Fiéis de Malta rejeitam o sacrilégio imposto pelos seus bispos

Grupo de fiéis de Malta publicou uma súplica aos bispos locais para revogarem as orientações que promovem a comunhão de adúlteros. A súplica ocupa uma página inteira no mais importante jornal nacional e foi paga pelos responsáveis como uma informação publicitária.

malta4
Times of Malta, 25 de janeiro de 2017

A pagina assume o formato de carta aberta dirigida aos bispos de Malta, intitulando-se:  Uma Súplica pela Verdadeira Misericórdia e Arrependimento. O grupo de católicos responsáveis está ligado à organização internacional Veri Catholici.

A carta exorta os bispos a serem de facto os “sucessores do Apóstolo Paulo nas Ilhas de Malta” e apela a todos os bispos católicos do mundo para defenderem a Sagrada Eucaristia e a Fé Católica nos sacramentos do Matrimónio e da Reconciliação.

malta3
Página oficial da Igreja Católica em Malta

Malta é um  microestado insular localizado no Mar Mediterrâneo, tem apenas duas dioceses. A adesão dos seus dois bispos a esta nova “misericórdia” do Papa Francisco, implica toda a hierarquia religiosa daquela nação. Todos os sacerdotes malteses estão agora institucionalmente obrigados, pela hierarquia local, a praticar o sacrilégio de dar a comunhão a adúlteros.

Basto 2/2017

A história de Willa

O ativismo dos pais de “Willa”, que utilizaram o seu próprio filho em ações de propaganda ideológica, contribuiu para que Malta tivesse aprovado, no ano passado, uma das leis consideradas mais “progressistas” – ou antes, mais radicais – do mundo ao nível da identidade de género.

WILLA – 7 anos de idade (Malta)

A minha vida quando tinha de viver como um rapaz era muito má, até que um dia disse a meus pais que eu sentia que era uma menina e eles aceitaram-me. Então deixaram-me vestir de menina dentro de casa para eu poder ver se isso estava bem para mim. E isso foi bom para mim porque a minha vida era muito melhor e se eles não me tivessem deixado viver como uma menina eu ficaria ainda muito mais triste.

Depois disso, quando viram que aquilo era verdadeiramente quem eu era, deixaram-me viver como menina também lá fora.

A Lei da Identidade de Género foi dedicada a mim. Senti-me mesmo orgulhosa. Isso significa que as pessoas trans, como eu, terão melhores direitos.

Agora estou muito feliz a viver como uma menina. Eu sou Willa em todo o lado, quando estou em casa e também na escola. Sou plenamente respeitada enquanto Willa e isso é o que as outras crianças trans também necessitam. Nós deveríamos simplesmente ser autorizados a viver como somos porque nós sabemos quem somos.

As crianças trans necessitam de ser ouvidas. Nós não temos uma desordem e não nos conseguirão modificar. Nós somos quem somos.

Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Muitos acreditam que o reino do anticristo é um mito ou uma coisa destinada a um futuro muito distante, no entanto, se prestarmos bem atenção ao que se passa à nossa volta, verificamos que algumas das suas bases estão já amplamente implantadas nos reinos tradicionalmente cristãos.

Nos nossos dias, o poder de Herodes ultrapassou largamente os limites territoriais da Judeia e a sua fúria entra na profundeza das almas dos inocentes.

 

Basto 12/2016