O fumo branco foi realmente visto às 6:66, hora local em Roma?

Há seis anos, no dia 13 de março do ano 13 do corrente milénio, quando os relógios de Roma marcavam exatamente 19:06 (CET/UTC+1), o fumo branco foi visto por milhões de católicos na chaminé existente sobre o telhado da Capela Sistina. O mundo inteiro festejou efusivamente, mas desde então passou a ter dois papas, o Bento e o Francisco, e duas doutrinas, a de sempre e a de Bergoglio.

Digam o que disserem – venha o Papa, venha o Bispo ou venha o Buda -, receber a Sagrada Comunhão em estado de pecado mortal, ou seja, persistindo num relacionamento sexual com a esposa ou o marido legítimo de alguém, conduz ao Inferno quem o faz e quem o permite. E a mesma atitude aplica-se a todas as outras doutrinas diabólicas e procedimentos pseudopastorais que infestaram a Santa Igreja de Cristo.

Quando rezardes o terço, dizei, depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as alminhas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem.

(Nª Sª do Rosário de Fátima a 13 de julho de 1917, imediatamente após a revelação do Segredo aos pastorinhos; in Memórias da Ir. Lúcia – volume I)

O Magistério da Igreja é Infalível, não dá para contrariar…

Basto 05/2019

Profecia de São Francisco sobre um futuro falso papa que destruirá a Igreja

Saint Francis of Assisi in Ecstasy
São Francisco de Assis em Êxtase – Antoon van Dyck (1627-1632); in banco de imagens do Museu do Prado.

A predição de “grandes cismas e tribulações na Igreja” é a 13ª profecia do capítulo “Algumas profecias de São Francisco” de um livro, com imprimatur do sec. XVIII, intitulado “Obras do Seráfico Pai São Francisco de Assis”. São Francisco terá revelado esta profecia aos membros da sua Ordem pouco tempo antes de morrer, portanto no primeiro quartel no séc. XIII.

O Santo profetiza grandes cismas e tribulações na Igreja

Pouco tempo antes da morte do santo Pai, ele reuniu os seus Filhos e alertou-os sobre as tribulações que haveriam de vir:

Meus Irmãos, ajam com bravura; tenham coragem e confiem no Senhor. Aproxima-se rapidamente o tempo em que haverão grandes provas e aflições, abundarão as perplexidades e discórdias, tanto espirituais como temporais, a caridade de muitos esfriará e a maldade dos ímpios aumentará.

Os demónios terão um poder invulgar. A pureza imaculada da nossa Ordem, assim como a de outras, estará tão obscurecida que haverá pouquíssimos cristãos a obedecer ao verdadeiro Soberano Pontífice e à Igreja Romana com corações leais e caridade perfeita. Nos tempos dessa tribulação, um homem não canonicamente eleito será elevado ao Pontificado, que, com sua astúcia, empenhar-se-á em levar muitos ao erro e à morte.

Então os escândalos multiplicar-se-ão, a nossa Ordem será dividida e muitas outras serão completamente destruídas porque tolerarão o erro em vez de o combater.

Haverá tal diversidade de opiniões e cismas entre o povo, os religiosos e o clero, que, se aqueles dias não fossem abreviados, segundo as palavras do Evangelho, até os eleitos seriam levados ao erro, não fossem eles guiados, no meio de tão grande confusão, pela imensa misericórdia de Deus.

Então a nossa Regra e o nosso modo de vida serão violentamente combatidos por alguns e, sobre nós, cairão provas terríveis. Os que permanecerem fiéis receberão a coroa da vida, mas ai daqueles que, confiando apenas na sua Ordem, caírem na tibieza, pois esses não serão capazes de suportar as tentações permitidas como provação para os eleitos. Os que conservarem o seu fervor e mantiverem a sua virtude com amor e zelo pela verdade sofrerão injúrias e perseguições como se fossem rebeldes e cismáticos, uma vez que os seus perseguidores, instigados por espíritos malignos, dirão que prestam um grande serviço a Deus eliminando aqueles homens nocivos da face da Terra. Mas o Senhor será o refúgio dos aflitos e salvará todos os que em Ele confiam. E a fim de serem como o seu Mestre, estes, os eleitos, atuarão com confiança e, com a sua morte, obterão a vida eterna. Escolhendo obedecer a Deus em vez de obedecer aos homens, eles não terão medo de nada e preferirão morrer do que aprovar a falsidade e a traição.

Alguns pregadores manterão silêncio sobre a verdade, enquanto outros irão pisoteá-la e negá-la. A santidade de vida será desprezada até pelos que exteriormente a professam, pois, nesses dias, Nosso Senhor Jesus Cristo enviar-lhes-á não um pastor verdadeiro mas um destruidor.

(Works of the Seraphic Father St. Francis Of Assisi, Washbourne, London, 1882, pp. 248-250, Imprimatur of the Bishop of Birmingham, William Bernard – tradução livre)

Fonte: saintsbooks.net (página acedida em 04/03/2019)
Tradução: odogmadafe.wordpress.com

A esta distância temporal torna-se, obviamente, difícil provar ou negar a autenticidade desta profecia, no entanto, o seu conteúdo acaba por ser um forte motivo de reflexão e oração, atendendo à conjuntura por que atravessa a Igreja Católica atualmente.

Basto 03/2019

Os dias 13 e Fátima: um significado implícito ou uma mera redundância?

Maria, a “Mulher vestida de Sol” do capítulo 12 do Apocalipse, coroada com 12 estrelas sobre a cabeça, exponente máximo da perfeição, aparece em Fátima num dia 13 e pede aos pastorinhos para regressarem nos dias 13 dos meses seguintes. Desde então, nos calendários do mundo inteiro, o número 13 passou a ser inevitavelmente associado a Fátima.

Mesmo admitindo a eventual irrelevância desta circunstância, que se calhar não passa mesmo de um pequeno pormenor de calendário, é impossível não reparar nela…

13

E se a escolha do dia 13 fosse mais do que uma mera e aparente redundância? Porque não uma mensagem implícita relacionada, de algum modo, com o número 13 ou com a sua simbologia? A própria Sagrada Escritura contém vários números significativos e simbólicos.

Não estamos aqui a afirmar nada nesse sentido, mas simplesmente a questionar! Os pequenos apontamentos que vinham seguir nesta curta reflexão ficarão eventualmente para uma próxima ocasião.

Basto 9/2017