Frases que nos fazem pensar: Pe. Fernando Calado Rodrigues

pe.fernando.calado.rodrigues“Em vez de ter medo que se lhe cole o rótulo de “gay friendly”, ou “LGBTIQ friendly”, Bragança deveria estar atenta aos benefícios de ser considerada uma cidade acolhedora em todas as dimensões, incluindo todos os que vivem a sua sexualidade com as mais diversas orientações, desde que respeitadores da sensibilidade dos outros.”

(Pe. Fernando Calado Rodrigues, pároco nas paróquias da cidade de Bragança e articulista do Jornal de Notícias)

Contexto da frase:

A frase faz parte de um artigo de apoio à realização da 1ª Marcha do Orgulho Gay em Bragança, a qual viria a realizar-se no dia 19 de maio de 2018. O artigo de opinião, intitulado “Bragança gay friendly“, é assinado pelo Pe. Fernando Calado Rodrigues no Jornal de Notícias, publicação onde o referido sacerdote escreve regularmente; in Jornal de Notícias, 30/04/2018.

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Ativistas gay junto à Sé Velha de Bragança; in SIC Notícias, 19/05/2018.

Recomenda-se ainda, do mesmo autor, a leitura do artigo “Não há vida como a vida de padre!”, publicado hoje no Jornal de Notícias, em que o sacerdote lamenta o facto de “muitas vezes” se ter preocupado “mais em aplicar a lei e as normas da Igreja do que em «acompanhar, discernir e integrar a fragilidade», como o Papa propõe na Amoris Lætitia“.

Basto 6/2018

Portugal orgulhosamente gay, de Faro a Bragança

Agora até em Bragança, mesmo debaixo das varandas das avós… A reportagem da SIC Notícias pode ser vista aqui.

Basto 5/2018

Gay praticante afirma que o Santo Padre o confirmou no homossexualismo

Juan Carlos Cruz é uma das alegadas ex-vítimas de abusos sexuais por parte de elementos do clero chileno, mais concretamente no âmbito do caso Karadigma. Após alguns desentendimentos públicos com a Santa Sé, Cruz foi convidado pelo Papa para passar alguns dias no Vaticano.

Depois de ter sido recebido pelo Santo Padre, Juan Carlos Cruz afirmou em entrevista ao El País que Francisco pediu-lhe perdão pelos abusos sexuais sofridos e confirmou-o na sua condição de “gay“.

P. Conversou [com o Papa] sobre sua homossexualidade e como sofreu mais por isso?

R. Sim, falamos. Ele tinha sido praticamente informado que eu era uma pessoa má. Alí eu expliquei-lhe que não sou a reencarnação de San Luís Gonzaga, mas não sou uma pessoa má, tento não magoar ninguém. Ele disse-me “Juan Carlos, que tu sejas gay não importa. Deus fez-te assim e ama-te assim e a mim não me importa. O Papa ama-te assim, tens de ser feliz com quem és.

(in El País, 19/05/2018 – tradução livre)

Na verdade, ser “gay” é muito mais do que simplesmente possuir tendências homossexuais. A condição de gay pressupõe militância ideológica e determinados comportamentos sociais completamente contrários à vontade de Deus.

Essas declarações, a confirmarem-se, representariam uma evolução da posição do Santo Padre em relação à militância gay.

Basto 5/2018

Presépio “sexualmente sugestivo” do Vaticano tem preocupantes ligações aos ativistas LGBT da Itália

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Por Diane Montagna

ROMA, 20 de dezembro, 2017 (LifeSiteNews) —A cena do presépio do Vaticano com um homem nu, um cadáver e nenhuma ovelha ou boi é oferta artística de uma abadia que é o foco das atenções dos ativistas LGBT italianos, como se constatou.

Investigações realizadas pelo LifeSiteNews revelaram que a Abadia de Montevergine, que doou o inovador “Presépio da Misericórdia”, abriga a imagem mariana que foi adotada como padroeira pelos ativistas LGBT italianos. O santuário da abadia é o destino anual de uma espécie de peregrinação sagrada e profana “ancestral do orgulho gay” que, segundo um ativista LGBT, nos últimos anos ganhou a “participação política ativa da comunidade LGBT”.

Um funcionário do governo do Vaticano disse ao LifeSiteNews que a abadia de Montevergine propôs inicialmente a ideia original para o “Presépio da Misericórdia”. O Vaticano discutiu e desenvolveu um projeto mais detalhado com a abadia, apresentando os planos finais ao Secretário de Estado e ao Papa Francisco para aprovação, a qual fora devidamente concedida.

“A presença da cena do Presépio do Vaticano é para nós uma razão para estarmos ainda mais felizes este ano”, afirmou Antonello Sannini, presidente do grupo de ativistas homossexuais Arcigay de Nápoles, ao LifeSiteNews, na terça-feira. “Para a comunidade homossexual e transexual em Nápoles, é um importante símbolo de inclusão e integração”.

Fúria em relação ao Presépio

A fúria sobre o Presépio Natalício explodiu no Twitter, na semana passada, quando as fotos de uma figura masculina quase completamente nua, representando a obra de misericórdia corporal “vestir os nus”, correram as redes sociais, originando controvérsia e duras críticas.

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Presépio do Vaticano: homem nu representando a obra de misericórdia corporal “vestir os nus”.

Os espectadores lamentaram a “localização proeminente e a pose lânguida” da figura, de acordo com o [portal de notícias] Breitbart, que informou que a pose da figura “levou muitos, nas redes sociais, a sugerir que existe um tom vagamente homoerótico na cena”.

O Facebook, acrescentando à fúria, rejeitou a foto, alegando a sua política contra imagens “sexualmente sugestivas ou provocativas”.

Um observador referiu, realtivamente ao pobre homem que precisa de roupas: “Eu trabalhei com um treinador pessoal. Esse tipo tem passado duas horas por dia, seis dias por semana no ginásio .”

“Esta horrível exposição, um atentado sacrílego, altamente enganoso e malévolo, que tenta transformar, na Praça de São Pedro, a santa inocência da manjedoura numa ferramenta de lobby do movimento dos direitos homossexuais, é apenas o último ato diabólico, mas é sintomático deste pontificado”, disse ao LifeSiteNews uma fonte próxima do Vaticano.

Entretanto, Antonio Cantone, o artista napolitano que criou o presépio, pareceu sugerir que pretendia que fosse provocativo.

“Não é um presépio efeminado; é particular e faz-nos pensar”, disse ele. “Não deixa ninguém indiferente; existem provocações”.

Entra um ícone mariano

O Presépio de Natal deste ano apresenta também uma reprodução do belo e antigo ícone de Nossa Senhora de Montevergine. O ícone original, alojado numa capela do santuário da montanha, mede [cerca de] 4 metros de altura por dois de largura, ilustrando a Santíssima Virgem sentada num trono com o divino Menino Jesus sentado no colo.

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Reprodução do ícone de Nossa Senhora de Montevergine colocada no lado esquerdo do Presépio do Vaticano.

A imagem mariana é escura, portanto o ícone é muitas vezes referido como uma das “Virgens Negras”. Entre a população local italiana, a sua aparência escura fez com que acreditassem que ela fazia parte da classe dos servos e então tornou-se carinhosamente conhecida pelos fiéis como a “Mamma Schiavano” ou “Mãe Escrava”.

Todos os anos, Nossa Senhora de Montevergine é homenageada por duas peregrinações ao seu santuário da montanha: uma a 2 de fevereiro, na festa da Purificação da Santíssima Virgem Maria, ou Candelária; e a outra a 12 de setembro, na festa do Santíssimo Nome de Maria, que é precedida por uma celebração de três dias.

Na noite anterior à festa, os peregrinos ficam alojados em Ospedaletto d’Alpinolo, a vila mais próxima da abadia, antes de fazerem a “sagliuta” ou “juta” (do italiano “salire“, que quer dizer subir) a pé ao santuário de Nossa Senhora de Montevergine no início da manhã seguinte. A celebração de três dias mistura o sagrado e o profano, incluindo danças e músicas acompanhadas por grandes pandeiros.

A “juta dei femminielli”

Nossa Senhora de Montevergine tem um significado particular para os homossexuais e transgéneros de Itália. Nossa Senhora de Montevergine salvou dois homossexuais da morte no inverno de 1256. O casal havia sido espancado, conduzido de noite pela cidade e levado para a montanha onde foram atados a uma árvore e abandonados para morrerem ao frio ou serem comidos por lobos. De acordo com a lenda, Nossa Senhora de Montevergine teve pena deles e libertou-os “miraculosamente”. Em 2017, o La Repubblica chamou-lhe “o milagre progressivo de uma Senhora amiga dos gays“.

Mais frequentemente, ela é conhecida como a mãe “que concede tudo e perdoa tudo”.

A “juta dei femminielli” (subida dos femminielli) é, portanto, realizada anualmente no dia da Candelária, para recordar a lenda através da música e da dança. Femminielli é um termo usado, na cultura napolitana tradicional, para referir uma população de homossexuais masculinos com expressão marcadamente feminina.

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O anjo do Presépio do Vaticano deste ano.

A comunidade LGBT olha para Nossa Senhora de Montevergine também porque ela se senta no antigo templo onde a deusa pagã Cibele foi adorada. Num artigo de 2014, intitulado “a procissão dos femminielli“, o La Repubblica observou que os sacerdotes eunucos de Cibele castravam-se ritualmente “para oferecer o seu sexo como um presente à sua deusa, para renascerem com uma nova identidade”.

Antonello Sannino, presidente da Arcigay de Nápoles, explicou ao LifeSiteNews que a “juta dei femminielli” envolve uma “mistura de sagrado e profano”. Ao admitir a sua própria distância em relação à Igreja, Sannino disse que “existe uma forte devoção popular entre os crentes”, mas para outros representa uma consagração pessoal a uma divindade não-cristã.

A peregrinação anual da Candelária é uma espécie de “orgulho gay ancestral”, explicou ele, e tem sido uma “maneira de acolher na cultura da cidade [de Nápoles] a figura do femminiello, que é perturbadora numa sociedade binária de “masculino-feminino”.

Montevergine politizada

Em 2002, a peregrinação chegou aos jornais quando o então abade de Montevergine, Tarcisio Nazzaro, expressou o seu descontentamento com a presença dos “femminielli” napolitanos.

De acordo com o La Repubblica, Nazzaro disse-lhes durante a Santa Missa, : “As vossas orações não são orações, mas um clamor com o qual Nossa Senhora não fica satisfeita e, portanto, não são bem-vindas. Vocês são como os comerciantes que encheram o templo até que Jesus os expulsou.” Alegadamente, ele terá confiado mais tarde ao Sacristão: “Eu não tenho nada contra ninguém, não quis ofender ninguém e muito menos esses fiéis. Mas o que é demais é demais. Precisamos de um pouco de respeito pelo lugar sagrado e a dignidade do santuário tem de ser preservada”.

O Catecismo da Igreja Católica afirma nos parágrafos 2358 e 2359 que, embora as inclinações homossexuais sejam “objetivamente desordenadas”, os homens e mulheres que sofrem essa provação “devem ser acolhidos com respeito, compaixão e delicadeza” e “todo o sinal de discriminação injusta para com eles deve ser evitado”, mas, como todos os cristãos, eles são “chamados à castidade” e à perfeição cristã.

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Um corpo a ser empurrado para o local de sepultamento, no Presépio do Vaticano deste ano, representando a obra de misericórdia corporal “enterrar os mortos”.

Sannino não repreendeu o abade, mas achou que a presença na abadia, em 2002, de Vladimir Luxuria, o primeiro deputado transexual em Itália, precipitou a controvérsia. “Em 2002 foi muito político”, disse ele.

Esse incidente galvanizou o movimento LGBT, afirmou Ottavia Voza, presidente da Arcigay de Salerno, ao LifeSiteNews. Outro incidente menor ocorreu em 2010, mas a “participação ativa e política da comunidade LGBT” começou após a controvérsia de 2002.

Um novo abade e uma nova abordagem

Em setembro de 2014, sob o pontificado de Francisco, foi eleito um novo abade de Montevergine, Dom Riccardo Luca Guariglia. No início desse ano, Luxuria escreveu uma carta ao Papa Francisco, em nome da comunidade LGBT, e apresentou-a publicamente no Santuário de Montevergine, na peregrinação da Candelária. Ninguém sabe porém se essa carta obteve resposta. Uma tradução em inglês pode ser lida aqui.

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O homem nu domina a cena a partir deste ângulo.

Em 2017, os líderes da comunidade LGBT conheceram o abade Guariglia. Voza disse que as relações são agora “excelentes” e que, este ano, “tiveram a oportunidade de dialogar com o abade”. Voza contou ao LifeSiteNews que Vladimir Luxuria estava lá e que o abade “parou para falar connosco”. Não foi uma reunião privada mas, “em essência, ele deu-nos sua bênção”, continuou Voza, acrescentando que o incidente de 2002 “foi completamente superado”.

“Ele recebeu-nos”, disse Voza, “e entendeu a importância da presença da comunidade”.

As questões intensificaram-se politicamente também em 2017, quando ativistas LGBT inauguraram em Ospedaletto d’Alpinolo a primeira casa de banho “sem género” de Itália, durante a peregrinação de 2 de fevereiro, e autoridades civis locais ofereceram cidadania honorária a um par de homossexuais “casados”. Em conjunto com os ativistas LGBT, as autoridades civis também inauguraram uma placa, na entrada da cidade, onde se lê “Ospedaletto d’Alpinolo é contra a homotransfobia e a violência de género”.

Na cerimónia, Vladimir Luxuria declarou que a pequena cidade de Ospedaletto d’Alpinolo deveria servir de modelo para o resto da Itália.

O abade Guariglia foi entrevistado sobre a “juta dei femminielli” em 2017, tendo dito: “São Bento diz-nos que os convidados têm de ser recebidos como o próprio Cristo” e a abadia tem “esta peculiaridade, a de acolher todos os tipos de peregrinos que chegam ao santuário, em primeiro lugar, para prestar homenagem ou confiar-se à Mãe de Deus e depois, também, para celebrar os sacramentos”.

Regresso ao neopaganismo

Sannino acolheu a cena do Presépio do Vaticano dizendo que acredita que é um “símbolo importante da inclusão e integração”, no entanto, se isso significa uma maior abertura da Igreja, isso depende do “quão conscientes” estavam os funcionários do Vaticano relativamente à ligação aos ativistas LGBT na tomada de decisão. Sannino acrestentou: “Esperamos que a Igreja desenvolva finalmente um verdadeiro sentido de abertura no seguimento das palavras do Papa”, referindo-se ao comentário de Francisco “Quem sou eu para julgar?”. “A Igreja é extremamente lenta nas suas transformações”, acredita ele, estando bastante confiante que “isso também acontecerá”.

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Menino Jesus, coberto até ao Natal, cercado por aquilo que parecem ser querubins.

As pessoas em Roma, no entanto, questionam-se como será a resposta do Papa Francisco. Como em anos anteriores, espera-se que o Papa Francisco passe algum tempo em frente do Presépio, a orar em silêncio, no dia 31 de dezembro, depois das Vésperas e do canto da oração Te Deum de ação de graças na Basílica de São Pedro. A preocupação é se a imagem da sua oração silenciosa, em frente do ícone de Montevergine e do homem nu, posicionados em ambos os lados do Presépio, providenciará um sinal ou será usada para empurrar a agenda política de alguns elementos da comunidade LGBT.

Oficialmente, o Vaticano não tem feito comentários sobre o assunto, portanto não é claro o grau de consciência de quem tomou as decisões, no que concerne às ligações do Presépio à abadia de Montevergine, assim como as suas relações com os ativistas LGBT italianos. O LifeSiteNews contactou o porta-voz do Vaticano, Greg Burke, mas este recusou responder.

O italiano Roberto de Mattei, historiador da Igreja, da Fundação Lepanto, vê isto como a última tentativa de “paganizar a Itália e a Europa” através de meios indiretos, naquilo a que chama “neopaganização suave”.

Isto envolve a escolha de lugares do culto cristão “para devolvê-los às suas origens pagãs”, explicou De Mattei, enviando o cristianismo de volta à era das catacumbas, onde foi perseguido pelos pagãos. O movimento LGBT não é apenas político ou cultural, mas também um “movimento religioso” de características pagãs, acrescentou. “Isso não nos deve surpreender porque o sexo estava também no centro de muitos cultos pagãos”, disse De Mattei. “Isto, portanto, anuncia uma nova perseguição neopagã daqueles que permanecem fiéis ao catolicismo”.

De Mattei observou que no próximo ano completam-se 50 anos da revolução cultural ou sexual de 1968 e acredita que esta está a ser agora “transformada numa revolução religiosa”, onde o sexo, estando ainda no centro, está agora a ser “transformado numa divindade destinada a substituir o cristianismo”.

A edição original deste texto foi publicada pelo LifeSiteNews a 20 de dezembro de 2017. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do artigo acima é da inteira responsabilidade dos seus autores, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 12/2017

Travesti Conchita Wurst prega na catedral de Viena em cerimónia presidida pelo cardeal Schönborn

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O “misericordioso” cardeal D. Cristoph Schönborn, apresentador oficial da exortação apostólica Amoris Letitia, celebrou uma cerimónia sacrílega intitulada Mozart Requiem na sua Catedral de Santo Estêvão, em Viena (Áustria), para assinalar o Dia Mundial de Luta contra a SIDA (1 de dezembro). Um dos “pregadores” foi o travesti Thomas Neuwirth (mundialmente conhecido por Conchita Wurst ou “a mulher de barba”), vencedor do Festival Eurovisão da Canção de 2014, e outro foi Gery Keszler, o famoso organizador da gala anual gayLife Ball” de angariação de fundos para supostamente combater a SIDA.

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D. Cristoph Schönborn canta e bate palmas, ao lado de Gery Keszler, na sua catedral em Viena (Áustria) in ORF2.

 

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Gery Keszler discursa a partir do ambão da catedral de Santo Estêvão, in ORF2.

 

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Travesti “Conchita Wurst” discursa a partir do ambão da catedral de Santo Estêvão, in ORF2.

 

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Decoração da Catedral de Santo Estêvão, em Viena, Áustria, in ORF2.

A promoção da cultura gay no combate epidemiológico da SIDA é um fenómeno bastante difícil de entender…

Basto 12/2017

Bispo brasileiro ensina que homossexualidade é “um dom de Deus”

D. Antônio Carlos Cruz Santos é o bispo da diocese de Caicó, no Rio Grande do Norte, Brasil. No último domingo de julho, na homilia da missa de encerramento da festividade de Santana, o bispo condenou os “preconceitos contra os nossos irmãos homoafetivos”.

Em plena homilia, o bispo referiu-se à sodomia nestes termos:

Se não é escolha, se não é doença, na perspetiva da fé é dom, é dado por Deus.

(D. Antônio Santos, 30/07/2017)

Ao ouvirmos esta pregação, não podemos deixar de concluir que, se o bispo não sofre de alguma doença mental e se esta nunca foi a nossa Fé, isto só pode ser apostasia pura. E como já nos vamos habituando, lá tinha de vir a referência à nova misericórdia do Papa Francisco e, em particular, à sua famosa frase: “Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?” Mas, sem sairmos da mesma linha de interpretação, quem é D. Antônio Santos para julgar a doutrina constante da Igreja revelada pelo próprio Deus?

Nesta homilia, o bispo elogiou ainda a atitude pastoral do Santo Padre para com a transexual espanhola a quem o Papa telefonou no dia da Solenidade da Imaculada Conceição, em 2014, e convidou para uma visita a Roma (acompanhada da sua namorada homossexual) com as despesas a cargo da Santa Sé.

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Santo Padre acolhe calorosamente as duas senhoras homossexuais no Vaticano. A transexual Diego Lejárraga foi mulher até aos 40 anos, altura em que optou por se submeter a um conjunto de tratamentos e cirurgias para se transformar em homem. À esquerda encontra-se a sua namorada.

Após o encontro do casal lésbico com o Santo Padre, a transexual assumiu publicamente que saiu de cabeça erguida, vai à missa e comunga, sentido-se agora um verdadeiro homem. Aliás, o próprio Papa diz que ela agora é “homem” e “casado”, apesar de ter sido “rapariga”. E ela, que agora “é ele”, agradece.

Basto 8/2017

“Construindo a ponte” para o Inferno!

Um anjo conduzindo uma alma para o Inferno
“Um Anjo Conduzindo uma Alma para o Inferno” de um discípulo de Hieronimus Bosch, séc. XVI

O novo consultor do Vaticano, escolhido pelo Papa Francisco para a Comunicação, fala do seu novo livro “Construindo a Ponte”, uma obra muito elogiada por alguns dos novos cardeais.

Transcrição do vídeo:

Há lugar para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais na Igreja Católica? Como podem eles saber que Deus os ama? Como podem os bispos chegar aos católicos LGBT? Como podem as pessoas LGBT encontrar um lugar numa igreja que frequentemente parece o seu inimigo? Devem os funcionários da Igreja despedir empregados LGBT por se casarem com pessoas do mesmo sexo? Estes são tópicos tratados no meu mais recente livro, “Construindo a Ponte”.

A Igreja Católica tem a obrigação de receber as pessoas LGBT para lhes mostrar que são filhos queridos de Deus, para celebrar os seus dons, para ouvi-los, para acompanhá-los, para sofrer com e até por eles, porquê? Porque são seres humanos. Também são católicos. Eles foram batizados, então fazem parte da Igreja, tanto quanto eu, o seu bispo ou o Papa, e recentemente tem havido mais sinais da sua aceitação.

A mais famosa frase do Papa Francisco talvez seja: QUEM SOU EU PARA JULGAR?

Mas não precisamos de ir longe para encontrar outros sinais de abertura. O catecismo da Igreja Católica pede-nos que tratemos as pessoas LGBT com respeito, compaixão e sensibilidade. Essas virtudes podem também ajudar a comunidade LGBT em interação com a Igreja. No fundo, Jesus e o seu público ministério foi sempre tentar incluir pessoas, destacando especificamente o chegar às pessoas que se sentiam marginalizadas porque, para Jesus, não havia ninguém que fosse outro. Para Jesus não há nós e eles. Só existe nós.

“Construindo a Ponte”, contudo, é mais do que um convite para receber. Oferece também recursos espirituais práticos para Católicos LGBT e para as suas famílias e amigos. O livro inclui passagens bíblicas escolhidas, assim como meditações e questões de reflexão para ajudar os católicos LGBT na sua relação com Deus e no seu próprio auto-entendimento. E para ajudar a sua família e amigos também, porque ministrar católicos LGBT não é só sobre a pessoa LGBT, mas os seus pais, avós, irmãos e irmãs, tias e tios, como também os seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos e pessoas das suas paróquias.

Todo aquele que se preocupa com a vida espiritual e bem-estar das pessoas LGBT. Então eu espero que “Construindo Ponte” possa ajudar não só a pessoa LGBT não só a Igreja católica, mas todos aqueles que amam as pessoas LGBT, que espero que sejam todos.

(Pe. James Martin SJ in America Magazine – The Jesuit Review, 29/05/2017 – tradução)

No mesmo sentido, numa entrevista recente a respeito deste seu novo livro, o sacerdote jesuíta respondeu assim:

Entrevistador: O Catecismo da Igreja Católica ensina que “os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados“. Você afirma e concorda com este ensinamento e esta linguagem?

Pe. James Martin: Eu não sou teólogo, mas diria que alguma da linguagem usada no catecismo a respeito desse tema precisa de ser atualizada, de acordo com o que sabemos agora sobre a homossexualidade. Antigamente, por exemplo, o catecismo dizia que a orientação homossexual é “objetivamente desordenada”. Mas, como eu digo no livro, afirmar que uma das partes mais profundas da pessoa – a parte que dá e recebe amor – está desordenada é inutilmente ofensivo. Há algumas semanas atrás, conheci um teólogo italiano que sugeria que a frase “diferentemente ordenada” poderia transmitir essa ideia de modo mais pastoral”.

(in Religion News Service, 06/06/2017 – tradução)

É o lobby de Sodoma e Gomorra plenamente instalado e a funcionar na Igreja Católica.

Basto 6/2017

O novo livro de pastoral ‘gay’ do jesuíta James Martin

O sr. Pe. James Martin SJ, mundialmente conhecido pela sua pastoral gay e há poucos dias nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Secretaria para a Comunicação do Vaticano, acabou de lançar um livro baseado no seu conceito pastoral de “ponte com dois sentidos”.

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“Construindo a Ponte: como a Igreja Católica e a Comunidade LGBT podem entrar numa relação de respeito, compaixão e sensibilidade” (novo livro do Pe. James Martin SJ)

A conhecida abordagem pastoral deste jesuíta rejeita o apelo à conversão das pessoas com comportamentos LGBTQ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) para, em alternativa, propor à Igreja a aceitação desses comportamentos desde sempre condenados.

nomeação de James Mrtin SJ
Secretaria para a Comunicação do Vaticano

 

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Mensagem do Pe. James Martin na sua conta do Facebook a 12/04/2017

Ao nível da crítica literária citada pela editora na promoção do livro, destacam-se os elogios imediatos dos novos cardeais americanos Farrel e Tobin, que receberam o título cardinalício apenas no último mês de novembro.

Cadeal Kevin Farrell (antigo bispo de Dallas e atual Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida):

Farrell

Um livro bem-vindo e muito necessário que ajudará os bispos, sacerdotes, associados pastorais e todos os líderes da igreja a ministrar mais compassivamente à comunidade LGBT. Ajudará também os católicos LGBT a sentirem-se mais em casa, naquela que é, afinal, a sua Igreja.”

Cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark (EUA):

Tobin  

Em muitas partes da nossa igreja as pessoas LGBT foram feitas para se sentirem indesejadas, excluídas e até mesmo envergonhadas. O valente, profético e inspirador livro do Padre Martin marca um passo essencial para convidar os líderes das igrejas a ministrarem com mais compaixão e a lembrar aos católicos LGBT que fazem parte da nossa igreja como qualquer outro católico”.

(in Harper Collins Publishers – tradução livre)

Outra crítica favorável citada pela editora é o forte elogio do bispo radical Robert McElroy, da diocese de San Diego (EUA), considerado por muitos como um dos bispos mais “misericordiosos” do mundo e – entre nós – um forte candidato ao barrete cardinalício.

“O Evangelho exige que os católicos LGBT sejam genuinamente amados e valorizados na vida da Igreja. Eles não o são. Martin fornece-nos a linguagem, a perspetiva e o sentido de urgência para realizar a tarefa árdua, mas monumentalmente cristã, de substituir uma cultura de alienação por uma cultura de inclusão misericordiosa.”

(D. Robert McElroy in Harper Collins Publishers – tradução)

Ainda a congratulação de uma popular freira contemporânea, a Ir. Jeannine Gramick, uma religiosa americana pertencente à congregação das Irmãs de Loreto e conhecida defensora de várias “sensibilidades” sexuais.

“Sexualidade, género e religião – uma mistura volátil! Com este livro, o Padre Martin mostra como o Rosário e a bandeira do arco-íris podem encontrar-se pacificamente. Depois deste livro de leitura obrigatória, entenderás porquê a New Ways Ministry homenageou o Padre Martin com a ‘Condecoração Construindo Pontes’.”

(Ir. Jeannine Gramick in Harper Collins Publishers – tradução)

A Ir. Jeannine é cofundadora do famoso grupo de “católicos gay New Ways Ministry.

É a nova pastoral do arco-íris… Temos um clero cada vez mais colorido, mas quem somos nós para julgar?

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Grande discurso do Pe. James Martin SJ em defesa dos católicos LGBTQ – em direto

D. Kevin Joseph Farrell, bispo de Dallas, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

D. Joseph W. Tobin, arcebispo de Newark, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

Basto 4/2017

Schonborn no “Life Ball” 2016

O eminentíssimo Cardeal Schonborn, o intérprete (mais ou menos) oficial da exortação apostólica Amoris Letitia, conhecido promotor das novas doutrinas diabólicas pro-gay e pro-adultério, foi o convidado de honra no Life Ball em Viena, na Áustria, na passada sexta-feira.

O que andaria a fazer um cardeal por aquelas bandas? A pregar a “nova pastoral” da misericórdia talvez?

O que representam esses laços vermelhos?

O Life Ball é um grande evento gay que se realiza todos os anos para angariar de fundos para supostamente combater a SIDA.

Basto 6/2016