Entre o Céu e a Terra

Depois do enorme sucesso que o musical “O dia em que o Sol bailou” teve no passado mês de maio, um espetáculo encomendado pelo Santuário de Fátima à Vortice Dance Company, a administração do Santuário de Fátima decidiu voltar a apostar neste nicho pastoral.

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O dia em que o Sol bailou (musical de maio de 2016) – Santuário de Fátima

Desta vez, a produção do espetáculo foi delegada à Elenco Produções que o apresentou ao público no fim de semana seguinte à peregrinação aniversária de outubro, no Centro Pastoral Paulo VI, no Santuário de Fátima. A emissora católica portuguesa descreveu-o como algo “entre o heavy metal e um Ave Maria”.

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Entre o Céu e a Terra (musical de outubro de 2016) – Youtube

 

O “longo, mas prazeroso” processo de criação contou com ações de formação promovidas pelo Santuário e um acompanhamento por parte de uma equipa de Fátima, que se mostrou “muito disponível” para contar algumas histórias, bem como apontar para referências musicais que acabaram por influenciar o espetáculo, aclarou.

O musical, criado com total liberdade, “fala de qualquer um e de histórias que todos conhecem”, realçou João Ribeiro, afirmando que “a fé” é o elo de ligação entre as histórias, apesar de essa mesma fé não ser necessariamente “em Deus”.

(in SIC Notícias 11/102016)

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Entre o Céu e a Terra (musical de outubro de 2016) – RTP

 

“[…] assumindo-se como o musical oficial da Celebração do Centenário das Aparições, o espetáculo que agora chega ao grande público resulta do desafio lançado pelo Santuário à Elenco Produções, ainda em 2014, de pensar as Aparições sob um olhar contemporâneo, promovendo a Mensagem de Fátima e apresentando uma abordagem artística única deste acontecimento que marcou o século XX”.

(da “nota de imprensa” do Santuário de Fátima in Expresso, 19/09/2016)

Não conhecemos o orçamento desta excentricidade, mas sabemos que estas coisas não são nada baratas. Esperemos que tenha valido a pena!

Basto 11/2016

Ainda Cracóvia: alguns registos videográficos

Já passaram alguns dias desde a conclusão da Jornada Mundial da Juventude 2016, na Polónia. Neste momento, muitos peregrinos publicaram já os seus vídeos dos momentos mais memoráveis vividos naquele encontro de oração. Alguns desses vídeos são verdadeiramente hilariantes.

 

Sacerdotes e fiéis incansáveis:

Seja dia, seja noite… De onde vem tanta energia?

 

As irmãs em ação, imparáveis:

 

Pastoral de rua:

Nota importante: o “Hallelujah” original de Leonard Cohen é uma música sacrílega.

 

Freiras em flash mob ao som de música brasileira:

Na cidade e no campo…

Estes, como outros e outros e mais outros, são apenas alguns exemplos de dinamismo e modernidade da Igreja Católica vividos na Polónia nas últimas semanas. Ninguém consegue ficar indiferente! Muitas outras coisas deverão continuar a aparecer nas redes sociais ao longo dos próximos dias.

A Polónia faz fronteira, a Leste, com vários países onde a maioria dos cristãos ortodoxos não se encontram em comunhão com o Papa nem com a Igreja Católica. Depois de verem estas coisas, que imagem terão eles dos seus irmãos católicos romanos quando afirmam que fora da Igreja Católica não há salvação? É pouco provável que estas iniciativas contribuam para convencê-los a abraçar a Fé Católica.

Basto 8/2016

Fátima, o dia em que o sol bailou – o musical

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“Fátima, o dia em que o sol bailou” – Vortice Dance Company

No âmbito da comemoração do centenário das aparições, o Santuário de Fátima desenvolveu um vasto cartaz de propostas culturais. Entre estas, encomendou uma “ousadia artística” à companhia de dança Vortice Dance Company.

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Auditório do Centro Pastoral Paulo VI – Santuário de Fátima:

 

Esta coreografia, após as três sessões apresentadas em Fátima, irá agora passar por Bragança e depois seguir para outras localidades em Portugal, no Brasil e talvez até mais além.

Ainda há poucas semanas atrás, a Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima converteu-se em sala de espetáculos para apresentar o Tropário para uma pastora de ovelhas mansas”.

Não deixa de ser um evento algo estranho para aquele local.

Basto 5/2016

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