Santo Padre assina camisola para ativista LGBT anglicana

Francisco recebeu, no dia 14 de novembro, Jayne Ozanne, uma conhecida lésbica anglicana, que se notabilizou internacionalmente pelo seu ativismo na luta contra as terapias de conversão de homossexuais, através de uma organização homossexualista designada Ozanne Foundation.

Ozanne ofereceu ao Santo Padre um “estudo da fé e sexualidade em 2018” e um exemplar autografado do livro de memórias pessoais Just Love, onde descreve o seu discernimento vocacional na descoberta das virtudes do homossexualismo cristão.

Em retribuição, Francisco ofereceu-lhe um autógrafo numa tshirt e algumas palavras simpáticas.

Depois disso, Ozanne foi a correr dizer aos paroquianos e à sacerdotisa da sua igreja local em Littlemore, Inglaterra, que o Santo Padre tinha assinado uma camisola para eles.

O encontro com o Santo Padre foi visto por Jayne Ozanne e pelos média mundiais como uma confirmação da lésbica britânica no homossexualismo e um apoio ao ativismo LGBT, tendo acontecido na mesma altura em que Francisco comparou as declarações dos governantes que condenam as práticas homossexuais com os “discursos de Hitler em 1934”.

Basto 11/2019

Contra Recentia Sacrilegia: Protesto contra os atos sacrílegos do Papa Francisco

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Grupo de académicos, clérigos e leigos, lança abaixo-assinado de protesto contra “os atos sacrílegos e supersticiosos cometidos pelo Papa Francisco”, pedindo-lhe que se arrependa publicamente dos “pecados” e “ofensas que cometeu contra Deus”.

Contra Recentia Sacrilegia

Protesto contra os atos sacrílegos do Papa Francisco

Nós, os abaixo-assinados investigadores e académicos clérigos e leigos católicos, protestamos contra e condenamos os atos sacrílegos e supersticiosos cometidos pelo Papa Francisco, Sucessor de São Pedro, no âmbito do recente Sínodo que teve lugar em Roma.
Tais actos sacrílegos foram os seguintes:

  • A 4 de Outubro, o Papa assistiu a um ato de culto idólatra da deusa pagã Pachamama.
  • O Papa permitiu que tal ato de culto fosse praticado nos Jardins Vaticanos, profanando deste modo as áreas vizinhas das sepulturas dos mártires e da igreja de São Pedro Apóstolo.
  • O Papa participou deste ato de culto idólatra abençoando a imagem de madeira da Pachamama.
  • A 7 de Outubro, o ídolo da Pachamama foi posto diante do altar-mor de São Pedro e foi depois levado em procissão até à Sala do Sínodo. O Papa Francisco recitou orações numa cerimónia envolvendo esta imagem e juntou-se depois à dita procissão.
  • Depois que várias imagens desta deusa pagã foram removidas da igreja de Santa Maria in Traspontina, onde haviam sido postas sacrilegamente, e tendo sido em seguida arrojadas ao Tibre por católicos indignados com essa profanação daquela igreja, o Papa, a 25 de Outubro, ofereceu desculpas pela remoção das imagens, e outra imagem de madeira da Pachamama foi de novo posta na igreja. Deu-se, assim, início a uma ulterior profanação.
  • A 27 de Outubro, por ocasião da Missa de encerramento do Sínodo, o Papa aceitou uma taça que fora usada no culto idólatra da Pachamama e pô-la sobre o altar.

O próprio Papa confirmou que estas imagens de madeira eram ídolos pagãos. No curso do seu pedido de desculpas pela remoção destes ídolos do interior de uma igreja católica, o Papa usou especificamente para eles o nome de Pachamama, nome que, de acordo com uma crença religiosa da América do Sul, corresponde à falsa divindade mãe terra.

Diferentes atos desta cadeia de eventos foram já condenados como idólatras ou sacrílegos pelo Cardeal Walter Brandmüller, Cardeal Gerhard Müller, Cardeal Jorge Urosa Savino, Arcebispo Carlo Maria Viganò, Bispo Athanasius Schneider, Bispo José Luis Azcona Hermoso, Bispo Rudolf Voderholzer e Bispo Marian Eleganti. Por fim, no curso deu ma entrevista, também o Cardeal Raymond Burke fez igual apreciação do culto que foi prestado.

Esta participação em idolatria foi antecipada pela declaração intitulada “Documento sobre a Fraternidade Humana”, assinada pelo Papa Francisco e Ahmad Al-Tayyeb, o Grande Imã da mesquita de Al-Azhar, a 4 de Fevereiro de 2019. Esta declaração afirmou que:

«O pluralismo e as diversidades de religião, de cor, de sexo, de raça e de língua fazem parte daquele sábio desígnio divino com que Deus criou os seres humanos. Esta Sabedoria divina é a origem donde deriva o direito à liberdade de credo e à liberdade de ser diferente.»

O envolvimento do Papa Francisco em cerimónias idólatras é uma indicação de que quis dar a esta declaração um sentido heterodoxo, que permite que o culto pagão de ídolos seja considerado um bem positivamente querido por Deus.

Além disso, não obstante ter comunicado privadamente ao Bispo Athanasius Schneider que «[o Bispo] pode dizer que a frase em questão acerca da diversidade das religiões se refere à vontade permissiva de Deus …» , o Papa jamais procedeu à correção da declaração de Abu Dhabi nesses sentido. Num pronunciamento subsequente durante a audiência de 3 de Abril de 2019, o Papa, respondendo à questão “Porque é que Deus permite que haja muitas religiões?”, referiu-se de passagem à “vontade permissiva de Deus” tal como a mesma é entendida pela teologia escolástica, mas deu ao conceito um sentido positivo, declarando que «Deus quis permitir isto» porque, sendo embora certo que «há muitas religiões», elas «olham sempre para o céu, olham para Deus» (ênfase acrescentada). Não se nota aí sequer a mais mínima sugestão de que Deus permite a existência de religiões da mesma maneira que Ele permite, em geral, a existência do mal. Ao invés, a implicação que daí resulta claramente é a de que Deus permite a existência de «muitas religiões» porque elas são boas enquanto «olham sempre para o céu, olham para Deus».

Mais grave ainda: desde então, o Papa Francisco já reafirmou a declaração não corrigida de Abu Dhabi, ao estabelecer um “comité inter-religioso” , que veio mais tarde a receber a designação de “Comité Superior”, com sede nos Emirados Árabes Unidos, para dar seguimento aos “objetivos” do documento, e ao promover uma diretiva emitida pelo Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-reliogioso dirigida aos dirigentes de todos os institutos católicos romanos de estudos superiores, e indiretamente aos professores universitários católicos, pedindo-lhes que deem ao documento a «maior difusão possível», aí se incluindo a asserção não corrigida de que Deus quer a «diversidade religiões» do mesmo modo que quer a diversidade de cores, sexos, raças e línguas.

Prestar culto a alguém ou algo além do único Deus verdadeiro, a Santíssima Trindade, é uma violação do Primeiro Mandamento. A participação em qualquer forma de veneração de ídolos é absolutamente condenada por este mandamento e constitui um pecado grave, independentemente da culpabilidade subjetiva, que só Deus pode julgar.

São Paulo ensinava à Igreja dos primeiros tempos que o sacrifício oferecido a ídolos pagãos não era dirigido a Deus mas antes aos demónios, como se lê na sua Primeira Epístola aos Coríntios:

« 19Que vos hei-de dizer, pois? Que a carne imolada aos ídolos tem algum valor, ou que o próprio ídolo é alguma coisa? 20Não! Mas aquilo que os pagãos sacrificam, sacrificam-no aos demónios e não a Deus. E eu não quero que estejais em comunhão com os demónios. 21Não podeis beber o cálice do Senhor e o cálice dos demónios; não podeis participar da mesa do Senhor e da mesa dos demónios
(1 Cor 10, 19-21)

Com tais ações, o Papa Francisco incorreu na condenação proferida pelo Segundo Concílio de Niceia:

«Muitos pastores destruíram a minha vinha, profanaram a minha porção. Porque seguiram homens ímpios e acreditando nos seus próprios desvarios, caluniaram a Santa Igreja, que Cristo tomou para Si por esposa, e não distinguiram o sagrado do profano, asserindo que os ícones de Nosso Senhor e dos santos não eram diferentes das imagens de madeira dos ídolos satânicos

É com imensa dor e profundo amor pela Cátedra de Pedro que suplicamos a Deus Todo-Poderoso que poupe os membros culpados da Sua Igreja sobre a terra da punição que merecem pelos seus terríveis pecados.

Pedimos respeitosamente ao Papa Francisco que se arrependa publicamente e sem ambiguidades destes pecados e de todas as ofensas que cometeu contra Deus e a verdadeira religião, e que faça reparação por estas ofensas.

Pedimos respeitosamente a todos os bispos da Igreja Católica que ofereçam ao Papa Francisco uma correção fraterna por estes escândalos, e que advirtam os seus rebanhos de que, de acordo com o ensinamento divinamente revelado da fé católica, eles arriscam a condenação eterna se seguirem o seu exemplo nas ofensas contra o Primeiro Mandamento.

9 de Novembro de 2019

In Festo Dedicationis Basilicae Lateranensis
“Terribilis est locus iste: hic domus Dei est et porta cæli; et vocabitur aula Dei”

Lista de signatários [com descrição em inglês]:

  • Dr Gerard J.M. van den Aardweg, The Netherlands
  • Dr Robert Adams, medical physician in Emergency & Family Medicine
  • Donna F. Bethell, J.D.
  • Tom Bethell, senior editor of The American Spectator and book author
  • Dr Biagio Buonomo, PhD in Ancient Christianity History and former culture columnist (1990-2013) for L’Osservatore Romano
  • François Billot de Lochner, President of Liberté politique, France
  • Rev. Deacon Andrew Carter B.Sc. (Hons.) ARCS DipPFS Leader, Marriage & Family Life Commission, Diocese of Portsmouth, England
  • Mr. Robert Cassidy, STL
  • Dr Michael Cawley, PhD, Psychologist, Former University Instructor, Pennsylvania, USA
  • Dr Erick Chastain, PhD, Postdoctoral Research Associate, Department of Psychiatry, University of Wisconsin-Madison
  • Fr Linus F Clovis
  • Lynn Colgan Cohen, M.A., O.F.S.
  • Dr Colin H. Jory, MA, PhD, Historian, Canberra, Australia
  • Rev Edward B. Connolly, Pastor Emeritus, St. Joseph Parish St. Vincent de Paul Parish, Girardville PA
  • Prof. Roberto de Mattei, Former Professor of the History of Christianity, European University of Rome, former Vice President of the National Research Council (CNR)
  • José Florencio Domínguez, philologist and translator
  • Deacon Nick Donnelly, MA Catholic Pastoral & Educational Studies (Spiritual Formation), England
  • Fr Thomas Edward Dorn, pastor of Holy Redeemer Parish in New Bremen OH in the Archdiocese of Cincinnati
  • Fr Stefan Dreher FSSP, Stuttgart, Germany
  • Dr Michael B. Ewbank, PhD in Philosophy, Loras College, retired, USA
  • Fr Jerome Fasano, Pastor, St John the Baptist Church, Front Royal, Virginia, USA
  • Dr James Fennessy, MA, MSW, JD, LCSW, Matawan, New Jersey, USA
  • Christopher A. Ferrara, J.D., Founding President of the American Catholic Lawyers’ Association
  • Fr Jay Finelli, Tiverton, RI, USA
  • Prof. Michele Gaslini, Professor of Public Law, University of Udine, Italy
  • Dr Linda M. Gourash, M.D.
  • Dr Maria Guarini STB, Pontificia Università Seraphicum, Rome; editor of the website Chiesa e postconcilio
  • Fr Brian W. Harrison, OS, STD, associate professor of theology of the Pontifical Catholic University of Puerto Rico (retired), Scholar-in-Residence, Oblates of Wisdom Study Center, St. Louis, Missouri, USA
  • Sarah Henderson DCHS MA (RE & Catechetics) BA (Mus)
  • Prof. Robert Hickson PhD, Retired Professor of Literature and of Strategic-Cultural Studies
  • Dr Maike Hickson PhD, Writer and Journalist
  • Prof., Dr.rer.pol., Dr.rer.nat. Rudolf Hilfer, Professor of Theoretical Physics at Universität Stuttgart
  • Fr John Hunwicke, Former Senior Research Fellow, Pusey House, Oxford
  • Fr Edward J. Kelty, OS, JCD, Defensor Vinculi, SRNC rota romana 2001-19, Former Judicial Vicar, Archdiocese of Ferrara, Judge, Archdiocese of Ferrara
  • Dr Ivo Kerže, prof. phil.
  • Dr Thomas Klibengajtis, former Assistant Professor of Catholic Systematic Theology, Institute of Catholic Theology, Technical University Dresden, Germany
  • Dr Peter A. Kwasniewski, PhD, USA
  • Dr John Lamont, DPhil (Oxon.)
  • Dr Dorotea Lancellotti, catechist, co-founder of the website: https://cooperatores-veritatis.org/
  • Dr Ester Ledda, consecrated laywoman, co-founder of the website https://cooperatores-veritatis.org/
  • Fr Patrick Magee, FLHF a Franciscan of Our Lady of the Holy Family, canonical hermit in the Diocese of Fall River, Massachusetts
  • Dr Carlo Manetti, jurist and lecturer, Italy
  • Dr Christopher Manion, PhD, KM, Humanae Vitae Coalition, Front Royal, Virginia, USA
  • Antonio Marcantonio, MA
  • Michael J. Matt, Editor, The Remnant, USA
  • Jean-Pierre Maugendre, general delegate, Renaissance catholique, France
  • Msgr John F. McCarthy, JCD, STD, retired professor of moral theology, Pontifical Lateran University
  • Prof. Brian M. McCall, Orpha and Maurice Merrill Professor in Law, Special Advisor to the Provost for Online Education, University of Oklahoma
  • Patricia McKeever, B.Ed. M.Th., Editor, Catholic Truth, Scotland
  • Mary Angela McMenamin, MA in Biblical Theology from John Paul the Great Catholic University
  • Fr Cor Mennen, lecturer canon law at the diocesan Seminary of ‘s-Hertogenbosch and member of the cathedral chapter
  • Rev Michael Menner, Pastor
  • Dr Stéphane Mercier, Ph.D., S.T.B., former research fellow and lecturer at the University of Louvain
  • David Moss, President, Association of Hebrew Catholics, St. Louis, Missouri
  • Dr Claude E Newbury, M.B. B.Ch., D.T.M & H., D.P.H., D.O.H., M.F.G.P., D.C.H., D.A., M. Prax Med.
  • Prof. Giorgio Nicolini, writer, Director of “Tele Maria”
  • Fr John O’Neill, STB, Dip TST, Priest of the Diocese of Parramatta, member of Australian Society of Authors
  • Fr Guy Pagès, Archdiocese of Paris, France
  • Prof. Paolo Pasqualucci, Professor of Philosophy (retired), University of Perugia, Italy
  • Fr Dean P. Perri, Diocese of Providence, Our Lady of Loreto Church
  • Dr Brian Charles Phillips, MD
  • Dr Mary Elizabeth Phillips, MD
  • Dr Robert Phillips, Professor (emeritus) Philosophy: Oxford University, Wesleyan University, University of Connecticut
  • Prof. Claudio Pierantoni, Professor of Medieval Philosophy, University of Chile; former Professor of Church History and Patrology at the Pontifical Catholic University of Chile
  • Prof. Enrico Maria Radaelli, Professor of Aesthetic Philosophy and Director of the Department of Aesthetic Philosophy of the International Science and Commonsense Association (ISCA), Rome, Italy
  • Dr Carlo Regazzoni, Philosopher of Culture, Therwill, Switzerland
  • Prof. John Rist, Professor emeritus of Classics and Philosophy, University of Toronto
  • Dr Ivan M. Rodriguez, PhD
  • Fr Luis Eduardo Rodrìguez Rodríguez, Pastor, Diocesan Catholic Priest, Caracas, Venezuela.
  • John F. Salza, Esq.
  • Fr Timothy Sauppé, S.T.L., pastor of St. Mary’s (Westville, IL.) and St. Isaac Jogues (Georgetown, IL.)
  • Fr John Saward, Priest of the Archdiocese of Birmingham, England
  • Prof. Dr Josef Seifert, Director of the Dietrich von Hildebrand Institute of Philosophy, at the Gustav Siewerth Akademie, Bierbronnen, Germany
  • Mary Shivanandan, Author and consultant
  • Dr Cristina Siccardi, Church Historian and author
  • Dr Anna M. Silvas, senior research adjunct, University of New England NSW Australia.
  • Jeanne Smits, journalist, writer, France
  • Dr Stephen Sniegoski, PhD, historian and book author
  • Dr Zlatko Šram, PhD, Croatian Center for Applied Social Research
  • Henry Sire, Church historian and book author, England
  • Robert J. Siscoe, author
  • Abbé Guillaume de Tanoüarn, Doctor of Literature
  • Rev Glen Tattersall, Parish Priest, Parish of St. John Henry Newman, Australia
  • Gloria, Princess of Thurn und Taxis, Regensburg, Germany
  • Prof. Giovanni Turco, associate professor of Philosophy of Public Law, University of Udine, Italy
  • Fr Frank Unterhalt, Pastor, Archdiocese of Paderborn, Germany
  • José Antonio Ureta, author
  • Adrie A.M. van der Hoeven, MSc, physicist
  • Dr Gerd J. Weisensee, Msc, Switzerland
  • John-Henry Westen, MA, Co-Founder and Editor-in-Chief LifeSiteNews.com
  • Dr Elizabeth C. Wilhelmsen, Ph.D. in Hispanic Literature, University of Nebraska-Lincoln, retired
  • Willy Wimmer, Secretary of State, Ministry of Defense, (ret.), Germany
  • Prof. em. Dr Hubert Windisch, priest and theologian, Germany
  • Mo Woltering, MTS, Headmaster, Holy Family Academy, Manassas, Virginia, USA
  • Miguel Ángel Yáñez, editor of Adelante la Fe

Em 12 de novembro de 2019

  • Archbishop Carlo Maria Viganò
  • Prof. Dr. Heinz Sproll – University of Augsburg
  • Edgardo J. Cruz Ramos, President Una Voce Puerto Rico
  • Rev. Fr. Felice Prosperi
  • Prof.Growuo Guys PhD
  • Rev. Nicholas Fleming STL
  • Drs. N.A.L. van der Sluis pr., Pastoorparochie Maria, Moeder van de Kerk Bisdom ‘s-Hertogenbosch
  • Rev. Fr Alfredo Maria Morselli
  • Marco Paganelli, Journalist and writer
  • Deacon Eugene G. McGuirk, USA
O apoio a este abaixo-assinado pode ser manifestado aqui.

Basto 11/2019

Papa Francisco participa em ritual pagão celebrado nos jardins do Vaticano

O Santo Padre consagrou o Sínodo da Amazónia a São Francisco de Assis, nos jardins do Vaticano, numa cerimónia sincretista que incluiu um ritual pagão de fertilidade, danças ecuménicas, onde algumas pessoas dançaram com clérigos católicos e bruxos em torno de estatuetas indígenas, discursos vazios e uma árvore plantada ao som do Cântico das Criaturas, de São Francisco de Assis.

Pachamama ou Mãe Terra, a deusa indígena da fertilidade, foi sacrilegamente apresentada como “Nossa Senhora da Amazónia”, grávida, ao lado de outra semelhante que, numa aproximação à tradição cristã, só poderia ser Santa Isabel. Mas então quem seriam as divindades masculinas ali representadas, uma das quais ostentando uma ereção?

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E o mais assustador é que, enquanto estas coisas se vão sucedendo, a maioria dos católicos continua a assobiar para o lado.

Basto 10/2019

Santo Padre apela às virtudes morais para livrar a humanidade da condenação climática

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“[…] um dos fenómenos mais graves e preocupantes que se vive na nossa época: a mudança climática. Trata-se de um dos principais desafios que devemos enfrentar e para isso a humanidade é chamada a cultivar três grandes qualidade morais: honestidade, responsabilidade e valentia.”

(Sua Santidade Francisco I; in Vatican News, 23/09/2019)

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Greta Thunberg, a adolescente sueca extremista do aquecimento atmosférico (à esquerda, na sua visita à Santa Sé, a 17 de abril de 2019; à direita, discursando na ONU, na Cimeira da Ação Climática, no dia 23 de setembro de 2019).

Basto 09/2019

Arcebispo Viganò: Estamos a testemunhar a criação de uma “nova igreja”

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Por Claire Chretien

13 de setembro, 2019 (LifeSiteNews) – Tem havido uma campanha de “infiltração” na Igreja “que dura há séculos”, afirmou o arcebispo D. Carlo Maria Viganò numa nova entrevista ao Dr. Robert Moynihan para o Inside the Vatican.

Esta campanha remete-nos “em particular, para a criação da maçonaria na década de 1700”, explicou Viganò. “Mas é claro que este projeto foi muito enganoso e orientado, ou até incluindo de algum modo a ajuda de membros da Igreja.”

“Isso foi exposto no livro “Infiltration”, do Dr. Taylor Marshall, para que possamos aí encontrar alguma indicação desse processo”, acrescentou. “Mas esse processo tornou-se notavelmente evidente nos tempos modernos”.

Viganò explicou que, na abertura do Concílio Vaticano II, o cardeal jesuíta D. Augustin Bea estava empenhado em influenciar os bispos “a porem de lado os planos que haviam sido preparados pelos vários gabinetes da Cúria Romana, de modo a elaborar  um novo plano”.

Os novos planos foram “preparados por teólogos principalmente do norte da Europa, Hans Küng, Karl Rahner e outros”, disse Viganò, referindo-se a dois notáveis ​​teólogos de Esquerda.

“Este foi o início de uma abertura, a primeira quebra no muro do procedimento que havia sido estabelecido, no processo de criação de uma nova Igreja”, disse ele.

“Acho que seria muito oportuno relembrar aos leitores, relativamente a esse tema da nova Igreja, o que foi publicado em abril pelo Papa Emérito Bento XVI a respeito do projeto de fundação de uma nova igreja”, continuou o arcebispo. “Ele disse que isso seria uma catástrofe. Foi muito duro no que concerne a esse assunto. ”

Viganò discutiu depois a rutura que aconteceu na Igreja no final do Concílio Vaticano II, que ele sugeriu ter sido uma interpretação errónea do conselho pastoral. Isso foi “promovido por… [uma] enorme máquina de propaganda mediática”.

Concluiu:

E, de maneira semelhante, durante este presente pontificado, uma maquinaria mediática semelhante, que inclui fotos do Papa Francisco com o Papa Emérito Bento XVI, e muito mais, foi usada para argumentar que o “novo paradigma” do Papa Francisco está em continuidade com o ensinamento dos seus antecessores.

Mas não é o caso, trata-se uma “nova igreja[.]”…

Esta frase “novo paradigma” é uma estratégia para encobrir o verdadeiro objetivo, porque eles não querem dizer o que exatamente se esconde por detrás dessa palavra. Para muitos, essa palavra “paradigma” é algo exótico, algo sofisticado. Todos a usam. Mas é usada para iludir, enganar, sugerindo uma continuidade sem revelar que pretendem a descontinuidade[.]

Viganò é o anterior núncio papal nos Estados Unidos. Em agosto de 2018, divulgou um testemunho bombástico, detalhando como o conhecimento da predação homossexual do ex-cardeal D. Theodore McCarrick chegara aos mais altos níveis da Igreja. Viganò afirmou que o Papa Bento XVI sancionara McCarrick em privado e que o Papa Francisco, tendo conhecimento das inclinações do ex-prelado agora afastado, levantou essas sanções. Além disso, o atual pontífice fez de McCarrick um “selecionador” no processo de escolha de bispos, disse Viganò.

O arcebispo também acusou o cardeal D. Donald Wuerl de mentir “desavergonhadamente” ao afirmar que não sabia das acusações contra McCarrick, seu predecessor na Arquidiocese de Washington DC.

Numa entrevista anterior com Moynihan, Viganò explicou que a “figura de Cristo está ausente” do documento de trabalho do Sínodo da Amazónia. Desde o seu testemunho em agosto de 2018, Viganò continuou a destacar vários encobrimentos da Igreja, dizendo que o Papa Francisco ignorou um “dossiê aterrorizante” sobre abusos sexuais de um alto bispo do Vaticano; disse que o Vaticano encobriu alegações de abuso de adolescentes pré-seminaristas que serviam como acólitos do Papa; e disse ainda que o reitor da basílica em Washington DC faz parte da “máfia gay” do clero.

Viganò encontra-se atualmente escondido num local não revelado.

A edição original deste texto foi publicada pelo LifeSiteNews a 13 de setembro de 2019. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade da sua autora, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação, sempre que possível deve ser lido na sua edição original.

Basto 09/2019

Papa Francisco visita o Santíssimo Sacramento na Catedral de Maputo

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Catedral Metropolitana de Nossa Senhora da Conceição, Maputo, Moçambique, no encontro com os bispos, sacerdotes, consagrados, seminaristas, catequistas e animadores pastorais.

Fonte: Vatican News, 05/09/2019.

Basto 09/2019

George Weigel (!) denuncia o vandalismo romano

paglia

Por Christopher A. Ferrara

Na noite em que o Cardeal Jorge Mario Bergoglio foi eleito Papa, eu encontrava-me com o Pe. Gruner a gravar um programa de televisão num estúdio da periferia de Roma, durante o qual não tinha mais do que elogios para oferecer ao novo Pontífice. Tão pouco que eu sabia. Nesse momento, eu não podia prever que este pontificado iria revelar-se muito pior do que esta terrível previsão antecipada, publicada no próprio dia da eleição de Bergoglio.

Tão mau é o atual pontificado que, por comparação, até faz o pontificado de João Paulo II, marcado pela novidade, parecer firmemente tradicional. De facto, o legado de João Paulo II de um corpo sólido (por mais prolixo que possa ser) de teologia moral está sendo agora sistematicamente desmembrado pelos colaboradores do atual Papa ou, mais propriamente, pelos seus capangas.

Se a palavra capangas parece muito forte, consideremos esta reportagem do LifeSiteNews, que descreve como precisamente o biógrafo de João Paulo II, George Weigel – que não é um tradicionalista – denunciou a “violência e força bruta” com que o grão-chanceler do Instituto João Paulo II para o Matrimónio e Família, o Arcebispo D. Vincenzo Paglia, escolhido a dedo por Francisco, está a destruir o Instituto.

O LifeSiteNews baseia-se num “duro artigo” que Weigel escreveu para o The Catholic World Report no qual denuncia como o “grosseiro vandalismo intelectual” com que Paglia “perentória e sistematicamente despe [o Instituto] da sua principal faculdade” ao mesmo tempo que “os seus principais cursos de teologia moral fundamental foram encerrados”.

Pior ainda, “os académicos conhecidos por se oporem aos ensinamentos da Humanae Vitae sobre os meios legítimos de regulação da fertilidade e aos ensinamentos da Veritatis Splendor a respeito dos atos intrinsecamente maus estão a ser nomeados para ensinar no reconfigurado Instituto…”.

A avaliação de Weigel relativamente aos resultados até agora obtidos é clara : “Dezasseis séculos depois do primeiro saque vândalo de Roma, eles estão de volta, mas desta vez o cabecilha dos vândalos usa um barrete de arcebispo”.

E quem é afinal o Arcebispo Vincenzo Paglia? Como observa Weigel, ele não apresenta “qualificações evidentes” para o cargo. De facto, a sua única reivindicação de fama – ou melhor, infâmia – é que ele “encomendou um fresco homoerótico para a abside da catedral de Terni-Narni-Amelia”, no qual ele próprio aparece retratado seminu. Tal como acontece com os outros capangas que Francisco elevou ao poder para realizar os seus desejos, Paglia – afirma Weigel – “está a agir precisamente como aqueles que manipularam os Sínodos de 2014, 2015 e 2018, ou seja, outra cabala de clérigos ambiciosos (e, francamente, pouco brilhantes) que viram os seus argumentos sucessivamente derrotados e depois tentaram compensar com brutalidade e ameaças”.

Nunca se esperaria que um “normalista” como Weigel emitisse uma avaliação de Roma como sede de corrupção diabólica, mas aqui está: “Assim é a atmosfera romana neste momento: sulfurosa, febril e extremamente sórdido, com mais do que um sopro de pânico. Não é assim que se comportam as pessoas que acreditam estar firmemente no comando e que provavelmente continuarão”. Por outras palavras, o atual pontificado está a ser administrado por bandidos eclesiásticos que acreditam que somente a força bruta pode manter o seu domínio do poder. Portanto: capangas, de facto.

Ainda sim, como observa esperançosamente Weigel: “como João Paulo II sabia, a verdade vencerá sempre, por mais tempo que demore, porque o erro não tem vida e é estupidificante”. É precisamente assim. Entretanto, porém, como o Pe. Gruner nunca deixou de avisar os fiéis, o bem de inúmeras almas está a ser ameaçado pelos “lobos vorazes” de que o próprio Nosso Senhor nos avisou, esses “falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos vorazes” (Mateus 7, 15).

Nestas circunstâncias verdadeiramente sem paralelo na história da Igreja, humanamente falando, a verdade não prevalecerá pelos seus próprios méritos (essa é a assunção ingénua da modernidade denunciada como loucura pelos grandes Papas pré-conciliares). Pelo contrário, o triunfo da verdade numa Igreja em crise exigirá a mais extraordinária ajuda do alto, em que o Senhor da História, agindo por intercessão de Sua Mãe Santíssima, porá um fim a esta loucura. Na Igreja, como no mundo, o triunfo da verdade envolverá o Triunfo do Coração Imaculado de Maria.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center a 1 de agosto de 2019. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação. Sempre que possível, o texto deve ser lido na sua edição original.

Basto 08/2019

YouGov: Papa Francisco entre os 20 homens “mais admirados do mundo” em 2019

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Partindo da opinião dos britânicos, a empresa de sondagens YouGov classificou o Papa Francisco como um dos 15 homens “mais admirados do mundo” de 2019. A mesma empresa classifica ainda Francisco como a 3ª figura pública “mais popular” e “mais famosa” do mundo.

Papa Francisco I

O Papa Francisco I é a 3ª figura pública mais popular a nível mundial e a 3ª mais famosa. O Papa Francisco I é descrito pelos fãs como: em contacto com as pessoas comuns, humilde, que defende as pessoas comuns, honesto e genuíno.

(In YouGov, em 21 de julho de 2019 – tradução livre)

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In YouGov, em 21 de julho de 2019.

 

Basto 07/2019

Frases que nos fazem pensar: Pe. José Júlio Rocha

m.josé.júlio.rocha“Nós estamos diante de muita gente que é divorciada e recasada e esta gente precisa de nós. Já são quase em maior número os que estão casados pelo civil porque não o podem fazer por igreja. Ora, a igreja não pode senão dar uma resposta de misericórdia a esta gente pois se levarmos o Direito Canónico à letra tornamo-nos fariseus.”

(Pe. José Júlio Rocha, pároco na diocese de Angra do Heroísmo e professor de Teologia Moral)

Contexto da frase:

Explicação da nova doutrina do Papa Francisco sobre o Sacramento do Matrimónio durante uma conferência promovida pela Confraria do Santíssimo Sacramento da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Estrela da Ribeira Grande; in Igreja Açores, 07/05/2019.

Basto 05/2019

Grupo de personalidades católicas acusa o Papa Francisco de heresia

heresia2.jpgUm grupo de reconhecidos clérigos e académicos publicou uma carta aberta dirigida aos bispos da Igreja Católica (disponível aqui em espanhol) onde lhes é pedido um procedimento judicial perante as heresias do Papa Francisco. A carta foi firmada na semana de Páscoa e tornada pública no dia de Santa Catarina de Sena, uma santa que aconselhou vários Papas do seu tempo.

O referido documento parte da Correctio Filialis, de 2017, onde 62 académicos censuraram “sete proposições falsas e heréticas” de Francisco a respeito do casamento, da moral e do acesso aos sacramentos, especialmente à luz de sua controversa exortação apostólica Amoris Laetitia. Como as “proposições heréticas” não foram ainda corrigidas, antes pelo contrário, os autores da carta aberta pedem agora que o Santo Padre seja julgado por essas e por outras posições heréticas que são do conhecimento comum e estão amplamente documentadas. Alegam que agora se tornou claro que o Papa Francisco está ciente das suas próprias posições contrárias à fé e que chegou a hora de dar um “passo em frente” e declarar que o Papa Francisco é “culpado do crime de heresia”.

Aos 19 subscritores iniciais do documento têm vindo a juntar-se outras personalidades do mundo católico, numa lista que ainda não parou de crescer, como tem dado conta a publicação de origem canadiana LifeSiteNews. Por outro lado, uma petição online, que pede aos bispos católicos uma “investigação ao Papa Francisco por heresia”, reunindo deste modo apoio popular à carta aberta, já recolheu milhares de assinaturas.

Basto 05/2019

Vaticano censura imagens televisivas do Papa Francisco durante transmissão da celebração da Missa do Domingo de Páscoa

O facto de Francisco repetidamente evitar ajoelhar-se diante do Santíssimo Sacramento, ou sequer fazer uma breve genuflexão, parece estar a causar algum embaraço, no Vaticano, aos responsáveis pela gestão da imagem papal. Durante a transmissão televisiva da Missa do Domingo de Páscoa, a equipa de produção do Vaticano cortou, por duas vezes, as imagens da câmara que filmava o Santo Padre em grande plano, precisamente nos momentos em que, de acordo com a Instrução Geral do Missal Romano, o celebrante deve fazer uma genuflexão diante das espécies consagradas.

Como se constata no vídeo acima, a transmissão televisiva da imagem papal foi interrompida nos instantes que se seguem à elevação da Hóstia Consagrada e imediatamente depois da elevação do cálice com o Sangue do Senhor.

O mesmo embaraço foi também percetível nos critérios de edição de imagem das transmissões televisivas das celebrações da Missa Crismal e da Vigília Pascal.

Basto 04/2019