7 thoughts on “Francisco: os que passam a vida a acusar a Igreja são amigos ou parentes do diabo

  1. Com todo respeito ao Papa, acho um tanto perigoso esse tipo de discurso. É claro que o Diabo é acusador e que muitos seres humanos se associam às suas obras de trevas, mas o silêncio diante dos erros pode ser uma forma de omissão.

    Eu me lembro que Bento XVI, quando falou sobre os escândalos de pedofilia em sua carta à Igreja na Irlanda, ele advertiu para o perigo de querer excessivamente resguardar o bom nome da Igreja às custas do encobrimento dos abusos sexuais no caso em questão.

    Também podemos lembrar do exemplo de João Paulo II que pediu perdão pelos erros dos filhos da Igreja.

    Será que também João Paulo II errou ao reconhecer que se cometeram erros dentro da Igreja por filhos da Igreja?

      • Concordo , Basto. Lamentavelmente já não existem margens para dúvidas do tipo de pessoas que ele elege, quem defende… de quem ele castiga severamente, que curiosamente são os “grandes acusados”.
        Precisamos cada vez mais do Dom da Fortaleza para resistir, do Discernimento para não nos deixarmos enganar….

  2. Concordo perfeitamente com o Basto. Já várias vezes fiz essa observação: nunca teve uma palavra de apoio para com os Católicos e mais, conhecemos muito bem todos os insultos que nos são dirigidos, desde que não estejamos na sua linha…. para não falar das ameaças e actos de retaliação para com os que com ele privam, directamente.
    Misericórdia? Onde? Nem Jesus, na parábola do Filho Pródigo, já aqui frisei, admoesta o filho mais velho que não entendia a postura do pai, relativamente, ao irmão “perdido”, da maneira como o Papa nos trata. O pai, simplesmente, acolhe o filho arrependido com Misericórdia, mas elogia o mais velho pela sua fidelidade: Filho, tudo que é meu é teu, PORQUE ESTIVESTE SEMPRE COMIGO! E mais, diz ao irmão, que ele estava morto, mas voltou à vida. Nunca disse: coitadinho, continua a fazer o que sentes porque Deus ama-te e aceita-te como és, sem arrependimento ou CONVERSÃO!

    • Olá João. Um dia escrevi essa frase, aquando das “Cartas Pastorais”, com muitos outros aspectos, no que se referia à “Amoris Laetitia”, para um Bispo e alguns Sacerdotes da minha Diocese, pedindo a Deus que isso não acontecesse. Ignoro se eles compreenderam. Não tive resposta. Soube, através de uma amiga que ouviu, da parte de um deles que não me respondeu porque não sabia como responder…

      L’Etat c’est moi”. Eis a célebre frase…
      LuísXIV, o “Rei Sol”, o mais longo reinado da História.
      Meu Deus!! Será?!!!
      Ele apoiava o conceito do direito divino dos reis, Procurou eliminar os últimos vestígios de feudalismo que ainda existiam em algumas partes da França e pacificar a aristocracia, oferecendo a muitos membros da nobreza a oportunidade de morar no seu luxuoso Palácio de Versalhes. Por esses meios, Luís se tornou um dos monarcas franceses mais poderosos da história e consolidou o sistema da monarquia absoluta que perdurou na França até à Revolução Francesa.
      Depois seguiu-se a desgraça para a França, com todas as atrocidades que se conhecem para todos, ricos e pobres e, sobretudo para a Igreja, com o clero perseguido, sem dó nem piedade…ainda hoje sentimos desastrosamente os seus efeitos…

      Será que Francisco, com o devido respeito, pelo lugar que ocupa, é assim tão “tirano”, para quem se opõe e condescendente para os que lhe são favoráveis, levando-os a morar na “corte”?!
      Pensará que a Igreja de Jesus é ele próprio?!!

      Por favor, digam que estou enganada…que é delírio, da minha parte…

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