Frases que nos fazem pensar: Sharon Stone

“Que a Igreja ouça o Papa a respeito dos casamentos e adoções homossexuais: abra as portas aos católicos da comunidade LBGTQ.”


Sharon Stone, atriz americana, notabilizada pelo seu protagonismo no thriller erótico “Basic Instinct” (em Portugal, “Instinto Fatal”; no Brasil, “Instinto Selvagem”), de 1992.

Contexto da frase:

Entrevista cedida ao diário italiano La Stampa, em Cannes, por ocasião da realização do festival cinematográfico da cidade francesa, e publicada a 20 de julho de 2021.

Basto 08/2021

Sacrilégio homossexual nas igrejas alemãs

Numa atitude de desafio perante o Responsum da Congregação para a Doutrina da Fé, que, naturalmente, negou a sugestão absurda de se poder administrar a bênção aos relacionamentos homossexuais, desejada por uma grande parte do clero alemão, dezenas de igrejas católicas alemãs celebraram, esta semana, pseudomatrimónios homossexuais, justificando-se na deriva herética e cismática do chamado Caminho Sinodal.

Padre salesiano casa dois homens na Argentina

No passado dia 6 de fevereiro, um sacerdote salesiano, Pe. Fabián Colman, celebrou um casamento homossexual entre dois homens argentinos. Aconteceu na Igreja Nossa Senhora das Mercês, em Ushuaia, na diocese de Río Gallegos, cuja administração pastoral está, desde 2019, a cargo de D. Jorge Ignacio García Cuerva, elevado a bispo em 2017, pelo Papa Francisco, algumas semanas depois de se ter notabilizado mundialmente por ter batizado publicamente os filhos de um casal homossexual.

Basto 02/2021

Duas doutrinas: uma é verdadeira, a outra obviamente é falsa!

Benedict XVI: Superhero, Villain or Victim? | AKA Catholic

Atitudes perante o problema das uniões homossexuais

[…]

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objeção de consciência.

[…]

A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.

Joseph Card. Ratzinger
Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé
(In www.vatican.va)

Considerações aprovadas, em 2003, por sua Santidade o Papa João Paulo II e publicadas no mesmo ano pela Congregação para a Doutrina da Fé.

Basto 10/2020

Sacerdote brasileiro celebra casamento gay

No passado mês de dezembro, a diocese de Assis, no Brasil, suspendeu ad cautelam o Padre Vicente Paula Gomes por este ter presidido formalmente a uma cerimónia de bênção de uma união homossexual.

Basto 01/2020

Noivas de São Belzebu?

No nono aniversário da aprovação do “casamento gay” em Portugal, o apresentador de televisão José Carlos Malato faz um exigência à Câmara Municipal de Lisboa: que alargue a tradicional celebração dos Casamentos de Santo António aos chamados “casamentos LGBT”.

A acontecer, ao menos que mudem o nome da cerimónia, por respeito ao santo padroeiro da cidade.

Basto 01/2019

Aborto e homossexualidade mostram que chegou a “batalha final” entre Deus e Satanás – Cardeal Caffarra

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Por Dorothy Cummings McLean e Pete Baklinski

ROMA, 19 de maio, 2017 (LifeSiteNews) – A profecia da Irmã Lúcia, vidente de Fátima, de que a batalha final entre Deus e Satanás será sobre o casamento e a família está a ser hoje cumprida, afirmou um cardeal discursando numa conferência católica em Roma.

“O que disse a Irmã Lúcia naqueles dias está a cumprir-se nestes nossos dias”, disse o Cardeal Carlo Caffarra, um dos signatários dos dubia que é arcebispo emérito de Bolonha e ex-membro do Conselho Pontifício para a Família, numa sessão de perguntas e respostas posterior ao seu discurso.

Caffarra fez os seus comentários no IV Fórum anual da Vida em Roma. Depois da sua apresentação, o cardeal Raymond Burke, outro signatário dos dubia, pediu para que os fiéis católicos “trabalhem para a consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria”.

O cardeal Caffarra, que é o presidente fundador do Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre o Matrimónio e a Família, fez os seus comentários a respeito da “batalha final” em alusão a uma carta que escreveu à Ir. Lúcia, no início dos anos 80, para pedir as suas orações, quando iniciou a sua nova tarefa de fundar o instituto. Ele nunca esperara uma resposta.

Porém, para sua surpresa, Caffarra recebeu uma longa carta assinada pela Ir. Lucia, na qual falava sobre a “batalha final” que chegaria no fim dos tempos.

A vidente de Fátima escreveu que “a batalha final entre o Senhor e o reino de Satanás será a respeito do Matrimónio e da Família. Não temam, acrescentou, porque qualquer pessoa que atue a favor da santidade do Matrimónio e da Família será sempre combatida e enfrentada de todas as formas, porque este é o ponto decisivo. Depois concluiu: entretanto, Nossa Senhora já esmagou sua cabeça’”.

A carta está agora nos arquivos do Instituto Instituto João Paulo II para Estudos sobre o Matrimónio e a Família.

A batalha

Caffarra explicou, durante a sua apresentação, que existem duas forças que se opõem uma à outra na batalha. Uma é o “Coração ferido do Crucificado-Ressuscitado”, que chama a todos os homens para si mesmo. A outra é o “poder de Satanás, que não quer ser expulso do seu reino”.

O cardeal disse que o lugar onde esta batalha acontece é o coração humano.

“Jesus, a Revelação do Pai, exerce forte atração para Si mesmo. Satanás trabalha contra isso, para neutralizar a força atrativa do Crucificado-Ressuscitado. A força da verdade que nos torna livres atua no coração do homem. A força satânica da mentira é a que faz de nós escravos”, disse ele.

As duas forças de atração dão origem a duas culturas, afirmou, a “cultura da verdade e a cultura da mentira”.

“Há um livro na Sagrada Escritura, o último, o Apocalipse, que descreve o confronto final entre os dois reinos. Nesse livro, a atração de Cristo toma a forma de triunfo sobre os poderes inimigos comandados por Satanás. É um triunfo que surge depois de um longo combate. Os primeiros frutos da vitória são os mártires”, disse ele.

Caffarra disse ainda que o aborto legalizado provém da “cultura da mentira”, onde o “crime” de assassinar um ser humano é visto como um “bem”.

O aborto é um “ato sacrílego”, disse ele, acrescentando que é a “negação mais profunda da verdade do homem”.

“A razão pela qual o homem não deve derramar o sangue do homem é porque o homem é a imagem de Deus. Através do homem, Deus habita na Sua criação. Essa criação é o templo do Senhor porque o homem habita nela. Violar a intangibilidade da pessoa humana é um ato sacrílego contra a Santidade de Deus. É a tentativa satânica de gerar uma anti-criação. Ao enobrecer a matança de seres humanos, Satanás lançou as bases para sua criação: remover da criação a imagem de Deus, obscurecer Sua presença nela”, disse ele .

O cardeal explicou que o “casamento” homossexual também provém da “cultura da mentira”, uma vez que “nega completamente a verdade do casamento” conforme procede da “mente de Deus, o Criador”.

“A Divina Revelação disse-nos como Deus entende o casamento: a união legal de um homem e uma mulher, a fonte da vida. Na mente de Deus, o casamento tem uma estrutura permanente, baseada na dualidade do modo humano de ser: feminilidade e masculinidade. Não dois polos opostos, mas um com e para o outro”, disse ele.

“A união entre um homem e uma mulher, que se tornam uma só carne, é cooperação humana no ato criador de Deus”, acrescentou.

Satanás, ao impulsionar as mentiras do aborto e da homossexualidade, está a tentar destruir os dois pilares mais importantes da criação, a “pessoa humana” criada à imagem de Deus e a “união conjugal” entre um homem e uma mulher.

“A elevação axiológica do aborto a direito subjetivo é a demolição do primeiro pilar. O enobrecimento de uma relação homossexual, equiparando-a ao casamento, é a destruição do segundo pilar “, afirmou Caffarra.

O objetivo final de Satanás é “construir uma anti-criação real”, uma “criação alternativa”, onde Deus e todos os sinais da sua beleza e bondade foram apagados.

“Este é o último e terrível desafio que Satanás está a lançar contra Deus”, acrescentou o Cardeal.

Ser um fiel seguidor de Cristo nestes tempos significa “testemunhar… aberta e publicamente” a verdade da criação de Deus a respeito da dignidade da pessoa humana e do casamento.

“Alguém que não testemunha desta maneira é como um soldado que foge no momento decisivo da batalha. Já não somos testemunhas mas desertores, se não falarmos aberta e publicamente”, disse ele.

Caffarra elogiou os eventos pró-vida da Marcha pela Vida que acontecem em todo o mundo como um “grande testemunho” da verdade a respeito do valor de cada pessoa.

Ele comparou os cristãos que defrontam o pecado aos médicos que combatem a doença, explicando à audiência que tal como perante a doença não pode haver acordo de paz, o mesmo acontece com o pecado.

“Seria um médico terrível aquele que adotasse uma atitude irenista (voltada para a paz) perante a doença”, disse ele. O significado do ditado de Santo Agostinho “Amar o pecador, odiar o pecado”, explicou o cardeal, significa “caçar o pecado”. Persegui-lo nos lugares escondidos das suas mentiras e condená-lo, trazendo à luz a sua insubstancialidade”.

A edição original deste texto foi publicada pelo LifeSiteNews a 19 de maio de 2017. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do artigo acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 5/2017

Via mexicana para o casamento gay

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El Universal, 25/10/2016

O México, um país tradicionalmente católico, vive atualmente um período de grande contestação social depois de o presidente mexicano, Enrique Peña Nieto, no passado mês de maio, ter anunciado a legalização do “casamento homossexual”. Dois meses depois, em julho, o Papa Francisco nomeia o bispo italiano D. Franco Coppola como o novo núncio apostólico no México. Logo no seu primeiro dia de funções, o núncio papal demarcou-se dos protestos da sociedade católica daquele país para propor, em alternativa, uma “via mexicana” de compromisso entre a posição católica e o lobby gay.

Mas serão, por acaso, as leis humanas – a Declaração Universal dos Direitos Humanos – mais importantes que a Lei de Deus? Fica a questão no ar…

O representante da Santa Sé no México chega mesmo a citar o Santo Padre para defender a sua “via mexicana” de compromisso entre o catolicismo e o lobby gay.

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El Sol de México, 11/11/2016

A partir da leitura dos jornais, podemos já deduzir algum sucesso pastoral deste novo núncio papal no México, dada a missão a que se propunha cumprir.

 

Basto 11/2016