Podemos continuar a ignorá-Lo?

Chegámos a junho e a saga continua. Já vamos no sexto episódio desta série de vídeos marados! Como já não há mais estratégias para esconder o crucifixo, repetem-se os mesmos truques pueris utilizados nos meses anteriores: atrás da mão, atrás do tampo da secretária, enfim, uma tristeza!

À exceção do sacrilégio de janeiro, Jesus Cristo, o nosso Deus, continua a ser o grande ausente destes apontamentos “catequéticos” transmitidos pelo Bispo de Roma à humanidade. Quem diria?!

crucifixo
 Deum de Deo, Lumen de Lúmine, Deum Verum de Deo Vero.

Cristo Crucificado não é nada de escandaloso, antes pelo contrário, é o sentido das nossas vidas.

junho
Vídeo do Papa de junho

Ignorá-Lo nunca foi uma boa ideia, e isso só continuará a acontecer apenas enquanto o Seu Pai o permitir. Se o permitiu até agora, foi por alguma razão.

Marginalizados, cidades, euros, cêntimos, esmolas, idosos, doentes, solidariedade, cultura do encontro, convívio, jazz… Mas falta ali qualquer coisa, aquilo que deveria mover tudo o resto.

Jesus respondeu-lhes: «Ide contar a João o que vedes e ouvis: Os cegos vêem e os coxos andam, os leprosos ficam limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa-Nova é anunciada aos pobres. E bem-aventurado aquele que não encontra em mim ocasião de escândalo.»

(Mt 11, 4-6)

É uma resposta curiosa, esta de Jesus Cristo: “e o Evangelho é anunciado aos pobres”. Uma mensagem profunda e codificada, cujo significado não está ao alcance de todos, mas apenas daqueles a quem estava destinada.

 

Basto 6/2016

Barrabás

 

Hoje, como há 2000 anos atrás, a Verdade continua a ser incómoda e, por isso, tentam eliminá-la.

A Verdade da Igreja instituída por Jesus Cristo é desconfortável para o mundo atual. A sua doutrina, a sua moral, a sua pastoral não servem aos desejos e interesses desta geração medíocre que deseja uma nova verdade mais fácil, mais apetecível, mais mundana.

A Verdade é hoje, mais uma vez, julgada na praça pública. Como no passado, homens do Templo, da hierarquia religiosa, querem a Verdade destruída, apontando o caminho da iniquidade e levando o povo com eles. Como no passado, o poder civil executa a iniquidade, legitimado pelo mesmo povo. O povo não quer a Verdade, deseja a iniquidade.

A humanidade de hoje, em estado de loucura, continua a gritar por Barrabás.

 

Basto 3/2016