D. António Marto recebe alto cargo na Cúria Romana

A Alegria do Amor tem proporcionado bastante alegria na carreira eclesiástica do prelado transmontano, um homem moderno de mente aberta e liberta dos velhos preconceitos católicos e fatimistas relativos ao divórcio e ao recasamento civil. Poucas semanas após ter sido criado de cardeal, D. António Marto é agora nomeado pelo mesmo Papa para o Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, vendo assim reconhecido o mérito da sua forte adesão às novas e revolucionárias doutrinas de Francisco sobre a família e o matrimónio.

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In Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé, 06/10/2018.

Depois de se ter empenhado afincadamente para ver implementada a prática de Amoris Laetitia em Portugal, o bispo de Leiria-Fátima irá agora exercer funções no departamento do Vaticano responsável pelas questões relacionadas com a família e, desse modo, ajudar a implementar essa prática sacrílega no resto do mundo católico.

O bispo português será um colaborador próximo do arcebispo pró-gay de Dallas (EUA), D. Kevin Farrell, também ele criado cardeal por Francisco e nomeado prefeito do mesmo dicastério.

In Agência Ecclesia, 12/04/2016.

Logo veremos se o bispo de Leiria-Fátima conseguirá convencer os mais céticos acerca da “genialidade” da nova solução pastoral do Papa Francisco para os casos de adultério continuado e persistente. No fundo, é como ensinar a fazer omeletes sem ovos…

Basto 10/2018

Cardeal Kevin Farrell: todos são bem-vindos

O cardeal D. Kevin Farrell, Prefeito do novo Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida, foi o convidado de honra na “Convenção Fé & Vida” realizada em Belfast, na Irlanda do Norte, no passado dia 30 de setembro.

D. Kevin Joseph Farrell, bispo de Dallas, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

Basto 11/2017

Cá vamos nós outra vez: Atualização sobre o falso sínodo III

Por Christopher A. Ferrara

À medida que o Sínodo de 2018 da “Juventude, Fé e Discernimento Vocacional” se aproxima, todos os sinais indicam outro desastre iminente para a Igreja. Na sua “Carta aos Jovens” ligada ao Sínodo, o Papa Francisco declara: “Também a Igreja deseja colocar-se à escuta da vossa voz, da vossa sensibilidade, da vossa fé; até das vossas dúvidas e das vossas críticas. Fazei ouvir o vosso grito, deixai-o ressoar nas comunidades e fazei-o chegar aos pastores.”

Precisamente o que a Igreja precisa no meio da tempestade que o Papa Francisco já desencadeou: um fórum no qual os “jovens” levantam as suas dúvidas e críticas sobre a Fé e a Igreja escuta atentamente os inteiros disparates das suas queixas. O contexto perfeito para o próximo “desenvolvimento revolucionário” – ou seja, a total reversão – do ensinamento católico, provavelmente na área da moral sexual, incluindo a coabitação e a “orientação sexual”. Isso estaria em linha com os falsos Sínodos I e II, que foram meros veículos para o lançamento da Amoris Laetitia, que fraturou a bimilenar disciplina eucarística da Igreja que protege a indissolubilidade do casamento e a santidade do Santíssimo Sacramento.

Outro sinal de desastre iminente é o “Fórum da Juventude” recentemente realizado no Canadá (que será transmitido na televisão em 22 de outubro), onde o Papa Francisco interveio à distância. Os presidentes não eram outros senão estes dois –

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– O padre Thomas Rosica e o bispo Kevin Farrell, ambos “simpatizantes pro-gay” defensores de uma emergente “Igreja Gay, incluindo “paróquias gay” e “sacerdotes gay“.

Na sua mensagem dirigida ao fórum, o Papa Francisco pediu aos “jovens” de todo o Canadá para que sejam “tecedores de relacionamentos marcados pela confiança, pela partilha, pela abertura até aos confins do mundo. Não levantem paredes de divisão: não levantem paredes de divisão! Construam pontes, como esta extraordinária que estão a atravessar em espírito e que liga as margens de dois oceanos. Vós estais a experimentar um momento de intensa preparação para o próximo Sínodo – o Sínodo dos Bispos – que vos diz respeito de um modo particular, assim como envolve toda a comunidade cristã.”

Abertura! Sem paredes de divisão! Construir pontes! Como a “ponte” que o Padre James Martin SJ propõe construir para a “comunidade LGBT”, talvez? Não houve referência, é claro, à castidade entre os “jovens” não casados ​​ou à fidelidade aos ensinamentos da Igreja sobre casamento, procriação e moral sexual em geral. Houve, no entanto, uma referência a “um momento de intensa preparação para o próximo Sínodo”, o que implica o mesmo tipo de semi-gnóstico pseudo-misticismo que acompanhou os dois primeiros falsos sínodos em direção a um resultado predeterminado, que passou por uma inspiração pelo “Espírito” e uma aparência de “surpresas de Deus”.

O que quer que seja que os manipuladores do próximo falso sínodo tenham em mente – a mesma equipa que manipulou os dois primeiros -, podemos ter certeza disto: não será bom para a Igreja, mas será antes a próxima fase da “batalha final” sobre o casamento e a família, a respeito da qual Irmã Lúcia advertiu o falecido Cardeal Caffarra à luz do Terceiro Segredo de Fátima.

Lembrem-se, no entanto, de que há esperança nesses desenvolvimentos, pois eles indicam que nos aproximamos do ponto em que uma inversão dramática terá de ocorrer, mesmo que seja acompanhada por graves consequências para um mundo em rebelião contra o Cristo Rei e a Lei do Evangelho.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center a 20 de outubro de 2017. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 10/2017

O novo livro de pastoral ‘gay’ do jesuíta James Martin

O sr. Pe. James Martin SJ, mundialmente conhecido pela sua pastoral gay e há poucos dias nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Secretaria para a Comunicação do Vaticano, acabou de lançar um livro baseado no seu conceito pastoral de “ponte com dois sentidos”.

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“Construindo a Ponte: como a Igreja Católica e a Comunidade LGBT podem entrar numa relação de respeito, compaixão e sensibilidade” (novo livro do Pe. James Martin SJ)

A conhecida abordagem pastoral deste jesuíta rejeita o apelo à conversão das pessoas com comportamentos LGBTQ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) para, em alternativa, propor à Igreja a aceitação desses comportamentos desde sempre condenados.

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Secretaria para a Comunicação do Vaticano

 

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Mensagem do Pe. James Martin na sua conta do Facebook a 12/04/2017

Ao nível da crítica literária citada pela editora na promoção do livro, destacam-se os elogios imediatos dos novos cardeais americanos Farrel e Tobin, que receberam o título cardinalício apenas no último mês de novembro.

Cadeal Kevin Farrell (antigo bispo de Dallas e atual Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida):

Farrell

Um livro bem-vindo e muito necessário que ajudará os bispos, sacerdotes, associados pastorais e todos os líderes da igreja a ministrar mais compassivamente à comunidade LGBT. Ajudará também os católicos LGBT a sentirem-se mais em casa, naquela que é, afinal, a sua Igreja.”

Cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark (EUA):

Tobin  

Em muitas partes da nossa igreja as pessoas LGBT foram feitas para se sentirem indesejadas, excluídas e até mesmo envergonhadas. O valente, profético e inspirador livro do Padre Martin marca um passo essencial para convidar os líderes das igrejas a ministrarem com mais compaixão e a lembrar aos católicos LGBT que fazem parte da nossa igreja como qualquer outro católico”.

(in Harper Collins Publishers – tradução livre)

Outra crítica favorável citada pela editora é o forte elogio do bispo radical Robert McElroy, da diocese de San Diego (EUA), considerado por muitos como um dos bispos mais “misericordiosos” do mundo e – entre nós – um forte candidato ao barrete cardinalício.

“O Evangelho exige que os católicos LGBT sejam genuinamente amados e valorizados na vida da Igreja. Eles não o são. Martin fornece-nos a linguagem, a perspetiva e o sentido de urgência para realizar a tarefa árdua, mas monumentalmente cristã, de substituir uma cultura de alienação por uma cultura de inclusão misericordiosa.”

(D. Robert McElroy in Harper Collins Publishers – tradução)

Ainda a congratulação de uma popular freira contemporânea, a Ir. Jeannine Gramick, uma religiosa americana pertencente à congregação das Irmãs de Loreto e conhecida defensora de várias “sensibilidades” sexuais.

“Sexualidade, género e religião – uma mistura volátil! Com este livro, o Padre Martin mostra como o Rosário e a bandeira do arco-íris podem encontrar-se pacificamente. Depois deste livro de leitura obrigatória, entenderás porquê a New Ways Ministry homenageou o Padre Martin com a ‘Condecoração Construindo Pontes’.”

(Ir. Jeannine Gramick in Harper Collins Publishers – tradução)

A Ir. Jeannine é cofundadora do famoso grupo de “católicos gay New Ways Ministry.

É a nova pastoral do arco-íris… Temos um clero cada vez mais colorido, mas quem somos nós para julgar?

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Grande discurso do Pe. James Martin SJ em defesa dos católicos LGBTQ – em direto

D. Kevin Joseph Farrell, bispo de Dallas, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

D. Joseph W. Tobin, arcebispo de Newark, nos EUA, foi criado cardeal pelo Papa Francisco no consistório de 19 de novembro de 2016.

Basto 4/2017