Francisco elogia o ativismo LGBT de James Martin SJ

Numa ação aparentemente concertada, durante o chamado mês do Orgulho Gay, o Papa Francisco enviou uma carta ao ativista LGBT Pe. James Martin SJ, o grande promotor da nova corrente de homossexualismo católico, para elogiar a santidade do seu trabalho homopastoral. Bergoglio não poupou elogios ao apóstata James Martin, chegando mesmo a comparar as suas conhecidas ações de propaganda gay e confirmação de irmãos no pecado homossexual com o estilo de Nosso Senhor Jesus Cristo. Deus tenha misericórdia do Papa Francisco por tamanha blasfémia.

A absurda carta do Papa foi publicada pelo próprio James Martin SJ, na sua conta de Twitter, no passado dia 27 de junho, e confirmada, no mesmo dia, pelos meios de comunicação social do Vaticano.

James Martin é atualmente o jesuíta mais famoso do mundo, depois do Santo Padre, pertencendo ambos à mesma ordem religiosa. A sua fama resulta essencialmente de um enorme empenho na promoção da ideologia LGBTQetc na sociedade e de um esforço incansável para tentar impor aceitação das práticas homossexuais na Igreja Católica como se estas fossem virtudes morais. James Martin tem uma relação privilegiada com o Santo Padre, que o nomeou como assessor da Santa Sé no Dicastério para a Comunicação. É impossível que Francisco não conheça as suas ações e intenções, expressas em livros, artigos, palestras e pseudohomilias.

Perante mais este caso do sinistro pontificado de Francisco, um ser humano normal pode pensar exatamente o quê?

  • O Santo Padre é tão ingénuo que, apesar de todas as evidências, não consegue ver o que este estafermo anda a fazer às almas dos pobres atormentados pelos demónios da imoralidade?
  • O Santo Padre perdeu completamente o juízo e já não sabe o que diz ou que faz?
  • O Santo Padre aprova a nova pastoral de incitação às práticas homossexuais entre os fiéis católicos e recorre a esta forma subtil para manifestar a sua aprovação?

Que cada um pense o que quiser e Deus nos perdoe se pensarmos mal.

Sacerdote brasileiro celebra casamento gay

No passado mês de dezembro, a diocese de Assis, no Brasil, suspendeu ad cautelam o Padre Vicente Paula Gomes por este ter presidido formalmente a uma cerimónia de bênção de uma união homossexual.

Basto 01/2020