Redentoristas aceitam o “desafio Jerusalema” nesta Quaresma

A versão deste vídeo que está porém a fazer mais furor nas redes sociais foi lançada apenas pelas freiras irlandesas da Ordem do Santíssimo Redentor, que, mesmo vivendo em clausura monástica e contemplação, decidiram aceitar o desafio dos seus colegas sacerdotes e irmãos redentoristas.

O “desafio Jerusalema” é uma coreografia que se tem tornado viral nas mais diversas áreas da sociedade durante este tempo de pandemia.

Basto 03/2021

4 thoughts on “Redentoristas aceitam o “desafio Jerusalema” nesta Quaresma

  1. Nada contra a boa disposição, mas, realmente, tudo isto me BARALHA, para não dizer, ESCANDALIZA!
    Quem leu Santa Teresa de Ávila, Santa Terezinha de Lisieux e outros místicos, que se fizeram GRANDES SANTOS, no rigor dos CONVENTOS, fica, no mínimo, ESTUPFACTA!!!
    Mas eu acho, segundo li, ultimamente, que um dos objetivos do Papa Francisco, é a REFORMA dos Conventos de Clausura; será que passa por aí!? Pelo menos, estes são mais bem ACEITES!!
    E, ainda, PERSEGUEM, as Mensagens de Nossa Senhora do Escorial, em Espanha, que dizem:”… O RELAXE entrou nos CONVENTOS e até nos CARMELOS! Satanás cegou-lhes a mente e endureceu-lhes o coração, porque abandonaram a ORAÇÃO e INVESTIRAM os TALENTOS que Deus lhes concedeu, em favor dos seus interesses e das suas VAIDADES…”

  2. É QUE O ZELO DE VOSSA CASA ME CONSUMIU E OS INSULTOS DOS QUE VOS ULTRAJAM CAIRAM SOBRE MIM. Sal 68,9.
    “Fez então um chicote de cordas e expulsou todos do Templo, junto com as ovelhas e os bois; espalhou as moedas e derrubou as mesas dos cambistas” Jo 2,15.
    Confiramos, percebamos o zelo peculiar de Jesus pela “Casa do Seu Pai;” zelo que O levou a expulsar do templo aquilo que estava transformando o templo numa casa de comércio e negócios, estavam bagunçando-a com irreverência total em favor dos seus interesses, transformando-a em casa de negócios mundanistas!.
    Olhando para o próprio exemplo das Basílicas que estão em Roma, como São João de Latrão, vemos que, muitas vezes, os lugares em nossas igrejas, que é o lugar da presença de Deus, transformam-nas apenas em lugares turísticos por força daqueles que vão lá, inclusive com vestes adequadas a boîtes e, mesmo alguns católicos, da mesmas formas libidinosas desses indesejáveis visitantes e, quando vamos a uma igreja mais relevante, preocupamo-nos mais com fotos, com coisas segundárias, e não buscamos o essencial que é o encontro com Deus.
    Se nos voltarmos hoje para a nossa realidade caseira, que é a igreja de cada um de nós, o que nós buscamos na casa de Deus? Como nos comportamos na casa do Senhor? Qual o valor que damos para a presença do Senhor na casa d’Ele tão diferenciado deveria das nossas residências?
    Necessitamos ter especial zelo pela casa de Deus e fazer com que nossas igrejas sejam lugares de oração e não de diversão como esses aparentemente pagãos fazem-no para com seus deuses pagãos ou cristãos apenas de batismo! A alegria de encontrar o irmão é muito importante, mas nenhum excesso justifica tirarmos a paz do outro que quer rezar, tirar o silêncio sacro e conveniente aos lugares sagrados ou, simplesmente, entrarmos numa igreja como se estivéssemos entrando num comércio, no mercado, numa loja ou numa sala de reunião qualquer descompromissadamente.
    Se não somos despejados como Jesus expulsou no Evangelho, não estamos presentes como precisaríamos estar na Casa de Deus, porque não estamos lá de todo o coração, mas parcialmente, exteriormente e façamos a S Comunhão com o santo padre Bento XVI quando Papa, de joelhos e na boca em qualquer templo de Roma, ou da Igreja Mãe, que é a Igreja Catedral de Roma! Zelemos com empenho pela nossa igreja, como o lugar da morada de Deus onde iremos adorá-Lo e agradecer-Lhe as graças recebidas diuturnamente.
    Tenhamos zelo pela nossa comunhão de fé; façamos de cada uma de nossas igrejas, oratórios e capelas os lugares do nosso encontro com Deus e sejamos felizes por estarmos reconhecendo a Deus como convém e assim o deve, não como esses dissipados, alienados e anti introspectivos mostrados nos estupefacientes e repulsivos vídeos!

  3. A primeira ideia que me surgiu foi “coitadas, destas pessoas que nem se apercebem da figura triste”.
    A dança é um dos melhores exercícios, de expressão corporal, mas fazer disto um “projecto” a ser difundido, torna-se escandaloso.
    Será que esta gente não tem noção de que estas iniciativas fazem parte daquela “rebeldia”, a favor do “processo revolucionário” há muito instalado?! Ou não são muitos destes conventos, ditos de clausura?!
    Então que se preservem porque até os casais que frequentam danças de salão notam que, durante a aprendizagem se cometem, por lá muitos pecados de impureza em pensamentos, palavras e actos.
    Quem serão estes “religiosos”, idiotas úteis, ou astutos maliciosos?! Deve haver de tudo, creio eu.

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