Vídeo de julho – Avatar

tribalismo
Fiat Lux, 8 de dezembro de 2015

 

Sem surpresas! Jesus Cristo continua a ser o grande excluído destes vídeos. Mais uma vez, todo o cuidado necessário para não filmar o crucifixo! Desolador…

Isto é difícil de definir. Mito de Rousseau, iluminismo, romantismo, paganismo, tribalismo, comunismo, seja o que for, este vídeo de propaganda política não tem nada de cristão.

Os fatores de identidade cultural são importantes e, se forem corretos, devem ser salvaguardados, mas serão sempre aspetos secundários quando comparados com o conhecimento do Caminho de Salvação. Levar a Boa Nova de Jesus Cristo é infinitamente mais importante do que salvaguardar uma determinada arte de furar as orelhas ou de tatuar as bochechas.

Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado. (Mt 28, 19-20)

As coisas estão a chegar a um ponto que já ninguém se admirará se a Igreja acabar por pedir perdão por ter levado o evangelho aos gentios que viviam na escuridão apocalítica da mitologia pagã e dos sacrifícios humanos.

Basto 7/2016

Podemos continuar a ignorá-Lo?

Chegámos a junho e a saga continua. Já vamos no sexto episódio desta série de vídeos marados! Como já não há mais estratégias para esconder o crucifixo, repetem-se os mesmos truques pueris utilizados nos meses anteriores: atrás da mão, atrás do tampo da secretária, enfim, uma tristeza!

À exceção do sacrilégio de janeiro, Jesus Cristo, o nosso Deus, continua a ser o grande ausente destes apontamentos “catequéticos” transmitidos pelo Bispo de Roma à humanidade. Quem diria?!

crucifixo
 Deum de Deo, Lumen de Lúmine, Deum Verum de Deo Vero.

Cristo Crucificado não é nada de escandaloso, antes pelo contrário, é o sentido das nossas vidas.

junho
Vídeo do Papa de junho

Ignorá-Lo nunca foi uma boa ideia, e isso só continuará a acontecer apenas enquanto o Seu Pai o permitir. Se o permitiu até agora, foi por alguma razão.

Marginalizados, cidades, euros, cêntimos, esmolas, idosos, doentes, solidariedade, cultura do encontro, convívio, jazz… Mas falta ali qualquer coisa, aquilo que deveria mover tudo o resto.

Jesus respondeu-lhes: «Ide contar a João o que vedes e ouvis: Os cegos vêem e os coxos andam, os leprosos ficam limpos e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e a Boa-Nova é anunciada aos pobres. E bem-aventurado aquele que não encontra em mim ocasião de escândalo.»

(Mt 11, 4-6)

É uma resposta curiosa, esta de Jesus Cristo: “e o Evangelho é anunciado aos pobres”. Uma mensagem profunda e codificada, cujo significado não está ao alcance de todos, mas apenas daqueles a quem estava destinada.

 

Basto 6/2016