Arquidiocese de Braga em risco de cisma

O Norte poderá vir a ser a primeira região portuguesa a aplicar a nova misericórdia do Papa Francisco para as situações de adultério. De acordo com a informação publicada ontem no sítio oficial da Arquidiocese de Braga, o Minho prepara-se para experimentar a Alegria do Amor.

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in Correio da Manhã, 08/11/2017

 

A Arquidiocese de Braga vai constituir um grupo para acompanhamento dos cristãos divorciados recasados, que poderá possibilitar o acesso aos sacramentos, de acordo com um processo de discernimento individual. A resolução foi aprovada ontem, por unanimidade, no Conselho Presbiteral, onde foram definidas orientações para a renovação da Pastoral Familiar.

O grupo que irá acompanhar os divorciados que vivem em nova união será composto por leigos e sacerdotes. Para além de informar e aconselhar sobre processos de declaração de nulidade do matrimónio, a equipa irá acompanhar cada caso, para que após um processo de discernimento pessoal seja reavaliado o acesso aos sacramentos e a possibilidade de virem a ser padrinhos/madrinhas.

(in sítio oficial da Arquidiocese de Braga, 08/11/2017)

 

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página facebook da Arquidiocese de Braga

É uma pastoral herética que se afasta dos ensinamentos constantes da Igreja estabelecidos nos documentos magisteriais e que põe em causa as palavras proferidas pelo próprio Deus a este respeito. Esta informação, embora ainda vaga, posiciona a Arquidiocese de Braga em risco de cisma.

1650. Hoje em dia e em muitos países, são numerosos os católicos que recorrem ao divórcio, em conformidade com as leis civis, e que contraem civilmente uma nova união. A Igreja mantém, por fidelidade à palavra de Jesus Cristo («quem repudia a sua mulher e casa com outra comete adultério em relação à primeira; e se uma mulher repudia o seu marido e casa com outro, comete adultério»: Mc 10, 11-12), que não pode reconhecer como válida uma nova união, se o primeiro Matrimónio foi válido. Se os divorciados se casam civilmente, ficam numa situação objectivamente contrária à lei de Deus. Por isso, não podem aproximar-se da comunhão eucarística, enquanto persistir tal situação. Pelo mesmo motivo, ficam impedidos de exercer certas responsabilidades eclesiais. A reconciliação, por meio do sacramento da Penitência, só pode ser dada àqueles que se arrependerem de ter violado o sinal da Aliança e da fidelidade a Cristo e se comprometerem a viver em continência completa.

1651. Com respeito a cristãos que vivem nesta situação e que muitas vezes conservam a fé e desejam educar cristãmente os seus filhos, os sacerdotes e toda a comunidade devem dar provas duma solicitude atenta, para que eles não se sintam separados da Igreja, em cuja vida podem e devem participar como baptizados que são:

«Serão convidados a ouvir a Palavra de Deus, a assistir ao sacrifício da Missa, a perseverar na oração, a prestar o seu contributo às obras de caridade e às iniciativas da comunidade em prol da justiça, a educar os seus filhos na fé cristã, a cultivar o espírito de penitência e a cumprir os actos respectivos, a fim de implorarem, dia após dia, a graça de Deus» (174).

(Catecismo da Igreja Católica in sítio oficial da Santa Sé)

Escusado será referir que a imutável doutrina da Igreja é bem “mais velha que a Sé de Braga”, assim como a sua práxis que jamais poderá ser contraditória. Ainda assim, para os casos de falta de memória, convém lembrar as palavras que São João Paulo II pronunciou precisamente em Braga.

Refletindo, de algum modo, o amor de Deus, também a Igreja não exclui da sua preocupação pastoral os cônjuges separados e novamente casados; pelo contrário, põe à sua disposição os meios de salvação. Embora mantendo a prática, fundada na Sagrada Escritura, de não admitir tais pessoas à comunhão eucarística, dado que a sua condição de vida se opõe objetivamente ao que a Eucaristia significa e opera, a Igreja exorta-os a ouvir a Palavra de Deus, a frequentar o sacrifício da Missa, a perseverar na oração e nas obras de caridade, a educar os filhos na fé cristã, a cultivar o espírito e as obras de penitência, a fim de implorarem dessa forma a graça de Deus e se disporem para a receber.

(Homilia de São João Paulo II na Santa Missa para as Famílias, Santuário da Imaculada Conceição do Sameiro, Braga, 15 de maio de 1982)

 

Basto 11/2017

Para quando será possível praticar “Amoris Laetitia” em Portugal

Cabeça de São João Batista
Autor espanhol desconhecido, século XVII

 

Vi ainda que a mulher estava embriagada com o sangue dos santos e com o sangue dos mártires de Jesus.

Fiquei espantado, ao ver tão grande prodígio. (Ap 17, 6)

O que é Amoris Laetitia?

Deixemo-nos de eufemismos, falácias ou outras falsidades intelectuais e falemos verdade, em nome de Deus.

Praticar Amoris Laetita, no sentido pretendido do conceito, significa obter/dar absolvição sacramental e receber/dar a Sagrada Comunhão apesar do adultério. É uma prática pastoral que, na sua essência, está em profunda contradição com a doutrina da Igreja Católica mas que o Papa Francisco tenta insistentemente impor, de forma incansável e obsessiva, desde o início do seu sinistro pontificado.

Jesus disse: «Quem se divorciar da sua mulher e casar com outra, comete adultério contra a primeira. E se a mulher se divorciar do seu marido e casar com outro, comete adultério.» (Mc 10, 11-12)

Dois milénios depois de Cristo, chega uma doutrina nova e antagónica, que propõe uma pastoral contrária ao ensinamento de Jesus e da sua Igreja – não é que não estivéssemos avisados (1Tm 6, 3-4). Está aí, foi formalmente aprovada pela Igreja Católica e já está a ser universalmente praticada a uma escala crescente e difícil de quantificar. Um enorme sacrilégio, alegadamente inspirado pelas “surpresas do Espírito Santo”, como se as Pessoas da Santíssima Trindade pudessem entrar em contradição… Que disparate tão grande, que blasfémia tamanha!

O adultério é um pecado extremamente grave que nos afasta da Graça de Deus, portanto qualquer caminho penitencial terá de orientar-se sempre no sentido da conversão do pecador. Só o profundo arrependimento, a contrição e o propósito de mudança de vida poderão reaproximar da Graça de Deus aqueles que caíram ou permanecem no grave pecado do adultério. Todavia, o Papa insiste que os sacerdotes devem conceder a absolvição aos adúlteros não arrependidos e oferecer-lhes a Sagrada Comunhão, ainda que estes continuem obstinados na sua condição de pecado. Que Papa é este? O que pretende ele oferecer a tantas almas em risco de perdição eterna?

Assim, todo aquele que comer o pão ou beber o cálice do Senhor indignamente será réu do corpo e do sangue do Senhor. Portanto, examine-se cada um a si próprio e só então coma deste pão e beba deste vinho; pois aquele que come e bebe, sem distinguir o corpo do Senhor, come e bebe a própria condenação. Por isso, há entre vós muitos débeis e enfermos e muitos morrem. Se nos examinássemos a nós mesmos, não seríamos julgados; mas, quando somos julgados pelo Senhor, Ele corrige-nos, para não sermos condenados com o mundo. (1Cor 11, 27-32)

A prática da Amoris Laetitia alastra-se de forma viral pelo mundo inteiro. Há cada vez mais dioceses e conferências episcopais que disponibilizam a nova misericórdia de Francisco a todos aqueles que recusam receber a misericórdia de Cristo. Isto é, em si, um ato de justiça divina de dimensão apocalítica. Até onde chegará este castigo? Até quando durará este flagelo? São necessárias muitas orações e penitência pelos pecadores que caíram nesta cilada de Satanás.

Quando rezardes o terço dizei depois de cada mistério: Ó meu Jesus, perdoai-nos, livrai-nos do fogo do inferno; levai as alminhas todas para o Céu, principalmente aquelas que mais precisarem.

(N.ª S.ª de Fátima aos pastorinhos em 1917)

Vivemos atualmente num tempo de profunda “desorientação diabólica”, um tempo em que, mais do que nunca, necessitamos de recorrer ao Imaculado Coração de Maria, o nosso “refúgio”, o caminho que nos “conduzirá até Deus” (nas palavras de Nossa Senhora de Fátima). Um tempo em que tantos dos pastores da nossa Igreja já não são capazes de desempenhar verdadeiramente as funções para as quais foram mandatados por Cristo. Um tempo de apostasia. Um tempo que, em termos escatológicos, faz parte dos últimos tempos.

Como é que nós rezamos hoje, se é que ainda rezamos? Pedimos ainda perdão pelos nossos pecados ou pedimos agora a Deus que aceite as nossas iniquidades? Que esperamos nós obter quando nos aproximamos do confessionário, o perdão dos nossos pecados ou a desvalorização da nossa culpa? Para que servem os nossos sacerdotes? Permita Deus que eles continuem a conduzir-nos pela única “porta estreita” (Mt 7, 13), ainda que nós não o mereçamos.

portas.abertas
Papa Francisco, 18/02/2016 in TV2000

De todas as portas que têm sido abertas, algumas propõem caminhos estranhamente fáceis e perigosos, avessos à vontade de Deus. Ainda assim, o cristão continua dono da sua liberdade, pois, apesar de tudo, ninguém lhe retirou ainda o direito de optar pela porta estreita, pelo caminho da cruz.

A prática da Amoris Laetitia, feita de acordo com a interpretação que o Papa Francisco deseja, representa a porta larga, a “entrada do sepulcro”, – recorrendo às palavras do ex-cardeal Bergoglio – mas, neste caso, do sepulcro eterno. Bergoglio é hoje Papa, supostamente a pedra que nos impede de cair no sepulcro eterno. Que Deus nos acuda!

Chegou a vez de Portugal?

Muitos fiéis portugueses continuam numa espécie de limbo, à espera das tais “portas” que autorizem a prática da Amoris Laetita também no nosso país. Faz lembrar os anos em que o aborto era ainda ilegal e mal visto em Portugal, quem o quisesse praticar teria de ser muito discreto ou então procurar uma alternativa para lá da fronteira. Hoje, infelizmente, o nosso país orgulha-se de possuir uma das políticas abortivas mais avançadas do mundo. Será que Portugal irá posicionar-se também na vanguarda desta loucura satânica de legitimar a conciliação entre o adultério e o “corpo, sangue, alma e divindade de Jesus Cristo”? Permitirá algum dia Nossa Senhora, rainha e padroeira do povo seu protegido, que a Igreja Portuguesa adote institucionalmente esta impostura sacrílega pseudo-misericordiosa?

O Semanário Ecclesia, propriedade da Conferencia Episcopal Portuguesa (CEP), na sua última edição, deu um enorme destaque editorial à controversa exortação apostólica do Papa Francisco, mostrando, em vários artigos, uma forte simpatia por esta nova pastoral obscena de simbiose entre o Santíssimo Sacramento e o adultério. Vejamos alguns excertos, por exemplo este (depois do minuto 18:00):

“A grande questão dos quatro cardeais que queriam que o Papa dissesse ‘sim’ ou ‘não’, mas isto não tem sim ou não, o princípio é exatamente não ficar num sim ou não, nos que podem ou não podem, os bons e os maus. Não, todos estão no caminho, nem sequer há bons, todos estamos no caminho.”

“A Comunhão tem muitos graus de pertença, de participação, mas a questão é também perceber que a Comunhão sacramental não é um bónus para os bons, é um remédio para os pecadores, um alimento para os pecadores.”

(Pe. Vasco Pinto Magalhães SJ, página 35)

Pois sr. Pe. Magalhães, mas foi precisamente Cristo que nos exortou a dizer claramente “sim, sim” e “não, não”, advertindo que “tudo o que for além disto procede do espírito do mal” (Mt 5, 37). Aliás sr. Padre, essa advertência, no capítulo 5 do Evangelho segundo São Mateus, surge apenas cinco versículos depois do esclarecimento taxativo de Jesus Cristo acerca do problema – que afinal é bem antigo – “dos divorciados recasados” (Mt 5, 32). E já agora, sr. Padre, talvez seja melhor voltar ler a carta dos 4 cardeais, desta vez com mais atenção, porque, se não estamos em erro, em nenhum ponto se sugere que os fiéis sejam distinguidos entre “os bons e os maus”. Nessa carta, apenas se pede, em tom de humildade, uma simples clarificação para evitar as evidentes interpretações abusivas que se multiplicam por todo o lado e que estão em absoluta contradição com o infalível magistério da Igreja. Interpretações que, de forma não assumida, contestam, por exemplo, aquilo que São João Paulo II pregou há poucos anos em Portugal… Como esse ensinamento não foi revogado, então Nossa Senhora nos dê boa memória.

Nossa Senhora da Boa Memória
Nossa Senhora da Boa Memória – Sé de Braga

Sobre o facto de a “Comunhão Sacramental” ser “um alimento para os pecadores”, falta acrescentar uma pequena palavra à sua frase: “arrependidos”. Faz toda a diferença!

Outra citação interessante é esta:

Sem dúvida, assim o têm pensado Conferências Episcopais, grupos de Bispos e dioceses que têm refletido e aceite as suas propostas e diretrizes, convertendo-as em linhas renovadoras da Pastoral Familiar.

Também entre nós, um grupo de Bispos decidiu aprofundar os ensinamentos da Exortação e propor caminhos para a concretização das suas orientações. O grupo dos Bispos das dioceses do Centro do País que, desde há muitos anos, se reúne mensalmente, estudou este Documento. Perante as dificuldades atuais com as quais as Famílias se debatem, tem encontrado e proposto caminhos que, concretizados em cada uma das Igrejas Particulares vão, certamente, dar frutos.

(“A Família da Amoris Laetitia“, página 38)

Esta notícia não é bem uma novidade, pois não? A vontade dos bispos da Região Centro – que Deus tenha misericórdia para com eles – parece que já existia bem antes da conclusão do chamado Sínodo da Família. Deve ser portanto anterior à publicação da controversa exortação apostólica que, de forma perversa e subtil, tem minado as bases da doutrina cristã, no que diz respeito ao matrimónio e à família. A única novidade aqui é a rigidez da cabeça da serpente, que talvez não tenha sido ainda completamente esmagada pela Conferência Episcopal Portuguesa.

Depois vem a opinião do sr. Pe. Miguel Almeida, outro jesuíta:

Compete à Igreja acompanhar, discernir e integrar estas situações incompletas para que se caminhe para a completude.

(Pe. Miguel Almeida SJ, Página 43)

Com o devido respeito sr. Padre, essa a filosofia contribui, acima de tudo, para a “completude” da ditadura relativista, atacando incisivamente o último reduto da razão humana que é a moral cristã e posicionando consequentemente a humanidade no caminho da “completude” do mistério da iniquidade, que “já está em ação” (2Ts 2, 7) há bastante tempo. Ao nível individual, a prática do sacrilégio proposto e incentivado pelo Papa Francisco conduz as almas à “completude” da perdição, que é a condenação eterna.

Outro excerto:

Reconhecemos que este caminho de conversão proposto pela Amoris Laetitia levará o seu tempo, pois estão causa pessoas com rotinas, hábitos, porventura desatualizadas e sobrecarregadas, mas importa não esquecer a linha de rumo da Exortação Apostólica, que passa, em primeiro lugar por uma nova leitura a fazer por muitos membros do clero, ocupados com tarefas secundárias relativamente à sua missão fundamental, delegando, de modo a libertarem tempo para acolher, perceber, integrar, fazer direção espiritual, preparar as homilias, colocar no centro o Senhor Ressuscitado, humanizar o serviço paroquial.

(Manuel Marques, Departamento Nacional da Pastoral Familiar, Página 46)

Observe-se como, de repente, a necessidade de “conversão” – e isto tem sido uma constante no pontificado de Francisco – deixou de ser um propósito para quem caiu em pecado, para se transformar num objetivo estratégico a atingir nos pastores da Igreja. Os pastores são quem terá agora de converter-se, mais precisamente à doutrina do Papa Francisco, para poderem aceitar misericordiosamente a permanência no pecado, ainda que este seja grave. O pecado que, também agora, deixou de ser considerado pecado para passar a ser apenas uma mera “situação irregular”, a qual acabará necessariamente por regularizar-se no final deste processo de “discernimento”, após a conversão dos pastores. Isto até daria para rir se não fosse tão trágico…

Não será isto uma inversão diabólica de toda a lógica da conversão? Não é isto algo profundamente iníquo e uma completa adulteração da essência do sacramento da reconciliação? De onde virá esta nova misericórdia, de Deus ou de Satanás?

Logo a seguir, no mesmo artigo da revista da Igreja Portuguesa, surge aquilo que parece ser alguns piedosos insultos, também eles característicos da nova pastoral, tais como: “pessoas (…) porventura desatualizadas” ou “membros do clero, ocupados com tarefas secundárias“… Mas a quem se referem eles afinal? Aos bispos e sacerdotes que ainda acreditam na Verdade Cristã a respeito do matrimónio e da família? Ao ainda vivo Santo Padre Bento XVI que nunca aceitou esta heresia? Ao Patriarca de Lisboa?

D. Manuel Clemente é um daqueles que, graças a Deus, tem repetidamente interpretado a exortação apostólica à luz do tradicional magistério da Igreja.

Se os piedosos insultos forem destinados também a ele, a situação torna-se paradoxal, uma vez que é ele quem preside à conferência dos bispos portugueses, a proprietária do semanário em análise…

insultar
Papa Francisco a 12/02/2017, vídeo RR V+

Vejamos apenas mais uma citação, esta referente ao período Pós-Alegria do Amor:

Também neste tempo foi evidente uma forte reação de alguns setores da Igreja que têm invadido os meios de comunicação social e a Internet com acusações ao Papa, desmentindo qualquer novidade desta exortação apostólica relativamente à «Familiaris Consortio» de São João Paulo II, publicada em 1981.

Argumentam que este Papa não pode desmentir ou contradizer o ensinamento de São João Paulo II – de que só os divorciados recasados que vivam continência sexual podem receber o sacramento da Eucaristia –  e questionam ou ignoram o percurso de discernimento sugerido pelo Papa, quando tal proposta resultou do relatório final do Sínodo Ordinário dos Bispos aprovado pelos padres sinodais por larga maioria em 24 de outubro de 2015, que nos seus pontos 84 a 86 o incentiva.

Esperemos que nos anos vindouros se avance mais nestes assuntos e que as conferências episcopais de mais países, inclusive a portuguesa, (até agora só da Argentina, Malta e Alemanha) publiquem orientações de como praticar a «Amoris Laetitia».

(«Amoris Laetitia», um ano depois!, Página 55)

Como podemos reparar no excerto acima transcrito, um órgão de comunicação social sob a tutela da Igreja Portuguesa acabou de publicar um texto onde não só se admite que é possível “desmentir ou contradizer o ensinamento de São João Paulo II” sobre o matrimónio, como até se assume que isso já aconteceu graças à exortação apostólica de Francisco. Estas afirmações são muito graves, como é grave tudo aquilo que tem vindo a acontecer na Igreja desde 2013 para cá, mas os portugueses continuam a assobiar para o lado como se isto não lhes dissesse respeito. Quem irá defender a Fé herdada dos nossos egrégios avós?

Nossa Senhora de Fátima salvai-nos e salvai Portugal das funestas intenções deste Papa!

Basto 4/2017