Francisco elogia o ativismo LGBT de James Martin SJ

Numa ação aparentemente concertada, durante o chamado mês do Orgulho Gay, o Papa Francisco enviou uma carta ao ativista LGBT Pe. James Martin SJ, o grande promotor da nova corrente de homossexualismo católico, para elogiar a santidade do seu trabalho homopastoral. Bergoglio não poupou elogios ao apóstata James Martin, chegando mesmo a comparar as suas conhecidas ações de propaganda gay e confirmação de irmãos no pecado homossexual com o estilo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Deus tenha misericórdia do Papa Francisco por tamanha blasfémia.

A absurda carta do Papa foi publicada pelo próprio James Martin SJ, na sua conta de Twitter, no passado dia 27 de junho, e confirmada, no mesmo dia, pelos meios de comunicação social do Vaticano.

James Martin é atualmente o jesuíta mais famoso do mundo, depois do Santo Padre, pertencendo ambos à mesma ordem religiosa. A sua fama resulta essencialmente de um enorme empenho na promoção da ideologia LGBTQetc na sociedade e de um esforço incansável para tentar impor aceitação das práticas homossexuais na Igreja Católica como se estas fossem virtudes morais. James Martin tem uma relação privilegiada com o Santo Padre, que o nomeou como assessor da Santa Sé no Dicastério para a Comunicação. É impossível que Francisco não conheça as suas ações e intenções, expressas em livros, artigos, palestras e pseudohomilias.

Perante mais este caso do sinistro pontificado de Francisco, um ser humano normal pode pensar exatamente o quê?

  • O Santo Padre é tão ingénuo que, apesar de todas as evidências, não consegue ver o que este estafermo anda a fazer às almas dos pobres atormentados pelos demónios da imoralidade?
  • O Santo Padre perdeu completamente o juízo e já não sabe o que diz ou que faz?
  • O Santo Padre aprova a nova pastoral de incitação às práticas homossexuais entre os fiéis católicos e recorre a esta forma subtil para manifestar a sua aprovação?

Que cada um pense o que quiser e Deus nos perdoe se pensarmos mal.

James Martin SJ blasfema contra a Virgem Maria e o Menino

James Martin SJ, o ativista gay nomeado pelo Papa Francisco para assessor da Santa Sé pelo seu carisma homopastoral, publicou há dias, na sua conta Twitter, uma imagem blasfema de Nossa Senhora com o Menino Jesus coroados com um halo LGBT.

Conta Twitter do Pe. James Marin, a 19 de janeiro de 2021.

Maldito seja este pseudojesuíta, é um verdadeiro demónio vestido de padre.

Basto 02/2021

Ainda os tais 30′ de conversa com o ativista gay James Martin SJ

Enquanto outros prelados católicos morrem à espera de ser recebidos, o famoso homossexualista jesuíta teve direito a 30 generosos minutos para esclarecer todos os seus dubia a respeito da aprovação das práticas homossexuais na Igreja Católica.

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O Papa Francisco recebeu James Martin, SJ, numa audiência privada de 30 minutos na biblioteca papal do Palácio Apostólico do Vaticano nesta manhã, 30 de setembro, no que é visto aqui como uma declaração pública de apoio e encorajamento altamente significativa para este jesuíta dos EUA. O padre Martin é conhecido como orador público, autor e pelo seu ministério pastoral ao povo LGBT .

In América Magazine [revista jesuíta], 30/09/2019 – tradução livre.

Este acontecimento é significativo demais para ser desvalorizado.

Basto 10/2019

Frases que nos fazem pensar: James Martin SJ

m.james.martin.metallica«Um dos pontos altos da minha vida. Senti-me encorajado, consolado e inspirado pelo Santo Padre hoje. E o seu tempo comigo, no meio de um dia atarefado e de uma vida atarefada, parece ser um sinal claro do seu profundo cuidado pastoral para com os católicos LGBT e as pessoas LGBT em todo o mundo.»

(Pe. James Martin, sacerdote jesuíta e ativista gay, escolhido pelo Papa Francisco para assessor da Santa Sé e para promover o homossexualismo católico no Encontro Mundial das Famílias 2018)

Contexto da frase:

Mensagem publicada pelo ativista gay no Twitter, após ter sido recebido pelo Papa Francisco no Vaticano, num encontro privado que terá durado uns generosos 30 minutos; in @JamesMartinSJ, 30/09/2019 – tradução livre.

Basto 10/2019

Ativista gay da Companhia de Jesus propõe retiros para adolescentes LGBTQ

Pe. James Martin SJ, o conhecido ativista LGBT nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações e como pregador do homossexualismo católico no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, propõe dois retiros nos EUA para adolescentes lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Um desses retiros terá lugar numa casa dos Jesuítas, na Atalanta, e o outro será numa casa dos Franciscanos, no Norte da Califórnia.

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In Twitter de James Martin SJ, 08/09/2019.

James Martin, como se sente autorizado e apoiado, continua a promover abertamente o homossexualismo, agora até durante o Santo Sacrifício da Missa.

Basto 09/2019

Papa Francisco: Alguém que exclui pessoas gay não tem um coração humano

Stephen K. Amos, comediante britânico e ativista gay, foi recebido pelo Santo Padre durante a sua presença no Vaticano no âmbito da realização de um documentário para a BBC. De acordo com a publicação I News, Amos terá dito ao Papa que, “como homem gay”, não se sente aceite pela Igreja e Francisco ter-lhe-á dado a seguinte resposta:

“Dar mais importância ao adjetivo do que ao substantivo, isso não é bom. Somos todos seres humanos e temos dignidade. Não importa quem és ou como vives a tua vida, não perdes a tua dignidade. Há pessoas que preferem selecionar ou excluir pessoas por causa do adjetivo.”

(In I News, 19/04/2009 – tradução livre)

Mas não foi o próprio Stephen K. Amos quem fez questão de dar importância ao “adjetivo” nesta audiência com o Papa?

A notícia – que se prevê que não venha a ser desmentida – alastrou pela comunicação social, com destaque nas publicações homossexualistas, e será certamente tratada como evangelho pelos misericordistas do costume.

Basto 04/2019

Santo Padre recebe calorosamente, em Roma, a peregrinação gay de Westminster

O Papa Francisco, na Audiência Geral da Quarta-feira de Cinzas, recebeu calorosamente um grupo de militantes do grupo LGBT+ Catholics Westminster, na sua 3ª peregrinação gay a Roma. Os militantes deste grupo consideram-se católicos mas participam nas paradas do Orgulho Gay e defendem a legitimação moral das práticas homossexuais nas suas diferentes variantes.

Os “peregrinos” em questão, conduzidos por um sacerdote jesuíta, de acordo com a organização homossexualista, tiveram direito a “lugares privilegiados na manhã da audiência papal na Praça de São Pedro”.

A organização LGBT+ Catholics Westminster é a sucessora do extinto grupo das “Missas de Soho”, formado por “católicos LGBT” que celebravam regularmente missas gay numa igreja da Arquidiocese de Westminster, em Londres.

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O grupo pode ter sido extinto, ou mudado de nome, mas o seu legado mantém-se e com a conivência da hierarquia católica. No passado dia 13 de janeiro, por exemplo, Dia do Batismo do Senhor, o Cardeal D. Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, presidiu a uma “Missa de Boas-vindas para Católicos LGBT+, Pais e Família”, como informa a página da referida organização.

A doutrina professada pelos militantes deste grupo é a mesma que vem no “catecismo” do depravado jesuíta e ativista gay nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações, que consiste em “construir a ponte” para o Inferno.

Face ao exposto, recordemos, uma vez mais, o que tem o Santo Padre a dizer relativamente a toda esta atmosfera colorida que cobriu Igreja.

Basto 03/2019

Ativista gay da Companhia de Jesus continua com o seu depravado ministério homopastoral sob cobertura papal

A próxima ação de propaganda homossexualista e anti-cristã do assessor do Vaticano James Martin SJ terá lugar no dia 29 deste mês, na Universidade do Sagrado Coração, na Nova Inglaterra.

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In Sacred Heart University, 07/12/2018 (adaptado).

A Sacred Heart University é uma universidade católica localizada na localidade de Fairfield, do Estado de Connecticut, nos EUA. É bastante provável que, mais uma vez, a maior parte da Igreja Católica, cheia de misericordismo, assobie para o lado… Entretanto, a petição lançada por um pequeno grupo de católicos para cancelar esta perversidade já ultrapassou os 16 milhares de assinaturas.

Basto 01/2019

Assessor do Vaticano para as Comunicações promove “rosário gay”

rosary.lgbtO famoso ativista gay e assessor do Vaticano James Martin SJ tem andado a promover, nas redes sociais, um sacrílego “rosário LGBT”.

 

“Concebido por um refugiado” e comercializado pela Contemplative Rebellion (Rebelião Contemplativa), o chamado “Rosário da Dor Moderna” termina no sinistro crucifixo de Vedele e tem uma década “arco-íris”, ou seja, o quinto mistério é dedicado à oração pela aceitação do homossexualismo na Igreja Católica e em todas as religiões.

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Meditação para o 5º Mistério do sacrílego “Rosário da Dor Moderna”; in Contemplative Rebellion, 2018.

O Catecismo da Igreja Católica estabelece que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados” e, com efeito, a prática de sodomia é um pecado grave. No entanto, James Martin SJ continua vestido de sacerdote a promover, por todos os meios, a ideologia gay e as inerentes práticas homossexuais. A sua propaganda homossexualista anti-cristã é bastante valorizada pelo Santo Padre que o nomeou para assessor do Vaticano e lhe concedeu o púlpito no Encontro Mundial das Famílias de 2018.

Basto 12/2018

James Martin SJ: O Papa Franciso nomeia bispos e cardeais pró-gay para mudar a Igreja Católica

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Acabaram-se as ambiguidades, os misericordistas próximos do Santo Padre falam agora de forma aberta e desinibida das estratégias políticas de Francisco para mudar a Igreja de Cristo.

Durante o seu discurso no encontro Ignatian Family Teach-in for Justice 2018, no início deste mês de novembro, em Washington DC, o Pe. James Martin SJ, editor-geral da revista America, disse aos estudantes que, com o Papa Francisco, “as coisas estão a mudar” na Igreja Católica no que concerne à homossexualidade. O sacerdote, consultor do Vaticano e famoso propagandista do lobby LGBT, mostrou como o Santo Padre se tem empenhado fortemente na nomeação de bispos homossexualistas na Igreja Católica.

Mas basta olhar para o que tem acontecido nos últimos cinco anos, desde que o Papa Francisco foi eleito. Antes de tudo, os comentários do Papa Francisco sobre as pessoas LGBT, como “quem sou eu para julgar”. As suas cinco palavras mais famosas foram em resposta a perguntas sobre as pessoas gay, não é verdade?

Ele é o primeiro Papa a empregar a palavra “gay”, digamos, numa frase. Ele tem amigos gay. Ele tem dito que quer que os gay se sintam bem-vindos na Igreja. Isto é um grande avanço.

Ele também nomeou bispos, arcebispos e cardeais pró-gay, como o Cardeal Tobin, arcebispo de Newark que, por exemplo, realizou uma missa de boas-vindas para pessoas LGBT na sua catedral. Precisamente no verão passado, ele celebrou uma missa de boas-vindas para todas as pessoas LGBT na sua arquidiocese.

Portanto isto é uma direção, o que o Papa Francisco diz e faz, não é? O que ele diz sobre as pessoas LGBT e o que ele faz em termos de quem nomeia.

(Pe. James Martin SJ, America – The Jesuit Review, 03/11/2018 – tradução livre)

Já para não falar de si próprio e das razões pelas quais terá sido nomeado pelo Papa como Consultor do Dicastério para as Comunicações e do convite para fazer a sua propaganda LGBT no Encontro Mundial de Famílias 2018.

As palavras do ativista gay da Companhia de Jesus são importantes na medida em que corroboram as acusações referidas no “Testemunho” de D. Carlo Maria Viganò, as quais pressupõem a existência de um lobby homossexualista na Igreja com influência até na nomeação de bispos.

Basto 11/2018

Propaganda gay disfarçada de doutrina cristã continua com o apoio da hierarquia católica

james.martin.lgbtO Pe. James Martin SJ continua obstinado nas suas ações de propaganda homossexualista através dos média e das redes sociais, num esforço incansável para enviar o maior número possível de almas para o Inferno. Fá-lo de forma pública e aberta, à vista de todos.

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In Twitter do Pe. James Martin SJ, 20/03/2018.

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Revista jesuíta America, 23/08/2018.

A aprovação papal das suas taras homopastorais é evidente, indo muito para além de um mero “quem sou eu para julgar”. O ativista gay da Companhia de Jesus nunca é repreendido por apoiar, em nome da Igreja, as práticas sexuais entre homens e entre mulheres. Pelo contrário, foi nomeado pelo Papa Francisco para o departamento de comunicações do Vaticano e convidado a proclamar a sua ideologia anti-cristã no Encontro Mundial das Famílias 2018, em Dublin.

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Ativista LGBT James Martin SJ no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, a convite do Vaticano, numa forte ação de propaganda para angariar novos adeptos e simpatizantes da ideologia gay no universo católico e promover a aceitação da militância LGBT na Igreja de Cristo.

Tudo isto acontece à vista de todos: fiéis, padres, bispos e cardeais. Alguns veem, gostam e até elogiam, outros veem, fazem de conta que não veem e calam-se de forma tácita, indiferente ou cobarde. O silêncio é, assim, o grande cúmplice desta nova e aberrante deriva homopastoral da Igreja Católica.

Basto 11/2018

Frases que nos fazem pensar: Pe. James Martin SJ

m.james.martin.metallica“É surpreendente que a maioria dos católicos LGBT se sintam como leprosos na Igreja? […] Eles foram tratados como leprosos pela Igreja. Nunca subestimem a dor que as pessoas LGBT experimentaram – não apenas nas mãos da igreja, mas da sociedade em geral.”

(Pe. James Martin SJ, autor, articulista na revista dos jesuítas America, ativista LGBT e – recentemente nomeado pelo Papa Francisco – Consultor da Secretaria da Comunicação da Santa Sé)

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Contexto da frase:

Discurso proferido pelo sacerdote jesuíta americano em Dublin, no dia 23 de agosto, no Encontro Mundial das Famílias 2018, sob o título “How parishes can welcome L.G.B.T. Catholics”; in America, 28/08/2018 – tradução livre.

Basto 8/2018

“Ódio é não dizer que o sexo gay conduz ao Inferno”

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Foi desta forma que o leigo John-Henry Westen, cofundador e editor-chefe do Life Site News, respondeu ao ativista LGBT Pe. James Martin SJ. A afirmação foi proferida no encontro “Uma Conferência de Famílias Católicas“, um evento paralelo realizado em Dublin em protesto contra a anunciada agenda gay presente no Encontro Mundial das Famílias 2018.

O esforço popular para “desconvidar” o homossexualista jesuíta do Encontro Mundial das Famílias 2018 não foi suficiente, portanto, James Martin foi uma das principais figuras de cartaz com direito ao púlpito a partir do qual fez a sua conhecida propaganda gay. Entre os seus chavões ideológicos mais utilizados, Martin costuma acusar a Igreja de “ódio” para com as pessoas LGBT por lhes dizer que a prática homossexual é um pecado grave.

Os novíssimos ensinamentos morais do Pe. Martin – apreciados pelo Santo Padre – são no sentido de impor à Igreja uma nova pastoral que passe pela aceitação das práticas sodomitas através de uma espécie de homossexualismo pastoral.

Basto 8/2018

“LGBT” passa a fazer parte do glossário do Vaticano

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Joshua McElwee, coautor do livro A Pope Francis Lexicon observou na sua conta Twitter que o Instrumentum Laboris para o chamado Sínodo dos Jovens inaugura a utilização do acrónimo “LGBT” em documentos oficiais do Vaticano.

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Twitter de Joshua McElwee, 19/06/2018 (tradução livre).

 

197. Por exemplo, no SI [seminário internacional sobre a situação dos jovens no mundo, de 11 a 15 de setembro de 2017], alguns especialistas têm apontado como o fenómeno da migração pode tornar-se uma oportunidade para um diálogo intercultural e para a renovação de comunidades cristãs em risco de involução. Alguns jovens LGBT, através de várias contribuições feitas à Secretaria do Sínodo, desejam “beneficiar de maior proximidade” e experimentar um maior cuidado da Igreja, ao mesmo tempo que algumas CEs [Conferências Episcopais] questionam o que propor “aos jovens que em vez de formarem casais heterossexuais decidem formar casais homossexuais e, acima de tudo, desejam estar perto da Igreja “.

(Excerto do Instrumentum Laboris para a XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos; in Boletim da Sala de Imprensa do Vaticano, 19/06/2018 – tradução livre)

O Pe. James Martin SJ, ativista gay e consultor do Vaticano para as comunicações, não poderia ter ficado mais feliz com esta evolução ideológica no léxico da Igreja Católica Romana.

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Twitter do Pe. James Martin SJ, 19/06/2018 (tradução livre).

LGBT é um acrónimo frequentemente utilizado nos meios homossexualistas para referir um grupo social emergente que inclui “lésbicas, gays, bissexuais e transexuais” militantes da ideologia gay. Encontra-se, no entanto, já algo desatualizado, uma vez que tem vindo a ser substituído por outros mais recentes e expansivos, como LGBTI, LGBTQ e LGBTQ+, à medida que vai incluindo cada vez mais sensibilidades heterofóbicas. E se alguém pensa que isto ficará por aqui, está bem enganado… No ano passado, por exemplo, no Canadá, os professores do Ensino Básico foram obrigados a frequentar uma ação de formação sobre “LGGBDTTTIQQAAPP”.

Basto 6/2018

Nova pastoral da moda e alta-costura sacrílega

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A Igreja Católica associou-se institucionalmente à edição Met Gala de 2018, um evento anual  promovido pelo Museu Metropolitano de Arte, em Nova Iorque. O tema deste ano era “Corpos celestes: Moda e a Imaginação Católica”, ou seja, o mote ideal para dar asas à imaginação satânica.

O evento recebeu o apoio institucional da Igreja Católica, através do Cardeal D. Timothy Dolan, arcebispo de Nova Iorque, e do nosso conhecido ativista gay Pe. James Martin SJ (aliás, isto tinha bastante a ver com ele, com o seu colorido mercado “pastoral”).

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Pe. James Martin SJ reproduz na sua conta de Twitter os elogios que recebeu de um dos convidados da Met Gala 2018.

 

“Na imaginação católica, a verdade, a bondade e a beleza de Deus refletem-se em todo o lado, até na moda.”

(Cardeal Dolan na conferência de imprensa da Met Gala 2018, in Crux, 09/05/2018 – tradução livre)

 

As pérolas e os porcos

«Não deis as coisas santas aos cães nem lanceis as vossas pérolas aos porcos, para não acontecer que as pisem aos pés e, acometendo-vos, vos despedacem.»(Mt 7, 6)

O evento contou com o alto patrocínio do Vaticano, que emprestou mais de meia centena de peças para serem expostas no museu durante a gala sacrílega. O próprio presidente do Pontifício Conselho para a Cultura no Vaticano, cardeal D. Gianfranco Ravasi, mostrou o seu empenho nesta aberração cultural.

 

O que é que a Igreja tem a ver com a “mundanidade” da moda e do espetáculo?

Esta foi a questão lançada pelo Secretariado Nacional da Pastoral da Cultura da Conferência Episcopal Portuguesa, que deu um grande realce ao evento.

Aqui fica a nossa resposta: Absolutamente nada!

Basto 5/2018

Padre católico, durante a missa, assume-se gay e recebe aplauso de pé

Fr. Gregory Greiten

Chama-se Gregory Greiten e é um sacerdote católico romano. Durante a celebração da missa na igreja de Santa Bernadete, em Milwaukee, EUA, confessou publicamente a sua condição gay, obtendo, dos seus paroquianos, uma ovação de pé. Posteriormente, escreveu um texto para o National Catholic Reporter onde explica a sua posição.

“Eu sou o Greg, sou um padre católico romano. E sim, sou gay.”

[…]

“Ao escolher reforçar o silêncio, a instituição da Igreja finge que os padres homossexuais e religiosos não existem. Por isso, não há modelos autênticos de padres celibatários, gay, equilibrados e saudáveis que sirvam de exemplo para os que, jovens e velhos, lutam para entender a sua orientação sexual.”

[…]

Prometo ser o meu autêntico eu gay. Vou abraçar a pessoa que sou criada por Deus. Na minha vida eclesiástica, eu também ajudarei quem, seja gay ou heterossexual, bissexual ou transgénero, a ser si próprio – para estar totalmente vivo à nossa imagem e semelhança de Deus.”

(in Sábado, 20/12/2017)

Prometeu continuar a viver o celibato e recebeu o apoio do seu arcebispo.

Para o Pe. Gregory Greiten, se um padre é ou não gay “não faz qualquer diferença”. Agora sente-se “liberto”, afirmando que “não há nada de errado em ser gay” espera que a sua história inspire outros casos.

O consultor do Vaticano e ativista Pe. James Martin SJ não demorou a comentar, na sua popular conta twitter, este forte contributo para a causa gay.

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Twitter do  Pe. James Martin SJ no dia 18/12/2017

Basto 12/2017

Pe. James Martin assinala o dia de Nª Sª de Guadalupe com a publicação de imagens ultrajantes

No dia de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira das Américas, que se celebra a 12 de dezembro, o jesuíta James Martin publicou na sua conta Twitter algumas imagens impúdicas e blasfemas para assinalar a festa litúrgica.

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Twitter do  Pe. James Martin SJ no dia 12/12/2017

James Martin SJ é um reconhecido teólogo no campo da nova misericórdia, especializado na pastoral do lesbianismo, bissexualismo, homossexualismo e outras sensibilidades normalmente incluídas no acrónimo LGBT (que tem vindo a expandir-se para LGBTQ e LGBTQ+). Como ativista militante da causa gay, o Pe. Martin defende a abertura da nossa religião às várias orientações sexuais, apresentando-as como mais-valias para a Igreja Católica. James Martin é também um colaborador próximo do Santo Padre, desde a sua recente nomeação para consultor no Vaticano.

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1. Pe. James Martin SJ; 2. Yayo Grassi, ex-aluno de Bergoglio, homossexual e ativista gay (67 anos de idade na 2ª  imagem, 2015); 3. Iwan Bagus (19 anos, namorado de Grassi na época da imagem).

 

Basto 12/2017

“Construindo a ponte” para o Inferno!

Um anjo conduzindo uma alma para o Inferno
“Um Anjo Conduzindo uma Alma para o Inferno” de um discípulo de Hieronimus Bosch, séc. XVI

O novo consultor do Vaticano, escolhido pelo Papa Francisco para a Comunicação, fala do seu novo livro “Construindo a Ponte”, uma obra muito elogiada por alguns dos novos cardeais.

Transcrição do vídeo:

Há lugar para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais na Igreja Católica? Como podem eles saber que Deus os ama? Como podem os bispos chegar aos católicos LGBT? Como podem as pessoas LGBT encontrar um lugar numa igreja que frequentemente parece o seu inimigo? Devem os funcionários da Igreja despedir empregados LGBT por se casarem com pessoas do mesmo sexo? Estes são tópicos tratados no meu mais recente livro, “Construindo a Ponte”.

A Igreja Católica tem a obrigação de receber as pessoas LGBT para lhes mostrar que são filhos queridos de Deus, para celebrar os seus dons, para ouvi-los, para acompanhá-los, para sofrer com e até por eles, porquê? Porque são seres humanos. Também são católicos. Eles foram batizados, então fazem parte da Igreja, tanto quanto eu, o seu bispo ou o Papa, e recentemente tem havido mais sinais da sua aceitação.

A mais famosa frase do Papa Francisco talvez seja: QUEM SOU EU PARA JULGAR?

Mas não precisamos de ir longe para encontrar outros sinais de abertura. O catecismo da Igreja Católica pede-nos que tratemos as pessoas LGBT com respeito, compaixão e sensibilidade. Essas virtudes podem também ajudar a comunidade LGBT em interação com a Igreja. No fundo, Jesus e o seu público ministério foi sempre tentar incluir pessoas, destacando especificamente o chegar às pessoas que se sentiam marginalizadas porque, para Jesus, não havia ninguém que fosse outro. Para Jesus não há nós e eles. Só existe nós.

“Construindo a Ponte”, contudo, é mais do que um convite para receber. Oferece também recursos espirituais práticos para Católicos LGBT e para as suas famílias e amigos. O livro inclui passagens bíblicas escolhidas, assim como meditações e questões de reflexão para ajudar os católicos LGBT na sua relação com Deus e no seu próprio auto-entendimento. E para ajudar a sua família e amigos também, porque ministrar católicos LGBT não é só sobre a pessoa LGBT, mas os seus pais, avós, irmãos e irmãs, tias e tios, como também os seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos e pessoas das suas paróquias.

Todo aquele que se preocupa com a vida espiritual e bem-estar das pessoas LGBT. Então eu espero que “Construindo Ponte” possa ajudar não só a pessoa LGBT não só a Igreja católica, mas todos aqueles que amam as pessoas LGBT, que espero que sejam todos.

(Pe. James Martin SJ in America Magazine – The Jesuit Review, 29/05/2017 – tradução livre)

No mesmo sentido, numa entrevista recente a respeito deste seu novo livro, o sacerdote jesuíta respondeu assim:

Entrevistador: O Catecismo da Igreja Católica ensina que “os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados“. Você afirma e concorda com este ensinamento e esta linguagem?

Pe. James Martin: Eu não sou teólogo, mas diria que alguma da linguagem usada no catecismo a respeito desse tema precisa de ser atualizada, de acordo com o que sabemos agora sobre a homossexualidade. Antigamente, por exemplo, o catecismo dizia que a orientação homossexual é “objetivamente desordenada”. Mas, como eu digo no livro, afirmar que uma das partes mais profundas da pessoa – a parte que dá e recebe amor – está desordenada é inutilmente ofensivo. Há algumas semanas atrás, conheci um teólogo italiano que sugeria que a frase “diferentemente ordenada” poderia transmitir essa ideia de modo mais pastoral”.

(In Religion News Service, 06/06/2017 – tradução livre)

É o lobby de Sodoma e Gomorra plenamente instalado e a funcionar na Igreja Católica.

Basto 06/2017

D. Carlos Azevedo identifica-se completamente com a “reforma” do Papa Francisco

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D.Carlos Moreira Azevedo na “Grande Entrevista” da RTP de 03/05/2017 – RTP Play

A entrevista concedida por D. Carlos Azevedo à RTP relaciona-se com a recente publicação do seu livro sobre Fátima, o qual ganhou mediatismo por esclarecer que os fenómenos de Fátima foram visões interiores e não aparições de Nossa Senhora.

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Livro de D. Carlos Azevedo

São visões imaginativas e visões com uma perceção interior. E Deus e a presença espiritual de Maria – não física – passa através dessa perceção interior. É uma experiência humana, psicológica, com todas as características que depois são analisadas para declarar que os pastorinhos não têm nenhuma patologia.

(D. Carlos Azevedo in Rádio Renascença, 17/04/2017)

O bispo português, que é agora delegado no Pontifício Conselho para a Cultura, confessa-se um grande adepto da “reforma” que o Papa Francisco está a realizar na Igreja e considera que a resistência daqueles que defendem a doutrina pode ser motivada por interesses financeiros.

Vítor Gonçalves (jornalista): O senhor identifica-se com esse projeto de reforma [do Papa Francisco]?

D. Carlos Azevedo: Identifico-me perfeitamente. Ela tem de envolver as pessoas, tem que levar àquilo que o Papa diz mesmo a conversão pastoral e a conversão ao bem comum e a uma certa perspetiva de Igreja que não seja centralizadora, mas seja animadora das conferências episcopais.

[…]

Vítor Gonçalves: Ele tem muitos adversários no interior da Igreja?

D. Carlos Azevedo: Eu penso que não são muitos, fazem um bocado de barulho, mas são poucos, felizmente, porque há interesses instalados, sobretudo financeiramente…

Vítor Gonçalves: Nomeadamente no Vaticano, não é?

D. Carlos Azevedo: No Vaticano, pois, por isso! E depois há também aqueles que são tradicionalistas, do ponto de vista da doutrina, mas muitas vezes há ligações entre uma coisa e outra… E os interesses económicos (também estavam), sendo afetados, depois arranjam-se a outros argumentos para contrabater, ou de um certo modo, para tentar atenuar o impacto que o Papa está a suscitar na sociedade em geral, mesmo em quem não acredita. Porque acham que ele está a defender os interesses do bem comum da humanidade e não interesses particulares, quer seja na ecologia, com o grande documento que fez, quer seja também na dimensão da política e da economia.

[…]

Foi feita uma limpeza fundamental que clarificou e tornou transparente também tudo o que é administração. Depois a grande reforma da comunicação, com uma grande concentração também na Secretaria da Comunicação. E outras que estão a acontecer que vão também substituindo algumas pessoas que possam ser mais polémicas ou mais dadas a não aderir a esta reforma, e penso que há um ambiente muito saudável e muito positivo.

(excerto da Grande Entrevista de 03/05/2017 – RTP Play)

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Pormenor da “grande reforma” na Secretaria da Comunicação, mas há outros que também merecem destaque…

Que o senhor bispo não nos leve a mal, até porque respeitamos naturalmente a sua “visão interior” da reforma do Papa Francisco, mas aqueles pastores que se têm esforçado por preservar a Verdade cristã inspiram-nos muito mais confiança do que esta “seita” crescente que rodeou o Santo Padre nos últimos quatro anos e que parecem não temer a Deus. Esperemos que a visita do Papa Francisco à Cova da Iria neste centenário das “visões” de Fátima sirva, de algum modo, para clarificar as confusões que ele próprio criou a respeito da Fé.

Basto 5/2017

O novo livro de pastoral ‘gay’ do jesuíta James Martin

O sr. Pe. James Martin SJ, mundialmente conhecido pela sua pastoral gay e há poucos dias nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Secretaria para a Comunicação do Vaticano, acabou de lançar um livro baseado no seu conceito pastoral de “ponte com dois sentidos”.

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“Construindo a Ponte: como a Igreja Católica e a Comunidade LGBT podem entrar numa relação de respeito, compaixão e sensibilidade” (novo livro do Pe. James Martin SJ)

A conhecida abordagem pastoral deste jesuíta rejeita o apelo à conversão das pessoas com comportamentos LGBTQ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) para, em alternativa, propor à Igreja a aceitação desses comportamentos desde sempre condenados.

nomeação de James Mrtin SJ
Secretaria para a Comunicação do Vaticano

 

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Mensagem do Pe. James Martin na sua conta do Facebook a 12/04/2017

Ao nível da crítica literária citada pela editora na promoção do livro, destacam-se os elogios imediatos dos novos cardeais americanos Farrel e Tobin, que receberam o título cardinalício apenas no último mês de novembro.

Cadeal Kevin Farrell (antigo bispo de Dallas e atual Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida):

Farrell

Um livro bem-vindo e muito necessário que ajudará os bispos, sacerdotes, associados pastorais e todos os líderes da igreja a ministrar mais compassivamente à comunidade LGBT. Ajudará também os católicos LGBT a sentirem-se mais em casa, naquela que é, afinal, a sua Igreja.”

Cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark (EUA):

Tobin  

Em muitas partes da nossa igreja as pessoas LGBT foram feitas para se sentirem indesejadas, excluídas e até mesmo envergonhadas. O valente, profético e inspirador livro do Padre Martin marca um passo essencial para convidar os líderes das igrejas a ministrarem com mais compaixão e a lembrar aos católicos LGBT que fazem parte da nossa igreja como qualquer outro católico”.

(in Harper Collins Publishers – tradução livre)

Outra crítica favorável citada pela editora é o forte elogio do bispo radical Robert McElroy, da diocese de San Diego (EUA), considerado por muitos como um dos bispos mais “misericordiosos” do mundo e – entre nós – um forte candidato ao barrete cardinalício.

“O Evangelho exige que os católicos LGBT sejam genuinamente amados e valorizados na vida da Igreja. Eles não o são. Martin fornece-nos a linguagem, a perspetiva e o sentido de urgência para realizar a tarefa árdua, mas monumentalmente cristã, de substituir uma cultura de alienação por uma cultura de inclusão misericordiosa.”

(D. Robert McElroy in Harper Collins Publishers – tradução)

Ainda a congratulação de uma popular freira contemporânea, a Ir. Jeannine Gramick, uma religiosa americana pertencente à congregação das Irmãs de Loreto e conhecida defensora de várias “sensibilidades” sexuais.

“Sexualidade, género e religião – uma mistura volátil! Com este livro, o Padre Martin mostra como o Rosário e a bandeira do arco-íris podem encontrar-se pacificamente. Depois deste livro de leitura obrigatória, entenderás porquê a New Ways Ministry homenageou o Padre Martin com a ‘Condecoração Construindo Pontes’.”

(Ir. Jeannine Gramick in Harper Collins Publishers – tradução)

A Ir. Jeannine é cofundadora do famoso grupo de “católicos gay New Ways Ministry.

É a nova pastoral do arco-íris… Temos um clero cada vez mais colorido, mas quem somos nós para julgar?

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Grande discurso do Pe. James Martin SJ em defesa dos católicos LGBTQ – em direto

D. Kevin Joseph Farrell, bispo de Dallas, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

D. Joseph W. Tobin, arcebispo de Newark, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

Basto 4/2017

Antigo aluno do Papa Francisco elogia-o em cerimónia pró-gay

O discurso foi proferido, há poucas semanas, por Yayo Grassi, um antigo aluno de Francisco, na cerimónia de entrega da condecoração Bridge Building Award (Construir Pontes), pela organização New Ways Ministry’s (organização de LGBT “católicos”), ao sacerdote James Martin, um mediático jesuíta americano que prega uma espécie de pastoral de fusão entre a ideologia gay e o catolicismo.

Yayo Grassi, homossexual, tornou-se mundialmente famoso quando, em 2015, foi publicamente recebido, juntamente com o seu namorado, pelo Papa Francisco em Washington, na Embaixada do Vaticano, durante a sua visita aos EUA.

Conheço o Papa Francisco desde que ele foi meu professor na escola secundária, quando eu tinha 17 anos de idade. E eu sei que ele sabia que eu era gay e temos sido amigos desde então. Eu visitei-o em Roma e depois nós visitámo-lo em Washington. Ele encontrou-se, das duas vezes, com aquele que era nesse momento o meu namorado e está sempre a perguntar-me por ele.

(Yayo Grassi, 2016 – tradução livre)

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Yayo Grassi e o seu namorado Iwan despedem-se ternamente do Santo Padre, na Embaixada do Vaticano, em Washington, em 2015 – TVCanal9Litoral

 

[…] Quando a lei do casamento gay estava a ser discutida no Senado da Argentina, eu li na internet que o então cardeal Bergoglio era muito contra isso e que ele havia dito coisas realmente dolorosas e odiosas sobre a aprovação da lei. Fiquei muito surpreso. Fiquei muito surpreso, mais do que qualquer outra coisa porque por o conhecer e saber quanto amor há no seu coração, era difícil para mim entender que ele fizesse algo tão odioso…

Então eu escrevi-lhe uma carta bastante extensa e enviei-lhe um e-mail dizendo-lhe quanto o admiro, o quão importante ele era na minha vida e quanto ele fez por mim. Como ele tinha feito avançar, através de sua educação, o pensamento mais aberto e progressivo na minha vida. E então eu continuei dizendo-lhe que nunca poderei agradecê-lo, então [deste modo] pode achar que é uma maneira muito estranha de lhe agradecer se eu lhe disser que estou muito desiludido com a maneira como tratou a lei [do casamento] gay. […]

Ele respondeu-me dois dias mais tarde e a primeira coisa que disse foi “Peço-lhe que me perdoe porque percebi que está magoado. Acredite em mim, eu nunca disse nenhuma dessas coisas. A imprensa baseou-se em duas cartas que enviei às freiras, pedindo-lhes para não dar qualquer tipo de opinião sobre isso, e elas foram distorcidas e foram colocadas como palavras minhas.”

Mas a coisa mais bonita e, para mim, a coisa mais espantosa – estamos a falar de 2008 -, é que ele ao terminar a sua carta, para além de me pedir para orar por ele como sempre faz, diz-me:”Yayo, acredite em mim, na minha pastoral, não há lugar para a homofobia.” E essa foi a primeira vez que eu percebi a pessoa incrível que ele era. Ele não disse apenas: “Quem sou eu para julgar?”, há algo muito importante que ele disse mais tarde, ele disse: “Quem somos nós para julgar?”. O “nós” referia-se a toda a igreja e toda a humanidade.”

(Yayo Grassi, 2016 – tradução livre)

Basto 12/2016

Padres jesuítas e a catequese gay…

Este era o título da série de vídeos catequéticos, de 2013, protagonizada por três famosos sacerdotes jesuítas norte-americanos, nomeadamente, os senhores Padres James Martin, Matt Malone e Arthur Fitzmaurice.

Nesta série ministrava-se catequese gay e partilhavam-se alguns dos seus frutos pastorais.

Quando saiu, a série foi condenada pelo bispo D. Salvatore Cordileone, de Oakland (EUA), por corresponder à área diocesana onde a Catholic Association for Lesbian and Gay Ministry, responsável pelos vídeos, estava sediada.

Há pouco mais de um mês, o sr. Pe. James Martin foi selecionado pela organização New Ways Ministry’s (organização de LGBT “católicos”) para receber a Bridge Building Award (Condecoração Construindo Pontes) em reconhecimento de todo o seu trabalho enquanto sacerdote, jornalista e escritor.

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Anúncio da condecoração atribuída pela New Ways Ministry’s

Basto 10/2016