Estatística portuguesa desmente argumento pró-legalização do aborto

Aquele falso argumento pseudo-humanista que dizia que a descriminalização da matança de crianças durante a sua gestação não aumentaria necessariamente o número de abortos é completamente refutado pela estatística portuguesa recente.

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Número de abortos executados em Portugal entre 1999 e 2016. Fonte: Wikipédia, acesso em 30/06/2018 (adaptado).

O número de vidas brutalmente erradicadas ao abrigo da iníqua Lei nº 16/2007, de 17 de abril, já ultrapassou várias dezenas de vezes o número de baixas portuguesas na Primeira Guerra Mundial.

Basto 7/2018

Haverá maior blasfémia em Portugal?

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Da vasta lista de hospitais públicos do nosso país que executam abortos a pedido da mulher, uma grande parte tem nomes de santos, de Maria e até do próprio Deus.

  • Hospital da Senhora da Oliveira (Guimarães)
  • Hospital São Marcos (Braga)
  • Hospital de São Pedro (Vila Real)
  • Hospital do Médio Ave, que é o de Santo Tirso (Santo Tirso)
  • Hospital de Santo António (Porto)
  • Hospital de São João (Porto)
  • Hospital Padre Américo (Penafiel)
  • Hospital de São Sebastião (Santa Maria da Feira)
  • Hospital de São Miguel (Oliveira de Azeméis)
  • Hospital de São Teotónio (Viseu)
  • Hospital de Santo André (Leiria)
  • Hospital de Nossa Senhora do Rosário (Barreiro)
  • Hospital de Santa Maria (Lisboa)
  • Hospital de São Bernardo (Setúbal)
  • Hospital do Divino Espírito Santo (Ponta Delgada)
  • Centro Hospitalar do Médio Tejo, que inclui o Hospital de Nossa Senhora da Graça (Tomar) e o Hospital Rainha Santa Isabel (Torres Novas)

A lei do aborto foi aprovada e concretizada em Portugal por agentes políticos eleitos e reeleitos livremente pelo povo desta nação consagrada à Mãe de Deus. Os elevados custos desta política contra a vida humana, que já leva mais de uma década de infame existência, têm sido financiados com impostos de todos os portugueses. Os mesmos portugueses que, durante a mesma década, ouviram todos os discursos da “tanga”, do “apertar o cinto”, do deficit, da austeridade e da troika.

A responsabilidade é todos, incluindo os indiferentes, os que se calam e os que deviam falar mais.

Basto 10/2017