Santo Padre assina camisola para ativista LGBT anglicana

Francisco recebeu, no dia 14 de novembro, Jayne Ozanne, uma conhecida lésbica anglicana, que se notabilizou internacionalmente pelo seu ativismo na luta contra as terapias de conversão de homossexuais, através de uma organização homossexualista designada Ozanne Foundation.

Ozanne ofereceu ao Santo Padre um “estudo da fé e sexualidade em 2018” e um exemplar autografado do livro de memórias pessoais Just Love, onde descreve o seu discernimento vocacional na descoberta das virtudes do homossexualismo cristão.

Em retribuição, Francisco ofereceu-lhe um autógrafo numa tshirt e algumas palavras simpáticas.

Depois disso, Ozanne foi a correr dizer aos paroquianos e à sacerdotisa da sua igreja local em Littlemore, Inglaterra, que o Santo Padre tinha assinado uma camisola para eles.

O encontro com o Santo Padre foi visto por Jayne Ozanne e pelos média mundiais como uma confirmação da lésbica britânica no homossexualismo e um apoio ao ativismo LGBT, tendo acontecido na mesma altura em que Francisco comparou as declarações dos governantes que condenam as práticas homossexuais com os “discursos de Hitler em 1934”.

Basto 11/2019

Cardeal Pell condenado por abuso sexual de rapazes menores de idade

O cardeal australiano D. George Pell, ex-membro do restrito grupo de colaboradores do Papa Francisco para a reforma da cúria, foi condenado por abuso de menores do sexo masculino.

Basto 02/2019

Gay praticante afirma que o Santo Padre o confirmou no homossexualismo

Juan Carlos Cruz é uma das alegadas ex-vítimas de abusos sexuais por parte de elementos do clero chileno, mais concretamente no âmbito do caso Karadigma. Após alguns desentendimentos públicos com a Santa Sé, Cruz foi convidado pelo Papa para passar alguns dias no Vaticano.

Depois de ter sido recebido pelo Santo Padre, Juan Carlos Cruz afirmou em entrevista ao El País que Francisco pediu-lhe perdão pelos abusos sexuais sofridos e confirmou-o na sua condição de “gay“.

P. Conversou [com o Papa] sobre sua homossexualidade e como sofreu mais por isso?

R. Sim, falamos. Ele tinha sido praticamente informado que eu era uma pessoa má. Alí eu expliquei-lhe que não sou a reencarnação de San Luís Gonzaga, mas não sou uma pessoa má, tento não magoar ninguém. Ele disse-me “Juan Carlos, que tu sejas gay não importa. Deus fez-te assim e ama-te assim e a mim não me importa. O Papa ama-te assim, tens de ser feliz com quem és.

(in El País, 19/05/2018 – tradução livre)

Na verdade, ser “gay” é muito mais do que simplesmente possuir tendências homossexuais. A condição de gay pressupõe militância ideológica e determinados comportamentos sociais completamente contrários à vontade de Deus.

Essas declarações, a confirmarem-se, representariam uma evolução da posição do Santo Padre em relação à militância gay.

Basto 5/2018

Papa Francisco condena “atitudes perversas”

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Casal lésbico espanhol na Santa Sé, em janeiro de 2015, depois receberem um convite telefónico do Santo Padre no dia da Solenidade da Imaculada Conceição de 2014.

Através de uma mensagem clara e categórica enviada, na passada quinta-feira, para Bona (Alemanha), onde decorria a conferência COP23, o Santo Padre Francisco I afirmou perante os líderes globais que devemos evitar “atitudes perversas”.

Quais são?

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in Deutsche Welle, 16/11/2017

A emissora alemã Deutsche Welle informa e a Radio Vaticano confirma:

Devemos evitar quatro atitudes perversas: negação, indiferença, acomodação e confiança em soluções inadequadas”.

Para o Papa, “soluções técnicas são necessárias, mas insuficientes: é essencial levar em consideração também os aspetos e impactos éticos e sociais do novo paradigma de desenvolvimento a breve, médio e longo prazo”.

Francisco invoca novamente educação e estilos de vida voltados para uma ecologia integral, uma ação sem demora e livre de pressões políticas e económicas, e uma consciência responsável em relação à nossa Casa Comum e a contribuição de todos.

(in Radio Vaticano, 16/11/2017)

E desta forma implacável, o Santo Padre condena a “perversidade” de todos aqueles que ainda questionam de algum modo as controversas teses científicas do “aquecimento global” e o fundamentalismo ideológico presente em algumas políticas globalistas a elas associadas. Um tema que, apesar de não ser irrelevante, tem mais a ver com as coisas deste mundo do que com a salvação das almas.

Basto 11/2017

Novo cardeal Joseph Tobin abençoa peregrinação “gay”

O cartaz está disponível no sítio da Igreja Paroquial do Sagrado Coração de Jesus de New Jersey, nos EUA, e convida os fiéis a associarem-se às famílias lésbicas, gays, bissexuais e transexuais nesta “peregrinação LGBT”. O ponto alto da “peregrinação” será a celebração de uma missa sacrílega numa das capelas da basílica do Sagrado Coração de Jesus.

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Cartaz da “Peregrinação LGBT” à Catedral Basílica do Sagrado Coração de Jesus de New Jersey no dia 21 de maio de 2017

Catolicismo com ideologia gay é uma mistura perigosa…

Basto 4/2017

Antigo aluno do Papa Francisco elogia-o em cerimónia pró-gay

O discurso foi proferido, há poucas semanas, por Yayo Grassi, um antigo aluno de Francisco, na cerimónia de entrega da condecoração Bridge Building Award (Construir Pontes), pela organização New Ways Ministry’s (organização de LGBT “católicos”), ao sacerdote James Martin, um mediático jesuíta americano que prega uma espécie de pastoral de fusão entre a ideologia gay e o catolicismo.

Yayo Grassi, homossexual, tornou-se mundialmente famoso quando, em 2015, foi publicamente recebido, juntamente com o seu namorado, pelo Papa Francisco em Washington, na Embaixada do Vaticano, durante a sua visita aos EUA.

Conheço o Papa Francisco desde que ele foi meu professor na escola secundária, quando eu tinha 17 anos de idade. E eu sei que ele sabia que eu era gay e temos sido amigos desde então. Eu visitei-o em Roma e depois nós visitámo-lo em Washington. Ele encontrou-se, das duas vezes, com aquele que era nesse momento o meu namorado e está sempre a perguntar-me por ele.

(Yayo Grassi, 2016 – tradução livre)

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Yayo Grassi e o seu namorado Iwan despedem-se ternamente do Santo Padre, na Embaixada do Vaticano, em Washington, em 2015 – TVCanal9Litoral

 

[…] Quando a lei do casamento gay estava a ser discutida no Senado da Argentina, eu li na internet que o então cardeal Bergoglio era muito contra isso e que ele havia dito coisas realmente dolorosas e odiosas sobre a aprovação da lei. Fiquei muito surpreso. Fiquei muito surpreso, mais do que qualquer outra coisa porque por o conhecer e saber quanto amor há no seu coração, era difícil para mim entender que ele fizesse algo tão odioso…

Então eu escrevi-lhe uma carta bastante extensa e enviei-lhe um e-mail dizendo-lhe quanto o admiro, o quão importante ele era na minha vida e quanto ele fez por mim. Como ele tinha feito avançar, através de sua educação, o pensamento mais aberto e progressivo na minha vida. E então eu continuei dizendo-lhe que nunca poderei agradecê-lo, então [deste modo] pode achar que é uma maneira muito estranha de lhe agradecer se eu lhe disser que estou muito desiludido com a maneira como tratou a lei [do casamento] gay. […]

Ele respondeu-me dois dias mais tarde e a primeira coisa que disse foi “Peço-lhe que me perdoe porque percebi que está magoado. Acredite em mim, eu nunca disse nenhuma dessas coisas. A imprensa baseou-se em duas cartas que enviei às freiras, pedindo-lhes para não dar qualquer tipo de opinião sobre isso, e elas foram distorcidas e foram colocadas como palavras minhas.”

Mas a coisa mais bonita e, para mim, a coisa mais espantosa – estamos a falar de 2008 -, é que ele ao terminar a sua carta, para além de me pedir para orar por ele como sempre faz, diz-me:”Yayo, acredite em mim, na minha pastoral, não há lugar para a homofobia.” E essa foi a primeira vez que eu percebi a pessoa incrível que ele era. Ele não disse apenas: “Quem sou eu para julgar?”, há algo muito importante que ele disse mais tarde, ele disse: “Quem somos nós para julgar?”. O “nós” referia-se a toda a igreja e toda a humanidade.”

(Yayo Grassi, 2016 – tradução livre)

Basto 12/2016

Ele que era ela e ela que era ele

O nosso Santo Padre, a bordo do avião papal, provavelmente cansado depois de uma visita extenuante ao Cáucaso, lá acabou por lançar mais alguma confusão doutrinal – ou se quisermos, pastoral – sobre os fiéis da Igreja que dirige. Desta vez, acabou por fazer afirmações intrigantes acerca da transexualidade e de outras coisas modernas, tecendo também alguns trocadilhos curiosos ao nível das questões de género. Talvez estes nos ajudem a perceber melhor o que o Santo Padre pretende dizer.

Ele que era ela

“No ano passado, eu recebi uma carta de um espanhol que me contava a sua história de criança e de jovem. Antes, era uma criança, uma jovem que sofreu muito. Ele se sentia menino, mas era fisicamente uma menina. Ele havia contado à sua mãe, dizendo que queria fazer a cirurgia. A mãe lhe pediu para não fazê-la enquanto ela estivesse viva. Ela era idosa, morreu logo. Ele fez a cirurgia, agora é funcionário de um ministério na Espanha. Ele foi ao encontro do bispo, e o bispo o acompanhou muito. Um grande bispo, esse.“Perdia” tempo para acompanhar esse homem. Depois, ele se casou, mudou essa identidade civil, e ele – que ela era, mas é ele – me escreveu que seria uma consolação ir ao meu encontro. Eu o recebi. Ele me contou que, no bairro onde ele morava, havia um velho sacerdote, o velho pároco, e havia o novo. Quando o novo pároco o via, ele gritava da calçada: “Você vai para o inferno!”. O velho, ao contrário, lhe dizia: “Há tempo tempo você não se confessa? Venha, venha…”. A vida é a vida, e as coisas devem ser tomadas como vêm. O pecado é o pecado. As tendências ou os desequilíbrios hormonais causam muitos problemas, e devemos estar atentos para não dizer que tudo é a mesma coisa: cada caso, acolhê-lo, acompanhá-lo, estudá-lo, discernir e integrá-lo. Isso é o que Jesus faria hoje. Por favor, agora não digam: “O papa vai santificar os trans!”. Já vejo as primeiras páginas dos jornais… É um problema humano, de moral. E deve ser resolvido como se pode, sempre com a misericórdia de Deus, com a verdade, mas sempre com o coração aberto.”

(Papa Francisco in Instituto Humanitas Unisinos, 03/10/2016)

“[…] ele – que ela era, mas é ele…[…]”? – Como?

“[…] esse homem. Depois, ele se casou […]”? – É intrigante constatar que o Santo Padre se refira ao casamento lésbico, nesta conversa, depois de, ainda há pouco tempo, ter afirmado que a maioria dos casamentos católicos são nulos. Mas, mais uma vez, quem somos nós para julgar?

“Isso é o que Jesus faria hoje”? – Jesus dizia “vai e não tornes a pecar”. Como a Sua doutrina é eterna, não muda ao sabor das modas, hoje tem exatamente a mesma validade de há 2000 anos.

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Ela, o Santo Padre e “ele – que ela era, mas é ele” (a partir de 2007  passou a ser ele, deixando de ser ela)

“Depois de ver o Papa, saí de cabeça bem erguida. Ouço missa e comungo. Leiam nas entrelinhas…”

(Transexual Diego Neria in Religión Digital, 26/09/2016)

Convém lembrar que o nosso Papa escolheu o dia 8 de dezembro de 2014 para telefonar ao ‘novo homem’, precisamente no mesmo dia em que os fiéis da Igreja por ele dirigida celebravam a solenidade da ‘nova mulher’ concebida sem mancha de pecado, a que esmagou a cabeça da serpente… Se isto não nos causa arrepios, então é porque devemos estar mesmo muito doentes.

Ela que era ele

Entretanto, também já quase ninguém se lembra do transexual Isabel Lisboa que ficou famoso na Semana Santa de 2015. Contudo, este e outros escândalos papais, cobertos de um mediatismo exagerado e conhecido, ganham uma dimensão mundial e repercutem-se um pouco por todo o lado, principalmente quando nunca são corrigidos nem desmentidos. Uma pastoral duvidosa produz frutos pastorais de qualidade suspeita.

 

 

“Se Maomé não vai à montanha, vai a montanha a Maomé.”

(Transexual Isabel Lisboa in TV2000it, 03/04/2015)

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O Santo Padre lava os pés a “ela – que ele era, mas é ela” (Missa Papal da Quinta-feira Santa de 2015).

O que pretenderá o Santo Padre com tantos exotismos pastorais? Levar as pessoas amarradas ao pecado homossexual e transexual a afastarem-se da conduta mortal em que as suas almas caíram? Com o devido respeito, talvez esteja na altura de começar a questionar os métodos em função dos frutos que já estão à vista de todos.

Os frutos pastorais

São frutos exóticos aos quais nos vamos habituando.

 

Uma outra mensagem que marcou a viagem do Santo Padre à Geórgia e ao Azerbaijão surgiu quando ele alertou publicamente para o facto de se constatar atualmente uma “guerra mundial” contra a família e o matrimónio. Pois…

Basto 10/2016

Católicos australianos já começaram a pedir perdão aos gays

Em resposta ao apelo do Santo Padre e do seu assessor alemão pró-gay, no dia 12 de agosto, uma paróquia australiana celebrou a “Liturgia de Lamento e Perdão”.

O Santo Padre disse, recentemente, “Eu acredito que a Igreja … deveria pedir perdão à pessoa que é gay.” Convidamos-te para uma comunidade de oração onde podemos reconhecer o fracasso da igreja, o povo de Deus, em manter as pessoas LGBTIQ guardadas da descriminação e do sofrimento.

(in Igreja Católica de São José, Newtown – tradução)

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Igreja de São José em Newtown, Sydney, Austrália – Pe. Peter Maher (lado direito)

A cerimónia em questão, promovida pela organização internacional Rainbow Catholics (católicos arco-íris), serviu para a Igreja Católica pedir perdão à comunidade gay e transsexual durante este Ano Jubilar da Misericórdia. Ou seja, foi um momento solene para Igreja Católica reconhecer seu “pecado” de pregar a Verdade sobre os comportamentos homossexuais, confessá-lo e receber a absolvição por parte dos gays aí presentes e de todos os outros que leram a notícia.

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A igreja de São José em Newtown é, desde há bastante tempo, famosa pelas suas “missas gay” celebradas à revelia da Santa Sé, porém, estão agora convencidos de que a sua causa recebe todo o apoio papal. E porque se sentem católicos exemplares, desta vez, até disponibilizaram o texto daquela missa sacrílega “inspirada pelo Papa Francisco”.

O Santo Padre – com o devido respeito que nos merece – faria bem à sua Igreja se pudesse clarificar, à luz da doutrina católica, algumas das suas declarações mais dúbias e controversas, bem como aquelas suas atitudes mais exóticas.

O convite ao arrependimento, ao afastamento do pecado, à aproximação da virtudes cristãs que conduzem à salvação da alma, seriam a maior prova de amizade. Vendo a reportagem acima, todos esperamos que Francisco o tenha feito, ao menos, em privado, mas se o tivesse feito publicamente estaria a agir como um verdadeiro pastor da Igreja, evitando aquele “efeito Francisco” a que já nos acostumámos.

E quem somos nós para julgar o Santo Padre?

Basto 8/2016

Se uma pessoa é gay, quem sou eu para julgá-la?

De todas as frases proferidas pelo Papa Francisco durante três anos e tal de pontificado, aquela que, provavelmente, teve mais consequências negativas foi esta, por várias razões.

Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?

(Papa Francisco in El País, 29/07/2013)

  1. Esta insidiosa frase, apesar de parecer cristã e verdadeira, não o é, antes pelo contrário. Para o ser, necessitaria de ser completada com algo semelhante a Vai e de agora em diante não tornes a pecar.” (Jo 8, 11). Uma meia verdade é uma meia mentira, uma meia mentira é uma mentira.
  2. Foi transformada em slogan gay, frequentemente utilizado para atacar a Igreja Católica, a sua infalível doutrina e a moral familiar instituída.
  3. A utilização do termo “gay”, em vez de “pessoa com tendências homossexuais”, pressupõe, à partida, um determinado modo de vida, uma ideologia, um lobby (o tal único pecado a evitar na homossexualidade).
  4. Serve para tudo, sendo frequentemente utilizada noutros contextos que não têm nada a ver, desde que seja para contestar o magistério da Igreja.
  5. A função de um padre nunca foi a de julgar alguém que se encontra em situação de pecado, mas antes a de indicar o caminho para que essa pessoa possa evitar ser julgamento final e a condenação. Nós não somos ninguém para julgar, mas a Palavra de Deus é soberana e julga por si só os nossos comportamentos.
  6. Como nunca chegou a haver uma correção, extensão ou melhoramento da frase, ela funcionou como um veneno diabólico presente na sociedade durante três anos. A partir dela, muitos homossexuais passaram a acreditar que não necessitam de corrigir o seu comportamento. A partir dela, grupos pseudocatólicos criaram movimentos pastorais com base nesse chavão ideológico.

Por exemplo, na diocese de Boston, nos EUA, hoje prega-se abertamente a homopastoral em várias igrejas sinalizadas, onde se celebra a dignity mass (missa de dignidade/missa LGBT). Nessa diocese, já não se estranha a presença de uma tenda de frades franciscanos da ordem Franciscan Friars of Holy Name Province, especialistas em “misericórdia” LGBT, fazendo propaganda à pastoral do Arco-íris.

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“Quem sou eu para julgar?” – Frades franciscanos na Marcha do Orgulho Gay de Boston, 2014 (in Church Militant)

 

E agora, chegados a 2016, o que mudou?

“A Igreja pede perdão aos gays e não apenas a eles”.

“Eu disse na minha primeira viagem e repito, aliás repito o Catecismo da Igreja Católica – disse o Papa -: os homossexuais não devem ser discriminados, devem ser respeitados, acompanhados pastoralmente.  Pode-se condenar qualquer manifestação ofensiva aos outros, mas o problema é que, com uma pessoa com aquela condição, que tem boa vontade e que busca a Deus, quem somos nós para julgar? Devemos fazer um bom acompanhamento – acrescentou – é o que diz o Catecismo. Então, em alguns países e tradições, existe outra mentalidade, alguns que tem uma visão diferente sobre este problema”.

(Papa Francisco, in La Repubblica, 26/06/2016 – tradução Fratres in Unum)

Não terá o Santo Padre esquecido, outra vez, a parte mais importante? Aquela parte da necessidade de libertação do pecado para aceder à verdadeira Misericórdia de Deus.

Esta ideia de “pedir perdão aos gays” foi um apoio claro aos recentes avanços homopastorais do Cardeal Marx, outro influente clérigo próximo de Francisco e membro do G8.

Que Deus nos acuda!

Basto 6/2016

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