Santo Padre apela às virtudes morais para livrar a humanidade da condenação climática

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“[…] um dos fenómenos mais graves e preocupantes que se vive na nossa época: a mudança climática. Trata-se de um dos principais desafios que devemos enfrentar e para isso a humanidade é chamada a cultivar três grandes qualidade morais: honestidade, responsabilidade e valentia.”

(Sua Santidade Francisco I; in Vatican News, 23/09/2019)

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Greta Thunberg, a adolescente sueca extremista do aquecimento atmosférico (à esquerda, na sua visita à Santa Sé, a 17 de abril de 2019; à direita, discursando na ONU, na Cimeira da Ação Climática, no dia 23 de setembro de 2019).

Basto 09/2019

Papa Francisco condena “atitudes perversas”

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Casal lésbico espanhol na Santa Sé, em janeiro de 2015, depois receberem um convite telefónico do Santo Padre no dia da Solenidade da Imaculada Conceição de 2014.

Através de uma mensagem clara e categórica enviada, na passada quinta-feira, para Bona (Alemanha), onde decorria a conferência COP23, o Santo Padre Francisco I afirmou perante os líderes globais que devemos evitar “atitudes perversas”.

Quais são?

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in Deutsche Welle, 16/11/2017

A emissora alemã Deutsche Welle informa e a Radio Vaticano confirma:

Devemos evitar quatro atitudes perversas: negação, indiferença, acomodação e confiança em soluções inadequadas”.

Para o Papa, “soluções técnicas são necessárias, mas insuficientes: é essencial levar em consideração também os aspetos e impactos éticos e sociais do novo paradigma de desenvolvimento a breve, médio e longo prazo”.

Francisco invoca novamente educação e estilos de vida voltados para uma ecologia integral, uma ação sem demora e livre de pressões políticas e económicas, e uma consciência responsável em relação à nossa Casa Comum e a contribuição de todos.

(in Radio Vaticano, 16/11/2017)

E desta forma implacável, o Santo Padre condena a “perversidade” de todos aqueles que ainda questionam de algum modo as controversas teses científicas do “aquecimento global” e o fundamentalismo ideológico presente em algumas políticas globalistas a elas associadas. Um tema que, apesar de não ser irrelevante, tem mais a ver com as coisas deste mundo do que com a salvação das almas.

Basto 11/2017