entende o Pe. Paulo Ricardo, quem não quiser; ele é impagável!

  6. Geraldo 2 de Janeiro de 2019 / 14:35

    ISSO É CELEBRAÇÃO CATÓLICA OU DISSIPANTE SHOW DE ARTISTA EM QUE O SACERDOTE É O ANIMADOR DA PLATEIA?
    Evidente que é o segundo, pois o Senhor Deus não se manifesta aos corações em ambiente ruidoso e tumultuado por meio do Espírito Santo, porém, no silencio e na meditação!
    Isso é fac-simile das seitas protestantes, hoje em dia, quase todas pentecostalistas, estilo “católica” Canção Nova, adotantes desse modelo de protestantismo, as primeiras em nada se diferindo em centros de histeria religiosa e catarse, como também o quase geral alienante carismatismo!
    Considero uma depreciação aos Sagrados Misterios, à Palavra de Deus merecedores de atenção e interiorização, e o sacerdote um comportamento reprovável de dispersar as mentes das pessoas para introspecção e ater-lher com muito mais eficiencia às admoestações – em geral, nem existem, também!
    “O Senhor desse-lhe: Sai e conserva-te em cima do monte na presença do Senhor: ele vai passar. Nesse momento passou diante do Senhor um vento impetuoso e violento, que fendia as montanhas e quebrava os rochedos; mas o Senhor não estava naquele vento. Depois do vento, a terra tremeu; mas o Senhor não estava no tremor de terra. Passado o tremor de terra, acendeu-se um fogo; mas o Senhor não estava no fogo. Depois do fogo ouviu-se o murmúrio de uma brisa ligeira.Tendo Elias ouvido isso, cobriu o rosto com o manto, saiu e pôs-se à entrada da caverna. Uma voz disse-lhe: Que fazes aqui, Elias? 1 Rs 19 11-13.
    Se Jesus resolvesse em pessoa aparecer, o sacerdote seria o primeiro a receber, talvez apenas ele, merecidamente, as chibatadas!

    • Basto 2 de Janeiro de 2019 / 20:55

      Está aqui, Mfm:

      De repente, a palavra “revolução” passou a ser uma constante na linguagem da Igreja.

  7. Um teodependente 2 de Janeiro de 2019 / 22:30

    A propósito da Santa Missa e como vivê-la:

    “Grande coisa é a Santa Missa. É o acto mais sublime da nossa religião; é é o sacrifício do Corpo e Sangue de Nosso Senhor Jesus Cristo, feito na Cruz, e renovado no altar sob as espécies do pão e do vinho.
    Jesus instituiu-o no Cenáculo, consumou-o no Calvário e continuou-o no altar, só com a diferença de ser no Calvário sangrento e no altar incruento. De maneira que é o mesmo sacrifício da Cruz, com o mesmo valor e os mesmos frutos de adoração, de acção de graças, de satisfação e de petição de graças para nós e para os outros, quer vivos quer defuntos, pelos méritos infinitos de Jesus, que tudo merece e tudo nos obtém de seu Eterno Pai.
    Devemos, pois, assistir à Santa Missa com a mesma devoção, piedade e reverência que teríamos se estivéssemos no Calvário quando Jesus Se imolou por nós”.

    Do Livro PENSAI-O BEM do Padre Bartolomeu Baudrand, S.J.

  8. maria martins 3 de Janeiro de 2019 / 11:10

    A crítica pela crítica pode ser destrutiva, mas a apreciação do que pode estar errado faz-nos crescer e ajuda-nos a corrigir o que está mal.
    O Papa Francisco já nos habituou às suas indirectas, sempre que algo não esteja do lado que ele quer! Se ele mesmo passa a vida a lançar “farpas”, com a agressividade que lhe é característica, para todos os lados que não são os seus, como pode acusar aqueles que, ainda, se preocupam com o rumo que vêem a IGREJA levar?
    O que tem feito com os Cardeais que o tentam Chamar à Razão? Coloca-os com “termo de identidade e residência” dando Conferências por vídeo, manipulando uma lei descabida… para esconder a sua prepotência!
    Detesto a coscuvilhice que a nada conduz, a personalização das situações, pois todos somos imperfeitos e podemos errar, contudo, não é disso que se trata. Cada vez assistimos mais, à decadência dos Valores tradicionais, à banalização das Celebrações e, aí, felicito a minha cidade por não ir por esse caminho, sem podermos fazer nada! Então, só nos resta alertar, para que, ao menos, não cometamos o PECADO DA OMISSÃO!

    Ver o outro a afundar-se e nada fazer é que é PECADO!

  9. Carlos 3 de Janeiro de 2019 / 17:49

    O Papa fala e fala muitas coisas…mas ficaram algumas dúbias pendentes há mais de dois anos! Será que ainda não deu tempo de responder?

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