Santo Padre pede perdão pelo lançamento das Pachamamas ao Tibre

Depois de alguns católicos terem lançado as estatuetas da deusa Pachamama ao rio Tibre, retiradas da Igreja de Santa Maria em Traspontina, em Roma junto ao Vaticano, onde eram diariamente utilizadas em bizarras cerimónias de idolatria, o Santo Padre acabou por pedir perdão. Um perdão não dirigido a Deus, pelas cerimónias pagãs em honra da falsa deusa dentro das igrejas católicas, mas aos idólatras que viram as suas bonecas retiradas do templo de Deus e lançadas ao rio local.

Um dado curioso neste pedido de perdão foi o facto de Francisco ter identificado cabalmente as estatuetas eróticas pelo nome da falsa divindade que representam, destruindo assim o rumor lançado por alguns clérigos que as relacionava com Nossa Senhora.

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In Vatican News, 25/10/2019.

O Santo Padre portanto – sublinhemos – identificou a estatueta em questão como uma representação da falsa divindade Pachamama, não condenou o seu culto nas igrejas católicas e associou-se aos atos de idolatria organizados em sua honra.

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Pachamamas e pachapapas utilizados num ritual pagão de fertilidade nos jardins do Vaticano, na presença do Papa Francisco; in Vatican News, 05/10/2019.

Talvez até nem seja exagerado admitir que este demónio, uma personagem mitológica pagã, acabou por ser uma figura central no Sínodo da Amazónia, onde foi entronizada em lugar de destaque, depois de transportada pelos bispos, em procissão, até à sala onde os trabalhos decorreram.

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Sessão de abertura do Sínodo da Amazónia; in Vatican News, 07/10/2019.

Resta-nos a lucidez de alguns fiéis que ainda conseguem ficar escandalizados com tudo isto, entre os quais, o cardeal D. Gerhard Müller, afastado da Congregação para a Doutrina da Fé pelo atual pontífice.

Basto 10/2019

“Momentos de espiritualidade amazónica” à porta do Vaticano

Enquanto dura o Sínodo da Amazónia, a Igreja de Santa Maria em Traspontina, em Roma, junto à entrada da Praça de São Pedro, celebra diariamente rituais tribais em honra da deusa Pachamama, num evento denominado Momentos de Espiritualidade Amazónica.

O evento pastoral, que inclui dança, rituais mágicos, idolatria e aparente loucura, é dinamizado pela “Amazónia Casa Comum”, um espaço da Rede Eclesial Pan-amazónica (REPAM) estabelecido temporariamente nesta paróquia administrada por carmelitas.

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Conversão ecológica integral, na Igreja de Santa Maria em Traspontina, Via della Conciliazione, outubro de 2019.

Basto 10/2019

Bispos prestam culto a Pachamama na Basílica de São Pedro

No passado dia 7 de outubro, dia de Nossa Senhora do Rosário, alguns bispos presentes na Basílica de São Pedro, em Roma, juntaram-se à dança pagã em honra da Mãe Terra, transportando depois a estatueta da divindade pagã, em procissão, até à sala onde decorrem os trabalhos do Sínodo da Amazónia.

Basto 10/2019

Indigenistas profanam Basílica de São Pedro durante a Missa de abertura do Sínodo da Amazónia

Durante a eucaristia de abertura do Sínodo da Amazónia, em Roma, um grupo de ativistas dos ideais marxistas indigenistas irrompeu da assembleia, com um ruidoso protesto organizado que partiu dos lugares VIP localizados logo depois dos bispos. Cantavam músicas estranhas e transportavam uma grande faixa que incitava à “escuta do grito da Mãe”, não da Mãe de Nosso Senhor, mas da “Mãe Terra”, da deusa Gaia ou Pachamama.

Os protestantes possuíam, na sua maioria, vestuário e calçado ocidental contemporâneo, apesar de se verem algumas caras pintadas e adereços indígenas.

Basto 10/2019

Papa Francisco participa em ritual pagão celebrado nos jardins do Vaticano

O Santo Padre consagrou o Sínodo da Amazónia a São Francisco de Assis, nos jardins do Vaticano, numa cerimónia sincretista que incluiu um ritual pagão de fertilidade, danças ecuménicas, onde algumas pessoas dançaram com clérigos católicos e bruxos em torno de estatuetas indígenas, discursos vazios e uma árvore plantada ao som do Cântico das Criaturas, de São Francisco de Assis.

Pachamama ou Mãe Terra, a deusa indígena da fertilidade, foi sacrilegamente apresentada como “Nossa Senhora da Amazónia”, grávida, ao lado de outra semelhante que, numa aproximação à tradição cristã, só poderia ser Santa Isabel. Mas então quem seriam as divindades masculinas ali representadas, uma das quais ostentando uma ereção?

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E o mais assustador é que, enquanto estas coisas se vão sucedendo, a maioria dos católicos continua a assobiar para o lado.

Basto 10/2019

A Mãe Terra – “é ela quem nos protege”

Esta semana, como em outras ocasiões anteriores, o Santo Padre voltou a invocar a “Mãe Terra”, no dia em que recebeu os representantes do Jainismo, uma religião primitiva indiana.

Todos nós queremos a Mãe Terra porque ela é quem nos deu a vida e nos protege, eu diria que é também a irmã Terra porque nos acompanha no nosso caminho existencial, mas o nosso dever é cuidar dela como se cuida de uma mãe ou de uma irmã, com responsabilidade, com ternura e paz.

(Papa Francisco, in Rome Reports, 01/06/2016)

Mãe Terra, Mãe Natureza, deusa Gaia, ou também Pachamama na América do Sul, são tudo designações semelhantes atribuídas a uma divindade pagã, própria do ideário mitológico das civilizações antigas. Na idade contemporânea, esta divindade é ainda evocada por culturas tribais e movimentos neopagãos de origem urbana.

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Matthias Merian, 1617

Ouvir o Bispo de Roma, o Vigário de Cristo na Terra, evocar publicamente aquela assombrosa figura lendária, afirmando que ela “nos deu a vida e nos protege”, deve ter provocado espanto até aos simpáticos jainistas que ali estavam de passagem! Contudo, os restantes prelados católicos ali presentes ouviram o Santo Padre – aparentemente – com uma certa indiferença, como se já estivessem habituados às suas excentricidades espontâneas…

Os convidados jainistas tiveram a amabilidade de oferecer ao Santo Padre um presente especial, um ícone representativo de um dos seus muitos deuses omniscientes denominados tirthankaras. Um tirthankara é, nas suas crenças, um ser que “conseguiu escapar ao ciclo dos renascimentos e que ensinou aos outros como poderiam também escapar desse ciclo”. Existem vários tirthankaras, como por exemplo este:

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11º Tirthankara – Senhor Shreyansanatha

São trabalhos artísticos interessantes, sem dúvida. A arte oriental gera bastante fascínio pelo seu exotismo.

De vez em quando, o Santo Padre aconselha os cristãos a evitarem cair na idolatria que é praticada por aqueles católicos que levam o tradicional Magistério da Igreja demasiado a sério.

Basto 6/2016