Donald Trump pede ao Congresso uma lei que proíba o aborto nos últimos meses de gravidez

Reagindo à barbaridade da nova Lei de Saúde Reprodutiva aprovada pelo Senado do Estado de Nova Iorque, o Presidente dos EUA pediu ao Congresso a proibição do aborto nos últimos meses de gravidez.

O aborto é um ato desumano em todas as fases da gravidez.

Basto 02/2019

Estado de Nova Iorque autoriza o aborto em qualquer fase da gravidez

A nova Lei de Saúde Reprodutiva aprovada no dia 22 de janeiro pelo Senado do Estado de Nova Iorque, EUA, alarga a legalização do aborto a todas as fases de gestação, ou seja, durante os nove meses de gravidez, até momentos antes do nascimento. Deste modo, as mães daquele estado americano poderão agora abortar bebés com esta idade:

Basto 01/2019

Haverá maior blasfémia em Portugal?

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Da vasta lista de hospitais públicos do nosso país que executam abortos a pedido da mulher, uma grande parte tem nomes de santos, de Maria e até do próprio Deus.

  • Hospital da Senhora da Oliveira (Guimarães)
  • Hospital São Marcos (Braga)
  • Hospital de São Pedro (Vila Real)
  • Hospital do Médio Ave, que é o de Santo Tirso (Santo Tirso)
  • Hospital de Santo António (Porto)
  • Hospital de São João (Porto)
  • Hospital Padre Américo (Penafiel)
  • Hospital de São Sebastião (Santa Maria da Feira)
  • Hospital de São Miguel (Oliveira de Azeméis)
  • Hospital de São Teotónio (Viseu)
  • Hospital de Santo André (Leiria)
  • Hospital de Nossa Senhora do Rosário (Barreiro)
  • Hospital de Santa Maria (Lisboa)
  • Hospital de São Bernardo (Setúbal)
  • Hospital do Divino Espírito Santo (Ponta Delgada)
  • Centro Hospitalar do Médio Tejo, que inclui o Hospital de Nossa Senhora da Graça (Tomar) e o Hospital Rainha Santa Isabel (Torres Novas)

A lei do aborto foi aprovada e concretizada em Portugal por agentes políticos eleitos e reeleitos livremente pelo povo desta nação consagrada à Mãe de Deus. Os elevados custos desta política contra a vida humana, que já leva mais de uma década de infame existência, têm sido financiados com impostos de todos os portugueses. Os mesmos portugueses que, durante a mesma década, ouviram todos os discursos da “tanga”, do “apertar o cinto”, do deficit, da austeridade e da troika.

A responsabilidade é todos, incluindo os indiferentes, os que se calam e os que deviam falar mais.

Basto 10/2017