Ídolo Pachamama aclamado durante a Santa Missa, em catedral do Peru

Madre Tierra, Pachamama, te venimos a cantar,

Madre Tierra, Pachamama, alabar a mi Señor.

(Mãe Terra, Pachamama, te vimos cantar,

Mãe Terra, Pachamama, louvar ao meu Senhor.)

Missa presidida pelo arcebispo D. Carlos Castillo Mattasoglio, na Catedral de Lima, Peru, no dia um de setembro de 2019; in Infovaticana, 29 de outubro de 2019.

Basto 11/2019

Papa Francisco: Somos um empecilho para o encontro com Deus?

Num momento em que as atitudes dos mais altos representantes da Igreja Católica confunde as pessoas, quando prestam culto a divindades exóticas e dizem que a diversidade de religiões (e dos seus falsos deuses) é uma coisa boa, o Santo Padre questiona o comportamento dos católicos. Será que não estamos a dificultar, aos não cristãos, o encontro com Deus?

Praça de São Pedro, Roma, Audiência Geral de 16 de outubro de 2019.

Basto 10/2019

Bispos prestam culto a Pachamama na Basílica de São Pedro

No passado dia 7 de outubro, dia de Nossa Senhora do Rosário, alguns bispos presentes na Basílica de São Pedro, em Roma, juntaram-se à dança pagã em honra da Mãe Terra, transportando depois a estatueta da divindade pagã, em procissão, até à sala onde decorrem os trabalhos do Sínodo da Amazónia.

Basto 10/2019

Papa Francisco participa em ritual pagão celebrado nos jardins do Vaticano

O Santo Padre consagrou o Sínodo da Amazónia a São Francisco de Assis, nos jardins do Vaticano, numa cerimónia sincretista que incluiu um ritual pagão de fertilidade, danças ecuménicas, onde algumas pessoas dançaram com clérigos católicos e bruxos em torno de estatuetas indígenas, discursos vazios e uma árvore plantada ao som do Cântico das Criaturas, de São Francisco de Assis.

Pachamama ou Mãe Terra, a deusa indígena da fertilidade, foi sacrilegamente apresentada como “Nossa Senhora da Amazónia”, grávida, ao lado de outra semelhante que, numa aproximação à tradição cristã, só poderia ser Santa Isabel. Mas então quem seriam as divindades masculinas ali representadas, uma das quais ostentando uma ereção?

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E o mais assustador é que, enquanto estas coisas se vão sucedendo, a maioria dos católicos continua a assobiar para o lado.

Basto 10/2019

Brasileiros prestam culto à deusa Iemanjá em igreja católica dedicada a Nossa Senhora

As imagens acima foram captadas na Igreja de Nossa Senhora da Ajuda, em Porto Seguro, no estado brasileiro da Bahia, no momento em que passava a procissão da “deusa do mar”, provavelmente no passado dia 2 de fevereiro, dia da festa de Iemanjá.

O culto à divindade Iemanjá tem origem em crenças tribais africanas.

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À esquerda, uma representação da divindade Iemanjá; à direita, imagens do vídeo sacrílego com as intenções de oração do Santo Padre para janeiro de 2016 (na sua versão original).

Mais informação em: O Fiel Católico.

Basto 02/2019

Vaticano alia-se à celebração do “triunfo” de divindades hindus “sobre o mal”

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In Vatican News, 31/10/2018 – tradução livre.

Com o mesmo carisma ecumaníaco da peregrinação de Ceuta, agora, por ocasião da celebração de mais um Deepavali, o Vaticano une-se espiritualmente à alegria dos irmãos hindus pelo triunfo do deus Rama sobre o demónio Ravana.

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In Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, 31/10/2018 – tradução livre.

Como muitos católicos dirão, o Deepavali é um dos “muitos modos” de celebrar o “triunfo do bem sobre o mal”.

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“[…] procuram Deus ou encontram Deus de muitos modos.”, Papa Francisco in vídeo [sacrílego] de 2016.

A lenda diz que Rama era casado com a bela deusa Sita, mas Ravana queria-a para si. Como ela não aceitou recasar-se com Ravana, este resolveu raptá-la na noite mais escura do ano. Rama porém, seu legítimo esposo, acompanhado do seu divino irmão Lakshman, e ajudados por Hanuman, o deus macaco, enfrentaram Ravana, derrotaram-no e recuperaram Sita.

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Os protagonistas do “triunfo do bem sobre o mal”. Da esquerda para a direita: o deus Lakshman, a deusa Sita, o deus Rama e o deus Hanuman (também conhecido como o Rei dos Macacos ou ainda o Deus Macaco).

Depois de matar Ravana e de recuperar sua esposa, Rama e os restantes heróis viram o caminho de regresso iluminado pelas lamparinas das pessoas que ficaram cheias de alegria por este “triunfo do bem contra o mal”.

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Ravana, o rei demónio, personificação do mal, aquele que roubou a esposa de Rama e por isso foi destruído.

Mais preocupados com “bem-estar de todos” neste mundo do que com a necessidade de atrair almas para Reino de Deus, os senhores do Vaticano apresentam a nossa fé no Filho de Deus Vivo como uma mera tradição espiritual ou religiosa, equivalente a tantas outras ou à simples boa vontade.

Como crentes alicerçados nas nossas próprias tradições espirituais, e como indivíduos com preocupações compartilhadas pelo bem-estar de todos, podemos dar as mãos aos seguidores de outras tradições religiosas e a todas as pessoas de boa vontade, e fazer esforços coletivos e concertados para assegurar um presente feliz e um futuro promissor para os nossos irmãos e irmãs vulneráveis!

Desejamos a todos vocês um feliz Deepavali!

(Excerto da mensagem enviada pelo Vaticano aos hindus; in Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, 31/10/2018 – tradução livre)

Mas como podem os apóstolos de Cristo convencer, deste modo, os outros de que ainda vale a pena crer?

 

Basto 11/2018