Ativista gay da Companhia de Jesus propõe retiros para adolescentes LGBTQ

Pe. James Martin SJ, o conhecido ativista LGBT nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações e como pregador do homossexualismo católico no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, propõe dois retiros nos EUA para adolescentes lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Um desses retiros terá lugar numa casa dos Jesuítas, na Atalanta, e o outro será numa casa dos Franciscanos, no Norte da Califórnia.

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In Twitter de James Martin SJ, 08/09/2019.

James Martin, como se sente autorizado e apoiado, continua a promover abertamente o homossexualismo, agora até durante o Santo Sacrifício da Missa.

Basto 09/2019

Papa Francisco: Alguém que exclui pessoas gay não tem um coração humano

Stephen K. Amos, comediante britânico e ativista gay, foi recebido pelo Santo Padre durante a sua presença no Vaticano no âmbito da realização de um documentário para a BBC. De acordo com a publicação I News, Amos terá dito ao Papa que, “como homem gay”, não se sente aceite pela Igreja e Francisco ter-lhe-á dado a seguinte resposta:

“Dar mais importância ao adjetivo do que ao substantivo, isso não é bom. Somos todos seres humanos e temos dignidade. Não importa quem és ou como vives a tua vida, não perdes a tua dignidade. Há pessoas que preferem selecionar ou excluir pessoas por causa do adjetivo.”

(In I News, 19/04/2009 – tradução livre)

Mas não foi o próprio Stephen K. Amos quem fez questão de dar importância ao “adjetivo” nesta audiência com o Papa?

A notícia – que se prevê que não venha a ser desmentida – alastrou pela comunicação social, com destaque nas publicações homossexualistas, e será certamente tratada como evangelho pelos misericordistas do costume.

Basto 04/2019

Santo Padre recebe calorosamente, em Roma, a peregrinação gay de Westminster

O Papa Francisco, na Audiência Geral da Quarta-feira de Cinzas, recebeu calorosamente um grupo de militantes do grupo LGBT+ Catholics Westminster, na sua 3ª peregrinação gay a Roma. Os militantes deste grupo consideram-se católicos mas participam nas paradas do Orgulho Gay e defendem a legitimação moral das práticas homossexuais nas suas diferentes variantes.

Os “peregrinos” em questão, conduzidos por um sacerdote jesuíta, de acordo com a organização homossexualista, tiveram direito a “lugares privilegiados na manhã da audiência papal na Praça de São Pedro”.

A organização LGBT+ Catholics Westminster é a sucessora do extinto grupo das “Missas de Soho”, formado por “católicos LGBT” que celebravam regularmente missas gay numa igreja da Arquidiocese de Westminster, em Londres.

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O grupo pode ter sido extinto, ou mudado de nome, mas o seu legado mantém-se e com a conivência da hierarquia católica. No passado dia 13 de janeiro, por exemplo, Dia do Batismo do Senhor, o Cardeal D. Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, presidiu a uma “Missa de Boas-vindas para Católicos LGBT+, Pais e Família”, como informa a página da referida organização.

A doutrina professada pelos militantes deste grupo é a mesma que vem no “catecismo” do depravado jesuíta e ativista gay nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações, que consiste em “construir a ponte” para o Inferno.

Face ao exposto, recordemos, uma vez mais, o que tem o Santo Padre a dizer relativamente a toda esta atmosfera colorida que cobriu Igreja.

Basto 03/2019

Ativista gay da Companhia de Jesus continua com o seu depravado ministério homopastoral sob cobertura papal

A próxima ação de propaganda homossexualista e anti-cristã do assessor do Vaticano James Martin SJ terá lugar no dia 29 deste mês, na Universidade do Sagrado Coração, na Nova Inglaterra.

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In Sacred Heart University, 07/12/2018 (adaptado).

A Sacred Heart University é uma universidade católica localizada na localidade de Fairfield, do Estado de Connecticut, nos EUA. É bastante provável que, mais uma vez, a maior parte da Igreja Católica, cheia de misericordismo, assobie para o lado… Entretanto, a petição lançada por um pequeno grupo de católicos para cancelar esta perversidade já ultrapassou os 16 milhares de assinaturas.

Basto 01/2019

Assessor do Vaticano para as Comunicações promove “rosário gay”

rosary.lgbtO famoso ativista gay e assessor do Vaticano James Martin SJ tem andado a promover, nas redes sociais, um sacrílego “rosário LGBT”.

 

“Concebido por um refugiado” e comercializado pela Contemplative Rebellion (Rebelião Contemplativa), o chamado “Rosário da Dor Moderna” termina no sinistro crucifixo de Vedele e tem uma década “arco-íris”, ou seja, o quinto mistério é dedicado à oração pela aceitação do homossexualismo na Igreja Católica e em todas as religiões.

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Meditação para o 5º Mistério do sacrílego “Rosário da Dor Moderna”; in Contemplative Rebellion, 2018.

O Catecismo da Igreja Católica estabelece que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados” e, com efeito, a prática de sodomia é um pecado grave. No entanto, James Martin SJ continua vestido de sacerdote a promover, por todos os meios, a ideologia gay e as inerentes práticas homossexuais. A sua propaganda homossexualista anti-cristã é bastante valorizada pelo Santo Padre que o nomeou para assessor do Vaticano e lhe concedeu o púlpito no Encontro Mundial das Famílias de 2018.

Basto 12/2018

James Martin SJ: O Papa Franciso nomeia bispos e cardeais pró-gay para mudar a Igreja Católica

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Acabaram-se as ambiguidades, os misericordistas próximos do Santo Padre falam agora de forma aberta e desinibida das estratégias políticas de Francisco para mudar a Igreja de Cristo.

Durante o seu discurso no encontro Ignatian Family Teach-in for Justice 2018, no início deste mês de novembro, em Washington DC, o Pe. James Martin SJ, editor-geral da revista America, disse aos estudantes que, com o Papa Francisco, “as coisas estão a mudar” na Igreja Católica no que concerne à homossexualidade. O sacerdote consultor do Vaticano e famoso propagandista do lobby LGBT mostrou como o Santo Padre se tem empenhado fortemente na nomeação de bispos homossexualistas na Igreja Católica.

Mas basta olhar para o que tem acontecido nos últimos cinco anos, desde que o Papa Francisco foi eleito. Antes de tudo, os comentários do Papa Francisco sobre as pessoas LGBT, como “quem sou eu para julgar”. As suas cinco palavras mais famosas foram em resposta a perguntas sobre as pessoas gay, não é verdade?

Ele é o primeiro Papa a empregar a palavra “gay”, digamos, numa frase. Ele tem amigos gay. Ele tem dito que quer que os gay se sintam bem-vindos na Igreja. Isto é um grande avanço.

Ele também nomeou bispos, arcebispos e cardeais pró-gay, como o Cardeal Tobin, arcebispo de Newark que, por exemplo, realizou uma missa de boas-vindas para pessoas LGBT na sua catedral. Precisamente no verão passado, ele celebrou uma missa de boas-vindas para todas as pessoas LGBT na sua arquidiocese.

Portanto isto é uma direção, o que o Papa Francisco diz e faz, não é? O que ele diz sobre as pessoas LGBT e o que ele faz em termos de quem nomeia.

(Pe. James Martin SJ, America – The Jesuit Review, 03/11/2018 – tradução livre)

Já para não falar de si próprio e das razões pelas quais terá sido nomeado pelo Papa como Consultor do Dicastério para as Comunicações e do convite para fazer a sua propaganda LGBT no Encontro Mundial de Famílias 2018.

As palavras do ativista gay da Companhia de Jesus são importantes na medida em que corroboram as acusações referidas no “Testemunho” de D. Carlo Maria Viganò, as quais pressupõem a existência de um lobby homossexualista na Igreja com influência até na nomeação de bispos.

Basto 11/2018

Propaganda gay disfarçada de doutrina cristã continua com o apoio da hierarquia católica

james.martin.lgbtO Pe. James Martin SJ continua obstinado nas suas ações de propaganda homossexualista através dos média e das redes sociais, num esforço incansável para enviar o maior número possível de almas para o Inferno. Fá-lo de forma pública e aberta, à vista de todos.

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In Twitter do Pe. James Martin SJ, 20/03/2018.

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Revista jesuíta America, 23/08/2018.

A aprovação papal das suas taras homopastorais é evidente, indo muito para além de um mero “quem sou eu para julgar”. O ativista gay da Companhia de Jesus nunca é repreendido por apoiar, em nome da Igreja, as práticas sexuais entre homens e entre mulheres. Pelo contrário, foi nomeado pelo Papa Francisco para o departamento de comunicações do Vaticano e convidado a proclamar a sua ideologia anti-cristã no Encontro Mundial das Famílias 2018, em Dublin.

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Ativista LGBT James Martin SJ no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, a convite do Vaticano, numa forte ação de propaganda para angariar novos adeptos e simpatizantes da ideologia gay no universo católico e promover a aceitação da militância LGBT na Igreja de Cristo.

Tudo isto acontece à vista de todos: fiéis, padres, bispos e cardeais. Alguns veem, gostam e até elogiam, outros veem, fazem de conta que não veem e calam-se de forma tácita, indiferente ou cobarde. O silêncio é, assim, o grande cúmplice desta nova e aberrante deriva homopastoral da Igreja Católica.

Basto 11/2018

Frases que nos fazem pensar: Pe. James Martin SJ

m.james.martin.metallica“É surpreendente que a maioria dos católicos LGBT se sintam como leprosos na Igreja? […] Eles foram tratados como leprosos pela Igreja. Nunca subestimem a dor que as pessoas LGBT experimentaram – não apenas nas mãos da igreja, mas da sociedade em geral.”

(Pe. James Martin SJ, autor, articulista na revista dos jesuítas America, ativista LGBT e – recentemente nomeado pelo Papa Francisco – Consultor da Secretaria da Comunicação da Santa Sé)

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Contexto da frase:

Discurso proferido pelo sacerdote jesuíta americano em Dublin, no dia 23 de agosto, no Encontro Mundial das Famílias 2018, sob o título “How parishes can welcome L.G.B.T. Catholics”; in America, 28/08/2018 – tradução livre.

Basto 8/2018

“Ódio é não dizer que o sexo gay conduz ao Inferno”

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Foi desta forma que o leigo John-Henry Westen, cofundador e editor-chefe do Life Site News, respondeu ao ativista LGBT Pe. James Martin SJ. A afirmação foi proferida no encontro “Uma Conferência de Famílias Católicas“, um evento paralelo realizado em Dublin em protesto contra a anunciada agenda gay presente no Encontro Mundial das Famílias 2018.

O esforço popular para “desconvidar” o homossexualista jesuíta do Encontro Mundial das Famílias 2018 não foi suficiente, portanto, James Martin foi uma das principais figuras de cartaz com direito ao púlpito a partir do qual fez a sua conhecida propaganda gay. Entre os seus chavões ideológicos mais utilizados, Martin costuma acusar a Igreja de “ódio” para com as pessoas LGBT por lhes dizer que a prática homossexual é um pecado grave.

Os novíssimos ensinamentos morais do Pe. Martin – apreciados pelo Santo Padre – são no sentido de impor à Igreja uma nova pastoral que passe pela aceitação das práticas sodomitas através de uma espécie de homossexualismo pastoral.

Basto 8/2018

“LGBT” passa a fazer parte do glossário do Vaticano

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Joshua McElwee, coautor do livro A Pope Francis Lexicon observou na sua conta Twitter que o Instrumentum Laboris para o chamado Sínodo dos Jovens inaugura a utilização do acrónimo “LGBT” em documentos oficiais do Vaticano.

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Twitter de Joshua McElwee, 19/06/2018 (tradução livre).

 

197. Por exemplo, no SI [seminário internacional sobre a situação dos jovens no mundo, de 11 a 15 de setembro de 2017], alguns especialistas têm apontado como o fenómeno da migração pode tornar-se uma oportunidade para um diálogo intercultural e para a renovação de comunidades cristãs em risco de involução. Alguns jovens LGBT, através de várias contribuições feitas à Secretaria do Sínodo, desejam “beneficiar de maior proximidade” e experimentar um maior cuidado da Igreja, ao mesmo tempo que algumas CEs [Conferências Episcopais] questionam o que propor “aos jovens que em vez de formarem casais heterossexuais decidem formar casais homossexuais e, acima de tudo, desejam estar perto da Igreja “.

(Excerto do Instrumentum Laboris para a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos; in Boletim da Sala de Imprensa do Vaticano, 19/06/2018 – tradução livre)

O Pe. James Martin SJ, ativista gay e consultor do Vaticano para as comunicações, não poderia ter ficado mais feliz com esta evolução ideológica no léxico da Igreja Católica Romana.

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Twitter do Pe. James Martin SJ, 19/06/2018 (tradução livre).

LGBT é um acrónimo frequentemente utilizado nos meios homossexualistas para referir um grupo social emergente que inclui “lésbicas, gays, bissexuais e transexuais” militantes da ideologia gay. Encontra-se, no entanto, já algo desatualizado, uma vez que tem vindo a ser substituído por outros mais recentes e expansivos, como LGBTI, LGBTQ e LGBTQ+, à medida que vai incluindo cada vez mais sensibilidades heterofóbicas. E se alguém pensa que isto ficará por aqui, está bem enganado… No ano passado, por exemplo, no Canadá, os professores do Ensino Básico foram obrigados a frequentar uma ação de formação sobre “LGGBDTTTIQQAAPP”.

Basto 6/2018

Nova pastoral da moda e alta-costura sacrílega

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A Igreja Católica associou-se institucionalmente à edição Met Gala de 2018, um evento anual  promovido pelo Museu Metropolitano de Arte, em Nova Iorque. O tema deste ano era “Corpos celestes: Moda e a Imaginação Católica”, ou seja, o mote ideal para dar asas à imaginação satânica.

O evento recebeu o apoio institucional da Igreja Católica, através do Cardeal D. Timothy Dolan, arcebispo de Nova Iorque, e do nosso conhecido ativista gay Pe. James Martin SJ (aliás, isto tinha bastante a ver com ele, com o seu colorido mercado “pastoral”).

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Pe. James Martin SJ reproduz na sua conta de Twitter os elogios que recebeu de um dos convidados da Met Gala 2018.

 

“Na imaginação católica, a verdade, a bondade e a beleza de Deus refletem-se em todo o lado, até na moda.”

(Cardeal Dolan na conferência de imprensa da Met Gala 2018, in Crux, 09/05/2018 – tradução livre)

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I want to praise Cardinal Timothy Dolan, and, at the same time, offer a final image from the #MetGala fundraiser since there's so been so much interest: (Left to right) Mr. and Mrs. Stephen Schwartzman, benefactors to both the Metropolitan Museum and the Archdiocese of New York's schools program, Cardinal Dolan, Donatella Versace, Amal Clooney and Anna Wintour pose in the Met's Great Hall. I was so impressed by Cardinal Dolan on Monday night. At the press conference in the morning, he gave a lovely welcome to the media and talked about truth, beauty and goodness in art and fashion, and, most of all, how the three come together definitively in Jesus Christ. Later that night, at the Gala, he introduced the Sistine Chapel Choir and spoke with people from many different worlds–fashion, business, politics, entertainment. He was also exceedingly gracious to me (and funny, too, though I won't repeat his remarks!) Most impressive of all, he greeted every busboy, waiter and dishwasher we passed. For many people, he was the church that night, and in him we had a gifted and thoughtful ambassador. #MetGala2018

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As pérolas e os porcos

«Não deis as coisas santas aos cães nem lanceis as vossas pérolas aos porcos, para não acontecer que as pisem aos pés e, acometendo-vos, vos despedacem.»(Mt 7, 6)

O evento contou com o alto patrocínio do Vaticano, que emprestou mais de meia centena de peças para serem expostas no museu durante a gala sacrílega. O próprio presidente do Pontifício Conselho para a Cultura no Vaticano, cardeal D. Gianfranco Ravasi, mostrou o seu empenho nesta aberração cultural.

 

O que é que a Igreja tem a ver com a “mundanidade” da moda e do espetáculo?

Esta foi a questão lançada pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura da Conferência Episcopal Portuguesa, que deu um grande realce ao evento.

Aqui fica a nossa resposta: Absolutamente nada!

Basto 5/2018

Padre católico, durante a missa, assume-se gay e recebe aplauso de pé

Fr. Gregory Greiten

Chama-se Gregory Greiten e é um sacerdote católico romano. Durante a celebração da missa na igreja de Santa Bernadete, em Milwaukee, EUA, confessou publicamente a sua condição gay, obtendo, dos seus paroquianos, uma ovação de pé. Posteriormente, escreveu um texto para o National Catholic Reporter onde explica a sua posição.

“Eu sou o Greg, sou um padre católico romano. E sim, sou gay.”

[…]

“Ao escolher reforçar o silêncio, a instituição da Igreja finge que os padres homossexuais e religiosos não existem. Por isso, não há modelos autênticos de padres celibatários, gay, equilibrados e saudáveis que sirvam de exemplo para os que, jovens e velhos, lutam para entender a sua orientação sexual.”

[…]

Prometo ser o meu autêntico eu gay. Vou abraçar a pessoa que sou criada por Deus. Na minha vida eclesiástica, eu também ajudarei quem, seja gay ou heterossexual, bissexual ou transgénero, a ser si próprio – para estar totalmente vivo à nossa imagem e semelhança de Deus.”

(in Sábado, 20/12/2017)

Prometeu continuar a viver o celibato e recebeu o apoio do seu arcebispo.

Para o Pe. Gregory Greiten, se um padre é ou não gay “não faz qualquer diferença”. Agora sente-se “liberto”, afirmando que “não há nada de errado em ser gay” espera que a sua história inspire outros casos.

O consultor do Vaticano e ativista Pe. James Martin SJ não demorou a comentar, na sua popular conta twitter, este forte contributo para a causa gay.

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Twitter do  Pe. James Martin SJ no dia 18/12/2017

Basto 12/2017