Santo Padre relativiza a necessidade de observar os Mandamentos

Na mesma linha exótica do que tem afirmado em outras ocasiões, na Audiência Geral do passado dia 18 de agosto, o Papa Francisco relativizou a necessidade de um cristão ter de observar os Mandamentos da Lei de Deus, uma vez que, segundo ele, o mais importante é ter fé em Jesus Cristo.

A fé em Jesus Cristo, porém, impele o cristão a observar os mandamentos, portanto, não há volta a dar…

Comentando as palavras de Francisco, D. Athanasius Schneider, bispo auxiliar de Astana, Cazaquistão, em declarações ao Life Site News, observa que esta abordagem “contradiz o ensino da Igreja, sendo mais uma espécie de ensino sola fide de Martinho Lutero”, que “contradiz a encíclica Veritatis Splendor do Papa João Paulo II” e o Catecismo da Igreja Católica.

2072. Uma vez que exprimem os deveres fundamentais do homem para com Deus e para com o próximo, os Dez Mandamentos revelam, no seu conteúdo primordial, obrigações graves. São basicamente imutáveis e a sua obrigação impõe-se sempre e em toda a parte. Ninguém pode dispensar-se dela. Os Dez Mandamentos foram gravados por Deus no coração do ser humano.

Catecismo da Igreja Católica in vatican.va.

Basto 08/2021

Papa Francisco: Somos um empecilho para o encontro com Deus?

Num momento em que as atitudes dos mais altos representantes da Igreja Católica confunde as pessoas, quando prestam culto a divindades exóticas e dizem que a diversidade de religiões (e dos seus falsos deuses) é uma coisa boa, o Santo Padre questiona o comportamento dos católicos. Será que não estamos a dificultar, aos não cristãos, o encontro com Deus?

Praça de São Pedro, Roma, Audiência Geral de 16 de outubro de 2019.

Basto 10/2019

Papa Francisco: É Nossa Senhora que me diz o que devo fazer nas viagens apostólicas

Na audiência geral do dia 11 de setembro, depois de concluída a viagem a Moçambique, Madagascar e Maurícia, o Santo Padre deixou alguns fiéis bastante surpreendidos quando confessou que recorre a Nossa Senhora para o guiar nas suas viagens apostólicas, para que Ela o guie na escolha das suas palavras e gestos. A surpresa resulta do facto de algumas das palavras e gestos produzidos por Francisco nessas viagens se revelarem altamente perturbantes e até contrários ao ensinamento cristão.

Por outro lado, toda gente reconhece a forte devoção de Francisco à Virgen Desatanudos.

Basto 09/2019

Santo Padre recebe calorosamente, em Roma, a peregrinação gay de Westminster

O Papa Francisco, na Audiência Geral da Quarta-feira de Cinzas, recebeu calorosamente um grupo de militantes do grupo LGBT+ Catholics Westminster, na sua 3ª peregrinação gay a Roma. Os militantes deste grupo consideram-se católicos mas participam nas paradas do Orgulho Gay e defendem a legitimação moral das práticas homossexuais nas suas diferentes variantes.

Os “peregrinos” em questão, conduzidos por um sacerdote jesuíta, de acordo com a organização homossexualista, tiveram direito a “lugares privilegiados na manhã da audiência papal na Praça de São Pedro”.

A organização LGBT+ Catholics Westminster é a sucessora do extinto grupo das “Missas de Soho”, formado por “católicos LGBT” que celebravam regularmente missas gay numa igreja da Arquidiocese de Westminster, em Londres.

lgbt.westminster

O grupo pode ter sido extinto, ou mudado de nome, mas o seu legado mantém-se e com a conivência da hierarquia católica. No passado dia 13 de janeiro, por exemplo, Dia do Batismo do Senhor, o Cardeal D. Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, presidiu a uma “Missa de Boas-vindas para Católicos LGBT+, Pais e Família”, como informa a página da referida organização.

A doutrina professada pelos militantes deste grupo é a mesma que vem no “catecismo” do depravado jesuíta e ativista gay nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações, que consiste em “construir a ponte” para o Inferno.

Face ao exposto, recordemos, uma vez mais, o que tem o Santo Padre a dizer relativamente a toda esta atmosfera colorida que cobriu Igreja.

Basto 03/2019

Papa Francisco nega o dogma da Imaculada Conceição

Durante a audiência geral do passado dia 21 de dezembro, enquanto se referia ao presépio, o Santo Padre negou subtilmente a Imaculada Conceição de Maria.

Catecismo da Igreja Católica:

491. Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, «cumulada de graça» por Deus (139), tinha sido redimida desde a sua conceição. É o que confessa o dogma da Imaculada Conceição, procla­mado em 1854 pelo Papa Pio IX:

«Por uma graça e favor singular de Deus omnipotente e em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada intacta de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição» (140).

(In Vatican.va, 2018)

Basto 12/2018

Papa Francisco: Estamos habituados a insultar

Estará o Santo Padre a ponderar deixar de chamar rígidos, teimosos, ideólogos da doutrina, fascinados, batedores inquisitoriais, escribas, fariseus, fundamentalistas, narcisistas religiosos, múmias espirituais, fascinados, pelagianos, restauracionistas, teólogos iluminados, bispos de aeroporto, triunfalistas, viciados em certas modas, paganizados, prisioneiros das ideias, pequenos monstros, legalistas, heréticos, escravos da superficialidade, rigoristas, fanáticos e tantos outros nomes insultuosos, quando voltar a referir-se aos católicos que defendem a doutrina cristã de sempre?

Basto 10/2018

Santo Padre critica o “legalismo” no cumprimento dos Mandamentos da Lei de Deus

Na Audiência Geral desta quarta-feira, 20 de junho, o Papa Francisco questionou a natureza da relação de Deus com o Homem para voltar a criticar o “legalismo” na Igreja Católica no que concerne ao cumprimento dos Mandamentos. Desta vez recorreu a uma passagem do livro dos Génesis.

E o Senhor Deus deu esta ordem ao homem: «Podes comer do fruto de todas as árvores do jardim; mas não comas o da árvore do conhecimento do bem e do mal, porque, no dia em que o comeres, certamente morrerás.» (Gn 2, 16-17)

O mundo não tem necessidade de legalismo, mas de cuidado. Precisa de cristãos com coração de filhos. Há necessidade de cristãos com coração de filhos: não vos esqueçais disto!

(Papa Francisco na Audiência Geral de 20 de junho de 2018; in sítio oficial do Vaticano, 20/06/2018)

Pois, mas o “coração de filhos”, por sua vez, deve ser um coração de obediência ao Pai. Um Pai que deseja o melhor para os Seus filhos, neste caso, a sua salvação.

Basto 6/2018