Papa Francisco visita o Santíssimo Sacramento na Catedral de Maputo

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Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Conceição, Maputo, Moçambique, no encontro com os bispos, sacerdotes, consagrados, seminaristas, catequistas e animadores pastorais.

Fonte: Vatican News, 05/09/2019.

Basto 09/2019

Vaticano censura imagens televisivas do Papa Francisco durante transmissão da celebração da Missa do Domingo de Páscoa

O facto de Francisco repetidamente evitar ajoelhar-se diante do Santíssimo Sacramento, ou sequer fazer uma breve genuflexão, parece estar a causar algum embaraço, no Vaticano, aos responsáveis pela gestão da imagem papal. Durante a transmissão televisiva da Missa do Domingo de Páscoa, a equipa de produção do Vaticano cortou, por duas vezes, as imagens da câmara que filmava o Santo Padre em grande plano, precisamente nos momentos em que, de acordo com a Instrução Geral do Missal Romano, o celebrante deve fazer uma genuflexão diante das espécies consagradas.

Como se constata no vídeo acima, a transmissão televisiva da imagem papal foi interrompida nos instantes que se seguem à elevação da Hóstia Consagrada e imediatamente depois da elevação do cálice com o Sangue do Senhor.

O mesmo embaraço foi também percetível nos critérios de edição de imagem das transmissões televisivas das celebrações da Missa Crismal e da Vigília Pascal.

Basto 04/2019

Santo Padre ajoelha-se perante os líderes do Governo do Sudão do Sul

O Papa Francisco, conhecido por raramente se ajoelhar diante do Santíssimo Sacramento, surpreendeu ontem toda a gente quando se prostrou perante os líderes governamentais do Sudão do Sul para lhes beijar os sapatos.

Basto 04/2019

Momento de adoração eucarística na JMJ, no Panamá

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Vigília com os jovens no âmbito da Jornada Mundial da Juventude, Campo São João Paulo II, Metro Park, Cidade do Panamá, dia 26 de janeiro de 2019; in Tele VID, 26/01/2019.

Basto 02/2019

Momento de adoração eucarística no retiro quaresmal do Papa Francisco

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Capela da Casa Divino Mestre, Ariccia, Quaresma de 2018, in Vatican News, 21/02/2018

À semelhança dos anos anteriores, a Casa Divino Mestre, nas Colinas Albanas, nos arredores de Roma, foi o local escolhido para o retiro espiritual quaresmal do Santo Padre e da Cúria Romana, a decorrer entre os dias 18 e 23 de fevereiro. A orientação dos exercícios espirituais deste ano ficou a cargo do “ultra-misericordioso” português Pe. Tolentino Mendonça.

Basto 2/2018

Santo Padre, em Fátima, não se ajoelha perante o Santíssimo Sacramento

No dia 13 de maio de 2017, quando se cumpriam exatamente 100 anos depois da primeira aparição de Fátima, o Santo Padre repetiu o seu conhecido costume de não se ajoelhar perante a Sagrada Eucaristia.

O momento de adoração ao Santíssimo Sacramento exposto no altar do recinto do Santuário de Fátima aconteceu imediatamente após a procissão eucarística da tradicional bênção dos doentes.

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Momento de adoração Eucarística, Fátima, 13/05/2017 (vista superior) – Imagens RTP

 

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Momento de Adoração Eucarística, Fátima, 13/05/2017 (vista do recinto) – Imagens RTP

 

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Momento de Adoração Eucarística, Fátima, 13/05/2017 (Presidente da República) – Imagens RTP

As imagens acima foram capturadas durante a transmissão televisiva no momento depois de um sacerdote ter pedido a todos os presentes para, se puderem, ajoelharem-se.

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Genuflexório evitado pelo Santo Padre em Fátima no dia 13 de maio de 2017

Basto 5/2017

Outro mau sinal: um Papa que não se ajoelha perante o Senhor Eucarístico

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Por Christopher A. Ferrara

No dia 26 de maio, teve lugar uma procissão eucarística, presidida por Francisco, na Basílica de Santa Maria Maior, em Roma. Diante do Santíssimo Sacramento exposto no altar, havia um genuflexório de veludo para uso papal. Francisco recusou ajoelhar-se sobre ele. Manteve-se de pé, à frente do Santíssimo Sacramento exposto, enquanto padres e acólitos à sua volta se ajoelharam em reverência.

De facto, Francisco tem recusado, de forma consistente, ajoelhar-se diante do Santíssimo Sacramento – o Senhor Jesus Eucarístico – em qualquer contexto. Até quando é ele próprio quem preside à consagração eucarística no altar; até mesmo durante a sua primeira missa enquanto Papa na Capela Sistina. No entanto, ajoelha-se prontamente para receber a “bênção” dos carismáticos enquanto balbuciam, ou para lavar e beijar os pés de não católicos, incluindo mulheres muçulmanas, durante o ridículo ritual do lava-pés com o qual substituiu o tradicional mandatum da Quinta-feira Santa.

Citando o predecessor de Francisco, num dos seus escritos de quando era o então cardeal Ratzinger, o corajoso Antonio Socci coloca abertamente a pergunta para a qual os católicos de todo o mundo gostariam de obter uma resposta honesta: “Padre Bergoglio [como Francisco se chama a si mesmo], tem algum problema com a Sagrada Eucaristia? Não sabe que, na espiritualidade cristã, «a incapacidade de ajoelhar-se é vista como a real essência do diabólico»?” (A este respeito, Ratzinger observou um detalhe curioso em todas as representações do diabo: a ausência de joelhos para se prostrar.)

Socci lembra, a este respeito, “as afirmações inquietantes em relação à Eucaristia na sua visita [de Francisco] aos luteranos em Roma.” Nessa ocasião, Francisco sugeriu a uma mulher luterana que o dogma católico da transubstanciação seria uma mera “interpretação ou explicação” distinta da visão luterana, e que ela devia “falar com o Senhor” para saber se podia receber a Sagrada Comunhão numa igreja católica juntamente com o seu marido católico.

Depois ainda, como Socci repara, existe o ataque direto à integridade do Santíssimo Sacramento, sob o disfarce de “misericórdia”, através da sugestão prevista na Amoris Laetitia de, em “certos casos”, os divorciados “recasados”, vivendo em condição de adultério, condenada por Nosso Senhor, poderem ser admitidos à Santa Comunhão, autorizando, assim, um sacrilégio flagrante em escala maciça.

A este respeito, importa lembrar a resposta que Francisco deu a uma argentina “casada” com um homem divorciado, segundo a qual, ela devia ignorar o conselho do seu pároco e deslocar-se a outra paróquia para receber a Sagrada Comunhão, porque “um pouco de pão e vinho não faz mal” – uma informação que nem Francisco nem o Vaticano negaram. (A “resposta” ambígua e evasiva do Pe. Lombardi, apresentada como se fosse uma negação – uma técnica na qual o Gabinete de Imprensa do Vaticano se especializou – foi efetivamente uma confirmação.)

Como podemos nós agir perante um Papa que simplesmente se recusa a fazer aquilo que qualquer crente católico faz instintivamente: ajoelhar-se em humilde submissão diante do Senhor Jesus Eucarístico? Estamos aqui confrontados com mais um sinal de um papado como nenhum outro anterior, o que significa uma nova etapa, e talvez terminal na crise da Igreja, precedendo a sua dramática resolução – um drama que não deixará de ter consequências calamitosas na Igreja e no mundo.

Devemos então, juntamente com Socci, expressar a urgência de “intensificação de orações pelo Papa Bergoglio: para que ele decida finalmente ajoelhar-se, com os joelhos e com o coração, diante do Senhor. Para o bem da sua alma e para o bem da Igreja”.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center no dia 21 de maio de 2016. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do artigo acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 06/2016