Vatican News comemora casamento de mulher cristã com homem muçulmano

Na semana passada, a agência noticiosa do Vaticano deu um grande destaque à relação matrimonial que une a cristã Simona e ao islamita Mustapha. Cada um com a sua fé, com o seu deus, com as suas orações, unidos naquela diversidade de religiões tão desejada, não por Deus, mas pelo Papa Francisco.

muçulmanos.jpg
Palavras dirigidas pelo Santo Padre aos refugiados na Basílica do Sagrado Coração de Jesus do Castrum Paetorium, em Roma – Rome Reports, 20/01/2014.

Hoje seria, provavelmente, um impedimento maior se algum dos conjugues não acreditasse na tese dogmática do aquecimento global antropogénico.

Basto 07/2019

Heresia pública, não-correção privada

Francisco.jpg

Por Christopher A. Ferrara

Na sua Declaração Conjunta com o “Grão Imame de Al-Azhar”, Ahmed Al-Tayeb, no passado mês, em Abu Dhabi, o Papa Francisco e o “Grão Imame” declararam juntos: “O pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos. Esta Sabedoria divina é a origem donde deriva o direito à liberdade de credo e à liberdade de ser diferente.”

O significado ultrapassa qualquer discussão: a diversidade de religiões, que Deus não quer, mas apenas tolera como um mal, é colocada em paridade com as diferenças de raça, sexo e linguagem, que Deus realmente quer. A existência de religiões repletas de erros condenáveis contra a revelação divina é deste modo apresentada, sem a mínima ambiguidade, como um bem positivo – ou seja, “a liberdade de ser diferente”. Seria improvável que Al-Tayeb concordasse com uma afirmação que pudesse, de algum modo, ser lida com querendo dizer que a sua religião islâmica, criada pelo homem, é simplesmente um mal tolerado.

Como reporta o LifeSiteNews, “os bispos do Cazaquistão e Ásia Central, durante uma visita ad limina a Roma, levantaram uma série de preocupações, amplamente partilhadas pela Igreja nos últimos anos, relativamente às ambiguidades percebidas no magistério do Papa Francisco”.

D. Athanasius Schneider, em particular, Bispo Auxiliar de Astana, pressionou delicadamente Francisco em relação à sua afirmação descaradamente herética de que Deus quer a diversidade de religiões da mesma forma quer a diversidade de raças. Entrevistado pelo LifeSiteNews, o Bispo Schneider contou que Francisco “disse-nos: podem também dizer isso, que a diversidade de religiões é a vontade permissiva de Deus”.

Então Francisco diz agora em privado que outras pessoas podem dizer que ele quis apenas dizer que a diversidade de religiões é meramente tolerada por Deus. Mas quanto a ele, a sua declaração pública, assinada, manifestando o contrário, permanecerá sem qualquer correção pública.

Compreensivelmente insatisfeito, o Bispo Schneider diz o seguinte:

Tentei aprofundar a questão, pelo menos citando a frase que se lê no documento. A frase diz que tal como Deus quer a diversidade de sexos, cor, raça e língua, Deus também quer a diversidade de religiões. Há uma comparação evidente entre a diversidade de religiões e a diversidade de sexos.

Mencionei este ponto ao Santo Padre e ele reconheceu que, com esta comparação direta, a frase pode ser entendida erroneamente. Na minha resposta, sublinhei perante ele que a diversidade de sexos não é a vontade permissiva de Deus, mas é querida positivamente por Deus. E o Santo Padre reconheceu isso e concordou comigo em que a diversidade de sexos não é uma questão da vontade permissiva de Deus.

Porém, quando referimos ambas as proposições na mesma frase, então a diversidade de religiões é interpretada como positivamente querida por Deus, como a diversidade de sexos.

A frase, portanto, conduz a dúvidas e a interpretações erróneas e daí o meu desejo e o meu pedido para que o Santo Padre retificasse isso. Mas ele disse, a nós bispos: podem dizer que a frase em questão sobre a diversidade das religiões significa a vontade permissiva de Deus.

Em suma, Francisco emitiu uma declaração pública expressando uma heresia flagrante. Confrontado com o seu erro e com o escândalo que causou, e mesmo admitindo o seu erro, informa o Bispo Schneider que o bispo pode retificá-lo se quiser, ao mesmo tempo que não dirá nada em público para corrigir a sua própria heresia promulgada publicamente.

Por outras palavras, Francisco disse a Al-Tayeb o que aquele queria ouvir e depois disse ao Bispo Schneider o que este queria ouvir. Deu assim espaço para a negação plausível a ambas as partes. Este é um comportamento próprio de um político, não do Vigário de Cristo, encarregado de confirmar os seus irmãos na Fé. Mas depois de seis anos neste tipo de coisas podemos esperar outra coisa?

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center a 8 de março de 2019. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação. Sempre que possível, o texto deve ser lido na sua edição original.

Basto 03/2019

Brasileiros prestam culto à deusa Iemanjá em igreja católica dedicada a Nossa Senhora

As imagens acima foram captadas na Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, em Porto Seguro, no estado brasileiro da Bahia, no momento em que passava a procissão da “deusa do mar”, provavelmente no passado dia 2 de fevereiro, dia da festa de Iemanjá.

O culto à divindade Iemanjá tem origem em crenças tribais africanas.

iemanjá
À esquerda, uma representação da divindade Iemanjá; à direita, imagens do vídeo sacrílego com as intenções de oração do Santo Padre para janeiro de 2016 (na sua versão original).

Mais informação em: O Fiel Católico.

Basto 02/2019

Ícone de um desastroso pontificado

logo.pope.moroccoPor Christopher A. Ferrara

Eis o logótipo da próxima viagem inútil do Papa a Marrocos: a lua crescente, simbolizando a religião inventada por Maomé, envolve quase por completo uma cruz distorcida. Como este Papa promove obsessivamente a migração em massa de homens muçulmanos para as capitais da Europa Ocidental, incluindo até mesmo Roma, a imagem sugere que o corpo de fiéis cristãos, supostamente representados pela Cruz, não tem agora quase nenhuma possibilidade de escapar àquilo que o Papa Pio XI, numa época mais sã, chamou “a escuridão do Islão”, numa oração que os Católicos Romanos tradicionais ainda hoje recitam na tradicional Festa de Cristo Rei. Como essa oração do Ato de Consagração da Raça Humana ao Sagrado Coração de Jesus declara: “Sede o Rei de todos os que ainda estão envolvidos pela escuridão da idolatria ou do Islamismo e não deixeis de os atrair a todos para a Luz e Reino de Deus.”

Este logótipo absurdo e ofensivo tem camadas mais profundas de significado maligno. Como explica o Zenit, um obediente órgão de comunicação da linha partidária do Vaticano, a “cruz e um crescente […] representam o diálogo inter-religioso entre cristãos e muçulmanos”. Porém, o que é retratado não é um dia-logo, do grego dialogesthai, que significa uma conversa entre duas ou mais partes, mas sim dia – “através de” ou “entre” – uma distância que as separa, uma distância que nenhum diálogo entre a religião fundada por Deus e outra fundada por Maomé jamais eliminará. O que vemos então é uma das partes do “diálogo”, o Islão, cercando visualmente a outra: ou seja, o catolicismo, representado por uma cruz distorcida que, por sua vez, representa uma Igreja distorcida no meio da pior crise da sua história.

Mas há mais. Citando novamente o Zenit, o logótipo ostenta “as cores dos dois países: verde e vermelho de Marrocos, amarelo e branco (o fundo) do Vaticano”. Note-se que o verde de Marrocos é representado no traço horizontal da Cruz, enquanto que o vermelho de Marrocos é visto na lua crescente que a circunda quase por completo, formando um cerco em torno da Cruz.

No total, 99% dos marroquinos são muçulmanos, enquanto os poucos cristãos existentes naquele país são quase todos estrangeiros. Além disso, em Marrocos “é um crime possuir uma Bíblia cristã escrita em língua árabe, parte de uma lei mais ampla que proíbe proselitismo de muçulmanos para qualquer outra crença”, enquanto a Constituição Marroquina estabelece que o Islão é a única religião do Estado de Marrocos. Não há “diálogo” entre Cristianismo e Islão em Marrocos, apenas um monólogo que favorece o Islão com a força da lei. Se a colocação das cores no logótipo significa alguma coisa, então só pode ser o cerco do Cristianismo pelo Islão, até ao ponto de se tornar um elemento de uma cruz distorcida que representa a sujeição de Cristo a Maomé.

Finalmente, citando novamente o Zenit, o logótipo declara que o Papa Francisco é o “Servo da Esperança” – mais um contributo para a nuvem de slogans vazios que têm assolado a Igreja desde o Concílio Vaticano II, e tão significativo como “Servo do Otimismo” ou “Servo da Alegria”. Qual é exatamente a “esperança” que Francisco serve? Não fazemos a menor ideia. Sabemos bem, no entanto, qual é a esperança que Francisco não serve. A esperança expressa pela Mãe de Deus em Fátima: “Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo um tempo de paz.”

E por paz, Nossa Senhora queria dizer a coisa mais distante do programa que Francisco segue nesta fase final da crise pós-conciliar da Igreja. Citando Pio XI numa monumental encíclica que acabou enterrada e esquecida sob uma montanha tóxica de ruinosas novidades pós-conciliares: “Os homens devem procurar a paz de Cristo no Reino de Cristo”, cujo império “se estende não só sobre os povos católicos e sobre aqueles que, tendo recebido o batismo, pertencem por direito à Igreja, ainda que o erro os tenha extraviado ou o cisma os separe da caridade, mas também compreende a todos quantos não participam da fé cristã, de sorte que sob a potestade de Jesus se encontra todo o género humano”.

Só quando essa verdade da revelação tiver sido redescoberta e novamente proclamada pelo elemento humano desobediente da Igreja, sobretudo o homem que detém o cargo de Romano Pontífice, é que esta crise acabará finalmente.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center a 10 de janeiro de 2019. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação, sempre que possível deve ser lido na sua edição original.

Basto 01/2019

Vaticano alia-se à celebração do “triunfo” de divindades hindus “sobre o mal”

Rama2
In Vatican News, 31/10/2018 – tradução livre.

Com o mesmo carisma ecumaníaco da peregrinação de Ceuta, agora, por ocasião da celebração de mais um Deepavali, o Vaticano une-se espiritualmente à alegria dos irmãos hindus pelo triunfo do deus Rama sobre o demónio Ravana.

Rama3
In Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, 31/10/2018 – tradução livre.

Como muitos católicos dirão, o Deepavali é um dos “muitos modos” de celebrar o “triunfo do bem sobre o mal”.

vídeo.sacrílego
“[…] procuram Deus ou encontram Deus de muitos modos.”, Papa Francisco in vídeo [sacrílego] de 2016.

A lenda diz que Rama era casado com a bela deusa Sita, mas Ravana queria-a para si. Como ela não aceitou recasar-se com Ravana, este resolveu raptá-la na noite mais escura do ano. Rama porém, seu legítimo esposo, acompanhado do seu divino irmão Lakshman, e ajudados por Hanuman, o deus macaco, enfrentaram Ravana, derrotaram-no e recuperaram Sita.

Rama.jpg
Os protagonistas do “triunfo do bem sobre o mal”. Da esquerda para a direita: o deus Lakshman, a deusa Sita, o deus Rama e o deus Hanuman (também conhecido como o Rei dos Macacos ou ainda o Deus Macaco).

Depois de matar Ravana e de recuperar sua esposa, Rama e os restantes heróis viram o caminho de regresso iluminado pelas lamparinas das pessoas que ficaram cheias de alegria por este “triunfo do bem contra o mal”.

ravana.jpg
Ravana, o rei demónio, personificação do mal, aquele que roubou a esposa de Rama e por isso foi destruído.

Mais preocupados com “bem-estar de todos” neste mundo do que com a necessidade de atrair almas para Reino de Deus, os senhores do Vaticano apresentam a nossa fé no Filho de Deus Vivo como uma mera tradição espiritual ou religiosa, equivalente a tantas outras ou à simples boa vontade.

Como crentes alicerçados nas nossas próprias tradições espirituais, e como indivíduos com preocupações compartilhadas pelo bem-estar de todos, podemos dar as mãos aos seguidores de outras tradições religiosas e a todas as pessoas de boa vontade, e fazer esforços coletivos e concertados para assegurar um presente feliz e um futuro promissor para os nossos irmãos e irmãs vulneráveis!

Desejamos a todos vocês um feliz Deepavali!

(Excerto da mensagem enviada pelo Vaticano aos hindus; in Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, 31/10/2018 – tradução livre)

Mas como podem os apóstolos de Cristo convencer, deste modo, os outros de que ainda vale a pena crer?

 

Basto 11/2018

Vaticano publica “remake” do vídeo sacrílego de janeiro de 2016

janeiro...

Em janeiro de 2016, o Vaticano chocou alguns católicos com a publicação de um vídeo sacrílego onde a imagem do Menino Jesus aparecia equiparada a símbolos de crenças não cristãs e onde o Santo Padre explicava que “muitos […] procuram ou encontram Deus de diversas maneiras“, inclusivamente através da confiança “em Buda”.

Este vídeo dava início a uma série catequética repleta de exotismo onde, logo no mês seguinte, o Santo Padre continuava que “precisamos de uma conversão que nos una a todos“. Conversão a quê?

fevereiro...

Uma conversão universal ao cristianismo ambientalismo?

Quase dois anos depois, o Vaticano resolveu agora, neste mês de novembro, lançar uma versão light do vídeo sacrílego de janeiro de 2016. Nesta nova versão, as partes graficamente mais abusivas e ultrajantes em relação a Nosso Senhor Jesus Cristo foram retiradas e substituídas por beijinhos e abraços, mantendo-se contudo o mesmo guião pautado pela indiferença sincretista do versão anterior.

Vídeo do Papa Nº1 – 01/2016 – versão original

Vídeo do Papa Nº1 v2 – 11/2017 – nova versão light

Não se conhecem ainda as razões que terão levado a produtora a fazer uma nova versão deste vídeo. Talvez tenha sido por uma questão de respeito pelas pessoas mais sensíveis. Nesta necessidade de diálogo é necessário demonstrar algum respeito também por aqueles que ainda acreditam.

Basto 11/2017

Buda e Nossa Senhora da Conceição Aparecida juntos pela paz

aparecida.buda2

Neste mês em que se celebra o tricentenário de Nossa Senhora da Conceição Aparecida, a imagem da padroeira do Brasil foi “reverenciada” ao lado de Buda. Aconteceu no passado dia 28 de outubro, no mosteiro Fo Guang Shan, em São Paulo, contando com ilustres representantes da Igreja Católica local que concelebraram esse momento ao lado de sacerdotisas pagãs.

Em virtude dos 300 anos da Padroeira do Brasil, a imagem de Nossa Senhora Aparecida será acolhida solenemente no templo budista, por meio do reitor do Santuário Nacional, padre João Batista de Almeida, demonstrando o cuidado maternal de Maria para o diálogo entre seus filhos.

O encontro que tem o objeto de ressaltar a necessidade de um esforço comum para manter a paz em beneficio da vida, vai contar com a presença da Reverenda Mestra Miao Yen, Abadessa Geral do Templo Fo Guang Shan para América do Sul, do Cardeal Dom Odilo Pedro Scherer, Arcebispo Metropolitano de São Paulo, do bispo diocesano de Osasco (SP), Dom João Bosco Barbosa de Souza e do padre José Bizon, responsável pelo ecumenismo e diálogo inter-religioso na Arquidiocese de São Paulo.

(in sítio oficial do Santuário Nacional de Aparecida)

aparecida.buda.jpg

Como justificação para esta cerimónia católico-pagã que colocou a Mãe de Deus aos pés de Buda, a página do Santuário Nacional de Aparecida remete para os ensinamentos do Papa Francisco sobre a “indiferença” e sugere a visualização do sacrílego vídeo publicado pelo Vaticano em janeiro de 2016.

confio.em.buda.jpg
Intenções de oração do Papa Francisco em janeiro de 2016 – in Série “Vídeo do Papa”

Basto 10/2017

Deus-elefante venerado em igreja espanhola

ganesh

Ganesh, uma divindade hindu com duas pernas, quatro braços e cabeça de elefante, foi transportado esta semana em procissão desde o Mar Mediterrâneo até ao interior do Santuário de Santa Maria de África, em Ceuta. Santa Maria de África é a padroeira do enclave espanhol no Norte de África.

Recorrendo a uma frase feita, “muitos pensam de modo diferente, sentem de modo diferente“… Estão enganados!

Basto 8/2017

Vaticano exorta muçulmanos a converterem-se…

Por ocasião do início do Ramadão de 2017, que começou no passado dia 27 de maio, o Vaticano enviou uma mensagem aos muçulmanos apelando à conversão, “ecológica”.

«Cristãos e muçulmanos: juntos no cuidado da casa comum»

Queridos irmãos e irmãs muçulmanos!

Queremos assegurar-vos a nossa solidariedade orante neste tempo de jejum no mês do Ramadão e para a celebração conclusiva do ‘Id al-Fitr, estendendo-vos de coração os nossos melhores votos de serenidade, alegria e abundantes dons espirituais.

[…]

O Papa Francisco afirma que «a crise ecológica é um apelo a uma conversão interior profunda» (n. 217). O que é necessário é a educação, uma abertura espiritual e uma «conversão ecológica global» para enfrentar adequadamente este desafio.

[…]

É com estes sentimentos que vos desejamos, mais uma vez, serenidade, alegria e prosperidade.

(Mensagem para o Mês do Ramadão in sítio oficial do Vaticano)

janeiro...

fevereiro...

Basto 06/2017

Logótipo da viagem papal ao Egito

O Vaticano já revelou o logótipo e o programa oficial da viagem papal ao Egito, que decorrerá de 28 a 29 deste mês de abril, com o lema “Papa da Paz no Egito da Paz”.

logo. egito

A viagem papal ao Egito enquadra-se nos esforços que o Papa Francisco tem feito em aproximar a Fé Católica da Fé Muçulmana, apesar da profunda incompatibilidade dos credos. Os cristãos reconhecem Jesus Cristo como o único Deus e os muçulmanos consideram isso uma gravíssima blasfémia.

bíblia e corão
Santo Padre aos refugiados na Basílica do Sagrado Coração de Jesus do Castrum Paetorium, em Roma – Rome Reports, 20/01/2014

É quase incontável a quantidade de gestos e iniciativas que o Papa Francisco tem protagonizado a favor da aproximação ao Islão, por vezes chegando mesmo a relativizar a Fé da Igreja que dirige. Os últimos dias não têm sido exceção.

Basto 4/2017