Terminou ontem a greve do movimento feminista radical alemão contra a autoridade católica

maria.2.0.jpgFoi organizada pelo autodenominado movimento “Maria 2.0” e estendeu-se de 11 a 18 de março, contando com o apoio de um bispo local e de vários clérigos católicos alemães que se rebelaram contra o “não” do Papa às diaconisas. Exigem, entre várias outras reivindicações, “uma renovação radical da Igreja Católica e o acesso das mulheres a todos os ofícios eclesiásticos”.

Basto 05/2019

“Dança litúrgica” na Renânia do Norte-Vestfália

Para além dos ministros celebrantes e acólitos, imediatamente após o momento da consagração, entra também o lorpa.

Cidade de Münster, Renânia do Norte-Vestfália, Alemanha, no dia 13 de maio de 2018.

Fonte: One Peter Five, 22/05/2018.

A coreografia acima realizou-se na presença de vários importantes sacerdotes e bispos alemães, entre os quais o cardeal D. Reinhard Marx, Presidente da Conferência Episcopal Alemã e um dos homens mais influentes na Igreja Católica atual.

Basto 05/2018