Santo Padre quer banir as perversões do clero

Enquanto os fiéis católicos se escandalizam diariamente com as constantes notícias de homossexualismo e pedofilia no clero católico, no dia 15 deste mês, em Palermo, o Santo Padre pediu ao clero da Sicília para erradicar “a perversão mais difícil de eliminar” na Igreja.

“O clericalismo é a perversão mais difícil de eliminar: a Igreja não está acima do mundo, mas dentro do mundo, para fermentar, como fermento na massa, e por isso, queridos irmãos, toda a forma de clericalismo deve ser banida.”

(Papa Francisco, in Tv2000it, 15/09/2018 – tradução livre)

E nada sobre a perversão do homoclericalismo…

Basto 9/2018

Papa Francisco adverte que aqueles que se queixam poderão ser “punidos por serpentes”

punidos.por.serpentes

Por Doug Mainwaring

ROMA, 14 de setembro de 2018 (LifeSiteNews) – Numa homilia realizada na Festa da Exaltação da Santa Cruz, o Papa Francisco, pela terceira vez esta semana, retornou curiosamente ao tema de Satanás como o “Grande Acusador”.

Mais uma vez, o pontífice parecia estar a alertar os fiéis contra as criticas aos seus prelados e talvez também ao modo como ele mesmo tem lidado com a avalanche de escândalos sexuais do clero que se abateu sobre o Vaticano nas últimas semanas.

De acordo com a reportagem do Vatican News, o Papa Francisco, comentando a 1ª Leitura de hoje, disse que as pessoas que se queixaram “foram punidas por serpentes”, acrescentando que isso se refere à serpente antiga, Satanás, o “Grande Acusador”.

“Jesus foi elevado e Satanás destruído”, no entanto – afirmou o Papa Francisco – “a antiga serpente destruída ainda late, ainda ameaça, mas, como diziam os Padres da Igreja, é um cão acorrentado”.

Advertiu ainda: “Não vos aproximeis dele e ele não vos morderá; mas se tentardes acariciá-lo porque vos sentis atraídos por ele, como se fosse um cachorrinho, preparem-se, ele destruir-vos-á”.

O Papa Francisco parece estar a reiterar a sua advertência da sua homilia ontem, implicando que aqueles que criticam a hierarquia estão a ser inconscientemente tentados a dedicar-se ao trabalho do diabo, como se fossem atraídos para acariciar um cachorrinho fofo.

Deste modo, o Papa descarta o pensamento crítico dos leigos, padres e bispos que expressaram indignação pelos escândalos sexuais do clero e pelos alegados encobrimentos.

Ao advertir contra o trabalho do “Grande Acusador”, o próprio Papa aponta um dedo acusador.

A edição original deste texto foi publicada no Life Site News a 14 de setembro de 2018. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, o artigo deve ser lido na sua edição original. A presente edição destina-se meramente à sua divulgação.

Basto 9/2018

Santo Padre condena os “estômagos hipócritas”…

Na Audiência Geral do passado dia 12 de setembro, dando seguimento à série temática sobre os 10 Mandamentos, o Santo Padre fez um pequeno apontamento catequético sobre o pecado da “hipocrisia de estômago” e o perigo de ficar com a “alma amarela”…

Veremos o que dirá sobre 9º Mandamento e o perigo de um “recasado” ficar com a alma queimada depois de aceder à Sagrada Comunhão em estado obstinado de adultério.

Basto 9/2018

Frases que nos fazem pensar: Arcebispo D. Georg Gänswein

m.Ganswein

“A Igreja Católica está a olhar, cheia de desânimo, para o seu próprio 11 de setembro.”

(D. Georg Gänswein, arcebispo alemão titular da diocese italiana de Urbisaglia e Prefeito da Casa Pontífica)

Contexto da frase:

Comentário alusivo à crise de abusos de menores por parte de elementos do clero católico proferido durante a apresentação do livro “A opção Bento” de Rod Dreher, que decorreu no Parlamento Italiano, na data aniversária dos atentados terroristas às Torres Gémeas de Nova Iorque; in The Caholic Register, 11/09/2018 – tradução livre.

Basto 9/2018

Pe. Rosica e a sua visão sacrílega da Sagrada Eucaristia

O Church Militant recuperou há dias um tesourinho deprimente, de 2015, do Pe. Thomas Rosica, um profundo admirador do “advento” do Papa Francisco. Isto ajuda a perceber o que foi o “Sínodo da Família” e as consequências que dele resultaram.

Simplesmente horroroso. Que Deus lhe perdoe.

Basto 9/2018

Sacerdotes detidos em Miami pela prática de sexo gay na via pública

gay.priests.miami.jpg

Dois padres da Arquidiocese de Chicago foram detidos pela polícia devido à prática de sexo gay dentro de um automóvel estacionado numa zona pública e bastante frequentada da cidade de Miami, na Flórida, EUA. Os sacerdotes em questão são o Pe. Diego Berrio, de 39 anos, e o Pe. Edwin Giraldo-Cortez, de 30. O primeiro é diretor espiritual de um grupo de jovens denominado Iskali.

O administrador apostólico da Arquidiocese de Chicago é o arcebispo D. Blase Cupich, recentemente nomeado cardeal pelo Papa Francisco e citado há dias na carta de D. Carlo Maria Viganò.

Basto 9/2018

“Silêncio e oração” enquanto a casa se desmorona

silence.please.jpg

Por Nikko Lane

Esta segunda-feira, como resposta às críticas dirigidas ao Vaticano, o Papa Francisco incitou a Igreja de Cristo a lutar com “silêncio e oração” contra aqueles que causam divisão.

Silêncio e oração. Vejamos o que o Papa Francisco poderia ganhar com silêncio e oração.

Em primeiro lugar, ele pede silêncio. Porquê? De facto, há momentos destinados ao silêncio. Perante o Santíssimo Sacramento. Quando alguém se senta na beleza do silêncio no mistério em que se oferece o Senhor Jesus Cristo durante a Santa Missa, o silêncio em solene lembrança de um ente querido que faleceu na esperança do abraço da Paz de Nosso Senhor.

Mas será o silêncio realmente necessário neste momento em que a Igreja está em crise? Enquanto os membros da Igreja não conseguirem perceber o que se tem passado durante último mês do pontificado do Papa Francisco, a maioria dos católicos de todo o mundo quer respostas. Santo Padre, o senhor está a dizer a verdade? Santo Padre, Viganò está a dizer a verdade? O Santo Padre sabia alguma coisa daquilo?

Até agora, a resposta do Papa às vítimas do escândalo de abuso sexual por parte de elementos do clero dos Estados Unidos incluiu (parafraseando):

  1. Somos todos os culpados e, como leigos, devemos todos trabalhar para melhorar as coisas na nossa Igreja.
  2. Se leram a carta de Carlo Maria Viganò que me acusa e às pessoas a quem sou leal, decidam por vocês  mesmos.

Foram feitas acusações graves e estão em jogo grandes implicações. No entanto, o sucessor de São Pedro não faz mais do que permanecer em silêncio e em oração.

O Papa Francisco pede silêncio. Aqueles que acreditam nele dizem que a causa deste escândalo de abuso sexual, o encobrimento e a crise que dele resulta é uma questão de clericalismo (a “cortina de fumo” mais comum do Papa e das pessoas que lhe são próximas). Eu diria que o Santo Padre nem sequer se referiu ao assunto em concreto.

Pede silêncio, mas porquê? A carta de Viganò implica o Papa Francisco em crimes graves contra o seu povo. O silêncio seria apropriado. A ironia é que, se há divisão na Igreja, é somente porque o Papa Francisco, culpado ou inocente, não tratou do assunto em questão. De todas as vezes que Francisco coloca o ónus deste escândalo nos leigos da Igreja, em vez de o colocar em si mesmo (e nos bispos e arcebispos que ele conscientemente designou, apesar dos conselhos que lhe propunha melhores candidatos), ele prejudica ainda mais as pessoas que realmente sofrem: as crianças, os estudantes, jovens adultos e seminaristas que foram abusados física e sexualmente pelos McCarricks e clérigos dos Estados Unidos. Ele causa sofrimento e volta a causar, institucionalmente, pelas suas ações ou pela falta delas.

Porque faz ele isto?  E continuamente?

Isto leva-nos à sua próxima proposta para combater a “divisão”: a oração. João Vianney disse: “A oração é o banho interior de amor no qual a alma mergulha”. A oração do Papa Francisco tem sido pública e em frente das câmaras, no Instagram e no Twitter, desde o primeiro dia do seu pontificado. Aqui está uma observação importante: o Papa Francisco faz questão de ser visto pelos média. Ele faz com que se conheça bem o facto de que ele não permanece nas instalações a que, como Papa, tem direito. Ele vive uma vida de “pobreza visual”, tentando ser como o grande Francisco de Assis, seu homónimo. Mas Francisco de Assis mantinha uma pobreza espiritual e interior. Ele abandonou os seus bens materiais para ser pobre, sim, mas a sua espiritualidade de negação de si mesmo na exultação do Senhor era a missão desse querido santo. São Francisco nunca subverteria a doutrina católica sobre o casamento, a santidade da vida, a sexualidade, a Santa Eucaristia e, mais importante, o papel da família no plano de Deus como o Papa Francisco tem subvertido. O Papa Francisco reescreveu a doutrina da Igreja quando subverteu o ensinamento sobre a atração pelo mesmo sexo; permitiu que pessoas que viviam em adultério recebam a comunhão; e ridicularizou as famílias católicas por serem muito “parecidas com coelhos” na procriação de filhos.

Por que razão sugeriria ele oração? Evidentemente, poderia pedir-nos a todos para orar pela paz e pelo fim do sofrimento. Ou poderia pedir para enterramos as nossas cabeças na areia, tapar as nossas bocas e esquecer tudo o que D. Carlo Maria Viganò acusara a ele e aos seus colaboradores. Será que ele quer afastar a atenção de si mesmo, dos McCarricks, dos Wuerls e dos Tobins, enquanto nós, o rebanho, estamos em silêncio e oração?

Silêncio é o que o Papa agora nos pede. Silêncio e oração.

Continuarei a orar pela Santa Sé e pela Igreja que São Pedro recebeu do próprio Jesus Cristo para liderá-la. Orarei pelas inúmeras vítimas de abusos do clero e pelas suas famílias e ainda para que elas encontrem a cura no divino amor de Deus. Também orarei pelos maravilhosos sacerdotes que se têm manifestado, chocados com este escândalo e com a falta de resposta do Papa, para que eles continuem a ter coragem apesar da covardia do seu líder. E, por último, continuarei a orar pelos leigos fiéis, que, segundo todos os relatos, têm fortalecido a sua fé, apesar da falta de honestidade e de liderança nos mais altos postos da hierarquia da nossa Igreja.

Mas eu não permanecerei em silêncio. O silêncio apenas implica a culpa do Papa. Não me calarei enquanto a Igreja de Cristo necessitar que os líderes chamem a heresia e a injustiça pelo nome. Continuarei a falar. Irei dizer a verdade. Irei proclamar a Boa Nova. A Palavra da Vida Eterna sobreviveu no passado a muitos papas corruptos e a muita adversidade e continuará muito para além do seu silêncio, Papa Francisco.

A edição original deste texto foi publicada pelo One Peter Five a 7 de setembro de 2018. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 9/2018

Cardeal D. Oscar Maradiaga diz que as redes sociais deveriam chamar-se “redes fecais”

slumdog
Cena “fecal” do filme Slumdog Millionaire (2008).

A declaração do cardeal hondurenho, membro do Conselho de Cardeais que presta assessoria ao Papa Francisco na reforma da Cúria, surgiu durante uma homilia pronunciada no passado domingo numa igreja de Tegucigalpa, capital das Honduras. O nome de Maradiaga foi recentemente associado ao encobrimento dos abusos de menores no “Testemunho” redigido por D. Carlo Maria Viganò.

 

A matéria fecal tem vindo tornar-se num tema algo recorrente na cúpula da Igreja. Ainda há dias, o Santo Padre terá dito às vítimas de pedofilia que “a corrupção e o encobrimento dos abusos” são uma “caca” e, em 2016, comparou a difusão de notícias falsas ao fascínio por fezes.

Utilizando uma terminologia curiosa e pouco comum, o Papa afirmou que a comunicação social deve evitar a “coprofilia” – nome dado a um invulgar interesse e excitação provocada por fezes. E, segundo o líder da Igreja Católica, aqueles que consomem histórias falsas correm o risco de se tornarem coprofágicos. Isto é, pessoas que ingerem fezes.

(In Público, 07/12/2016)

Basto 9/2018

Diocese do Porto acusa D. Carlo Maria Viganò de apostasia por não aderir à nova doutrina do Papa Francisco

Num curto comunicado publicado recentemente na sua página oficial, a diocese do Porto acusa o arcebispo D. Carlo Maria Viganò, ex-núncio apostólico nos EUA, de infidelidade e apostasia por não aceitar a novíssima doutrina sobre o casamento e a família introduzida pelo Papa Francisco através da sua controversa exortação Amoris Laetitia que admite o divórcio e o recasamento. O comunicado, sem data e sem assinatura, intitula-se “Com Pedro e sob Pedro” – um título forte para este tempo de dois Pedros.

diocese do porto.jpg
In sítio oficial da diocese do Porto, sem data (imagem capturada no dia 05/09/2018).

Falando de apostasia, recordemos que, ainda há pouco tempo, o novo bispo do Porto, D. Manuel Linda, um “fã do Papa Francisco a 200%“, foi notícia internacional depois de se manifestar publicamente a favor da prática sexual entre os recasados que desejam ser uma verdadeira família. Não admira, portanto, que a diocese sediada na urbe invicta venha agora “demonstrar a plena adesão ao magistério e à pessoa do Papa Francisco”.

Basto 9/2018

Bispos de Portugal unidos em carta de apoio ao Papa Francisco

Neste momento de forte contestação ao Papa Francisco, os bispos portugueses, reunidos em Fátima, resolvem enviar-lhe uma carta de apoio, confessando “total adesão ao seu magistério”.

carta.bispos.portugueses.papa.jpg
In Observador, 03/09/2018.

 

Basto 9/2018