Propaganda gay disfarçada de doutrina cristã continua com o apoio da hierarquia católica

james.martin.lgbtO Pe. James Martin SJ continua obstinado nas suas ações de propaganda homossexualista através dos média e das redes sociais, num esforço incansável para enviar o maior número possível de almas para o Inferno. Fá-lo de forma pública e aberta, à vista de todos.

ativismo gay james martin2
In Twitter do Pe. James Martin SJ, 20/03/2018.

ativismo gay james martin

james.martin.lgbt3.jpg
Revista jesuíta America, 23/08/2018.

A aprovação papal das suas taras homopastorais é evidente, indo muito para além de um mero “quem sou eu para julgar”. O ativista gay da Companhia de Jesus nunca é repreendido por apoiar, em nome da Igreja, as práticas sexuais entre homens e entre mulheres. Pelo contrário, foi nomeado pelo Papa Francisco para o departamento de comunicações do Vaticano e convidado a proclamar a sua ideologia anti-cristã no Encontro Mundial das Famílias 2018, em Dublin.

james.martin.lgbt2.jpg
Ativista LGBT James Martin SJ no Encontro Mundial de Famílias 2018, em Dublin, a convite do Vaticano, numa forte ação de propaganda para angariar novos adeptos e simpatizantes da ideologia gay no universo católico e promover a aceitação da militância LGBT na Igreja de Cristo.

Tudo isto acontece à vista de todos: fiéis, padres, bispos e cardeais. Alguns veem, gostam e até elogiam, outros veem, fazem de conta que não veem e calam-se de forma tácita, indiferente ou cobarde. O silêncio é, assim, o grande cúmplice desta nova e aberrante deriva homopastoral da Igreja Católica.

Basto 11/2018

Mais um livro sobre “misericórdia”

livro misericórdia
leblogdejeannesmits.blogspot.pt

O sr. Pe. Pierre Valkering, um pároco holandês da diocese de Haarlem-Amsterdam, ofereceu ao Santo Padre um exemplar do livro “Adeus Menino de Luz”, da autoria do “colorido clérigo” jesuíta Jan van Kilsdonk, agora traduzido para italiano. Pelos vistos, o Santo Padre recebeu o livro de forma calorosa, sentindo-se muito tocado com este acontecimento.

Jan van Kilsdonk – não foi propriamente um profeta – foi um pastor muito à frente do seu tempo, tão à frente que, num entendimento pós-Cristianismo, considerava as tendências homossexuais como uma “inspiração de Deus”. Descobriu os “elementos positivos” existentes nos relacionamentos homossexuais três décadas antes do Sínodo da Família e, cheio de “misericórdia”, já praticava abertamente a pastoral do Arco-íris no século passado. Talvez o tal “espírito santo” das “surpresas” tenha começado a surpreender mais cedo nos Países Baixos…

Kilsdonk3.indd
Adeus Menino de Luz – para quebrar o muro da indiferença

Este livro, pelo que diz a imprensa, é uma coletânea de cerca de 30 sermões fúnebres proferidos por ocasião da morte de jovens homossexuais, muitos deles, seropositivos. O seu autor, várias vezes repreendido pela hierarquia da Igreja, conheceu de perto  a homossexualidade. Este facto só aumenta a gravidade da sua ação pastoral pois, se for verdade que ele não pregava, com clareza, a necessidade de arrependimento e cessação dos comportamentos homossexuais, deve ter contribuído para que muitos “meninos” tivessem adormecido em situação de pecado mortal.

A biblioteca do Vaticano deve andar a precisar de uma limpeza…

 

Basto 6/2016