Frases que nos fazem pensar: Cardeal D. Angelo Becciu

m.angelo.becciu.jpg“Ser gay não é um pecado, mas mais do que a aprovação do mundo gay, trata-se de respeito, é possível ser gay e viver como um bom sacerdote. O importante é respeitar o voto de castidade porque essa é a verdadeira escolha.”

(Cardeal D. Angelo Becciu, Prefeito da Congregação para a Causa dos Santos)

Contexto da frase:

Frase proferida no âmbito de um colóquio intitulado “A Igreja de Francisco”, promovido pelo diário esquerdista italiano La Repubblica; in La Repubblica, 09/06/2019 – tradução livre.

D. Angelo Becciu foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 28 de junho de 2018.

Basto 06/2019

29 thoughts on “Frases que nos fazem pensar: Cardeal D. Angelo Becciu

  1. Aqui, concordo com ele. Se, realmente, um homossexual não o for deliberadamente, guardando a Castidade, até se pode Santificar, como é o DEVER, também, de qualquer heterossexual! Até, com mais valor, porque está sujeito a maiores tentações… visto estar perto do fogo!
    Contudo, infelizmente, não é isso que temos constatado na nossa Igreja, actualmente. Logo, mais vale jogar pelo seguro e usar de PRUDÊNCIA!
    E, para aqueles que dizem que somos todos iguais, reflictam sobre o que se está a passar, a nível mundial, nos atletas de alta competição, que decidiram mudar de sexo… os homens, hoje, mulheres, ganham tudo, nos campeonatos FEMININOS, devido às suas características masculinas que lhes são intrínsecas! O que quer dizer que continuam HOMENS!!!!

  2. O que ele diz, aparentemente é” muito bonito” e ao mesmo tempo demasiado simplista.
    Em teoria, a sua afirmação é correcta…Mas, apenas na teoria porque, ao longo de décadas, na prática é aquilo que vemos…
    O Sacerdote, como pastor de almas, antes de mais precisa de ter várias características e, uma delas é querer, em tudo a Vontade de Deus. A partir daí existem outras virtudes que passam por maturidade, honestidade, equilíbrio emocional e, acima de tudo a Virtude da Temperança.
    A Igreja, mais que nunca tem necessidade de Sacerdotes Santos porque eles vão lidar com todo o tipo de pessoas, desde as mais “santas”, até ao “abismo” de outras muito pecadoras e perversas.

    Como vai aconselhar alguém com problemas afectivos se, ele próprio não “resolveu” a sua sexualidade?!
    Um Padre não basta ser casto, ele precisa de ter um coração de” pai”, porque o que muitas vezes se verifica é que, aparentemente, alguns apresentam vários graus de misoginia. Isso é facto e comprova um desequilíbrio impeditivo para a ordenação.
    Mas como podem os “superiores” auxiliar no discernimento vocacional se eles próprios são desequilibrados, arrogantes, sem Fé?!
    Este Cardeal terá “competência”, por exemplo para ocupar o cargo que lhe foi atribuído?! Só Deus sabe!!!! E quem o destacou, saberá?!
    Claro que “o importante é respeitar o voto de castidade”, mas se tem “uma inclinação homossexual muito enraizada”, tal como referiu Bento XVI, em documento de 2005, (aqui apontado pelo Basto), não deve ser ordenado.
    Falou-se…encheram-se páginas com discursos sobre pedofilia e ninguém aponta o dedo para o que realmente acontece verdadeiramente como, por exemplo a procura e o interesse por jovens pós-púberes do sexo masculino. Isto é o quê? pedofilia? Não! é homossexualidade em mentes perversas e/ou desequilibradas. Pretendem que a gente aceite, como normalidade? Respeito sim, mas Sacerdote não…

    • Como alguém com tendências para a pederastia não deve trabalhar com crianças ou alguém com tendências homicidas não deve ser polícia, é melhor que alguém que orienta as almas dos fiéis não tenha tendências homossexuais. Mas se ele for um militante, simpatizante ou simplesmente indiferente relativamente ao movimento “gay”, deve ser completamente afastado do sacerdócio porque, para além de representar um perigo para as almas, nem sequer é católico, está à partida anatematizado.

  3. Partindo do Princípio, que um homossexual não é , de todo, responsável, pela sua orientação sexual, continuo a achar que ninguém o deve excluir da sua vocação, pois, onde há UM VOTO DE CASTIDADE ASSUMIDO POR AMOR A DEUS, existe uma imolação voluntária por Algo Maior!
    Logo, está ao nível de qualquer heterossexual que DEVE fazer o mesmo!
    Quanto à pederastia, ou outras “taras” já envolvem traços de psicopatia.
    O resto é discutível, porque, na maior parte dos casos, um testemunho de FIDELIDADE A DEUS, Converte muito mais, do que mil palavras. E, depois, ninguém é obrigado a confessar, publicamente, a sua orientação sexual, além de eu ACREDITAR, também, em milagres.
    Penso que a atitude de Bento XVI foi, somente, por pura Prudência… e acho muito bem, atendendo aos factos. No entanto, se TODOS OS CONSAGRADOS se esforçassem por SEGUIR E IMITAR JESUS CRISTO, em TUDO seriam como Ele, pois, sendo Homem, nunca se deixou seduzir pelas “RASTEIRAS” do mundo!
    Agora, para quem quer estar com um pé dentro outro fora… tudo pode acontecer!!!

    • Amiga Maria, eu sou bastante pragmático, por natureza. Se pusermos o lirismo de parte e as filosofias do nosso tempo, em que consiste de facto a homossexualidade? Consiste numa atração, não só afetiva mas também física ou carnal, entre pessoas do mesmo sexo, entre dois homens barbudos, por exemplo. Essa atração concretiza-se num desejo contínuo, ou pelo menos frequente, de realizar, com outro homem, um tipo de atividade sexual cuja obscenidade dispensa qualquer consideração ou comentário… Ou seja, a homossexualidade é “intrinsecamente desordenada” (Catecismo da Igreja Católica N.º 2357) e alguém que sofre dessa desordem, desses desejos obscenos, na minha opinião, deve ser fortemente desencorajado a seguir o sacerdócio, ainda que seja alguém que luta fortemente contra os seus desejos obscenos.

      Também acredito em milagres, mas, neste caso, penso que o milagre deve acontecer na pessoa antes de seguir a vocação sacerdotal e deve ser um pré-requisito cabalmente confirmado. Não quero dizer com isso que todos os heterossexuais (também não gosto dessa classificação, nem sei de onde vem…) sejam aptos para o sacerdócio, antes pelo contrário, uma vez que há muitas outras taras e limitações legítimas e objetivas. Mas também há outras vocações nobres e necessárias dentro da Igreja!

      O sacerdócio é uma vocação elevada, ao alcance de apenas um grupo limitado. O próprio Cristo, apesar de ter muitos seguidores, lavou os pés apenas a um grupo bastante restrito.

      Este é o meu entendimento, mas admito que possa estar errado num ou noutro ponto.

  4. Confesso, que não estou bem dentro de como funciona a homossexualidade. Apenas sinto muita Compaixão, por aqueles que por Amor a Jesus, O querem Servir de todo o coração, e não por aqueles que procuram no Sacerdócio uma fuga!
    Não sabia que a homossexualidade é uma compulsão, pois, já ouvi relatos chocantes de homossexuais que, SEMPRE, desejaram ser normais e que, por isso, sofreram horrores! Pensei que a sua atracção pelo mesmo sexo era como a de um heterossexual pelo sexo oposto…
    Daí, Marcelino, não podermos considerá-los “lobos”; são apenas irmãos que necessitam de ajuda, se entenderem como tal.
    Sendo assim, mais vale jogar pelo seguro!

    • Querida Maria, Compaixão é um sentimento muito nobre. Nós mulheres, com o nosso instinto maternal temos esse papel, na sociedade. Mas vou ser muito franca contigo, por mim já não consigo ter Compaixão por actos “depravados” quer sejam homossexuais, quer não.
      O único sentimento é repulsa, o que eles classificam, erradamente de homofobia. Nem a comunidade LGBT quer ser digna de pena, a não ser para tirar partido da nossa sensibilidade. Para início de conversa, nem deveria existir essa “dita cuja comunidade”. Respeito, sim, devemos, aceitar nunca!!! Aconselhar, sempre. Sacerdócio nem pensar, porque se assim tivessem procedido, a Igreja não teria chegado a esta desgraça…
      Realmente falam em “amor”, mas a promiscuidade, entre eles é degradante para o ser humano.Quanto a mim é pior que prostituição. “Aquilo” não pode ser classificado de “amor”. É extremamente desordenado…
      Deixei de ter pena quando comecei a entender a jogada deles, no momento em que passaram a fazer exigências de todo o tipo e, principalmente quando me apercebi que é tudo exibicionismo e soberba, basta olhar para a expressão “orgulho Gay”. São “doutrinados” no sentido de se orgulharem daquilo que são. Eles têm consciência daquilo que são, sabem que escandalizam e isso dá-lhes prazer. Ai daquele que discorda deles…
      Rezar pela sua conversão, continuamente é o único modo que encontro para os ajudar. Reparar…reparar…

      Conclusão, Sacerdotes gay?, não obrigada…Não têm perfil, ponto final.

  5. Mas, parece que o que eu tenho defendido não é a homossexualidade, mesmo não a entendendo..
    .Estamos a debater a possibilidade de ser CASTO, na homossexualidade, se houver vocação para o Sacerdócio!!
    Nunca defendi, aqui, a prática homossexual nem qualquer OUTRA , mesmo para os heterossexuais!!
    Se o VOTO DE CASTIDADE ainda não foi abolido, estão no mesmo pé de igualdade! É simplesmente isso, que eu defendo.

  6. E, depois, amiga, ter Compaixão, Misericórdia ou qualquer outro sentimento de comiseração são os ÚNICOS SENTIMENTOS que Jesus nos IMPÕE, para que Ele possa agir de igual modo para connosco! Uma coisa é não aceitar o ATO DEPRAVADO, outra é AMAR o Pecador, mais que não seja, por termos a certeza de que ele se pode condenar e, isso, para Deus, é o pior que Lhe podem fazer: ver um filho perder-se eternamente, enquanto Satanás rejubila de felicidade, por poder atingir Deus, só, nesse ponto!!
    Jesus diz a Santa Faustina, no seu Diário, que pense no pior pecador que ela possa imaginar à face da Terra e promete: Se na hora da sua morte, alguém Lho entregar e pela Sua Insondável Misericórdia Evocar a Sua PAIXÃO, Ele, Jesus, lhe perdoará tudo, e lhe concederá a CONVERSÃO!
    Sendo assim, como poderemos não sentir Compaixão, seja lá por quem for?!

    • É difícil agradar simultaneamente a Deus e ao demónio.

  7. Depois destas teorias e ideologias todas, cada vez dou mais crédito ao sim, sim; não, não; que Jesus nos exige, na Sua Doutrina!
    Para quê, se armarem, agora, em compreensivos e defensores das mulheres, se SEMPRE nos ensinaram, que Jesus foi o PRIMEIRO GRANDE LIBERTADOR, delas? Não escandalizou muitos , no Seu tempo, só porque as defendia do MACHISMO da época, e exigia o seu respeito? Contudo, nunca aconselhou a mulher a SUBSTITUIR o homem… Cada um, com a sua função!
    Esta de tentar fazer uma lavagem ao cérebro, apontando a parte positiva do assunto, faz-me lembrar um DOCUMENTO a que tive acesso, há já algum tempo, sobre a pedofilia. Era um Documento da ONU, onde, depois de enaltecer todos os Direitos da Criança, com páginas a fio, o veneno estava escondido, apenas, em duas linhas, as quais vou tentar reproduzir: ..”.mas se uma criança de 10, 12 anos… demonstrar maturidade sexual, não se poderá considerar que tenha havido pedofilia…” UMA CRIANÇA DE 10,12, ANOS?!”
    O PROJECTO é mesmo CONSPURCAR!!!
    Dialogar com o INIMIGO, pode sair-nos muito caro! Aliás, é o que tem acontecido. Recordem no que deu o Sínodo da Família!!!

  8. SERIA A CRUZ PARA QUALQUER UM HOMOSSEXUAL, VIVENDO CASTAMENTE, AMAR A DEUS E SALVAR-SE, MARIA MARTINS!
    … “Confesso, que não estou bem dentro de como funciona a homossexualidade. Apenas sinto muita Compaixão, por aqueles que por Amor a Jesus, O querem Servir de todo o coração, e não por aqueles que procuram no Sacerdócio uma fuga”!
    Com todo respeito, baseando no acima e noutros mais sentimentalistas… De como tem coragem de vir a público com esse discursinho seu, porém, colide frontalmente com “Porventura lança uma fonte por uma mesma bica água doce e água amargosa? Acaso, meus irmãos, pode a figueira dar azeitonas ou a videira dar figos? Do mesmo modo a fonte de água salobra não pode dar água doce” Ti 3,11-12.
    Creio que dessa vez escorregou ao cúmulo de não condenar a prática do homossexualismo sob todos os aspectos – um sacerdote homô, além de incapacissíssimo para o múnus sacerdotal, seria um escandaloso, péssimo exemplo de vida e levaria todos os ao relativismo edesses sacerdotes o diabo tanto aprecia e coincide com os planos da NOM!
    Acaso está v caindo nos braços do papa Francisco e adjuntos dele nesse quesito, e/ou gradativamente mudar de posicionamentos, tornar-se modernista?
    “Fora os cães, os envenenadores, os impudicos, os homicidas, os idólatras e todos aqueles que amam e praticam a mentira” Ap 22,15.
    ¨”Acaso não sabeis que os injustos não hão de possuir o Reino de Deus? Não vos enganeis: nem os impuros, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os devassos”, 1 Cor 6,9.
    Estranhei demasiado seu modo de ver e admitir tal gravíssima aberração quando em prática, a situação homô e dizer, como os alienados, que não vê nenhum mal em sacerdotes gays!
    Calcule quanto “misericordiosismo nisso, acolhimento, não discriminação” e similares das esquerdas e da neo igreja sincretista que fundaria o papa Francisco e adjuntos, como tantos altos hierárquicos, como o cardeal Becciu, é a mesma Igreja católica, no entanto, do modelo macaqueada…
    Desculpe-me; estranhei-a demasiado!

  9. Continuo.a dizer, que um homossexual, por aquilo que sei, nem sempre é responsável pelo seu problema e nem sempre o aceita. Nestas circunstâncias, e como o pecado, só é pecado, se o cometermos, conscientemente, ele não é, de todo, culpado!. Logo, tal como nós não somos SANTOS e somos imperfeitíssimos aos olhos de Deus , um homossexual se for casto, também, pode Santificar-se.Isto é o que eu penso! Não praticar a homossexualidade, por OBEDIÊNCIA E AMOR A DEUS, até, pode ser, um ato heróico!
    NUNCA EU DISSE, QUE ACEITO A PRÁTICA HOMOSSEXUAL!!! A verdadeira CONVERSÃO não passa por vencer as tentações, sublimando-as?
    Contudo, compreendo e aceito a posição da Igreja, até porque não abarco toda a Problemática da homossexualidade.

  10. Quando o diálogo começa a ter contornos complicados e confusos, o melhor é voltarmos, de novo ao início da discussão.
    O meu querido Pároco de saudosa memória tinha uma habilidade incrível de dialogar. Muito simples, não deixar avançar para a questão seguinte sem esclarecer, devidamente a colocação anterior. Isto é básico. Acontecia porque muitos ateus, sempre tiveram o péssimo hábito de baralhar e fazer perguntas, umas atrás das outras, com a intenção de deixar o inquirido, neste caso Sacerdote, confuso.

    Ora bem, o que queria dizer é que “a conversa é como as cerejas” e que estes comentários, (muito edificantes, todos eles), poderão começar a afastar-se das palavras do Cardeal Becciu, cujo debate já vai longo.

    A questão, digo eu é “se se deve aceitar seminaristas “gay” ou não”. Na opinião do prelado é sim.
    Quanto, a mim é “não redondo”, devido a considerar que essas pessoas não têm as condições psicológicas necessárias para o exercício do um Ministério sublime.

    Prefiro ouvir um Sacerdote que diz o seguinte:
    “Quando era jovem dizia que queria casar e ter 10 filhos, mas com o tempo senti que Deus me chamava ao Sacerdócio e coloquei a minha vontade de constituir família, sob a Vontade de Deus”.
    As palavras não são textuais, mas o essencial foi referido.

    Este querido Sacerdote é o Sr. Padre Sousa Lara que rejeitou um lugar de destaque, na Sociedade, (com todas as chances para ser Homem de Sucesso, aos olhos do mundo), a fim de receber, amorosamente, das Mãos de Deus, de coração aberto outra Vocação Sagrada de Pastor de almas. Este sim, me parece equilibrado, porquê? Porque é um Homem Normal… Posso estar enganada, Deus queira que não!!!. Rezemos por todos os Consagrados, porque o demónio não os deixa em Paz, sobretudo se são Santos…

    Conclusão, “um gay poderá vir a ser um bom Sacerdote”, como o Cardeal referiu?! Sinceramente, as probabilidades são mínimas. Mais vale um só Sacerdote Santo do que muitos e……como vemos, infelizmente, por aí…

  11. Mais uma vez afirmo: Santidade é sinónimo de FIDELIDADE A DEUS EM TUDO! Não é só, no plano sexual ou, pelo menos, estar numa luta incondicional para isso… Só Deus sabe agir nessa fidelidade e vai sublimando como Ele entender. O Seu tempo é diferente do nosso.

    Nunca eu AFIRMAREI, que um homossexual não DELIBERADO, pode deixar de ser SANTO!
    Só Deus conhece as lutas de cada um!

    • Não entendo muito do assunto, Maria, e até tenho dificuldade em emitir opiniões definitivas sobre o assunto. Mas se fizermos, por exemplo, uma analogia para a tara da pedofilia, poderia alguém chegar à santidade sem se livrar absolutamente da aberrante atração sexual por crianças?

  12. Para mim, também se trata de um assunto muito difícil de entender, mas no que respeita a PECADO, sempre, me ensinaram, que : ser tentado não é pecado, mas sim, consentir ou persistir, na tentação. Ora, baseada em depoimentos que vi, no programa TODA A VERDADE, há já algum tempo, de homossexuais rejeitados, humilhados e até perseguidos e condenados à morte , em Estados Islâmicos, fico com a sensação de que muitos não aceitam essa compulsão, sofrendo horrores, porque gostariam de ser normais.
    Ora, partindo do Princípio de que querem ser Fiéis a Deus, oferecendo-Lhe o seu sofrimento, porque não poderão ser Santos?
    Na vida de São Paulo, refere-se o AGUILHÃO contra o qual ele lutou até à morte, que ninguém sabe a que se refere, mas que nos leva a concluir, que Deus nem sempre nos CURA ou LIBERTA das nossas más tendências, definitivamente; muitas vezes, usa-as para a nossa SANTIFICAÇÃO ou REPARAÇÃO! O segredo está na FIDELIDADE!!
    Teresa de Ávila teve uma Ascese muito conturbada, com muitos avanços e recuos; ela mesma se lamentava por ser tão FRACA!!!
    É só neste âmbito, que julgo não podermos ser tão radicais. Todos podemos e devemos lutar pela Santidade! À parte, a tendência, conheço alguns que são pessoas impecáveis e filhos de bons pais, cuja orientação disfuncional, se manifestou bem cedo, e sem explicação aparente.

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