Ainda os tais 30′ de conversa com o ativista gay James Martin SJ

Enquanto outros prelados católicos morrem à espera de ser recebidos, o famoso homossexualista jesuíta teve direito a 30 generosos minutos para esclarecer todos os seus dubia a respeito da aprovação das práticas homossexuais na Igreja Católica.

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O Papa Francisco recebeu James Martin, SJ, numa audiência privada de 30 minutos na biblioteca papal do Palácio Apostólico do Vaticano nesta manhã, 30 de setembro, no que é visto aqui como uma declaração pública de apoio e encorajamento altamente significativa para este jesuíta dos EUA. O padre Martin é conhecido como orador público, autor e pelo seu ministério pastoral ao povo LGBT .

In América Magazine [revista jesuíta], 30/09/2019 – tradução livre.

Este acontecimento é significativo demais para ser desvalorizado.

Basto 10/2019

Missa gay no México

Anúncio da celebração na página da San Aelredo A.C..

No domingo passado, a Catedral de Santiago, na cidade de Saltillo, México,celebrou uma “Missa de Ação de Graças” pelos 17 anos da associação San Aelredo A.C., uma organização homossexualista que promove o chamado “casamento gay” e dá a cara pelas reivindicações da “população LGBTTTI” [?] no seu país.

Foi o próprio bispo de Saltillo, D. Raúl Vera López, quem teve o descaramento para presidir a essa celebração destinada a militantes e simpatizantes da ideologia gay.

Basto 01/2019

Ativista gay da Companhia de Jesus continua com o seu depravado ministério homopastoral sob cobertura papal

A próxima ação de propaganda homossexualista e anti-cristã do assessor do Vaticano James Martin SJ terá lugar no dia 29 deste mês, na Universidade do Sagrado Coração, na Nova Inglaterra.

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In Sacred Heart University, 07/12/2018 (adaptado).

A Sacred Heart University é uma universidade católica localizada na localidade de Fairfield, do Estado de Connecticut, nos EUA. É bastante provável que, mais uma vez, a maior parte da Igreja Católica, cheia de misericordismo, assobie para o lado… Entretanto, a petição lançada por um pequeno grupo de católicos para cancelar esta perversidade já ultrapassou os 16 milhares de assinaturas.

Basto 01/2019

James Martin SJ: O Papa Franciso nomeia bispos e cardeais pró-gay para mudar a Igreja Católica

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Acabaram-se as ambiguidades, os misericordistas próximos do Santo Padre falam agora de forma aberta e desinibida das estratégias políticas de Francisco para mudar a Igreja de Cristo.

Durante o seu discurso no encontro Ignatian Family Teach-in for Justice 2018, no início deste mês de novembro, em Washington DC, o Pe. James Martin SJ, editor-geral da revista America, disse aos estudantes que, com o Papa Francisco, “as coisas estão a mudar” na Igreja Católica no que concerne à homossexualidade. O sacerdote, consultor do Vaticano e famoso propagandista do lobby LGBT, mostrou como o Santo Padre se tem empenhado fortemente na nomeação de bispos homossexualistas na Igreja Católica.

Mas basta olhar para o que tem acontecido nos últimos cinco anos, desde que o Papa Francisco foi eleito. Antes de tudo, os comentários do Papa Francisco sobre as pessoas LGBT, como “quem sou eu para julgar”. As suas cinco palavras mais famosas foram em resposta a perguntas sobre as pessoas gay, não é verdade?

Ele é o primeiro Papa a empregar a palavra “gay”, digamos, numa frase. Ele tem amigos gay. Ele tem dito que quer que os gay se sintam bem-vindos na Igreja. Isto é um grande avanço.

Ele também nomeou bispos, arcebispos e cardeais pró-gay, como o Cardeal Tobin, arcebispo de Newark que, por exemplo, realizou uma missa de boas-vindas para pessoas LGBT na sua catedral. Precisamente no verão passado, ele celebrou uma missa de boas-vindas para todas as pessoas LGBT na sua arquidiocese.

Portanto isto é uma direção, o que o Papa Francisco diz e faz, não é? O que ele diz sobre as pessoas LGBT e o que ele faz em termos de quem nomeia.

(Pe. James Martin SJ, America – The Jesuit Review, 03/11/2018 – tradução livre)

Já para não falar de si próprio e das razões pelas quais terá sido nomeado pelo Papa como Consultor do Dicastério para as Comunicações e do convite para fazer a sua propaganda LGBT no Encontro Mundial de Famílias 2018.

As palavras do ativista gay da Companhia de Jesus são importantes na medida em que corroboram as acusações referidas no “Testemunho” de D. Carlo Maria Viganò, as quais pressupõem a existência de um lobby homossexualista na Igreja com influência até na nomeação de bispos.

Basto 11/2018

Propaganda gay disfarçada de doutrina cristã continua com o apoio da hierarquia católica

james.martin.lgbtO Pe. James Martin SJ continua obstinado nas suas ações de propaganda homossexualista através dos média e das redes sociais, num esforço incansável para enviar o maior número possível de almas para o Inferno. Fá-lo de forma pública e aberta, à vista de todos.

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In Twitter do Pe. James Martin SJ, 20/03/2018.

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Revista jesuíta America, 23/08/2018.

A aprovação papal das suas taras homopastorais é evidente, indo muito para além de um mero “quem sou eu para julgar”. O ativista gay da Companhia de Jesus nunca é repreendido por apoiar, em nome da Igreja, as práticas sexuais entre homens e entre mulheres. Pelo contrário, foi nomeado pelo Papa Francisco para o departamento de comunicações do Vaticano e convidado a proclamar a sua ideologia anti-cristã no Encontro Mundial das Famílias 2018, em Dublin.

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Ativista LGBT James Martin SJ no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, a convite do Vaticano, numa forte ação de propaganda para angariar novos adeptos e simpatizantes da ideologia gay no universo católico e promover a aceitação da militância LGBT na Igreja de Cristo.

Tudo isto acontece à vista de todos: fiéis, padres, bispos e cardeais. Alguns veem, gostam e até elogiam, outros veem, fazem de conta que não veem e calam-se de forma tácita, indiferente ou cobarde. O silêncio é, assim, o grande cúmplice desta nova e aberrante deriva homopastoral da Igreja Católica.

Basto 11/2018

Se uma pessoa é gay, quem sou eu para julgá-la?

De todas as frases proferidas pelo Papa Francisco durante três anos e tal de pontificado, aquela que, provavelmente, teve mais consequências negativas foi esta, por várias razões.

Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?

(Papa Francisco in El País, 29/07/2013)

  1. Esta insidiosa frase, apesar de parecer cristã e verdadeira, não o é, antes pelo contrário. Para o ser, necessitaria de ser completada com algo semelhante a Vai e de agora em diante não tornes a pecar.” (Jo 8, 11). Uma meia verdade é uma meia mentira, uma meia mentira é uma mentira.
  2. Foi transformada em slogan gay, frequentemente utilizado para atacar a Igreja Católica, a sua infalível doutrina e a moral familiar instituída.
  3. A utilização do termo “gay”, em vez de “pessoa com tendências homossexuais”, pressupõe, à partida, um determinado modo de vida, uma ideologia, um lobby (o tal único pecado a evitar na homossexualidade).
  4. Serve para tudo, sendo frequentemente utilizada noutros contextos que não têm nada a ver, desde que seja para contestar o magistério da Igreja.
  5. A função de um padre nunca foi a de julgar alguém que se encontra em situação de pecado, mas antes a de indicar o caminho para que essa pessoa possa evitar ser julgamento final e a condenação. Nós não somos ninguém para julgar, mas a Palavra de Deus é soberana e julga por si só os nossos comportamentos.
  6. Como nunca chegou a haver uma correção, extensão ou melhoramento da frase, ela funcionou como um veneno diabólico presente na sociedade durante três anos. A partir dela, muitos homossexuais passaram a acreditar que não necessitam de corrigir o seu comportamento. A partir dela, grupos pseudocatólicos criaram movimentos pastorais com base nesse chavão ideológico.

Por exemplo, na diocese de Boston, nos EUA, hoje prega-se abertamente a homopastoral em várias igrejas sinalizadas, onde se celebra a dignity mass (missa de dignidade/missa LGBT). Nessa diocese, já não se estranha a presença de uma tenda de frades franciscanos da ordem Franciscan Friars of Holy Name Province, especialistas em “misericórdia” LGBT, fazendo propaganda à pastoral do Arco-íris.

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“Quem sou eu para julgar?” – Frades franciscanos na Marcha do Orgulho Gay de Boston, 2014 (in Church Militant)

 

E agora, chegados a 2016, o que mudou?

“A Igreja pede perdão aos gays e não apenas a eles”.

“Eu disse na minha primeira viagem e repito, aliás repito o Catecismo da Igreja Católica – disse o Papa -: os homossexuais não devem ser discriminados, devem ser respeitados, acompanhados pastoralmente.  Pode-se condenar qualquer manifestação ofensiva aos outros, mas o problema é que, com uma pessoa com aquela condição, que tem boa vontade e que busca a Deus, quem somos nós para julgar? Devemos fazer um bom acompanhamento – acrescentou – é o que diz o Catecismo. Então, em alguns países e tradições, existe outra mentalidade, alguns que tem uma visão diferente sobre este problema”.

(Papa Francisco, in La Repubblica, 26/06/2016 – tradução Fratres in Unum)

Não terá o Santo Padre esquecido, outra vez, a parte mais importante? Aquela parte da necessidade de libertação do pecado para aceder à verdadeira Misericórdia de Deus.

Esta ideia de “pedir perdão aos gays” foi um apoio claro aos recentes avanços homopastorais do Cardeal Marx, outro influente clérigo próximo de Francisco e membro do G8.

Que Deus nos acuda!

Basto 6/2016

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