Papa Francisco: Somos um empecilho para o encontro com Deus?

Num momento em que as atitudes dos mais altos representantes da Igreja Católica confunde as pessoas, quando prestam culto a divindades exóticas e dizem que a diversidade de religiões (e dos seus falsos deuses) é uma coisa boa, o Santo Padre questiona o comportamento dos católicos. Será que não estamos a dificultar, aos não cristãos, o encontro com Deus?

Praça de São Pedro, Roma, Audiência Geral de 16 de outubro de 2019.

Basto 10/2019

Vaticano deseja um frutuoso mês de Ramadão aos maometanos

Numa mensagem assinada por D. Miguel Ángel Ayuso Guixot e intitulada “Cristãos e Muçulmanos: Promover a Fraternidade Humana“, a Santa Sé expressou os seus “melhores desejos de um frutuoso mês de Ramadão e um alegre ‘Id al-Fitr“.

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In Boletim do Gabinete de Imprensa da Santa Sé, 10/05/2019.

Uma fraternidade humana que coloca Jesus Cristo ao nível das divindades pagãs.

“A liberdade de viver de acordo com as crenças nas esferas pública e privada. Deste modo, cristãos e muçulmanos – como irmãos e irmãs – podem trabalhar juntos para o bem comum.”

(In Ecclesia, 10/05/2019)

Basto 05/2019

Francisco diz que Deus deseja a coexistência de diversas religiões

coexist.jpgO Papa Francisco, em mais um dos seus ensinamentos absurdos e contrários ao Evangelho, declarou que Deus deseja a coexistência de várias religiões diferentes numa fraternidade humana universal. Nesse sentido, a salvação universal não viria da fé em Jesus Cristo, o Salvador do Mundo, mas antes da capacidade de “convivência comum”, independentemente daquilo em que cada um acredite.

Dirigimo-nos aos intelectuais, aos filósofos, aos homens de religião, aos artistas, aos operadores dos mass-media e aos homens de cultura em todo o mundo, para que redescubram os valores da paz, da justiça, do bem, da beleza, da fraternidade humana e da convivência comum, para confirmar a importância destes valores como âncora de salvação para todos e procurar difundi-los por toda a parte.

[…]

O pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos.

(Papa Francisco in Documento sobre a Fraternidade Humana em Prol da Paz Mundial e da Convivência Comum, Abu Dabhi, 4 de fevereiro de 2019)

A declaração escrita foi assinada por Francisco e coassinada pelo líder maometano de Abu Dabhi, o Grão Imame Ahmad Al-Tayyeb, durante a recente viagem apostólica do Papa Francisco aos Emirados Árabes Unidos.

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É evidente que Francisco – e isto é assustador – só causaria alguma surpresa nesta viagem “apostólica” se pregasse aos muçulmanos a Verdade do Evangelho e a necessidade de conversão a Jesus Cristo. Convém recordar que, ainda há pouco tempo, a Santa Sé fez um apelo de conversão aos irmãos muçulmanos, mas não era bem a Jesus Cristo que se referiam…

Basto 02/2019

Islão: a religião que mais cresce em todo o mundo

Enquanto a Igreja fundada por Jesus Cristo continua excessivamente preocupada com questões climáticas e políticas mundanas, trocando a sua tradicional vocação missionária por um conceito vazio de encuentro, a religião fundada por Maomé expande-se a um ritmo assombroso.

O Islamismo cresce mais rapidamente do que qualquer outra religião. De acordo com as projeções da Pew Research Center, o Islão terá ultrapassado o Cristianismo no ano 2070, tornando-se na maior religião a nível mundial.

  • Em 2010, a Indonésia tinha a maior população muçulmana em todo o mundo (205 milhões de crentes), mas, em 2050, a Índia terá mais (311 milhões), não deixando contudo de ser uma nação maioritariamente hindu.
  • A população cristã de países como o Reino Unido ou a França descerá abaixo dos 50%, prevendo-se que 10% da população europeia sejam maometanos no ano de 2050.
  • Quatro em cada 10 cristãos a nível mundial viverão na África Subsariana.
  • Nos Estados Unidos, uma em cada 50 pessoas será muçulmana por volta de 2050.

Fonte: British Broadcasting Corporation, 16/03/2017.

Basto 12/2018

Intenções de oração para julho: “pessoas afastadas da Fé Cristã”

Ao chegar ao seu 19.º episódio, o enredo da série “Vídeo do Papa”, produzida pela empresa argentina La Machi, torna-se cada vez mais surpreendente e imprevisível… O Santo Padre pede agora para rezarmos pelas “pessoas afastadas da Fé Cristã”.

a beleza da vida cristã
Série “Vídeo do Papa”, Episódio 19º, julho de 2017

No entanto, pelo que percebemos neste episódio, os visados das orações são os próprios cristãos!

Tendo em conta outros episódios anteriores, dá vontade de perguntar o que é a “esperança cristã” à qual se refere agora o Santo Padre? Se o cristianismo for apenas um dos “muitos modos” de “encontrar Deus”, a “nossa alegria” é a alegria de possuir uma religião igual a todas as outras… É a alegria vã de, no fundo, não possuir nada!

Nesse caso, talvez nem valha a pena preocuparmo-nos com as “pessoas afastadas da Fé Cristã” porque, pelo que diz o Santo Padre, podem sempre “encontrar Deus de muitos modos”. Talvez elas queiram procurar um outro modo diferente de “encontrar Deus”, já que é tudo a mesma coisa…

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Série “Vídeo do Papa”, Episódio 1º, janeiro de 2016

Rezemos a Jesus Cristo, Deus Verdadeiro, “em reparação dos ultrajes, sacrilégios e indiferenças com que Ele mesmo é ofendido”.

Isto também é desta semana e é bem a propósito:

Basto 7/2017

Papa poderá visitar Moscovo, é uma questão de tempo

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Como tínhamos já aqui referido e analisado, uma eventual visita papal à Rússia parece cada vez mais possível e até bastante provável. Existe mesmo a possibilidade de tal viagem estar já a ser planeada à porta fecha, uma vez que este é um assunto em relação ao qual o Papa Francisco prefere manter descrição. Assim aconteceu também quando preparou o inédito encontro com o patriarca da Igreja Ortodoxa Russa, em Havana, em Fevereiro do ano transato.

Em maio do ano passado, o proeminente cardeal francês Jean-Louis Tauran, presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-Religioso e camerlengo da Câmara Apostólica, afirmava que Francisco poderia vir a ser o primeiro pontífice romano a visitar a Rússia e a China.

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Crux Now em 28/05/2016

“Sim… talvez, mas há várias nuances a considerar.”

(Cardeal Jean-Louis Tauran in Crux Now, 28/05/2016)

A principal “nuance” é reconhecidamente o “problema” dos Greco-Católicos da Ucrânia…

Praticamente um ano depois da cimeira cubana, quem nos dá agora razão é o arcebispo de Moscovo, D. Paolo Pezzi, que é também o presidente da Conferência de Bispos Católicos da Federação Russa. Este arcebispo italiano, em entrevista à agência noticiosa católica italiana SIR, considera que a viagem papal é agora possível devido ao encontro de Havana e às suas consequências no relacionamento entre as duas igrejas, embora não se sinta capaz de arriscar uma data.

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Servizio Informazione Religiosa em 11/01/2017

“Eu não posso dizer quanto tempo levará. Mas isso não é mais visto como uma questão problemática.”

“Eu penso que depois de Cuba, nomeadamente das suas consequências, que tiveram um impacto na Igreja Ortodoxa da Rússia, hoje é possível dizer que a visita do Papa à Rússia deixou de ser um problema.”

(Declarações do Mons. Paolo Pezzi ao SIR em 11/01/2017)

As relações entre o Vaticano e as autoridades políticas e religiosas russas nunca estiveram tão boas. Através dos vários encontros realizados em Roma ou nas Caraíbas, as cartas enviadas, os presentes trocados ou as permutas de arte, Francisco é de facto um Papa que parece agradar às autoridades do gigante eslavo.

Talvez Francisco consiga fazer aquilo que os papas anteriores desejaram e não conseguiram. Contudo, se um Papa acabar mesmo por visitar a Rússia, este ou outro, nessa altura teremos inevitavelmente de avaliar as razões que tornaram isso possível. Será esse evento a derradeira e esperada evidência da anunciada “conversão da Rússia” profetizada em Fátima? Ou, em alternativa, estaremos perante o apogeu das consequências negativas resultantes da não consagração da Rússia ao Imaculado Coração de Maria dentro do prazo indicado por Nossa Senhora?

O Papa Francisco rejeita categoricamente a necessidade de conversão à Religião Católica e, em vez disso, promove incansavelmente a sua “cultura do encontro”, reservando a necessidade de conversão para a Cúria Romana e para os fiéis católicos em geral, mas em especial para aqueles que resistem… Basicamente, a conversão consiste na adesão à Fé Católica, enquanto a “cultura do encontro” pressupõe uma desvalorização da Fé Católica em favor de um consenso mais alargado, ou mesmo universal, onde há lugar para todas as crenças e não crenças… A conversão ocorre naquele que adere à Fé, enquanto a tal “cultura do encontro” implica algum grau de afastamento da Fé por parte daquele que a possui…

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Qual seria o resultado final a esperar de toda esta “cultura do encontro” se algum dia conseguisse uma aceitação universal? Um mundo onde todas as religiões são iguais? Um mundo sem religião? Que paraíso é esse que esta doutrina nos quer vender? Onde é que esse paraíso se encontra, neste mundo ou no Outro? É uma ideologia que não faz o mínimo de sentido à luz da Fé Católica!

Se algum dia um Papa for bem-vindo na Rússia, esperemos que isso seja sinal de conversão generalizada dessa nação, da sua reunião verdadeira à Igreja de Roma e nunca o resultado da conversão da própria Igreja Católica naquilo que a Rússia desejava que Ela fosse. Isso seria o desprezo total da Igreja pela mensagem de Fátima e talvez a gota necessária para fazer transbordar a copo da Paciência Divina.

 

Basto 1/2017

Francisco proclama novo pecado: o “pecado contra o ecumenismo”

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Por Christopher A. Ferrara

Durante a sua viagem à Geórgia, um seminarista perguntou ao Papa Francisco “como podem católicos da Geórgia promover melhores relações com os ortodoxos.” A sua resposta ilustra como a novidade do “ecumenismo” tem debilitado, quase totalmente, a Igreja Militante:

Deixemos as coisas que são abstratas para os teólogos estudarem. O que devo eu fazer com um amigo que é ortodoxo?… Esteja aberto, seja um amigo… Nunca deve fazer proselitismo aos ortodoxos. Eles são nossos irmãos e irmãs, discípulos de Jesus Cristo, porém situações históricas complexas fizeram-nos assim… Amizade. Caminhar juntos, orar uns pelos outros, e fazer obras de caridade juntos quando se pode. Isto é o ecumenismo.

Portanto, o ecumenismo significa “ser amigo” e fazer boas obras juntamente com não-católicos, incluindo os ortodoxos cismáticos. Tudo o resto é apenas doutrina “abstrata” que os teólogos podem contornar enquanto o “ecumenismo” continua a sua marcha inexorável para lugar nenhum.

Contudo, a primazia do Papa como chefe da Igreja universal, que os ortodoxos rejeitam, não é uma abstração. É a vontade do próprio Deus que fundou a Igreja sobre a rocha de Pedro.

O dogma católico da absoluta indissolubilidade do casamento, para o qual os ortodoxos criaram exceções farisaicas convenientes, permitindo segundos e até terceiros “casamentos”, não é uma abstração. É a vontade de Cristo sobre uma realidade ontológica resultante de uma união sacramental.

A doutrina católica sobre o Purgatório, que os ortodoxos rejeitam, não é uma abstração. É uma verdade revelada sobre uma etapa da existência após a morte, que a Igreja Católica tem ensinado infalivelmente ao longo dos séculos.

O dogma católico do pecado original como consequência da culpa herdada de Adão, que os ortodoxos rejeitam, sustentando que somente a pena de morte é herdada, não é uma abstração. É uma verdade sobre a condição de queda do homem e sua necessidade de redenção.

O dogma católico da Imaculada Conceição, que os ortodoxos rejeitam porque também rejeitam a doutrina católica sobre o pecado original, não é uma abstração. É uma verdade revelada sobre a condição única da Virgem Maria entre toda a humanidade.

Finalmente, o mal do cisma e a necessidade, para a salvação, de “retorno à única e verdadeira Igreja de Cristo dos que dela estão separados” não é uma abstração. É uma verdade de Fé da qual depende o destino eterno das almas.

O próprio Nosso Senhor declarou: “E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará.” É a verdade que nos salva. Não o ecumenismo, a amizade ou mesmo as boas obras. Pois é por ouvir a verdade e pelo assentimento a essa mesma verdade que alguém recebe a graça da justificação. Assim fez o Papa São Pio X ao exigir dos seminaristas católicos, padres e teólogos o Juramento contra o Modernismo, que declara:

Estou absolutamente convicto e declaro sinceramente que a fé não é um cego sentimento religioso que emerge da obscuridade do subconsciente por impulso do coração e inclinação da vontade moralmente educada, mas o verdadeiro assentimento do intelecto a uma verdade recebida de fora “ex auditum” [pela pregação], pelo qual, confiantes na sua autoridade supremamente verdadeira, nós cremos em tudo aquilo que, pessoalmente, Deus, criador e senhor nosso, disse, atestou e revelou.

 

Mas o Juramento contra o Modernismo foi abandonado após o Concílio Vaticano II, juntamente com a oposição da Igreja ao próprio modernismo.

Hoje, em nome do ecumenismo – um neologismo desprovido de significado concreto – as verdades da nossa religião foram substituídas por sentimentos enquanto a doutrina é posta de lado, até mesmo pelo Papa, como uma mera abstração para os teólogos para debaterem no seu lazer.

Como Francisco declarou na Geórgia: “Existe um pecado muito grave contra o ecumenismo: o proselitismo. Nunca devemos fazer proselitismo aos ortodoxos! “Um pecado contra o “ecumenismo“? Como pode uma novidade completamente desconhecida na vida da Igreja, antes de 1962, que emergiu de um movimento protestante condenado por Pio XI em 1928, ser tratado agora como se fosse um princípio de fé divina e católica? Tal é a crise que a Igreja agora enfrenta, nunca testemunhou nada semelhante anteriormente.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center no dia 5 de outubro de 2016. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do artigo acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 10/2016

Ser salvo sem acreditar em Jesus Cristo…

Murillo 1675-82
Murillo, 1675-82, Conversão de São Paulo

Acreditar que Jesus Cristo é o Filho de Deus, o Messias de Israel, deixou de ser necessário para a salvação das almas, pelo menos na opinião da Comissão [do Vaticano] para as Relações Religiosas com o Judaísmo. Num documento oficial, publicado em dezembro do ano passado, aquela comissão papal estabeleceu que os nossos irmãos judeus não necessitam de acreditar que Jesus Cristo é o Redentor da Humanidade para poderem ser salvos. Ou seja, enganou-os!

Atendendo a esta nova doutrina delirante emanada da Santa Sé, ainda não deu para perceber muito bem qual é o atual estatuto dos judeus que se converteram ao Cristianismo, incluindo os grandes santos.

Com uma ousadia que não lembra nem ao diabo, o Vaticano ignorou versículos e versículos do Novo Testamento, em especial os do Evangelho de São João, para apostatar assim:

36. No entanto, da crença cristã, de que só pode haver um caminho de salvação, isso não quer dizer, de forma alguma, que os judeus são excluídos da salvação de Deus porque não acreditam em Jesus Cristo como Messias de Israel e Filho de Deus. […]

(Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo, Vaticano, 10/12/2015)

Para os livres pensadores que escreveram a heresia acima transcrita, sugiro que meditem nas palavras de Jesus quando disse «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém pode ir até ao Pai senão por mim. Se ficastes a conhecer-me, conhecereis também o meu Pai. E já o conheceis, pois estais a vê-lo.» (Jo 14:6,7). Mas como eles não acreditam, e querem que também nós deixemos de acreditar, propõem que Igreja Católica deixe de pregar a conversão aos judeus. Assim:

40. […] A Igreja vê-se assim obrigada a considerar a evangelização em relação aos judeus, que acreditam em um só Deus, com parâmetros diferentes aos que adota para lidar com pessoas de outras religiões e concepções do mundo. Na prática, isso significa que a Igreja Católica não age nem mantém qualquer missão institucional específica destinada aos judeus.

(Comissão para as Relações Religiosas com o Judaísmo, Vaticano, 10/12/2015)

Pois, mas Jesus dissera o seguinte: «Ide, primeiramente, às ovelhas perdidas da casa de Israel.»(Mt 10:6). Portanto, aos olhos de Jesus, a conversão dos judeus é não só necessária, como também prioritária. Devemos rezar pela conversão de todos aqueles que ainda não acreditam que Jesus Cristo, o Filho de Deus Vivo, é o único caminho de Salvação.

Não se trata de racismo ou antissemitismo, o catolicismo é aberto a todas as raças e nacionalidades. Na nossa perspectiva cristã universal, respeitamos todos os judeus, sejam eles cristãos ou não cristãos, aliás, a nossa Igreja foi fundada por judeus. Os cristãos devem viver em paz com toda a gente, mas não podem deixar de anunciar a Verdade, acolhendo alegremente todos aqueles que se sentem chamados por Deus, venham eles de onde vierem.

A Igreja Católica é a Igreja Universal, fora da qual não há salvação, mas até o Papa não parece muito convencido.

São Caetano
Mensagem do Papa Francisco aos fiéis de São Caetano de Buenos Aires, agosto de 2013

Sim! Sim! Sim! Porque não, Santo Padre? Na Igreja Católica convivem diversas tradições, ritos, culturas, nações, raças, etnias e sensibilidades, mas a Fé é a mesma, a única verdadeira. Extra Ecclesiam nulla salus é uma verdade dogmática.  “El encuentro” pode ser politicamente muito bonito mas não salva. O encontro com o outro é o momento de afirmar ou reafirmar a Verdade, senão torna-se num encontro vazio, sem frutos.

As nossas raízes religiosas são judaicas, nós mantemos todo o Antigo Testamento, mas o Messias já chegou, foi morto e ressuscitou, e agora tem as chaves da morte. Com Jesus Cristo, estabeleceu-se uma nova aliança entre Deus e a Humanidade, ninguém vai ao Pai senão por Ele.

E já agora, terá valido a pena a conversão do judeu Saulo a caminho de Damasco? Gostava de conhecer a opinião daqueles teólogos loucos!

Basto 3/2016