A verdadeira essência das coisas…

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“Um pássaro não voa por ter asas. Ele tem asas porque voa. Um homem não é masculino por ter um pénis e testículos, nem uma mulher é feminina por ter uma vagina, um útero, estrogénio ou o que quer que seja. Eles têm tudo isso – quando o tem – porque ela é feminina e ele é masculino. Mesmo se falta alguma dessas coisas neles, ainda assim eles são masculinos e femininos.”

(“Pe. Gerald”, personagem do caso de exorcismo “O Virgem e o Ajeita-Moça”; in Reféns do Demónio, Malachi Martin, Ecclesiae, 2016, pág. 216)

Isto numa época em que a ilusão engana os próprios ilusionistas.

Basto 02/2019

Transexual irado numa loja dos EUA depois de ter sido tratado por “senhor”

O vídeo foi gravado recentemente no Novo México, numa loja de videojogos da conhecida cadeia GameStop, acabando por tornar-se viral através das redes sociais. O seu protagonista é alguém que se identifica como “Tiffany” Moore, um ex-homem de aspecto bastante masculino, indignado, que se revolta contra o funcionário da loja, desatando aos gritos e pontapés, depois de este, educadamente, se ter referido a ele como “senhor”.

Basto 01/2019

Católicos britânicos comemoram Dia Internacional da Memória Transexual

No passado dia 20 de novembro, a Igreja Católica de Inglaterra e País de Gales comemorou o Dia Internacional da Memória Transgénera através da publicação de uma mensagem no Twitter.

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Página Twitter da Igreja da Inglaterra e País de Gales, 20/11/2018.

O Dia Internacional da Memória Transgénera foi fundado pela transexual Gwendolyn Ann Smith, uma “ex-homem” ativista militante do movimento LGBT.

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Gwendolyn Ann Smith, à esquerda. À direita, o Santo Padre, na Quinta-feira Santa de 2015, lava os pés à transexual Isabel Lisboa, uma “ex-homem” italiana.

A primeira resposta que apareceu na mensagem comemorativa do Twitter da Igreja Católica Britânica foi a de um sacerdote, Pe. Marcus Holden, que confessou a sua surpresa pela referida publicação, lembrando que “apesar de não devermos deixar de rezar” por todas as pessoas vulneráveis, “o Dia Internacional da Memória Transgénera faz parte de uma ‘colonização ideológica’ que não deve ser apoiada por católicos”.

Basto 11/2018

Papa Francisco adverte que aqueles que se queixam poderão ser “punidos por serpentes”

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Por Doug Mainwaring

ROMA, 14 de setembro de 2018 (LifeSiteNews) – Numa homilia realizada na Festa da Exaltação da Santa Cruz, o Papa Francisco, pela terceira vez esta semana, retornou curiosamente ao tema de Satanás como o “Grande Acusador”.

Mais uma vez, o pontífice parecia estar a alertar os fiéis contra as criticas aos seus prelados e talvez também ao modo como ele mesmo tem lidado com a avalanche de escândalos sexuais do clero que se abateu sobre o Vaticano nas últimas semanas.

De acordo com a reportagem do Vatican News, o Papa Francisco, comentando a 1ª Leitura de hoje, disse que as pessoas que se queixaram “foram punidas por serpentes”, acrescentando que isso se refere à serpente antiga, Satanás, o “Grande Acusador”.

“Jesus foi elevado e Satanás destruído”, no entanto – afirmou o Papa Francisco – “a antiga serpente destruída ainda late, ainda ameaça, mas, como diziam os Padres da Igreja, é um cão acorrentado”.

Advertiu ainda: “Não vos aproximeis dele e ele não vos morderá; mas se tentardes acariciá-lo porque vos sentis atraídos por ele, como se fosse um cachorrinho, preparem-se, ele destruir-vos-á”.

O Papa Francisco parece estar a reiterar a sua advertência da sua homilia ontem, implicando que aqueles que criticam a hierarquia estão a ser inconscientemente tentados a dedicar-se ao trabalho do diabo, como se fossem atraídos para acariciar um cachorrinho fofo.

Deste modo, o Papa descarta o pensamento crítico dos leigos, padres e bispos que expressaram indignação pelos escândalos sexuais do clero e pelos alegados encobrimentos.

Ao advertir contra o trabalho do “Grande Acusador”, o próprio Papa aponta um dedo acusador.

A edição original deste texto foi publicada no Life Site News a 14 de setembro de 2018. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, o artigo deve ser lido na sua edição original. A presente edição destina-se meramente à sua divulgação.

Basto 9/2018

Portugal aprova nova lei da identidade de género

A Assembleia da República Portuguesa acaba de aprovar a Proposta de Lei que permite a um adolescente de 16 anos “mudar” de género.

2. As pessoas de nacionalidade portuguesa e com idade compreendida entre os 16 e 18 anos podem requerer o procedimento de mudança da menção do sexo no registo civil e da consequente alteração de nome próprio através dos seus representantes legais, devendo o/a conservador/a proceder à respetiva audição presencial da pessoa cuja identidade de género não corresponda ao sexo atribuído à nascença, por forma a apurar o seu consentimento expresso e esclarecido, tendo em consideração os princípios da autonomia progressiva e do superior interesse da criança constantes na Convenção sobre os Direitos da Criança.

(in Proposta de Lei n.º 75/XIII, Artigo 9º)

A elite política portuguesa da chamada era democrática, ao longo de décadas sucessivas, não consegue arrancar o país da cauda da Europa em termos de economia, finanças, rendimentos, cultura, justiça social ou ordenamento do território, no entanto, orgulha-se de posicionar Portugal no pelotão da frente neste tipo de obscenidades… A responsabilidade não é apenas deles, é também de quem os elege.

Circula nas redes sociais uma petição contra esta barbaridade, que pode ser assinada aqui. Talvez já não adiante muito, mas também não custa nada assinar.

E, já agora, fica aqui um conselho para pais ou encarregados de educação que porventura leiam este texto. Sempre que vos pedirem alguma assinatura para autorizar os vossos educandos a frequentar, nas suas escolas, gabinetes de saúde, de apoio psicológico e afins, peçam sempre as credenciais de quem neles trabalha. É que dentro das escolas, como cá fora, a maioria da população trabalha para a força ideológica dominante.

Basto 4/2018

A história de Willa

O ativismo dos pais de “Willa”, que utilizaram o seu próprio filho em ações de propaganda ideológica, contribuiu para que Malta tivesse aprovado, no ano passado, uma das leis consideradas mais “progressistas” – ou antes, mais radicais – do mundo ao nível da identidade de género.

WILLA – 7 anos de idade (Malta)

A minha vida quando tinha de viver como um rapaz era muito má, até que um dia disse a meus pais que eu sentia que era uma menina e eles aceitaram-me. Então deixaram-me vestir de menina dentro de casa para eu poder ver se isso estava bem para mim. E isso foi bom para mim porque a minha vida era muito melhor e se eles não me tivessem deixado viver como uma menina eu ficaria ainda muito mais triste.

Depois disso, quando viram que aquilo era verdadeiramente quem eu era, deixaram-me viver como menina também lá fora.

A Lei da Identidade de Género foi dedicada a mim. Senti-me mesmo orgulhosa. Isso significa que as pessoas trans, como eu, terão melhores direitos.

Agora estou muito feliz a viver como uma menina. Eu sou Willa em todo o lado, quando estou em casa e também na escola. Sou plenamente respeitada enquanto Willa e isso é o que as outras crianças trans também necessitam. Nós deveríamos simplesmente ser autorizados a viver como somos porque nós sabemos quem somos.

As crianças trans necessitam de ser ouvidas. Nós não temos uma desordem e não nos conseguirão modificar. Nós somos quem somos.

Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Muitos acreditam que o reino do anticristo é um mito ou uma coisa destinada a um futuro muito distante, no entanto, se prestarmos bem atenção ao que se passa à nossa volta, verificamos que algumas das suas bases estão já amplamente implantadas nos reinos tradicionalmente cristãos.

Nos nossos dias, o poder de Herodes ultrapassou largamente os limites territoriais da Judeia e a sua fúria entra na profundeza das almas dos inocentes.

 

Basto 12/2016