Papa Francisco: Alguém que exclui pessoas gay não tem um coração humano

Stephen K. Amos, comediante britânico e ativista gay, foi recebido pelo Santo Padre durante a sua presença no Vaticano no âmbito da realização de um documentário para a BBC. De acordo com a publicação I News, Amos terá dito ao Papa que, “como homem gay”, não se sente aceite pela Igreja e Francisco ter-lhe-á dado a seguinte resposta:

“Dar mais importância ao adjetivo do que ao substantivo, isso não é bom. Somos todos seres humanos e temos dignidade. Não importa quem és ou como vives a tua vida, não perdes a tua dignidade. Há pessoas que preferem selecionar ou excluir pessoas por causa do adjetivo.”

(In I News, 19/04/2009 – tradução livre)

Mas não foi o próprio Stephen K. Amos quem fez questão de dar importância ao “adjetivo” nesta audiência com o Papa?

A notícia – que se prevê que não venha a ser desmentida – alastrou pela comunicação social, com destaque nas publicações homossexualistas, e será certamente tratada como evangelho pelos misericordistas do costume.

Basto 04/2019

Vaticano contrata empresa que promove ativismo gay

A Accenture, uma empresa de consultadoria que opera na área das tecnologias da informação, foi a escolhida pelo Vaticano para renovar a imagem das comunicações do Vaticano, tendo recebido a tarefa de “simplificar e unificar as comunicações” do Vaticano num novo canal, o Vatican News.

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Novo portal Vatican News concebido pela Accenture.

A Accenture é uma empresa que promove ativamente a cultura gay, fazendo disso uma das suas imagens de marca. Por exemplo, participa no programa LGBT Ally (Aliado LGBT), organiza eventos como o “Mês do Orgulho [LGBT, que quer dizer lésbico, gay, bissexual e transexual]” e a sua página a internet está cheia de marketing à base de terminologia gay e muitos arcos-íris.

A empresa contratada pelo Vaticano foi eleita em 2016 como o “melhor local de trabalho da Irlanda para a comunidade gay” e, em 2017, uma das nomeadas pelo Pink News (portal de notícias gay) para a categoria “Business Equality “(que distingue as empresas “que tenham feito contribuições positivas às causas LGBT+”).

Basto 12/2017

Pe. James Martin assinala o dia de Nª Sª de Guadalupe com a publicação de imagens ultrajantes

No dia de Nossa Senhora de Guadalupe, padroeira das Américas, que se celebra a 12 de dezembro, o jesuíta James Martin publicou na sua conta Twitter algumas imagens impúdicas e blasfemas para assinalar a festa litúrgica.

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Twitter do  Pe. James Martin SJ no dia 12/12/2017

James Martin SJ é um reconhecido teólogo no campo da nova misericórdia, especializado na pastoral do lesbianismo, bissexualismo, homossexualismo e outras sensibilidades normalmente incluídas no acrónimo LGBT (que tem vindo a expandir-se para LGBTQ e LGBTQ+). Como ativista militante da causa gay, o Pe. Martin defende a abertura da nossa religião às várias orientações sexuais, apresentando-as como mais-valias para a Igreja Católica. James Martin é também um colaborador próximo do Santo Padre, desde a sua recente nomeação para consultor no Vaticano.

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1. Pe. James Martin SJ; 2. Yayo Grassi, ex-aluno de Bergoglio, homossexual e ativista gay (67 anos de idade na 2ª  imagem, 2015); 3. Iwan Bagus (19 anos, namorado de Grassi na época da imagem).

 

Basto 12/2017

“Construindo a ponte” para o Inferno!

Um anjo conduzindo uma alma para o Inferno
“Um Anjo Conduzindo uma Alma para o Inferno” de um discípulo de Hieronimus Bosch, séc. XVI

O novo consultor do Vaticano, escolhido pelo Papa Francisco para a Comunicação, fala do seu novo livro “Construindo a Ponte”, uma obra muito elogiada por alguns dos novos cardeais.

Transcrição do vídeo:

Há lugar para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais na Igreja Católica? Como podem eles saber que Deus os ama? Como podem os bispos chegar aos católicos LGBT? Como podem as pessoas LGBT encontrar um lugar numa igreja que frequentemente parece o seu inimigo? Devem os funcionários da Igreja despedir empregados LGBT por se casarem com pessoas do mesmo sexo? Estes são tópicos tratados no meu mais recente livro, “Construindo a Ponte”.

A Igreja Católica tem a obrigação de receber as pessoas LGBT para lhes mostrar que são filhos queridos de Deus, para celebrar os seus dons, para ouvi-los, para acompanhá-los, para sofrer com e até por eles, porquê? Porque são seres humanos. Também são católicos. Eles foram batizados, então fazem parte da Igreja, tanto quanto eu, o seu bispo ou o Papa, e recentemente tem havido mais sinais da sua aceitação.

A mais famosa frase do Papa Francisco talvez seja: QUEM SOU EU PARA JULGAR?

Mas não precisamos de ir longe para encontrar outros sinais de abertura. O catecismo da Igreja Católica pede-nos que tratemos as pessoas LGBT com respeito, compaixão e sensibilidade. Essas virtudes podem também ajudar a comunidade LGBT em interação com a Igreja. No fundo, Jesus e o seu público ministério foi sempre tentar incluir pessoas, destacando especificamente o chegar às pessoas que se sentiam marginalizadas porque, para Jesus, não havia ninguém que fosse outro. Para Jesus não há nós e eles. Só existe nós.

“Construindo a Ponte”, contudo, é mais do que um convite para receber. Oferece também recursos espirituais práticos para Católicos LGBT e para as suas famílias e amigos. O livro inclui passagens bíblicas escolhidas, assim como meditações e questões de reflexão para ajudar os católicos LGBT na sua relação com Deus e no seu próprio auto-entendimento. E para ajudar a sua família e amigos também, porque ministrar católicos LGBT não é só sobre a pessoa LGBT, mas os seus pais, avós, irmãos e irmãs, tias e tios, como também os seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos e pessoas das suas paróquias.

Todo aquele que se preocupa com a vida espiritual e bem-estar das pessoas LGBT. Então eu espero que “Construindo Ponte” possa ajudar não só a pessoa LGBT não só a Igreja católica, mas todos aqueles que amam as pessoas LGBT, que espero que sejam todos.

(Pe. James Martin SJ in America Magazine – The Jesuit Review, 29/05/2017 – tradução livre)

No mesmo sentido, numa entrevista recente a respeito deste seu novo livro, o sacerdote jesuíta respondeu assim:

Entrevistador: O Catecismo da Igreja Católica ensina que “os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados“. Você afirma e concorda com este ensinamento e esta linguagem?

Pe. James Martin: Eu não sou teólogo, mas diria que alguma da linguagem usada no catecismo a respeito desse tema precisa de ser atualizada, de acordo com o que sabemos agora sobre a homossexualidade. Antigamente, por exemplo, o catecismo dizia que a orientação homossexual é “objetivamente desordenada”. Mas, como eu digo no livro, afirmar que uma das partes mais profundas da pessoa – a parte que dá e recebe amor – está desordenada é inutilmente ofensivo. Há algumas semanas atrás, conheci um teólogo italiano que sugeria que a frase “diferentemente ordenada” poderia transmitir essa ideia de modo mais pastoral”.

(In Religion News Service, 06/06/2017 – tradução livre)

É o lobby de Sodoma e Gomorra plenamente instalado e a funcionar na Igreja Católica.

Basto 06/2017

Santuário de Nossa Senhora de Monserrate profanado na Catalunha

A “Arran”, uma organização juvenil de Esquerda independentista catalã, profanou o Santuário da Nossa Senhora de Monserrate, em Espanha, através da gravação e publicação de um vídeo obsceno para assinalar o “Dia da Visibilidade Lésbica” que, aparentemente, celebra-se a 26 de abril. A cena lésbica foi filmada mesmo em frente do altar da Virgem Negra de Monserrate e posteriormente editada com música e texto obscenos.

“Combatiremos la misoginia y la lesbofobia de instituciones como la Iglesia, defensora de una moral que nos esconde y nos tacha de desviadas, de enfermas y de querer destruir la familia”, continúa la nota de Arran, que justifica su acción de “profanación” ante la patrona catalana: “Profanaremos los símbolos [de la Iglesia] y todo lo que representan las veces que haga falta”.

(Comunicado da Arran in El Periódico, 26/04/2017)

O “Dia da Visibilidade Lésbica” recebeu demonstrações de apoio público, nas redes sociais, oriundas de diversas instituições espanholas, incluindo o da própria Polícia Nacional.

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Mensagem publicada na conta de Twitter da Polícia Nacional de Espanha, no dia 26/04/2017

Em menos de um ano, este é já o segundo ataque perpetrado pelo ativismo gay contra a Virgem de Monserrate (La Moreneta), padroeira da Catalunha. No início do verão passado, o ataque foi feito através dos ultrajantes cartazes que chocaram a Espanha, envolvendo também a padroeira de Valência (La Geperudeta).

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Utilização ultrajante das imagens da Virgem dos Desamparados e da Nossa Senhora de Monserrate em propaganda ativista LGBT, em Espanha

Pobre Espanha!

Basto 4/2017

O novo livro de pastoral ‘gay’ do jesuíta James Martin

O sr. Pe. James Martin SJ, mundialmente conhecido pela sua pastoral gay e há poucos dias nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Secretaria para a Comunicação do Vaticano, acabou de lançar um livro baseado no seu conceito pastoral de “ponte com dois sentidos”.

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“Construindo a Ponte: como a Igreja Católica e a Comunidade LGBT podem entrar numa relação de respeito, compaixão e sensibilidade” (novo livro do Pe. James Martin SJ)

A conhecida abordagem pastoral deste jesuíta rejeita o apelo à conversão das pessoas com comportamentos LGBTQ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) para, em alternativa, propor à Igreja a aceitação desses comportamentos desde sempre condenados.

nomeação de James Mrtin SJ
Secretaria para a Comunicação do Vaticano

 

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Mensagem do Pe. James Martin na sua conta do Facebook a 12/04/2017

Ao nível da crítica literária citada pela editora na promoção do livro, destacam-se os elogios imediatos dos novos cardeais americanos Farrel e Tobin, que receberam o título cardinalício apenas no último mês de novembro.

Cadeal Kevin Farrell (antigo bispo de Dallas e atual Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida):

Farrell

Um livro bem-vindo e muito necessário que ajudará os bispos, sacerdotes, associados pastorais e todos os líderes da igreja a ministrar mais compassivamente à comunidade LGBT. Ajudará também os católicos LGBT a sentirem-se mais em casa, naquela que é, afinal, a sua Igreja.”

Cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark (EUA):

Tobin  

Em muitas partes da nossa igreja as pessoas LGBT foram feitas para se sentirem indesejadas, excluídas e até mesmo envergonhadas. O valente, profético e inspirador livro do Padre Martin marca um passo essencial para convidar os líderes das igrejas a ministrarem com mais compaixão e a lembrar aos católicos LGBT que fazem parte da nossa igreja como qualquer outro católico”.

(in Harper Collins Publishers – tradução livre)

Outra crítica favorável citada pela editora é o forte elogio do bispo radical Robert McElroy, da diocese de San Diego (EUA), considerado por muitos como um dos bispos mais “misericordiosos” do mundo e – entre nós – um forte candidato ao barrete cardinalício.

“O Evangelho exige que os católicos LGBT sejam genuinamente amados e valorizados na vida da Igreja. Eles não o são. Martin fornece-nos a linguagem, a perspetiva e o sentido de urgência para realizar a tarefa árdua, mas monumentalmente cristã, de substituir uma cultura de alienação por uma cultura de inclusão misericordiosa.”

(D. Robert McElroy in Harper Collins Publishers – tradução)

Ainda a congratulação de uma popular freira contemporânea, a Ir. Jeannine Gramick, uma religiosa americana pertencente à congregação das Irmãs de Loreto e conhecida defensora de várias “sensibilidades” sexuais.

“Sexualidade, género e religião – uma mistura volátil! Com este livro, o Padre Martin mostra como o Rosário e a bandeira do arco-íris podem encontrar-se pacificamente. Depois deste livro de leitura obrigatória, entenderás porquê a New Ways Ministry homenageou o Padre Martin com a ‘Condecoração Construindo Pontes’.”

(Ir. Jeannine Gramick in Harper Collins Publishers – tradução)

A Ir. Jeannine é cofundadora do famoso grupo de “católicos gay New Ways Ministry.

É a nova pastoral do arco-íris… Temos um clero cada vez mais colorido, mas quem somos nós para julgar?

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Grande discurso do Pe. James Martin SJ em defesa dos católicos LGBTQ – em direto

D. Kevin Joseph Farrell, bispo de Dallas, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

D. Joseph W. Tobin, arcebispo de Newark, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

Basto 4/2017

Antigo aluno do Papa Francisco elogia-o em cerimónia pró-gay

O discurso foi proferido, há poucas semanas, por Yayo Grassi, um antigo aluno de Francisco, na cerimónia de entrega da condecoração Bridge Building Award (Construir Pontes), pela organização New Ways Ministry’s (organização de LGBT “católicos”), ao sacerdote James Martin, um mediático jesuíta americano que prega uma espécie de pastoral de fusão entre a ideologia gay e o catolicismo.

Yayo Grassi, homossexual, tornou-se mundialmente famoso quando, em 2015, foi publicamente recebido, juntamente com o seu namorado, pelo Papa Francisco em Washington, na Embaixada do Vaticano, durante a sua visita aos EUA.

Conheço o Papa Francisco desde que ele foi meu professor na escola secundária, quando eu tinha 17 anos de idade. E eu sei que ele sabia que eu era gay e temos sido amigos desde então. Eu visitei-o em Roma e depois nós visitámo-lo em Washington. Ele encontrou-se, das duas vezes, com aquele que era nesse momento o meu namorado e está sempre a perguntar-me por ele.

(Yayo Grassi, 2016 – tradução livre)

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Yayo Grassi e o seu namorado Iwan despedem-se ternamente do Santo Padre, na Embaixada do Vaticano, em Washington, em 2015 – TVCanal9Litoral

 

[…] Quando a lei do casamento gay estava a ser discutida no Senado da Argentina, eu li na internet que o então cardeal Bergoglio era muito contra isso e que ele havia dito coisas realmente dolorosas e odiosas sobre a aprovação da lei. Fiquei muito surpreso. Fiquei muito surpreso, mais do que qualquer outra coisa porque por o conhecer e saber quanto amor há no seu coração, era difícil para mim entender que ele fizesse algo tão odioso…

Então eu escrevi-lhe uma carta bastante extensa e enviei-lhe um e-mail dizendo-lhe quanto o admiro, o quão importante ele era na minha vida e quanto ele fez por mim. Como ele tinha feito avançar, através de sua educação, o pensamento mais aberto e progressivo na minha vida. E então eu continuei dizendo-lhe que nunca poderei agradecê-lo, então [deste modo] pode achar que é uma maneira muito estranha de lhe agradecer se eu lhe disser que estou muito desiludido com a maneira como tratou a lei [do casamento] gay. […]

Ele respondeu-me dois dias mais tarde e a primeira coisa que disse foi “Peço-lhe que me perdoe porque percebi que está magoado. Acredite em mim, eu nunca disse nenhuma dessas coisas. A imprensa baseou-se em duas cartas que enviei às freiras, pedindo-lhes para não dar qualquer tipo de opinião sobre isso, e elas foram distorcidas e foram colocadas como palavras minhas.”

Mas a coisa mais bonita e, para mim, a coisa mais espantosa – estamos a falar de 2008 -, é que ele ao terminar a sua carta, para além de me pedir para orar por ele como sempre faz, diz-me:”Yayo, acredite em mim, na minha pastoral, não há lugar para a homofobia.” E essa foi a primeira vez que eu percebi a pessoa incrível que ele era. Ele não disse apenas: “Quem sou eu para julgar?”, há algo muito importante que ele disse mais tarde, ele disse: “Quem somos nós para julgar?”. O “nós” referia-se a toda a igreja e toda a humanidade.”

(Yayo Grassi, 2016 – tradução livre)

Basto 12/2016