Militantes LGBT gravam videoclipe sacrílego em igreja de Manaus

Provocante ação de intolerância religiosa perpetrada por extremistas LGBT contra o povo católico da capital do Amazonas, com alegado apoio do município e dos responsáveis pela igreja local.

Ateliê 23

Vídeo lançado no dia 9 deste mês de outubro pela organização homossexualista Ateliê 23.

Igreja de São Sebastião, em Manaus, Brasil.

Basto 10/2021

Extremista LGBT agride católico em oração na Irlanda do Norte

Quando alguns católicos rezavam pacificamente o rosário de reparação pela realização da marcha do Orgulho Gay, no centro da localidade de Cookstown, na Irlanda do Norte, no passado dia 19 de setembro, um eles foi violentamente agredido por uma militante LGBT.

Basto 09/2021

Santo Padre esclarece o seu apoio ao reconhecimento civil das uniões homossexuais

No seguimento de informações anteriormente veiculadas pela imprensa, na viagem de regresso da Eslováquia, no dia 15 de setembro, os jornalistas questionaram Francisco sobre o seu alegado apoio às uniões civis homossexuais. Em resposta, Francisco confessou que apoia, de facto, o reconhecimento legal desses relacionamentos, embora num contexto alargado em que se incluem outros tipos de relacionamentos não necessariamente homossexuais.

Deste modo, o Papa evita, mais uma vez, condenar objetivamente o homossexualismo, como uma praga social e veneno para as almas, e até confessa que apoia, de algum modo, o seu reconhecimento social e jurídico.

Basto 09/2021

Santo Padre nomeia cardeal homossexualista para a Congregação para os Bispos

O cardeal D. Joseph Tobin, arcebispo de Newark (EUA), forte apoiante das práticas sodomitas e das virtudes do homossexualismo católico, foi nomeado por Francisco, na passada quinta-feira, 4 de março, como membro da Congregação para os Bispos.

Já tinha sido o Papa Francisco quem o criara cardeal, em 2016, no mesmo ano em que lhe confiara a administração pastoral de uma das mais importantes dioceses americanas.

Como explica o famoso ativista gay da Companhia de Jesus e assessor do Vaticano escolhido por Bergoglio, o Santo Padre nomeia gente desta abominável seita para importantes cargos da hierarquia religiosa, para mudar a Igreja Católica.

Basto 03/2021

Arquidiocese de Hamburgo promove lesbianismo no dia de São Valentim

A Arquidiocese de Hamburgo, na Alemanha, assinalou o dia de São Valentim, a 14 de fevereiro, com a publicação de um vídeo nas redes sociais onde enaltece o amor conjugal. O vídeo inclui, de forma bastante explícita, a opção homossexual.

Basto 02/2021

Duas doutrinas: uma é verdadeira, a outra obviamente é falsa!

Benedict XVI: Superhero, Villain or Victim? | AKA Catholic

Atitudes perante o problema das uniões homossexuais

[…]

Em presença do reconhecimento legal das uniões homossexuais ou da equiparação legal das mesmas ao matrimónio, com acesso aos direitos próprios deste último, é um dever opor-se-lhe de modo claro e incisivo. Há que abster-se de qualquer forma de cooperação formal na promulgação ou aplicação de leis tão gravemente injustas e, na medida do possível, abster-se também da cooperação material no plano da aplicação. Nesta matéria, cada qual pode reivindicar o direito à objeção de consciência.

[…]

A Igreja ensina que o respeito para com as pessoas homossexuais não pode levar, de modo nenhum, à aprovação do comportamento homossexual ou ao reconhecimento legal das uniões homossexuais. O bem comum exige que as leis reconheçam, favoreçam e protejam a união matrimonial como base da família, célula primária da sociedade. Reconhecer legalmente as uniões homossexuais ou equipará-las ao matrimónio, significaria, não só aprovar um comportamento errado, com a consequência de convertê-lo num modelo para a sociedade atual, mas também ofuscar valores fundamentais que fazem parte do património comum da humanidade. A Igreja não pode abdicar de defender tais valores, para o bem dos homens e de toda a sociedade.

Joseph Card. Ratzinger
Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé
(In www.vatican.va)

Considerações aprovadas, em 2003, por sua Santidade o Papa João Paulo II e publicadas no mesmo ano pela Congregação para a Doutrina da Fé.

Basto 10/2020

Bispo mexicano celebra missa gay em ação de graças pelo aniversário de organização homossexualista

D. José Raúl Vera López, bispo titular da diocese de Saltillo, no México, presidiu à celebração de uma missa gay, no dia 13 de janeiro, em ação de graças pelo 18º aniversário da Comunidade de San Elredo, um grupo de militantes LGBTTTI+ [acrónimo em expansão].

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Fotos publicadas pela Diocese de Saltillo via twitter.

A missa gay inseria-se numa vasta agenda homopastoral programada para esse dia.

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Cartaz do evento de homossexualismo católico divulgado através do facebook.

Destaca-se também, neste evento, a participação do falso frade Julian Cruzalta, um ex-clérigo marxista e defensor do aborto.

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Falso frade recorre ao mantra ultra-misericordista para pregar a sua ideologia no facebook.

Nas palavras dos organizadores, “Igreja LGBT+, protagonista de uma nova evangelização“.

Basto 01/2020

Travesti Conchita Wurst regressa à Catedral de Viena, na Áustria

conchita.jpgD. Cristoph Schönborn, grande adepto das novas doutrinas do Papa Francisco relativas ao adultério e ao homossexualismo, voltou a ceder a sua Catedral de Santo Estêvão, em Viena (Áustria), aos militantes e simpatizantes do movimento LGBT, no passado dia 1 de dezembro, para a celebração do Dia Mundial de Luta Contra a SIDA.

A estrela de cartaz voltou a ser o famoso travesti austríaco Thomas Neuwirth (mais conhecido por Conchita Wurst ou “a mulher barbuda”), vencedor do Festival Eurovisão da Canção em 2014. Desta vez não foi o pregador, mas o solista que cantou ao som do órgão de tubos da catedral.

Basto 12/2019

Santo Padre assina camisola para ativista LGBT anglicana

Francisco recebeu, no dia 14 de novembro, Jayne Ozanne, uma conhecida lésbica anglicana, que se notabilizou internacionalmente pelo seu ativismo na luta contra as terapias de conversão de homossexuais, através de uma organização homossexualista designada Ozanne Foundation.

Ozanne ofereceu ao Santo Padre um “estudo da fé e sexualidade em 2018” e um exemplar autografado do livro de memórias pessoais Just Love, onde descreve o seu discernimento vocacional na descoberta das virtudes do homossexualismo cristão.

Em retribuição, Francisco ofereceu-lhe um autógrafo numa tshirt e algumas palavras simpáticas.

Depois disso, Ozanne foi a correr dizer aos paroquianos e à sacerdotisa da sua igreja local em Littlemore, Inglaterra, que o Santo Padre tinha assinado uma camisola para eles.

O encontro com o Santo Padre foi visto por Jayne Ozanne e pelos média mundiais como uma confirmação da lésbica britânica no homossexualismo e um apoio ao ativismo LGBT, tendo acontecido na mesma altura em que Francisco comparou as declarações dos governantes que condenam as práticas homossexuais com os “discursos de Hitler em 1934”.

Basto 11/2019

Ainda os tais 30′ de conversa com o ativista gay James Martin SJ

Enquanto outros prelados católicos morrem à espera de ser recebidos, o famoso homossexualista jesuíta teve direito a 30 generosos minutos para esclarecer todos os seus dubia a respeito da aprovação das práticas homossexuais na Igreja Católica.

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O Papa Francisco recebeu James Martin, SJ, numa audiência privada de 30 minutos na biblioteca papal do Palácio Apostólico do Vaticano nesta manhã, 30 de setembro, no que é visto aqui como uma declaração pública de apoio e encorajamento altamente significativa para este jesuíta dos EUA. O padre Martin é conhecido como orador público, autor e pelo seu ministério pastoral ao povo LGBT .

In América Magazine [revista jesuíta], 30/09/2019 – tradução livre.

Este acontecimento é significativo demais para ser desvalorizado.

Basto 10/2019

Frases que nos fazem pensar: James Martin SJ

m.james.martin.metallica«Um dos pontos altos da minha vida. Senti-me encorajado, consolado e inspirado pelo Santo Padre hoje. E o seu tempo comigo, no meio de um dia atarefado e de uma vida atarefada, parece ser um sinal claro do seu profundo cuidado pastoral para com os católicos LGBT e as pessoas LGBT em todo o mundo.»

(Pe. James Martin, sacerdote jesuíta e ativista gay, escolhido pelo Papa Francisco para assessor da Santa Sé e para promover o homossexualismo católico no Encontro Mundial das Famílias 2018)

Contexto da frase:

Mensagem publicada pelo ativista gay no Twitter, após ter sido recebido pelo Papa Francisco no Vaticano, num encontro privado que terá durado uns generosos 30 minutos; in @JamesMartinSJ, 30/09/2019 – tradução livre.

Basto 10/2019

Ativista gay da Companhia de Jesus propõe retiros para adolescentes LGBTQ

Pe. James Martin SJ, o conhecido ativista LGBT nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações e como pregador do homossexualismo católico no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, propõe dois retiros nos EUA para adolescentes lésbicas, gays, bissexuais e transexuais. Um desses retiros terá lugar numa casa dos Jesuítas, na Atalanta, e o outro será numa casa dos Franciscanos, no Norte da Califórnia.

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In Twitter de James Martin SJ, 08/09/2019.

James Martin, como se sente autorizado e apoiado, continua a promover abertamente o homossexualismo, agora até durante o Santo Sacrifício da Missa.

Basto 09/2019

Francisco anuncia a criação de 13 novos cardeais – 10 novos eleitores, o grupo mais liberal alguma vez escolhido

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Por New Catholic

No final do Angelus de hoje [1 de setembro], Francisco anunciou um consistório para a criação de novos cardeais, marcado para 5 de outubro de 2019. Os cardeais eleitores (com menos de 80 anos de idade) serão:

  • Miguel Angel Ayuso Guixot, M. C. C. J. – Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso;
  • José Tolentino Mendonça – Arquivista e Bibliotecário da Santa Igreja Romana;
  • Ignatius Suharyo Hardjoatmodjo – Arcebispo de Jacarta;
  • Juan da Caridade García Rodríguez – Arcebispo de Havana;
  • Fridolin Ambongo Besungu, O. F. M. cap – Arcebispo de Kinshasa;
  • Jean-Claude Höllerich, S. J. – Arcebispo do Luxemburgo;
  • Alvaro L. Ramazzini Imeri – Bispo de Huehuetenamgo, Guatemala;
  • Matteo Zuppi – Arcebispo de Bolonha [presente na imagem acima];
  • Cristóbal Lopez Romero, S. D. B. – Arcebispo de Rabat;
  • Michael Czerny, S. J. – Subsecretário para os Migrantes (Santa Sé).

Eles são, sem dúvida, o grupo de cardeais eleitores mais liberal alguma vez escolhido. Dois deles, pelo menos, são largamente conhecidos nos círculos romanos pelas suas preferências “gay” (sendo a palavra “gay” usada aqui de propósito para incluir toda a “cultura gay” homossexual referida por Bento XVI no seu documento de 2005 sobre os seminaristas a evitar), outros dois são jesuítas liberais. Mesmo aqueles que são explicitamente não liberais, como o Arcebispo de Kinshasa, foram escolhidos provavelmente devido à sua extrema proximidade com a Igreja alemã e com as preocupações dos bispos alemães.

Quanto a Michael Fitzgerald, escolhido como um dos três cardeais sem direito a voto, lembramos esta postagem de 2006 sobre o motivo pelo qual Bento XVI o enviou para longe do Vaticano.

A paixão da Igreja durará muitas décadas mais. E Francisco jamais renunciará. Além disso, os marionetistas deixá-lo-ão em coma “a criar cardeais” durante anos, se isso for necessário para refazer totalmente o Colégio de Cardeais.

A edição original deste texto foi publicada no Rorate Caeli com a data de 01/09/2019. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação. Sempre que possível, o texto deve ser lido na sua edição original. A imagem não faz parte da publicação original.

Basto 09/2019

 

Adolescente trava parada gay na Polónia com um crucifixo

São imagens que correram o mundo. Um adolescente de 15 anos enfrentou a primeira marcha do Orgulho Gay da cidade de Plock, na Polónia, que decorreu no passado dia 20 de julho, empunhando um crucifixo e um rosário. De acordo com a informação que circula nas redes sociais, o rapaz diz que se inspirou no heroísmo demonstrado pelo padre mártir polaco Ignacy Jan Skorupka frente os invasores comunistas soviéticos.

Entre outros ataques à fé cristã e depravações morais características deste tipo de eventos homossexualistas, os participantes na marcha ostentavam uma versão blasfema do ícone de Nossa Senhora de Częstochowa, a padroeira da Polónia.

Basto 08/2019

Igreja histórica do Quebeque cedida para realização de vídeo homoerótico

A Igreja Paroquial de São Pedro Apóstolo, em Montreal, Canadá, foi o palco escolhido pelo acrobata americano Matthew Richardson para a gravação do primeiro de uma série de cinco vídeos de propaganda gay. O vídeo em causa mostra um bailado homoerótico, filmado em frente ao altar da referida igreja, ao som de uma versão do blasfemo Allelujah de Leornard Cohen.

Na parte final do vídeo, o realizador deixa um agradecimento especial à Igreja de São Pedro Apóstolo por todo o apoio dado à realização do filme e ao movimento gay.

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Genérico da curta-metragem Allelujah (2019).

A Igreja de São Pedro Apóstolo era já conhecida a nível nacional pela sua abertura ao homossexualismo. Em 2017, o canal de televisão canadiano CBC News divulgou uma peça noticiosa onde se explicava como a nova pastoral arco-íris contribuiu para recuperar a popularidade daquela igreja.

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Decoração homopastoral da Igreja de São Pedro Apóstolo, em Montreal, Canadá; in CBC News, 18/05/2017.

Basto 08/2019

Intolerância religiosa de extremistas LGBT em Belo Horizonte

Um grupo de homossexualistas radicais, militantes do movimento extremista LGBT, tentou realizar uma paródia de insulto à fé cristã na cidade de Belo Horizonte, Brasil. O evento em causa, que fazia parte da programação da “Virada Cultural BH 2019“, pretendia coroar “Nossa Senhora das Travestis”, ridicularizando a devoção católica à Mãe de Deus com as taras sexuais ligadas à cultura gay.

travFelizmente, após a indignação dos católicos, o evento acabara por ser cancelado por ordem das autoridades municipais, dando lugar à oração de um terço de desagravo a Nossa Senhora de Fátima.

Ainda há católicos em Belo Horizonte!

Basto 07/2019

Católicos LGBT celebram “missa” gay à porta do Stonewall Inn, em Nova Iorque

Membros do apostolado gay “Out at St Paul, um grupo não reconhecido pela Arquidiocese de Nova Iorque, celebraram uma missa LGBT junto ao mais famoso bar gay do mundo, para assinalar os 50 anos da rebelião homossexualista que se levantou na Lower Manhattan, em 28 de junho de 1969.

Basto 07/2019

Cidade de São Paulo convertida na maior Sodoma do mundo

A cidade mais populosa do Continente Americano, cujo nome homenageia Paulo de Tarso, o Apóstolo dos Gentios, serviu de palco à maior Parada do Orgulho LGBT do mundo, reunindo três milhões de pessoas na famosa Avenida Paulista.

26Foi por isso que Deus os entregou a paixões degradantes. Assim, as suas mulheres trocaram as relações naturais por outras que são contra a natureza. 27E o mesmo acontece com os homens: deixando as relações naturais com a mulher, inflamaram-se em desejos de uns pelos outros, praticando, homens com homens, o que é vergonhoso, e recebendo em si mesmos a paga devida ao seu desregramento. (Rm 1, 26-27)

Basto 06/2019

Um fenótipo gay no Brasil?

Tratar os gays como cidadãos de uma raça específica parece, em si, uma atitude bastante discriminatória do Supremo Tribunal Federal do Brasil para com essas pessoas…

A questão do preconceito tem muito que se lhe diga.

Basto 06/2019

Google celebra os 50 anos de história do Orgulho Gay

doodle

Por Maria Ribeiro

Embora o Google nunca tenha escondido a verdade, de acordo com as cores berrantes próprias do seu garrido logótipo, hoje mesmo fiquei estarrecida com a pesquisa encontrada.

Quem visitar esta plataforma digital, encontrará um doodle “especial”. Ao clicar no mesmo verifica que esse doodle foi colocado, a fim de “celebrar” os 50 anos de orgulho gay e, como era de esperar, em cada ano o número de participantes, nas paradas foi aumentando.

Sendo o Google um motor de busca, de longa utilização, a intenção é mesmo divulgar, ao máximo toda esta trama, bem urdida que usa a tara exibicionista dos “idiotas úteis” (sem ofensa, nem qualquer tipo de julgamento), LGBT que não entendem (ou não querem entender) a forma vil como são expostos e alvo de voyeurs, como mercadoria desprezível.

Os que assim procedem não pretendem respeitá-los e defendê-los, (aos homossexuais e afins), como seria expectável mas, apenas, revelam a malévola intenção de os usar, como objectos de desconstrução e engenharia social. Depois quando já não tiverem serventia irão descartá-los como “coisa desprezível”. Que ninguém se iluda… “Quem avisa amigo é”.

O Centro da Comunidade LGBT de Nova Iorque, com o apoio do Google.org, tem estado a trabalhar na preservação da história da comunidade LGBTQ+ para as gerações futuras ao expandir o Monumento Nacional Stonewall da sua localização física em Nova Iorque para uma experiência digital que pode ser acedida por todos, onde quer que estejam:

Mas isto ainda não é o pior. O que me deixou terrivelmente angustiada foi a notícia de que Portugal é candidato:

A iniciativa partiu da Variações – Associação de Comércio e Turismo LGBTI de Portugal que, com o apoio do governo português e da associação ILGA Portugal, quer trazer para o país a organização do EuroPride em 2022.

Pronto… já só faltava esta.

Basto 06/2019

 

As passadeiras gay da cidade de Lisboa são uma ideia dos autarcas do “partido democra-cristão”

As passadeiras LGBT que têm sido pintadas em algumas ruas da cidade de Lisboa são afinal uma ideia de autarcas eleitos pelo CDS-PP, o maior partido que representa a “democracia-cristã” em Portugal.

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In página facebook pessoal do Presidente da Junta de Freguesia de Campolide.

Os representantes do CDS-PP na Assembleia de Freguesia de Arroios, Frederico Sapage Pereira e Vítor Teles, propuseram então que se assinale a efeméride “com a colocação de passadeiras arco-íris, na avenida Almirante Reis, em frente aos sinais luminosos para passagem de peões junto aos números 1 e 13”.

In O Jornal Económico, 30/04/2019.

É o aggiornamento dos partidos…

Basto 05/2019

Papa Francisco: Alguém que exclui pessoas gay não tem um coração humano

Stephen K. Amos, comediante britânico e ativista gay, foi recebido pelo Santo Padre durante a sua presença no Vaticano no âmbito da realização de um documentário para a BBC. De acordo com a publicação I News, Amos terá dito ao Papa que, “como homem gay”, não se sente aceite pela Igreja e Francisco ter-lhe-á dado a seguinte resposta:

“Dar mais importância ao adjetivo do que ao substantivo, isso não é bom. Somos todos seres humanos e temos dignidade. Não importa quem és ou como vives a tua vida, não perdes a tua dignidade. Há pessoas que preferem selecionar ou excluir pessoas por causa do adjetivo.”

(In I News, 19/04/2009 – tradução livre)

Mas não foi o próprio Stephen K. Amos quem fez questão de dar importância ao “adjetivo” nesta audiência com o Papa?

A notícia – que se prevê que não venha a ser desmentida – alastrou pela comunicação social, com destaque nas publicações homossexualistas, e será certamente tratada como evangelho pelos misericordistas do costume.

Basto 04/2019

Santo Padre recebe calorosamente, em Roma, a peregrinação gay de Westminster

O Papa Francisco, na Audiência Geral da Quarta-feira de Cinzas, recebeu calorosamente um grupo de militantes do grupo LGBT+ Catholics Westminster, na sua 3ª peregrinação gay a Roma. Os militantes deste grupo consideram-se católicos mas participam nas paradas do Orgulho Gay e defendem a legitimação moral das práticas homossexuais nas suas diferentes variantes.

Os “peregrinos” em questão, conduzidos por um sacerdote jesuíta, de acordo com a organização homossexualista, tiveram direito a “lugares privilegiados na manhã da audiência papal na Praça de São Pedro”.

A organização LGBT+ Catholics Westminster é a sucessora do extinto grupo das “Missas de Soho”, formado por “católicos LGBT” que celebravam regularmente missas gay numa igreja da Arquidiocese de Westminster, em Londres.

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O grupo pode ter sido extinto, ou mudado de nome, mas o seu legado mantém-se e com a conivência da hierarquia católica. No passado dia 13 de janeiro, por exemplo, Dia do Batismo do Senhor, o Cardeal D. Vincent Nichols, arcebispo de Westminster, presidiu a uma “Missa de Boas-vindas para Católicos LGBT+, Pais e Família”, como informa a página da referida organização.

A doutrina professada pelos militantes deste grupo é a mesma que vem no “catecismo” do depravado jesuíta e ativista gay nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Santa Sé para as comunicações, que consiste em “construir a ponte” para o Inferno.

Face ao exposto, recordemos, uma vez mais, o que tem o Santo Padre a dizer relativamente a toda esta atmosfera colorida que cobriu Igreja.

Basto 03/2019

Burke e Brandmüller: Para onde está a ir a Igreja?

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Os cardeais D. Walter Brandmüller e D. Raymond Burke, dois dos autores dos chamados dubia dirigidos ao Papa Francisco e ainda sem resposta (os restantes, já faleceram), publicaram, na passada terça-ferira, uma carta aberta dirigida aos participantes na Cimeira sobre Abusos Sexuais, que teve início na quinta-feira em Roma.

Na carta em questão, abaixo reproduzida, os cardeais sugerem uma linha óbvia de abordagem, negligenciada pela cúpula romana, que relaciona o grave problema dos abusos de menores na Igreja Católica com a atual infestação de homoclericalismo.

CARTA ABERTA AOS PRESIDENTES DAS CONFERÊNCIAS EPISCOPAIS

Caros irmãos, Presidentes das Conferências Episcopais,

É com profunda aflição que nos dirigimos a todos vós!

O mundo católico está desorientado e levanta uma pergunta angustiante: para onde está a ir a Igreja?

Diante desta deriva, hoje em curso, pode parecer que o problema se reduz ao problema dos abusos de menores, um crime horrível, especialmente se perpetrado por um sacerdote, que, todavia, não é senão uma parte de uma crise bem mais ampla. A chaga da agenda homossexual difunde-se no seio da Igreja, promovida por redes organizadas e protegida por um clima de cumplicidade e de conspiração de silêncio (“omertà”). Como é evidente, as raízes deste fenómeno encontram-se nessa atmosfera de materialismo, relativismo e hedonismo, em que se põe abertamente em discussão a existência de uma lei moral absoluta, ou seja, sem excepções.

Acusa-se o clericalismo de ser responsável pelos abusos sexuais, mas a primeira e a principal responsabilidade do clero não recai sobre o abuso de poder, mas em se ter afastado da verdade do Evangelho. A negação, até mesmo em público, por palavras e nos factos, da lei divina e natural, está na raiz do mal que corrompe certos ambientes da Igreja.

Diante de tal situação, cardeais e bispos calam. Também vós vos calareis aquando da reunião convocada para o próximo dia 21 de Fevereiro, no Vaticano?

Em 2016, estivemos entre os que interpelaram o Santo Padre acerca dos “dubia” que dividiam a Igreja após a conclusão do Sínodo sobre a família. Hoje, esses “dubia” não só continuam sem receber qualquer resposta, mas são apenas parte de uma crise da fé mais geral. Por isso, vimos encorajar-vos a que levanteis a vossa voz para salvaguardar e proclamar a integridade da doutrina da Igreja.

Rezamos e pedimos ao Espírito Santo para que assista a Igreja e ilumine os pastores que a guiam. Neste momento, é urgente e necessário um acto resolutório. Confiamos no Senhor que nos prometeu: “Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos” (Mt 28, 20).

Walter Card. Brandmüller

Raymond Leo Card. Burke

Fonte: magister.blogautore.espresso.repubblica.it Settimo (página acedida no dia 22 de fevereiro de 2019).
Tradução: dubia (página acedida no dia 22 de fevereiro de 2019).

 

Mais grave que um pecado moral, é um sacrilégio

A página católica austríaca Kath.net publicou entretanto um curto vídeo onde o cardeal Brandmüller explica a razão que o levara a publicar a carta aberta. Como explica o cardeal alemão, as aberrantes práticas homossexuais envolvendo elementos do clero configuram sacrilégios eucarísticos.

Basto 02/2019

PETIÇÃO: Travem as redes homossexuais na Igreja Católica

petiçãoO problema das redes homossexuais na Igreja Católica provocou o sofrimento das suas vítimas e deu origem a uma crise na Igreja.

Os escândalos de abuso sexual reacenderam no verão passado depois da traição do cardeal McCarrick ter sido divulgada e depois da publicação do relatório do Grande Jurado da Pensilvânia. Posteriormente, o testemunho do Arcebispo Viganò atingiu o Vaticano como uma bomba.

Que mostraram todas essas revelações?

Mostram que o escândalo dos abusos sexuais na Igreja Católica é principalmente um escândalo de predação homossexual perpetrado pelo clero adulto (e por vezes sénior) contra rapazes pós-pubescentes.

Mais chocante ainda é o facto de alguns bispos terem protegido ou encoberto clérigos culpados, transferindo-os de paróquia para paróquia, acabando por deixar um rasto de devastação e lágrimas nos seus percursos destrutivos.

Diante de um colapso interno e reagindo ao criticismo dos média, o Papa Francisco convocou bispos, inclusive muitos cardeais, do mundo inteiro para irem a Roma entre os dias 21 e 24 de fevereiro para discutirem e tomarem medidas no que concerne à questão da proteção de menores.

Esta petição, num espírito de crítica filial, pede aos prelados de todo o mundo que tomem agora medidas drásticas para enfrentar com firmeza e erradicar as redes homossexuais que se enraizaram na Igreja.

Em poucas palavras, esta petição pede aos bispos medidas concretas para remediar esta criseque passem pela suspensão, vergonha pública e difamação de qualquer clérigo (sacerdote, bispo, cardeal, etc.) que seja culpado de uma ofensa ao Sexto Mandamento com um menor, de sodomia ou de adultério com um adulto.

Os promotores desta petição, que conta com um amplo apoio em todo o mundo católico, são a Pro Ecclesia (Suíça) e o LifeSifeNews (EUA/Canadá).

E os seguintes dignitários também assinaram a petição:

John Smeaton, CEO da The Society for the Protection of Unborn Children (Reino Unido)

Dr. Markus Büning (Alemanha)

Riccardo Cascioli, Editor da La Nuova Bussola Quotidiana (Itália)

Christian Spaemann, MD (Alemanha)

Pedro L. Llera (Espanha)

Prof. Anna Silvas (Austrália)

Prof. em. Hubert Windisch (Alemanha)

Gabriele Kuby (Alemanha)

Infovaticana (Espanha)

Aktion Kinder in Gefahr (DVCK e.V.) (Alemanha)

Donna F. Bethell, J.D. (EUA)

Peter A. Kwasniewski, PhD (EUA)

Agora, por favor, acrescente seu nome à lista de fiéis católicos e cristãos preocupados, que pedem aos bispos para fazerem o que está certo e travarem as redes homossexuais na Igreja Católica.

Obrigado por assinar e partilhar!

Fonte: lifepetitions.com (página acedida no dia 5 de janeiro de 2019)
Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Basto 02/2019

Missa gay no México

Anúncio da celebração na página da San Aelredo A.C..

No domingo passado, a Catedral de Santiago, na cidade de Saltillo, México,celebrou uma “Missa de Ação de Graças” pelos 17 anos da associação San Aelredo A.C., uma organização homossexualista que promove o chamado “casamento gay” e dá a cara pelas reivindicações da “população LGBTTTI” [?] no seu país.

Foi o próprio bispo de Saltillo, D. Raúl Vera López, quem teve o descaramento para presidir a essa celebração destinada a militantes e simpatizantes da ideologia gay.

Basto 01/2019

Transexual irado numa loja dos EUA depois de ter sido tratado por “senhor”

O vídeo foi gravado recentemente no Novo México, numa loja de videojogos da conhecida cadeia GameStop, acabando por tornar-se viral através das redes sociais. O seu protagonista é alguém que se identifica como “Tiffany” Moore, um ex-homem de aspecto bastante masculino, indignado, que se revolta contra o funcionário da loja, desatando aos gritos e pontapés, depois de este, educadamente, se ter referido a ele como “senhor”.

Basto 01/2019

Noivas de São Belzebu?

No nono aniversário da aprovação do “casamento gay” em Portugal, o apresentador de televisão José Carlos Malato faz um exigência à Câmara Municipal de Lisboa: que alargue a tradicional celebração dos Casamentos de Santo António aos chamados “casamentos LGBT”.

A acontecer, ao menos que mudem o nome da cerimónia, por respeito ao santo padroeiro da cidade.

Basto 01/2019

Assessor do Vaticano para as Comunicações promove “rosário gay”

rosary.lgbtO famoso ativista gay e assessor do Vaticano James Martin SJ tem andado a promover, nas redes sociais, um sacrílego “rosário LGBT”.

 

“Concebido por um refugiado” e comercializado pela Contemplative Rebellion (Rebelião Contemplativa), o chamado “Rosário da Dor Moderna” termina no sinistro crucifixo de Vedele e tem uma década “arco-íris”, ou seja, o quinto mistério é dedicado à oração pela aceitação do homossexualismo na Igreja Católica e em todas as religiões.

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Meditação para o 5º Mistério do sacrílego “Rosário da Dor Moderna”; in Contemplative Rebellion, 2018.

O Catecismo da Igreja Católica estabelece que “os atos de homossexualidade são intrinsecamente desordenados” e, com efeito, a prática de sodomia é um pecado grave. No entanto, James Martin SJ continua vestido de sacerdote a promover, por todos os meios, a ideologia gay e as inerentes práticas homossexuais. A sua propaganda homossexualista anti-cristã é bastante valorizada pelo Santo Padre que o nomeou para assessor do Vaticano e lhe concedeu o púlpito no Encontro Mundial das Famílias de 2018.

Basto 12/2018

Profanação da catedral do ultra-misericordista D. Christoph Schönborn, na Áustria

A Catedral de Santo Estêvão, em Viena, celebrou o Dia Mundial de Luta contra a SIDA com um concerto de rock de coreografias satânicas e homossexualistas.

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In xFEED, 04/12/2018.

A Arquidiocese de Viena é administrada pelo cardeal D. Christoph Schönborn, um dos mais fervorosos adeptos do misericordismo bergogliano e, com efeito, o homem escolhido pelo Papa Francisco para apresentar oficialmente a Alegria do Amor. Schönborn é mundialmente conhecido pelas suas posições pró-homossexualismo, pró-recasamento civil de divorciados, pró-abertura da Sagrada Comunhão a adúlteros e pró-várias taras anti-católicas.

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In xFEED, 04/12/2018.

Esta não é a primeira vez que o arcebispo de Viena autoriza a profanação da sua catedral. Há poucas semanas, por exemplo, permitiu que o templo se transformasse em algo parecido a uma discoteca e, no ano passado, deixou o travesti Conchita Wurst pregar a partir do ambão da sua catedral, durante um evento LGBT no qual também participou.

Basto 12/2018

Papa Francisco, o problema

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Por Kenneth J. Wolfe

Na edição impressa de hoje do USA Today, aqui disponível online, está um triste comentário de Melinda Henneberger, uma ex-correspondente do Vaticano para o New York Times, onde ela confessa a sua apostasia.

Henneberger, que é conhecida por ser de centro-esquerda (dissidente, por exemplo, da Humanae Vitae, mas simpatizante, até certo ponto, de causas pró-vida) pelos seus muitos anos de escrita, atribuiu a responsabilidade pela sua decisão de apostatar a “esses homens” e aos “homens que administram a igreja”, evitando atribuir qualquer responsabilidade ao homem que dirige a Igreja.

Quem dirige a Igreja? Quem é o Sumo Pontífice? Quem impediu, esta semana, a Conferência dos Bispos Católicos dos EUA de avançar com um plano para tratar a sério a crise dos abusos sexuais? Até mesmo Tom Reese SJ (considerado demasiado liberal para a revista America) considerou o desenvolvimento desta semana um “desastre” que resultará em “terríveis prejuízos para a imagem do Papa”.

O Papa Francisco é o líder. O Papa Francisco toma as decisões. Não basta responsabilizar “o Vaticano” ou, como o atual dissidente dos média John Gehring fez esta semana, misturar Francisco numa amálgama maior: “O Vaticano, incluindo o Papa Francisco, também não fez o suficiente.”

Um edifício, ou uma cidade-estado independente, ou uma burocracia sem rosto não são os responsáveis. O Papa Francisco é o responsável. É ele quem toma as decisões. É ele quem deve enfrentar as consequências de uma decisão como dizer aos bispos dos EUA que eles não devem tratar de medidas relativas ao abuso de menores.

Está na hora de parar de encobrir o Papa Francisco. Ele é o problema.

A edição original deste texto foi publicada no Rorate Caeli no dia 16 de novembro de 2018. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação, sempre que possível deve ser lido na sua edição original.

Basto 11/2018

Católicos britânicos comemoram Dia Internacional da Memória Transexual

No passado dia 20 de novembro, a Igreja Católica de Inglaterra e País de Gales comemorou o Dia Internacional da Memória Transgénera através da publicação de uma mensagem no Twitter.

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Página Twitter da Igreja da Inglaterra e País de Gales, 20/11/2018.

O Dia Internacional da Memória Transgénera foi fundado pela transexual Gwendolyn Ann Smith, uma “ex-homem” ativista militante do movimento LGBT.

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Gwendolyn Ann Smith, à esquerda. À direita, o Santo Padre, na Quinta-feira Santa de 2015, lava os pés à transexual Isabel Lisboa, uma “ex-homem” italiana.

A primeira resposta que apareceu na mensagem comemorativa do Twitter da Igreja Católica Britânica foi a de um sacerdote, Pe. Marcus Holden, que confessou a sua surpresa pela referida publicação, lembrando que “apesar de não devermos deixar de rezar” por todas as pessoas vulneráveis, “o Dia Internacional da Memória Transgénera faz parte de uma ‘colonização ideológica’ que não deve ser apoiada por católicos”.

Basto 11/2018

Combate aos abusos sexuais de clérigos nos EUA adiado por ordem do Vaticano

O Vaticano ordenou à Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos um adiamento na aprovação de novas medidas para combater o problema dos abusos sexuais de membros do clero. A última assembleia geral da conferência episcopal americana decorreu entre os dias 12 e 14 de novembro, em Baltimore, no Estado de Maryland.

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Revista America, 12/11/2018.

A incompreensível atitude do Vaticano não foi bem recebida por muitos católicos americanos, uma vez que o problema dos abusos sexuais por parte de elementos do clero atingiu nos EUA uma proporção escandalosa e preocupante, necessitando de uma intervenção urgente da hierarquia da Igreja.

Os bispos americanos deverão agora esperar até a conclusão do encontro especial do Papa Francisco com todos os presidentes das conferências episcopais do mundo, convocado para fevereiro de 2019, para tratar deste problema à escala global.

Basto 11/2018

James Martin SJ: O Papa Franciso nomeia bispos e cardeais pró-gay para mudar a Igreja Católica

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Acabaram-se as ambiguidades, os misericordistas próximos do Santo Padre falam agora de forma aberta e desinibida das estratégias políticas de Francisco para mudar a Igreja de Cristo.

Durante o seu discurso no encontro Ignatian Family Teach-in for Justice 2018, no início deste mês de novembro, em Washington DC, o Pe. James Martin SJ, editor-geral da revista America, disse aos estudantes que, com o Papa Francisco, “as coisas estão a mudar” na Igreja Católica no que concerne à homossexualidade. O sacerdote, consultor do Vaticano e famoso propagandista do lobby LGBT, mostrou como o Santo Padre se tem empenhado fortemente na nomeação de bispos homossexualistas na Igreja Católica.

Mas basta olhar para o que tem acontecido nos últimos cinco anos, desde que o Papa Francisco foi eleito. Antes de tudo, os comentários do Papa Francisco sobre as pessoas LGBT, como “quem sou eu para julgar”. As suas cinco palavras mais famosas foram em resposta a perguntas sobre as pessoas gay, não é verdade?

Ele é o primeiro Papa a empregar a palavra “gay”, digamos, numa frase. Ele tem amigos gay. Ele tem dito que quer que os gay se sintam bem-vindos na Igreja. Isto é um grande avanço.

Ele também nomeou bispos, arcebispos e cardeais pró-gay, como o Cardeal Tobin, arcebispo de Newark que, por exemplo, realizou uma missa de boas-vindas para pessoas LGBT na sua catedral. Precisamente no verão passado, ele celebrou uma missa de boas-vindas para todas as pessoas LGBT na sua arquidiocese.

Portanto isto é uma direção, o que o Papa Francisco diz e faz, não é? O que ele diz sobre as pessoas LGBT e o que ele faz em termos de quem nomeia.

(Pe. James Martin SJ, America – The Jesuit Review, 03/11/2018 – tradução livre)

Já para não falar de si próprio e das razões pelas quais terá sido nomeado pelo Papa como Consultor do Dicastério para as Comunicações e do convite para fazer a sua propaganda LGBT no Encontro Mundial de Famílias 2018.

As palavras do ativista gay da Companhia de Jesus são importantes na medida em que corroboram as acusações referidas no “Testemunho” de D. Carlo Maria Viganò, as quais pressupõem a existência de um lobby homossexualista na Igreja com influência até na nomeação de bispos.

Basto 11/2018

Mais um ultra-misericordista para um alto cargo da Cúria Romana

O Papa Francisco nomeou o misericordista radical D. Charles Jude Scicluna, arcebispo de Malta, para Secretário Adjunto da Congregação para a Doutrina da Fé.

D. Charles Jude Scicluna, Arcebispo de Malta, ao lado de D. Mario Grech, Bispo de Gozo (Gozo é uma diocese sufragânea de Malta)

Scicluna foi um dos primeiros bispos do mundo a aderir à nova doutrina do Papa Francisco que tolera o divórcio e o recasamento. Neste sentido, logo em janeiro de 2017, publicou, em conjunto o bispo de Gozo, os critérios que autorizam a abertura da Sagrada Comunhão a praticantes habituais de adultério, nos termos do controverso documento Amoris Laetitia.

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Catholic Herald, 13 de janeiro de 2017.

O novo elemento da Congregação para a Doutrina da Fé é conhecido por tolerar e participar em cerimónias de apoio ao movimento LGBT nas igrejas de Malta.

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Malta Today, 18 de maio de 2014.

A página oficial da Arquidiocese de Malta faz questão de mostrar que D. Charles Scicluna teve muito gosto em receber de presente um livro de propaganda LGBT, intitulado “Os Nossos Filhos”, oferecido por elementos da comunidade gay Drachma.

O novo elemento do antigo Santo Ofício defende que o Estado deve criar legislação que proteja as uniões homossexuais, uma vez que tais uniões, segundo o arcebispo, “não deixam de ser um serviço à dignidade destas pessoas“, apesar de achar que a palavra “casamento” não é a mais adequada para estes casos…

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Página oficial da Arquidiocese de Malta, 01/07/2016.

Este homem foi convidado pelo Santo Padre para desempenhar um alto cargo no organismo da Igreja responsável por difundir a doutrina católica e defender a tradição da nossa fé.

Basto 11/2018

Propaganda gay disfarçada de doutrina cristã continua com o apoio da hierarquia católica

james.martin.lgbtO Pe. James Martin SJ continua obstinado nas suas ações de propaganda homossexualista através dos média e das redes sociais, num esforço incansável para enviar o maior número possível de almas para o Inferno. Fá-lo de forma pública e aberta, à vista de todos.

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In Twitter do Pe. James Martin SJ, 20/03/2018.

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Revista jesuíta America, 23/08/2018.

A aprovação papal das suas taras homopastorais é evidente, indo muito para além de um mero “quem sou eu para julgar”. O ativista gay da Companhia de Jesus nunca é repreendido por apoiar, em nome da Igreja, as práticas sexuais entre homens e entre mulheres. Pelo contrário, foi nomeado pelo Papa Francisco para o departamento de comunicações do Vaticano e convidado a proclamar a sua ideologia anti-cristã no Encontro Mundial das Famílias 2018, em Dublin.

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Ativista LGBT James Martin SJ no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, a convite do Vaticano, numa forte ação de propaganda para angariar novos adeptos e simpatizantes da ideologia gay no universo católico e promover a aceitação da militância LGBT na Igreja de Cristo.

Tudo isto acontece à vista de todos: fiéis, padres, bispos e cardeais. Alguns veem, gostam e até elogiam, outros veem, fazem de conta que não veem e calam-se de forma tácita, indiferente ou cobarde. O silêncio é, assim, o grande cúmplice desta nova e aberrante deriva homopastoral da Igreja Católica.

Basto 11/2018

Cardeal Omella acredita que Francisco nos propõe “novos tipos de famílias”

O cardeal D. Juan José Omella, arcebispo de Barcelona, que anteriormente terá ficado escandalizado com a atitude de defesa do matrimónio e da família tradicional tomada pelos quatro cardeais dos dubia, exorta-nos agora a mostrar abertura perante o caminho dos “novos tipos de família” sugerido pelo Santo Padre.

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A sua declaração surgiu durante a conferência de imprensa realizada no Vaticano, na passada sexta-feira 12 de outubro, no âmbito do chamado Sínodo dos Jovens.

“Como pessoas maduras, não devemos ter medo de embarcar nesse novo caminho que o Papa nos indica. É um caminho que nos leva a novos tipos de famílias, novas relações familiares, e não devemos ter medo de nos abrir a isso.”

(D. Juan José Omella; in Catholic Sat, 13/10/2018 – tradução livre)

Esta posição vai ao encontro da manifestada pelo cardeal de Chicago, D. Blase Cupich, que deseja ver o reconhecimento de “outras formas de família” para além da única estabelecida por Deus.

Basto 10/2018

Frases que nos fazem pensar: Arcebispo D. Georg Gänswein

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“A Igreja Católica está a olhar, cheia de desânimo, para o seu próprio 11 de setembro.”

(D. Georg Gänswein, arcebispo alemão titular da diocese italiana de Urbisaglia e Prefeito da Casa Pontífica)

Contexto da frase:

Comentário alusivo à crise de abusos de menores por parte de elementos do clero católico proferido durante a apresentação do livro “A opção Bento” de Rod Dreher, que decorreu no Parlamento Italiano, na data aniversária dos atentados terroristas às Torres Gémeas de Nova Iorque; in The Caholic Register, 11/09/2018 – tradução livre.

Basto 9/2018

Sacerdotes detidos em Miami pela prática de sexo gay na via pública

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Dois padres da Arquidiocese de Chicago foram detidos pela polícia devido à prática de sexo gay dentro de um automóvel estacionado numa zona pública e bastante frequentada da cidade de Miami, na Flórida, EUA. Os sacerdotes em questão são o Pe. Diego Berrio, de 39 anos, e o Pe. Edwin Giraldo-Cortez, de 30. O primeiro é diretor espiritual de um grupo de jovens denominado Iskali.

O administrador apostólico da Arquidiocese de Chicago é o arcebispo D. Blase Cupich, recentemente nomeado cardeal pelo Papa Francisco e citado há dias na carta de D. Carlo Maria Viganò.

Basto 9/2018

Colapsa o telhado da igreja de Coccopalmerio, o cardeal que valoriza os “aspectos positivos” das uniões homossexuais

A cobertura da Igreja de São José dos Carpinteiros, em Roma, colapsou quase por completo. Isto aconteceu por volta das 14 horas do passado dia 30 de agosto e por pouco não foi uma tragédia, dada a normal afluência de turistas e peregrinos.

Esta é uma igreja titular da cidade de Roma, o seu cardeal-diácono é D. Francesco Coccopalmerio, presidente emérito do Pontifício Conselho para os Textos Legislativos. Coccopalmerio foi uma das vozes mais heterodoxas durante a “tempestade” do chamado Sínodo da Família, tornando-se conhecido pela sua abertura pastoral à prática homossexual na qual consegue encontrar e valorizar “aspectos positivos”.

Temos de ter em consideração ambos, a doutrina e as pessoas. Consideremos um tópico muito problemático, extremamente atual: o tópico dos casais homossexuais. Se encontro um casal homossexual, percebo imediatamente que o seu relacionamento é ilícito: é o que a doutrina diz e reafirmo isso com absoluta certeza. No entanto, se eu bloquear na doutrina, deixo de ver as pessoas. Mas se eu perceber que duas pessoas se amam realmente, dizem que praticam a caridade para com os necessitados… então eu também posso dizer que, apesar da sua relação ser ilícita, surgem elementos positivos nessas duas pessoas. Em vez de fechar meus olhos a esses aspectos positivos, eu prefiro valorizá-los. É uma questão de ser objetivo e reconhecer objetivamente os pontos positivos num determinado relacionamento que é, em si mesmo, ilícito.

(Cardeal D. Francesco Coccopalmerio, in Inside the Vatican, 01/11/2014 – tradução livre)

São José dos Carpinteiros, como certamente saberá o cardeal, é também o castíssimo esposo da Mãe de Deus, o pai adotivo de Jesus e o sustentáculo das famílias.

As razões que fizeram desabar o teto da igreja lá acabarão depois por ser apuradas pelos engenheiros…

Basto 9/2018

“Ódio é não dizer que o sexo gay conduz ao Inferno”

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Foi desta forma que o leigo John-Henry Westen, cofundador e editor-chefe do Life Site News, respondeu ao ativista LGBT Pe. James Martin SJ. A afirmação foi proferida no encontro “Uma Conferência de Famílias Católicas“, um evento paralelo realizado em Dublin em protesto contra a anunciada agenda gay presente no Encontro Mundial das Famílias 2018.

O esforço popular para “desconvidar” o homossexualista jesuíta do Encontro Mundial das Famílias 2018 não foi suficiente, portanto, James Martin foi uma das principais figuras de cartaz com direito ao púlpito a partir do qual fez a sua conhecida propaganda gay. Entre os seus chavões ideológicos mais utilizados, Martin costuma acusar a Igreja de “ódio” para com as pessoas LGBT por lhes dizer que a prática homossexual é um pecado grave.

Os novíssimos ensinamentos morais do Pe. Martin – apreciados pelo Santo Padre – são no sentido de impor à Igreja uma nova pastoral que passe pela aceitação das práticas sodomitas através de uma espécie de homossexualismo pastoral.

Basto 8/2018

Emanuel Jaques, o pequeno mártir português no Canadá

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No verão de 1977, a cidade de Toronto, no Canadá, ficou chocada com o crime hediondo que vitimou Emanuel Jaques, filho de pais açorianos. O menino foi raptado, violado, torturado e assassinado por um grupo de adultos homossexuais (quatro acusados).

Emanuel Jaques, de 12 anos, era filho de pais pobres e costumava engraxar sapatos na baixa de Toronto, juntamente com o seu irmão Luciano Jaques, de 13, para angariar mais algum dinheiro para a família. No dia 28 de julho de 1977 , um dos criminosos convenceu o miúdo a ir consigo a um apartamento para realizar um trabalho de deslocação de material fotográfico, prometendo pagar-lhe 35 dólares por hora. Emanuel obteve autorização do seu irmão Luciano Jaques e, desde esse momento, desapareceu.

O seu corpo foi encontrado a 1 de agosto de 1977, embrulhado num saco de plástico, sobre o telhado de um edifício da Yongue Street, uma rua da baixa de Toronto que, à época, era procurada pelas suas salas de cinema pornográfico, prostituição e afins. Os resultados da autópsia revelaram que a criança foi vítima de uma “longa e violenta agressão sexual”.

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Cerca de 4000 pessoas presentes no funeral do pequeno Emanuel Jaques, em Toronto, no dia 4 de agosto de 1977; in CBC News, 22/06/2017 (foto: Alex Kalnins/Canadian Press).

A brutalidade do crime gerou, naquela altura, uma grande onda de contestação no Canadá, principalmente entre a comunidade portuguesa.

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Comunidade portuguesa manifesta-se nas ruas de Toronto (recorte do The Globe and Mail de 9 de agosto de 1977); in Torontoist, 11/06/2016.

Este é um caso relativamente desconhecido, mesmo em Portugal, talvez por não envolver membros do clero…

Basto 8/2018

Frases que nos fazem pensar: Pe. Fernando Calado Rodrigues

pe.fernando.calado.rodrigues“Em vez de ter medo que se lhe cole o rótulo de “gay friendly”, ou “LGBTIQ friendly”, Bragança deveria estar atenta aos benefícios de ser considerada uma cidade acolhedora em todas as dimensões, incluindo todos os que vivem a sua sexualidade com as mais diversas orientações, desde que respeitadores da sensibilidade dos outros.”

(Pe. Fernando Calado Rodrigues, pároco nas paróquias da cidade de Bragança e articulista do Jornal de Notícias)

Contexto da frase:

A frase faz parte de um artigo de apoio à realização da 1ª Marcha do Orgulho Gay em Bragança, a qual viria a realizar-se no dia 19 de maio de 2018. O artigo de opinião, intitulado “Bragança gay friendly“, é assinado pelo Pe. Fernando Calado Rodrigues no Jornal de Notícias, publicação onde o referido sacerdote escreve regularmente; in Jornal de Notícias, 30/04/2018.

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Ativistas gay junto à Sé Velha de Bragança; in SIC Notícias, 19/05/2018.

Recomenda-se ainda, do mesmo autor, a leitura do artigo “Não há vida como a vida de padre!”, publicado hoje no Jornal de Notícias, em que o sacerdote lamenta o facto de “muitas vezes” se ter preocupado “mais em aplicar a lei e as normas da Igreja do que em «acompanhar, discernir e integrar a fragilidade», como o Papa propõe na Amoris Lætitia“.

Basto 6/2018

Portugal orgulhosamente gay, de Faro a Bragança

Agora até em Bragança, mesmo debaixo das varandas das avós… A reportagem da SIC Notícias pode ser vista aqui.

Basto 5/2018

Gay praticante afirma que o Santo Padre o confirmou no homossexualismo

Juan Carlos Cruz é uma das alegadas ex-vítimas de abusos sexuais por parte de elementos do clero chileno, mais concretamente no âmbito do caso Karadigma. Após alguns desentendimentos públicos com a Santa Sé, Cruz foi convidado pelo Papa para passar alguns dias no Vaticano.

Depois de ter sido recebido pelo Santo Padre, Juan Carlos Cruz afirmou em entrevista ao El País que Francisco pediu-lhe perdão pelos abusos sexuais sofridos e confirmou-o na sua condição de “gay“.

P. Conversou [com o Papa] sobre sua homossexualidade e como sofreu mais por isso?

R. Sim, falamos. Ele tinha sido praticamente informado que eu era uma pessoa má. Alí eu expliquei-lhe que não sou a reencarnação de San Luís Gonzaga, mas não sou uma pessoa má, tento não magoar ninguém. Ele disse-me “Juan Carlos, que tu sejas gay não importa. Deus fez-te assim e ama-te assim e a mim não me importa. O Papa ama-te assim, tens de ser feliz com quem és.

(in El País, 19/05/2018 – tradução livre)

Na verdade, ser “gay” é muito mais do que simplesmente possuir tendências homossexuais. A condição de gay pressupõe militância ideológica e determinados comportamentos sociais completamente contrários à vontade de Deus.

Essas declarações, a confirmarem-se, representariam uma evolução da posição do Santo Padre em relação à militância gay.

Basto 5/2018

Presépio “sexualmente sugestivo” do Vaticano tem preocupantes ligações aos ativistas LGBT da Itália

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Por Diane Montagna

ROMA, 20 de dezembro, 2017 (LifeSiteNews) —A cena do presépio do Vaticano com um homem nu, um cadáver e nenhuma ovelha ou boi é oferta artística de uma abadia que é o foco das atenções dos ativistas LGBT italianos, como se constatou.

Investigações realizadas pelo LifeSiteNews revelaram que a Abadia de Montevergine, que doou o inovador “Presépio da Misericórdia”, abriga a imagem mariana que foi adotada como padroeira pelos ativistas LGBT italianos. O santuário da abadia é o destino anual de uma espécie de peregrinação sagrada e profana “ancestral do orgulho gay” que, segundo um ativista LGBT, nos últimos anos ganhou a “participação política ativa da comunidade LGBT”.

Um funcionário do governo do Vaticano disse ao LifeSiteNews que a abadia de Montevergine propôs inicialmente a ideia original para o “Presépio da Misericórdia”. O Vaticano discutiu e desenvolveu um projeto mais detalhado com a abadia, apresentando os planos finais ao Secretário de Estado e ao Papa Francisco para aprovação, a qual fora devidamente concedida.

“A presença da cena do Presépio do Vaticano é para nós uma razão para estarmos ainda mais felizes este ano”, afirmou Antonello Sannini, presidente do grupo de ativistas homossexuais Arcigay de Nápoles, ao LifeSiteNews, na terça-feira. “Para a comunidade homossexual e transexual em Nápoles, é um importante símbolo de inclusão e integração”.

Fúria em relação ao Presépio

A fúria sobre o Presépio Natalício explodiu no Twitter, na semana passada, quando as fotos de uma figura masculina quase completamente nua, representando a obra de misericórdia corporal “vestir os nus”, correram as redes sociais, originando controvérsia e duras críticas.

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Presépio do Vaticano: homem nu representando a obra de misericórdia corporal “vestir os nus”.

Os espectadores lamentaram a “localização proeminente e a pose lânguida” da figura, de acordo com o [portal de notícias] Breitbart, que informou que a pose da figura “levou muitos, nas redes sociais, a sugerir que existe um tom vagamente homoerótico na cena”.

O Facebook, acrescentando à fúria, rejeitou a foto, alegando a sua política contra imagens “sexualmente sugestivas ou provocativas”.

Um observador referiu, realtivamente ao pobre homem que precisa de roupas: “Eu trabalhei com um treinador pessoal. Esse tipo tem passado duas horas por dia, seis dias por semana no ginásio .”

“Esta horrível exposição, um atentado sacrílego, altamente enganoso e malévolo, que tenta transformar, na Praça de São Pedro, a santa inocência da manjedoura numa ferramenta de lobby do movimento dos direitos homossexuais, é apenas o último ato diabólico, mas é sintomático deste pontificado”, disse ao LifeSiteNews uma fonte próxima do Vaticano.

Entretanto, Antonio Cantone, o artista napolitano que criou o presépio, pareceu sugerir que pretendia que fosse provocativo.

“Não é um presépio efeminado; é particular e faz-nos pensar”, disse ele. “Não deixa ninguém indiferente; existem provocações”.

Entra um ícone mariano

O Presépio de Natal deste ano apresenta também uma reprodução do belo e antigo ícone de Nossa Senhora de Montevergine. O ícone original, alojado numa capela do santuário da montanha, mede [cerca de] 4 metros de altura por dois de largura, ilustrando a Santíssima Virgem sentada num trono com o divino Menino Jesus sentado no colo.

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Reprodução do ícone de Nossa Senhora de Montevergine colocada no lado esquerdo do Presépio do Vaticano.

A imagem mariana é escura, portanto o ícone é muitas vezes referido como uma das “Virgens Negras”. Entre a população local italiana, a sua aparência escura fez com que acreditassem que ela fazia parte da classe dos servos e então tornou-se carinhosamente conhecida pelos fiéis como a “Mamma Schiavano” ou “Mãe Escrava”.

Todos os anos, Nossa Senhora de Montevergine é homenageada por duas peregrinações ao seu santuário da montanha: uma a 2 de fevereiro, na festa da Purificação da Santíssima Virgem Maria, ou Candelária; e a outra a 12 de setembro, na festa do Santíssimo Nome de Maria, que é precedida por uma celebração de três dias.

Na noite anterior à festa, os peregrinos ficam alojados em Ospedaletto d’Alpinolo, a vila mais próxima da abadia, antes de fazerem a “sagliuta” ou “juta” (do italiano “salire“, que quer dizer subir) a pé ao santuário de Nossa Senhora de Montevergine no início da manhã seguinte. A celebração de três dias mistura o sagrado e o profano, incluindo danças e músicas acompanhadas por grandes pandeiros.

A “juta dei femminielli”

Nossa Senhora de Montevergine tem um significado particular para os homossexuais e transgéneros de Itália. Nossa Senhora de Montevergine salvou dois homossexuais da morte no inverno de 1256. O casal havia sido espancado, conduzido de noite pela cidade e levado para a montanha onde foram atados a uma árvore e abandonados para morrerem ao frio ou serem comidos por lobos. De acordo com a lenda, Nossa Senhora de Montevergine teve pena deles e libertou-os “miraculosamente”. Em 2017, o La Repubblica chamou-lhe “o milagre progressivo de uma Senhora amiga dos gays“.

Mais frequentemente, ela é conhecida como a mãe “que concede tudo e perdoa tudo”.

A “juta dei femminielli” (subida dos femminielli) é, portanto, realizada anualmente no dia da Candelária, para recordar a lenda através da música e da dança. Femminielli é um termo usado, na cultura napolitana tradicional, para referir uma população de homossexuais masculinos com expressão marcadamente feminina.

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O anjo do Presépio do Vaticano deste ano.

A comunidade LGBT olha para Nossa Senhora de Montevergine também porque ela se senta no antigo templo onde a deusa pagã Cibele foi adorada. Num artigo de 2014, intitulado “a procissão dos femminielli“, o La Repubblica observou que os sacerdotes eunucos de Cibele castravam-se ritualmente “para oferecer o seu sexo como um presente à sua deusa, para renascerem com uma nova identidade”.

Antonello Sannino, presidente da Arcigay de Nápoles, explicou ao LifeSiteNews que a “juta dei femminielli” envolve uma “mistura de sagrado e profano”. Ao admitir a sua própria distância em relação à Igreja, Sannino disse que “existe uma forte devoção popular entre os crentes”, mas para outros representa uma consagração pessoal a uma divindade não-cristã.

A peregrinação anual da Candelária é uma espécie de “orgulho gay ancestral”, explicou ele, e tem sido uma “maneira de acolher na cultura da cidade [de Nápoles] a figura do femminiello, que é perturbadora numa sociedade binária de “masculino-feminino”.

Montevergine politizada

Em 2002, a peregrinação chegou aos jornais quando o então abade de Montevergine, Tarcisio Nazzaro, expressou o seu descontentamento com a presença dos “femminielli” napolitanos.

De acordo com o La Repubblica, Nazzaro disse-lhes durante a Santa Missa, : “As vossas orações não são orações, mas um clamor com o qual Nossa Senhora não fica satisfeita e, portanto, não são bem-vindas. Vocês são como os comerciantes que encheram o templo até que Jesus os expulsou.” Alegadamente, ele terá confiado mais tarde ao Sacristão: “Eu não tenho nada contra ninguém, não quis ofender ninguém e muito menos esses fiéis. Mas o que é demais é demais. Precisamos de um pouco de respeito pelo lugar sagrado e a dignidade do santuário tem de ser preservada”.

O Catecismo da Igreja Católica afirma nos parágrafos 2358 e 2359 que, embora as inclinações homossexuais sejam “objetivamente desordenadas”, os homens e mulheres que sofrem essa provação “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza” e “todo o sinal de discriminação injusta para com eles deve ser evitado”, mas, como todos os cristãos, eles são “chamados à castidade” e à perfeição cristã.

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Um corpo a ser empurrado para o local de sepultamento, no Presépio do Vaticano deste ano, representando a obra de misericórdia corporal “enterrar os mortos”.

Sannino não repreendeu o abade, mas achou que a presença na abadia, em 2002, de Vladimir Luxuria, o primeiro deputado transexual em Itália, precipitou a controvérsia. “Em 2002 foi muito político”, disse ele.

Esse incidente galvanizou o movimento LGBT, afirmou Ottavia Voza, presidente da Arcigay de Salerno, ao LifeSiteNews. Outro incidente menor ocorreu em 2010, mas a “participação ativa e política da comunidade LGBT” começou após a controvérsia de 2002.

Um novo abade e uma nova abordagem

Em setembro de 2014, sob o pontificado de Francisco, foi eleito um novo abade de Montevergine, Dom Riccardo Luca Guariglia. No início desse ano, Luxuria escreveu uma carta ao Papa Francisco, em nome da comunidade LGBT, e apresentou-a publicamente no Santuário de Montevergine, na peregrinação da Candelária. Ninguém sabe porém se essa carta obteve resposta. Uma tradução em inglês pode ser lida aqui.

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O homem nu domina a cena a partir deste ângulo.

Em 2017, os líderes da comunidade LGBT conheceram o abade Guariglia. Voza disse que as relações são agora “excelentes” e que, este ano, “tiveram a oportunidade de dialogar com o abade”. Voza contou ao LifeSiteNews que Vladimir Luxuria estava lá e que o abade “parou para falar connosco”. Não foi uma reunião privada mas, “em essência, ele deu-nos sua bênção”, continuou Voza, acrescentando que o incidente de 2002 “foi completamente superado”.

“Ele recebeu-nos”, disse Voza, “e entendeu a importância da presença da comunidade”.

As questões intensificaram-se politicamente também em 2017, quando ativistas LGBT inauguraram em Ospedaletto d’Alpinolo a primeira casa de banho “sem género” de Itália, durante a peregrinação de 2 de fevereiro, e autoridades civis locais ofereceram cidadania honorária a um par de homossexuais “casados”. Em conjunto com os ativistas LGBT, as autoridades civis também inauguraram uma placa, na entrada da cidade, onde se lê “Ospedaletto d’Alpinolo é contra a homotransfobia e a violência de género”.

Na cerimónia, Vladimir Luxuria declarou que a pequena cidade de Ospedaletto d’Alpinolo deveria servir de modelo para o resto da Itália.

O abade Guariglia foi entrevistado sobre a “juta dei femminielli” em 2017, tendo dito: “São Bento diz-nos que os convidados têm de ser recebidos como o próprio Cristo” e a abadia tem “esta peculiaridade, a de acolher todos os tipos de peregrinos que chegam ao santuário, em primeiro lugar, para prestar homenagem ou confiar-se à Mãe de Deus e depois, também, para celebrar os sacramentos”.

Regresso ao neopaganismo

Sannino acolheu a cena do Presépio do Vaticano dizendo que acredita que é um “símbolo importante da inclusão e integração”, no entanto, se isso significa uma maior abertura da Igreja, isso depende do “quão conscientes” estavam os funcionários do Vaticano relativamente à ligação aos ativistas LGBT na tomada de decisão. Sannino acrestentou: “Esperamos que a Igreja desenvolva finalmente um verdadeiro sentido de abertura no seguimento das palavras do Papa”, referindo-se ao comentário de Francisco “Quem sou eu para julgar?”. “A Igreja é extremamente lenta nas suas transformações”, acredita ele, estando bastante confiante que “isso também acontecerá”.

querubins
Menino Jesus, coberto até ao Natal, cercado por aquilo que parecem ser querubins.

As pessoas em Roma, no entanto, questionam-se como será a resposta do Papa Francisco. Como em anos anteriores, espera-se que o Papa Francisco passe algum tempo em frente do Presépio, a orar em silêncio, no dia 31 de dezembro, depois das Vésperas e do canto da oração Te Deum de ação de graças na Basílica de São Pedro. A preocupação é se a imagem da sua oração silenciosa, em frente do ícone de Montevergine e do homem nu, posicionados em ambos os lados do Presépio, providenciará um sinal ou será usada para empurrar a agenda política de alguns elementos da comunidade LGBT.

Oficialmente, o Vaticano não tem feito comentários sobre o assunto, portanto não é claro o grau de consciência de quem tomou as decisões, no que concerne às ligações do Presépio à abadia de Montevergine, assim como as suas relações com os ativistas LGBT italianos. O LifeSiteNews contactou o porta-voz do Vaticano, Greg Burke, mas este recusou responder.

O italiano Roberto de Mattei, historiador da Igreja, da Fundação Lepanto, vê isto como a última tentativa de “paganizar a Itália e a Europa” através de meios indiretos, naquilo a que chama “neopaganização suave”.

Isto envolve a escolha de lugares do culto cristão “para devolvê-los às suas origens pagãs”, explicou De Mattei, enviando o cristianismo de volta à era das catacumbas, onde foi perseguido pelos pagãos. O movimento LGBT não é apenas político ou cultural, mas também um “movimento religioso” de características pagãs, acrescentou. “Isso não nos deve surpreender porque o sexo estava também no centro de muitos cultos pagãos”, disse De Mattei. “Isto, portanto, anuncia uma nova perseguição neopagã daqueles que permanecem fiéis ao catolicismo”.

De Mattei observou que no próximo ano completam-se 50 anos da revolução cultural ou sexual de 1968 e acredita que esta está a ser agora “transformada numa revolução religiosa”, onde o sexo, estando ainda no centro, está agora a ser “transformado numa divindade destinada a substituir o cristianismo”.

A edição original deste texto foi publicada pelo LifeSiteNews a 20 de dezembro de 2017. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do artigo acima é da inteira responsabilidade dos seus autores, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 12/2017