Transexual irado numa loja dos EUA depois de ter sido tratado por “senhor”

O vídeo foi gravado recentemente no Novo México, numa loja de videojogos da famosa cadeia GameStop, acabando por tornar-se viral através das redes sociais. O seu protagonista é alguém que se identifica como “Tiffany” Moore, um ex-homem de aspecto bastante masculino, indignado, que se revolta contra o funcionário da loja, desatando aos gritos e pontapés, depois de este, educadamente, se ter referido a ele como “senhor”.

Basto 01/2019

Ícone de um desastroso pontificado

logo.pope.moroccoPor Christopher A. Ferrara

Eis o logótipo da próxima viagem inútil do Papa a Marrocos: a lua crescente, simbolizando a religião inventada por Maomé, envolve quase por completo uma cruz distorcida. Como este Papa promove obsessivamente a migração em massa de homens muçulmanos para as capitais da Europa Ocidental, incluindo até mesmo Roma, a imagem sugere que o corpo de fiéis cristãos, supostamente representados pela Cruz, não tem agora quase nenhuma possibilidade de escapar àquilo que o Papa Pio XI, numa época mais sã, chamou “a escuridão do Islão”, numa oração que os Católicos Romanos tradicionais ainda hoje recitam na tradicional Festa de Cristo Rei. Como essa oração do Ato de Consagração da Raça Humana ao Sagrado Coração de Jesus declara: “Sede o Rei de todos os que ainda estão envolvidos pela escuridão da idolatria ou do Islamismo e não deixeis de os atrair a todos para a Luz e Reino de Deus.”

Este logótipo absurdo e ofensivo tem camadas mais profundas de significado maligno. Como explica o Zenit, um obediente órgão de comunicação da linha partidária do Vaticano, a “cruz e um crescente […] representam o diálogo inter-religioso entre cristãos e muçulmanos”. Porém, o que é retratado não é um dia-logo, do grego dialogesthai, que significa uma conversa entre duas ou mais partes, mas sim dia – “através de” ou “entre” – uma distância que as separa, uma distância que nenhum diálogo entre a religião fundada por Deus e outra fundada por Maomé jamais eliminará. O que vemos então é uma das partes do “diálogo”, o Islão, cercando visualmente a outra: ou seja, o catolicismo, representado por uma cruz distorcida que, por sua vez, representa uma Igreja distorcida no meio da pior crise da sua história.

Mas há mais. Citando novamente o Zenit, o logótipo ostenta “as cores dos dois países: verde e vermelho de Marrocos, amarelo e branco (o fundo) do Vaticano”. Note-se que o verde de Marrocos é representado no traço horizontal da Cruz, enquanto que o vermelho de Marrocos é visto na lua crescente que a circunda quase por completo, formando um cerco em torno da Cruz.

No total, 99% dos marroquinos são muçulmanos, enquanto os poucos cristãos existentes naquele país são quase todos estrangeiros. Além disso, em Marrocos “é um crime possuir uma Bíblia cristã escrita em língua árabe, parte de uma lei mais ampla que proíbe proselitismo de muçulmanos para qualquer outra crença”, enquanto a Constituição Marroquina estabelece que o Islão é a única religião do Estado de Marrocos. Não há “diálogo” entre Cristianismo e Islão em Marrocos, apenas um monólogo que favorece o Islão com a força da lei. Se a colocação das cores no logótipo significa alguma coisa, então só pode ser o cerco do Cristianismo pelo Islão, até ao ponto de se tornar um elemento de uma cruz distorcida que representa a sujeição de Cristo a Maomé.

Finalmente, citando novamente o Zenit, o logótipo declara que o Papa Francisco é o “Servo da Esperança” – mais um contributo para a nuvem de slogans vazios que têm assolado a Igreja desde o Concílio Vaticano II, e tão significativo como “Servo do Otimismo” ou “Servo da Alegria”. Qual é exatamente a “esperança” que Francisco serve? Não fazemos a menor ideia. Sabemos bem, no entanto, qual é a esperança que Francisco não serve. A esperança expressa pela Mãe de Deus em Fátima: “Por fim, o Meu Imaculado Coração triunfará. O Santo Padre consagrar-Me-á a Rússia, que se converterá, e será concedido ao mundo um tempo de paz.”

E por paz, Nossa Senhora queria dizer a coisa mais distante do programa que Francisco segue nesta fase final da crise pós-conciliar da Igreja. Citando Pio XI numa monumental encíclica que acabou enterrada e esquecida sob uma montanha tóxica de ruinosas novidades pós-conciliares: “Os homens devem procurar a paz de Cristo no Reino de Cristo”, cujo império “se estende não só sobre os povos católicos e sobre aqueles que, tendo recebido o batismo, pertencem por direito à Igreja, ainda que o erro os tenha extraviado ou o cisma os separe da caridade, mas também compreende a todos quantos não participam da fé cristã, de sorte que sob a potestade de Jesus se encontra todo o género humano”.

Só quando essa verdade da revelação tiver sido redescoberta e novamente proclamada pelo elemento humano desobediente da Igreja, sobretudo o homem que detém o cargo de Romano Pontífice, é que esta crise acabará finalmente.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center a 10 de janeiro de 2019. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação, sempre que possível deve ser lido na sua edição original.

Basto 01/2019

Noivas de São Belzebu?

No nono aniversário da aprovação do “casamento gay” em Portugal, o apresentador de televisão José Carlos Malato faz um exigência à Câmara Municipal de Lisboa: que alargue a tradicional celebração dos Casamentos de Santo António aos chamados “casamentos LGBT”.

A acontecer, ao menos que mudem o nome da cerimónia, por respeito ao santo padroeiro da cidade.

Basto 01/2019

Frases que nos fazem pensar: Miguel Sousa Tavares

miguel.sousa.tavares“[…] se há instituição que não tem hoje autoridade moral para dar lições de ética é a Igreja Católica como um todo, devido aos escândalos da pedofilia.”

(Miguel Sousa Tavares, jornalista e escritor, filho de Sophia de Mello Breyner)

Frase proferida pelo especialista em generalidades, com o seu característico tom grave e sério, no dia sete de janeiro, na habitual rubrica do Jornal das 8 da TVI, onde comentou uma parte da homilia da Missa de Ano Novo do bispo auxiliar de Braga, D. Nuno de Almeida.

Basto 01/2019

Ativista gay da Companhia de Jesus continua com o seu depravado ministério homopastoral sob cobertura papal

A próxima ação de propaganda homossexualista e anti-cristã do assessor do Vaticano James Martin SJ terá lugar no dia 29 deste mês, na Universidade do Sagrado Coração, na Nova Inglaterra.

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In Sacred Heart University, 07/12/2018 (adaptado).

A Sacred Heart University é uma universidade católica localizada na localidade de Fairfield, do Estado de Connecticut, nos EUA. É bastante provável que, mais uma vez, a maior parte da Igreja Católica, cheia de misericordismo, assobie para o lado… Entretanto, a petição lançada por um pequeno grupo de católicos para cancelar esta perversidade já ultrapassou os 16 milhares de assinaturas.

Basto 01/2019

Microquimerismo fetal: a ciência oferece luzes sobre a natureza da Mãe de Deus

Mãe.de.Deus

O Todo-poderoso fez em mim maravilhas. Santo é o seu nome. (Lc 1:49)

Jesus Cristo, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, foi gerado no seio imaculado da Virgem Maria, de quem recebeu características biológicas e genéticas inerentes à Sua natureza humana. Hoje, porém, a ciência leva-nos a crer que a Maternidade Divina terá também produzido efeitos na natureza de Maria, através da assimilação de células oriundas do Feto Sagrado.

Vários estudos detetaram a presença de células de origem fetal no organismo de mulheres, até décadas depois da gravidez, provando que as células do feto conseguem atravessar a placenta e incorporar tecidos da mãe em várias localizações do seu corpo. Da mesma forma, também células da mãe podem ser detetadas nos filhos. A este fenómeno dá-se o nome de microquimerismo fetal.

Sabe-se que as células que passam do feto para a corrente sanguínea da mãe e posteriormente para os seus tecidos, são pluripotentes, ou seja, com capacidade de se tornarem basicamente em vários tipos de células especializadas e integrarem diferentes tipos de tecidos.

(In Parentalidade com Ciência, 05/03/2017)

Este assunto, deveras interessante, deveria ser motivo de profunda reflexão para os teólogos de hoje.

Basto 01/2019

Padre Chrystian Shankar convida para a Missa de Passagem de Ano

Santuário de Nossa Senhora Aparecida, Divinópolis, Minas Gerais.

Basto 12/2018

Nova Pastoral em Fátima: 10 de Junho, o dia do Anjo Custódio de Portugal

Que fazeis? Orai, orai muito. Os Corações Santíssimos de Jesus e Maria têm sobre vós desígnios de misericórdia. Oferecei constantemente, ao Altíssimo, orações e sacrifícios.

(Anjo de Portugal, Fátima, 1916)

Basílica da Santíssima Trindade, Santuário de Fátima, 10 de Junho de 2018.

Basto 12/2018

Francisco agradece apoio do ex-frade marxista Leonardo Boff

Leonardo Boff, o ex-sacerdote brasileiro, ativista de Esquerda e ideólogo da chamada “teologia da libertação”, anteriormente condenado pela Congregação para a Doutrina da Fé por causa das suas posições heréticas e reacionárias, escreveu ao Santo Padre para lhe manifestar o seu apoio contra os “membros conservadores do governo Trump, articulados com grupos conservadores e até reacionários da Igreja Católica estadounidense, liderados pelo Card. Viganó”. Em resposta, o Santo Padre enviou-lhe também uma carta, agradecendo-lhe pessoalmente esse apoio.

Dr. Leonardo Boff

Querido hermano,

Gracias por tu carta enviada tràmite el P. Fabiàn.
Me alegrò recibirla y te agradezco la generosidad de tus comentarios.

Recuerdo nuestro primer encuentro, en San Miguel, en una reuniòn de la CLAR, allà por los anios 72-75. Y luego te seguì leyendo algunas de tus obras.

Por estos dìas estaràs cumpliendo 80 años. Te hago llegar mis mejores augurios.

Y, por favor, no te olvides de rezar por mì. Lo hago por vos y tu Senora [1].
Que Jesùs te bendiga y la Virgen Santa te cuide.

Fraternalmente.

Francisco

(Carta do Papa Francisco a Leonardo Boff; in leonardoBOFF.com, 17/12/2018)

[1] Referência à “teóloga” e ativista de Esquerda Márcia Monteiro da Silva Miranda.

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Márcia Miranda e Leonardo Boff junto da ex-presidente do Brasil Dilma Rousseff.

A “sua senhora”, de acordo com a Folha de São Paulo, é uma mulher casada e mãe de seis filhos com quem Boff, quando era ainda frade franciscano, manteve uma secreta relação amorosa ao longo de 12 anos. Após a dispensa dos votos e o abandono do convento, o ex-sacerdote assumiu publicamente a sua ligação amorosa com Márcia Miranda, definindo-a como “uma relação pós-moderna”, em que a senhora visita o seu apartamento “pelo menos duas noites por semana […] e alguns fins-de-semana”, nos restantes dias, Boff “vive como num mosteiro”.

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Genézio Darci Boff (mais conhecido como Leonardo Boff) in Religión Digital, 17/03/2013.

Leonardo Boff, um dos maiores representantes da teologia da libertação, após décadas de censura durante os pontificados de João Paulo II e Bento XVI, sente-se agora reabilitado pelo Papa Francisco, a quem considera “um dos nossos”.

Basto 12/2018

Francisco no Natal: A salvação vem através do amor e do respeito pela humanidade?

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Por Christopher A. Ferrara

Na sua Mensagem de Natal “Urbi et Orbi”, o Papa Francisco propõe uma concepção da Encarnação que reduz Cristo a um mero facilitador passivo de uma fraternidade humanista entre homens de qualquer crença ou persuasão, incluindo aqueles que rejeitam o Seu Evangelho e a Sua Igreja. As palavras proferidas por Francisco não deixam dúvidas a este respeito:

E que nos diz aquele Menino, nascido, para nós, da Virgem Maria? Qual é a mensagem universal do Natal? Diz-nos que Deus é um Pai bom, e nós somos todos irmãos.

Esta verdade está na base da visão cristã da humanidade. Sem a fraternidade que Jesus Cristo nos concedeu, os nossos esforços por um mundo mais justo ficam sem fôlego, e mesmo os melhores projetos correm o risco de se tornar estruturas sem alma.

Por isso, as minhas boas-festas natalícias são votos de fraternidade.

Fraternidade entre pessoas de todas as nações e culturas.

Fraternidade entre pessoas de ideias diferentes, mas capazes de se respeitar e ouvir umas às outras.

Fraternidade entre pessoas de distintas religiões. Jesus veio revelar o rosto de Deus a todos aqueles que o procuram.

E o rosto de Deus manifestou-se num rosto humano concreto. Apareceu, não sob a forma dum anjo, mas dum homem, nascido num tempo e lugar concretos. E assim, com a sua encarnação, o Filho de Deus indica-nos que a salvação passa através do amor, da hospitalidade, do respeito por esta nossa pobre humanidade que todos compartilhamos numa grande variedade de etnias, línguas, culturas… mas todos irmãos em humanidade!

Então, as nossas diferenças não constituem um dano nem um perigo; são uma riqueza. Como no caso dum artista que queira fazer um mosaico: é melhor ter à sua disposição ladrilhos de muitas cores, que de poucas.

Resumindo esta espantosa mensagem: de acordo com Francisco, Cristo “concedeu” a fraternidade a todos os homens indiferentemente, sem ter em conta as suas “ideias diferentes” e “distintas religiões”, e a salvação vem, não da conversão a Ele, da aceitação da verdade do Seu Evangelho e da autoridade da Igreja que Ele fundou como Arca da Salvação, mas sim “através do amor, da hospitalidade, do respeito por esta nossa pobre humanidade que todos compartilhamos”.

Note-se bem: a salvação, segundo Francisco, vem através do amor, da hospitalidade, do respeito pela humanidade, e não por amor, aceitação e respeito a Cristo e obediência à Lei de seu Evangelho.

Pior ainda, de acordo com Francisco, as diferenças entre os homens – ou seja, as suas diferenças em relação à verdade revelada pelo Verbo Encarnado – “não constituem um dano nem um perigo; são uma riqueza”, são parte de um maravilhoso “mosaico” feito de “ladrilhos de muitas cores…” Isto não é mais do que uma ressonância do mantra liberal que diz que “a diversidade é a nossa força”. Mas não há força numa “diversidade” de ideias relativamente ao que é certo e errado, ou no que concerne aos deveres para com Deus. Pelo contrário, apenas há conflito e caos, assim como risco de perdição de almas.

Como diz a Bíblia num versículo que o Pe. Gruner citava frequentemente a propósito da crise civilizacional e eclesiástica mencionada por Nossa Senhora de Fátima: “O meu povo perde-se por falta de conhecimento; porque rejeitaste a instrução, excluir-te-ei do meu sacerdócio. Já que esqueceste a Lei do teu Deus, também Eu me esquecerei dos teus filhos.” (Os 4:6)

Em nenhuma parte da mensagem de Francisco à Igreja e ao mundo pelo Natal existe qualquer referência, ainda que disfarçada, às palavras do próprio Cristo à Igreja que Ele fundou: “«Ide pelo mundo inteiro, proclamai o Evangelho a toda a criatura. Quem acreditar e for batizado será salvo; mas, quem não acreditar será condenado.” (Mc 16:15-16) O mandato divino desapareceu sem deixar rasto e o que temos agora é precisamente a falsificação humanista da fraternidade dos homens promovida pelo movimento francês Sillon, outrora condenado pelo Papa São Pio X como falsa fraternidade “que não será nem católica, nem protestante, nem judia”. Será uma religião… mais universal do que a Igreja Católica, que une todos os homens para se tornarem finalmente irmãos e camaradas no «Reino de Deus»”.

Os organizadores do movimento Sillon vangloriavam-se deste modo: “Nós não trabalhamos para a Igreja, nós trabalhamos para a humanidade” – como se trabalhar para a humanidade não exigisse precisamente trabalhar para a Igreja como meio para o florescimento humano neste mundo e para a salvação eterna no próximo. Tal pensamento, advertiu São Pio X, é apenas “um miserável afluente do grande movimento de apostasia que está a ser organizado em todos os países com vista ao estabelecimento de uma Igreja Mundial Única que não terá dogmas, nem hierarquia, nem disciplina para a mente, nem restrição para as paixões…”. Uma “igreja” na qual as diferenças entre os homens, significando diferenças entre verdade e erro, são celebradas como “uma riqueza”, em vez de motivo de lamento, como um mal a ser vencido pela graça de Deus e pela unidade de um só Senhor, uma só Fé, um só Batismo para a remissão dos pecados. E um evangelho que, para citar Pio X, não apresenta o Cristo Rei, mas “um Cristo diminuído e distorcido”, que apenas preside a uma fraternidade panreligiosa na qual a verdade já não importa para a salvação.

Esta é, certamente, a situação que a Mãe de Deus antevia quando apareceu aos três pastorinhos em Fátima.

A edição original deste texto foi publicada pelo Fatima Center a 26 de dezembro de 2018. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. A presente edição destina-se exclusivamente à sua divulgação, sempre que possível deve ser lido na sua edição original. As citações do documento papal em análise neste artigo estão aqui apresentadas na versão oficial em português publicada pelo Vaticano.

Basto 12/2018

Papa Francisco nega o dogma da Imaculada Conceição

Durante a audiência geral do passado dia 21 de dezembro, enquanto se referia ao presépio, o Santo Padre negou subtilmente a Imaculada Conceição de Maria.

Catecismo da Igreja Católica:

491. Ao longo dos séculos, a Igreja tomou consciência de que Maria, «cumulada de graça» por Deus (139), tinha sido redimida desde a sua conceição. É o que confessa o dogma da Imaculada Conceição, procla­mado em 1854 pelo Papa Pio IX:

«Por uma graça e favor singular de Deus omnipotente e em previsão dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, a bem-aventurada Virgem Maria foi preservada intacta de toda a mancha do pecado original no primeiro instante da sua conceição» (140).

(In Vatican.va, 2018)

Basto 12/2018