Haverá maior blasfémia em Portugal?

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Da vasta lista de hospitais públicos do nosso país que executam abortos a pedido da mulher, uma grande parte tem nomes de santos, de Maria e até do próprio Deus.

  • Hospital da Senhora da Oliveira (Guimarães)
  • Hospital São Marcos (Braga)
  • Hospital de São Pedro (Vila Real)
  • Hospital do Médio Ave, que é o de Santo Tirso (Santo Tirso)
  • Hospital de Santo António (Porto)
  • Hospital de São João (Porto)
  • Hospital Padre Américo (Penafiel)
  • Hospital de São Sebastião (Santa Maria da Feira)
  • Hospital de São Miguel (Oliveira de Azeméis)
  • Hospital de São Teotónio (Viseu)
  • Hospital de Santo André (Leiria)
  • Hospital de Nossa Senhora do Rosário (Barreiro)
  • Hospital de Santa Maria (Lisboa)
  • Hospital de São Bernardo (Setúbal)
  • Hospital do Divino Espírito Santo (Ponta Delgada)
  • Centro Hospitalar do Médio Tejo, que inclui o Hospital de Nossa Senhora da Graça (Tomar) e o Hospital Rainha Santa Isabel (Torres Novas)

A lei do aborto foi aprovada e concretizada em Portugal por agentes políticos eleitos e reeleitos livremente pelo povo desta nação consagrada à Mãe de Deus. Os elevados custos desta política contra a vida humana, que já leva mais de uma década de infame existência, têm sido financiados com impostos de todos os portugueses. Os mesmos portugueses que, durante a mesma década, ouviram todos os discursos da “tanga”, do “apertar o cinto”, do deficit, da austeridade e da troika.

A responsabilidade é todos, incluindo os indiferentes, os que se calam e os que deviam falar mais.

Basto 10/2017

Em 10 anos, Portugal matou 160000 bebés ainda antes de nascerem

A 11 de fevereiro de 2007, precisamente há 10 anos, no dia de Nossa Senhora de Lurdes, os portugueses aprovaram, em referendo, a despenalização do aborto. Desde então foram realizados aproximadamente 160 000 abortos em Portugal por opção das mães, pagos com o dinheiro dos nossos impostos.

Se Portugal não aprovar o aborto, está salvo; mas se o aprovar, terá muito que sofrer. Pelo pecado da pessoa, paga a pessoa que dele é responsável; mas pelo pecado da Nação, paga todo o povo. Porque os governantes que promulgam as leis iníquas, fazem-no em nome do povo que os elegeu.

(Ir. Lúcia dos Santos in Um Caminho sob o Olhar de Maria, 2013)

Um dia prestaremos contas.

Basto 2/2017