Terminou ontem a greve do movimento feminista radical alemão contra a autoridade católica

maria.2.0.jpgFoi organizada pelo autodenominado movimento “Maria 2.0” e estendeu-se de 11 a 18 de março, contando com o apoio de um bispo local e de vários clérigos católicos alemães que se rebelaram contra o “não” do Papa às diaconisas. Exigem, entre várias outras reivindicações, “uma renovação radical da Igreja Católica e o acesso das mulheres a todos os ofícios eclesiásticos”.

Basto 05/2019