Bombástico: Livro afirma que Papa Francisco esperava a abdicação de Bento XVI

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Por Dorothy Cummings McLean

6 de dezembro, 2017 (LifeSiteNews) – Um novo e explosivo livro afirma não só que o Papa Francisco é um ditador manipulador com sede de poder, mas também que ele celebrou a abdicação de Bento XVI.

O Papa Ditador, escrito por um autor de pseudónimo Marcantonio Colonna, afirma mostrar como é o Papa Francisco quando o seu público de adoradores não está a observá-lo: “arrogante, sem consideração pelas pessoas, pródigo em linguagem vulgar e notório pelas furiosas explosões de temperamento, que são conhecidas por todos, desde os cardeais aos motoristas.”

Apesar da identidade oculta do autor, o livro chegou à lista dos best-sellers e recebeu o louvor dos experientes observadores do Vaticano.

De acordo com o livro, Francisco é um mestre da manipulação e estava plenamente consciente das duas tentativas para o eleger como Papa. Aquando do conclave de 2005 que elegeu o cardeal Ratzinger, o anteriormente conservador cardeal Bergoglio adotou uma nova posição progressista em consonância com a teologia dos seus patrocinadores. E parece que estava informado do ressurgimento dos seus planos no momento Bento XVI abreviou o seu próprio pontificado. De acordo com Colonna:

Em meados de 2012, alguns insiders da Cúria sabiam que o Papa Bento XVI estava a considerar a abdicação; ele havia confiado a sua intenção a dois dos seus associados mais próximos, ao Secretário de Estado, cardeal Bertone, e ao secretário papal, o arcebispo Ganswein, e tinha definido a data exata: 28 de fevereiro de 2013.

As comunicações do cardeal Bergoglio com Roma aumentaram abruptamente a partir dessa época, subindo para níveis agitados à medida que a data se aproximava. Como é certo, a 11 de fevereiro de 2013, o Papa Bento XVI fez o seu anúncio público aos cardeais e apanhou de surpresa quase o mundo inteiro; porém não Bergoglio e os seus associados, como descobriram testemunhas oculares.

No dia do anúncio em si, o reitor da catedral de Buenos Aires visitou o seu cardeal e encontrou-o exultante. Durante o seu encontro, o telefone não parou de tocar com as chamadas internacionais dos aliados de Bergoglio e eram todas chamadas de felicitação pessoal. Um amigo argentino, no entanto, menos informado do que os outros, ligou para perguntar sobre a notícia extraordinária e Bergoglio disse-lhe: “Não sabes o que isto significa.”

O reconhecido jornalista italiano e vaticanista Marco Tosatti, que escreve para o jornal italiano La Stampa, considerou O Papa do Ditador como “uma visão panorâmica” e “importante” dos eventos históricos do papado bergogliano até ao presente momento. Robert Royal, editor-chefe do The Catholic Thing e observador papal da EWTN, caracteriza O Papa Ditador como “muito mais minucioso e detalhado do que qualquer coisa que já apareceu” sobre o pontificado de Francisco.

Royal adverte que o livro “por vezes força a evidência”, mas acrescenta: “a enorme quantidade de evidência fornecida é impressionante. Cerca de 90% da qual é simplesmente irrefutável e não pode deixar de esclarecer quem é Francisco e como ele é”.

O semanário católico mais popular do Reino Unido comenta que O Papa Ditador é “por vezes duro”, mas elogia-o dizendo que “se baseia numa ampla gama de materiais, incluindo fontes confidenciais dentro do Vaticano”.

O livro online foi disponibilizado em inglês no dia 4 de dezembro. A partir de uma perspetiva interna, também aprofunda artigos e livros publicados sobre Francisco – alguns dos quais desapareceram das livrarias argentinas – para explicar o lado sombrio do pontificado de Bergoglio.

O “Jorge Bergoglio manipulador ” apresentado em O Papa Ditador contrasta surpreendentemente com o “Papa Francisco humilde” vendido ao público pelos média mundiais desde a data da sua eleição. Que efeito terá o primeiro sobre o segundo, será interessante descobrir.

A edição original deste texto foi publicada pelo LifeSiteNews a 6 de dezembro de 2017. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do artigo acima é da inteira responsabilidade da sua autora, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 12/2017

“Fulgores de Fátima”, agora em livro

Pedro Sinde acabou de publicar o livro “Fulgores de Fátima, pensando a mensagem”. “Fulgores de Fátima” é o nome da rubrica assinada pelo filósofo no jornal Diário do Minho da qual resultou este livro. Vários dos seus excelentes artigos têm sido aqui regularmente divulgados, portanto recomendamos vivamente esta obra.

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Mais informações sobre a obra na página da “Nova Águia”.

O livro pode ser encomendado no seguinte endereço eletrónico: info@movimentolusofono.org

Basto 12/2017

Hossana, Rainha de Portugal!

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…declaramos, pronunciamos e definimos:

A doutrina que sustenta que a beatíssima Virgem Maria, no primeiro instante da sua Conceição, por singular graça e privilégio de Deus omnipotente, em vista dos méritos de Jesus Cristo, Salvador do género humano, foi preservada imune de toda mancha de pecado original, essa doutrina foi revelada por Deus, e por isto deve ser crida firme e inviolavelmente por todos os fiéis.

(Papa Pio IX, Bula “Ineffabilis Deus”, 8 de dezembro de 1854)

Hossana à nossa padroeira!

Basto 12/2017

Travesti Conchita Wurst prega na catedral de Viena em cerimónia presidida pelo cardeal Schönborn

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O “misericordioso” cardeal D. Cristoph Schönborn, apresentador oficial da exortação apostólica Amoris Letitia, celebrou uma cerimónia sacrílega intitulada Mozart Requiem na sua Catedral de Santo Estêvão, em Viena (Áustria), para assinalar o Dia Mundial de Luta contra a SIDA (1 de dezembro). Um dos “pregadores” foi o travesti Thomas Neuwirth (mundialmente conhecido por Conchita Wurst ou “a mulher de barba”), vencedor do Festival Eurovisão da Canção de 2014, e outro foi Gery Keszler, o famoso organizador da gala anual gayLife Ball” de angariação de fundos para supostamente combater a SIDA.

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D. Cristoph Schönborn canta e bate palmas, ao lado de Gery Keszler, na sua catedral em Viena (Áustria) in ORF2.

 

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Gery Keszler discursa a partir do ambão da catedral de Santo Estêvão, in ORF2.

 

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Travesti “Conchita Wurst” discursa a partir do ambão da catedral de Santo Estêvão, in ORF2.

 

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Decoração da Catedral de Santo Estêvão, em Viena, Áustria, in ORF2.

A promoção da cultura gay no combate epidemiológico da SIDA é um fenómeno bastante difícil de entender…

Basto 12/2017

Papa Francisco promulga orientações dos bispos de Buenos Aires que oficializam a abertura da Sagrada Comunhão aos divorciados recasados

EXCLUSIVO: Missa solene na Argentina para dar a comunhão a casais adúlterosin Adelante La Fé, 13/06/2017

 

A Santa Sé publicou oficialmente no boletim Acta Apostolicae Sedis a carta dos bispos de Buenos Aires com os critérios – aprovados e elogiados pelo Papa Francisco – que abrem a Sagrada Comunhão aos divorciados civilmente recasados. Com esta publicação, o Papa Francisco eleva à categoria de magistério um documento herético que anula o constante ensinamento da Igreja, em particular o que fora anteriormente aprofundado pelos Papas João Paulo II e Bento XVI.

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Acta Apostolicae Sedis Commentarium Official (10/2016) in Vatican.va

 

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Acta Apostolicae Sedis Commentarium Official (10/2016) in Vatican.va, p. 1072

 

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Acta Apostolicae Sedis Commentarium Official (10/2016) in Vatican.va, p. 1073

 

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Acta Apostolicae Sedis Commentarium Official (10/2016) in Vatican.va, p. 1074

Para além de radicalmente novo e herético, agora é oficial! Terá andado a Igreja Católica equivocada durante 2000 anos até à eleição do Papa Francisco I? Seriam São João Paulo II e Bento XVI tão pouco misericordiosos como nos querem fazer crer?

Por mais esforços intelectuais que façam para tentar conciliar este novo ensinamento com a doutrina constante da Igreja Católica, não o conseguem porque não estamos perante uma abordagem pastoral ligeiramente diferente, como nos dizem. Isto é algo completamente novo, contraditório e escandaloso que anula o ensinamento anterior.

Devemos agora esperar por um novo conclave – como ironiza o nosso vizinho Joãopara conhecer as próximas tendências do magistério da Igreja?

 

Basto 12/2017

O que resta ainda de Portugal?

Talvez mais nenhuma outra nação do mundo ostente as cinco chagas de Cristo como seu principal símbolo identitário. Um símbolo sacrossanto que resistiu a todas as ingerências e influências que afetaram Portugal ao longo dos séculos. Não é um milagre, é uma marca da soberania e da invencibilidade de Deus.

Neste dia 1 de dezembro celebramos a Restauração da Independência de Portugal.

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Exterior da igreja da Insigne e Real Colegiada de Nossa Senhora da Oliveira, em Guimarães (cidade onde nasceu Portugal)

Portugal foi fundado como um reino cristão. Como as leis de Deus são irrevogáveis, por mais desfigurada e irreconhecível que a Nação Portuguesa possa hoje parecer, Deus continua a ser o seu mais alto e legítimo Senhor e nós os seus fiéis vassalos. Essa é a nossa verdadeira independência enquanto nação.

Viva Nosso Senhor Jesus Cristo!

Viva Portugal!

Basto 12/2017

Mais um bispo “misericordioso”

O argentino Pe. Jorge Ignacio García Cuerva acabou de ser elevado a bispo. De acordo com a informação publicada há dias no sítio oficial do Vaticano, o Santo Padre acabou de nomeá-lo bispo auxiliar de Lomas de Zamora e titular de Lacubaza, na Argentina.

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Pe. García Cuerva abraça os dois homens, Pablo Goycochea e Roberto Carlos Trinidad (o transexual que agora se identifica como Florencia de La V), na Basílica do Santíssimo Sacramento de Buenos Aires, onde batizou os seus filhos adotivos – revista “Gente” de 30/08/2017

O Pe. García Cuerva tornou-se mundialmente conhecido porque, em 25 de agosto de 2012, batizou os filhos adotivos de um famoso casal “gay” argentino na Basílica do Santíssimo Sacramento de Buenos Aires, tendo obtido, na altura, uma forte cobertura mediática. Este acontecimento reporta-se a uma data em que o atual Pontífice Romano era ainda o arcebispo de Buenos Aires.

“Florencia aproximou-se de nós com o pedido explícito para que a Igreja Católica batizasse os seus filhos de acordo com o Direito Canónico. Que exista tal desejo é motivo suficiente para realizá-lo. Gostaria que todos os pais trouxessem os seus filhos ao batismo com um nível de consciência tão alto. Vê-se que Flor e Pablo realmente querem transmitir a Paulo e Isabella a fé em Jesus.”

(Pe. García Cuerva in Gente, agosto de 2012 – tradução livre)

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O vídeo da cerimónia pode ser visto aqui.

Basto 11/2017

Querem que eu lidere um grupo contra o Papa, mas eu permanecerei com ele. No entanto, aqueles que se queixam deveriam ser ouvidos

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Excertos de uma entrevista conduzida por Massimo Franco do Corriere della Sera:

“Há uma frente de grupos tradicionalistas, tal como existe com os progressistas, que gostariam de me ver como líder de um movimento contra o Papa. Mas eu jamais farei isso. Servi a Igreja com amor durante 40 anos como sacerdote, 16 anos como professor universitário de teologia dogmática e 10 anos como bispo diocesano. Acredito na unidade da Igreja e não permitirei que ninguém explore as minhas experiências negativas dos últimos meses. As autoridades da Igreja, por outro lado, precisam de ouvir aqueles que têm sérias dúvidas ou justificadas reclamações; não os ignorando, ou pior, humilhando-os. Caso contrário, pode aumentar involuntariamente o risco de uma separação lenta, que pode levar a um cisma, de uma parte desorientada e desiludida do mundo católico. A história do Cisma Protestante de Martinho Lutero, de há 500 anos atrás, deveria ensinar-nos, acima de tudo, quais erros evitar.”

“O Papa confessou-me isto: «Disseram-me anonimamente que você é meu inimigo» sem explicar em que sentido” contou ele insatisfeito. “Depois de 40 anos ao serviço da Igreja, eu tive que ouvir isto: um absurdo criado por intriguistas que, em vez de incutirem preocupação no Papa, fariam melhor se visitassem um” psiquiatra”. Um bispo católico e cardeal da Igreja Romana está, por natureza, com o Santo Padre. Mas acredito, como disse Melchoir Cano, teólogo do séc. XVI, que os verdadeiros amigos não são aqueles que lisonjeiam o Papa, mas aqueles que o ajudam com a verdade e com a competência teológica e humana. “Em todas as organizações do mundo, delatores deste tipo servem-se apenas a eles próprios.”

“As tensões na Igreja surgem do contraste entre uma frente tradicionalista extremista presente em alguns sítios da internet e uma frente progressiva, igualmente exagerada, que hoje procura ganhar crédito como super-papista”.

A edição original deste texto foi publicada no Rorate Caeli no dia 27 de novembro de 2017. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o artigo acima foi traduzido do texto publicado em inglês pelo Rorate Caeli, o qual, por sua vez, foi extraído e traduzido de uma entrevista publicada em italiano, no passado dia 26 de novembro, no Corriere della Sera. Toda a responsabilidade do texto pertence, portanto, ao seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 11/2017

De gay a Irmão Católico: Querida Igreja, não me deves qualquer pedido de desculpa

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Querida Igreja Católica,

Como um ex-homossexual que voltou para a Igreja à procura de Deus, quero que saibas que não me deves pedidos de desculpa. Nunca, nem por uma única vez, durante os meus 43 anos de estilo de vida homossexual, me senti marginalizado pela Igreja. A Igreja nunca me abandonou. Eu é que abandonei a Igreja. Nunca me senti como um segregado. Fui eu que me segreguei. Nem por uma única vez me senti excluído pela Igreja, ou como se eu não tivesse lugar. A sua porta estava sempre aberta para mim. Foi eu quem passou ao lado daquela porta.

Tu precisas de saber que não houve um dia nos meus 43 anos em que eu não reconheci o quão ofensivo o meu comportamento era para Deus. Olhando para trás, posso dizer honestamente que o corte que estabeleci entre mim e Deus era um dos meus maiores sofrimentos. O que me afastou da Igreja foi a minha estupidez e culpa. Deste-me a verdade e eu rejeitei essa verdade.

Como pode isso ter acontecido? Muito simples. Recorria a pretextos. Insistia que não tinha auto-controlo sobre sobre a minha pecaminosidade. Adquiri um sentimento de que talvez, apenas talvez, um Deus amoroso esteja bem comigo. Seja qual for o motivo real, achei muito mais fácil arrumar toda a minha culpa no canto mais distante da minha consciência. E assim, durante 43 anos, todo esse pecado e essa culpa continuaram sem arrependimento e confusos com a poeira.

Não me peças desculpa. Foi eu que ofendi Deus, a Sua igreja e os Seus ensinamentos. Tu fizeste a tua parte. Proclamaste a verdade com caridade e eu ignorei-te. Eu é que estou em dívida e assumo toda a responsabilidade e culpa pelos meus caminhos pecaminosos. Fui eu quem rejeitou as muitas cruzes que Deus me deu. Foi eu quem encarou os meus demónios. Foi eu quem rejeitou a salvação que tu me ofereceste.

Ao longo dos meus 43 anos de afastamento da igreja, Deus foi-me dando uma cruz após a outra e eu rejeitei-as todas. Apenas até 2008, quando contraí SIDA, as comportas da minha consciência abriram-se. Foi naquele dia em que percebi o quanto eu precisava de ti. Estava na hora de eu arrastar toda a minha pecaminosidade empoeirada por aquela porta aberta que estava há tantos anos escancarada para mim.

Obrigado por estares aí para mim. Obrigado por me dares coragem de proclamar tudo o que me ensinaste. Não me deves nada. Eu é que te devo.

Como vês, a Igreja não deve um pedido de desculpas aos homossexuais. A porta está aberta. Aceita a verdade na caridade e fica ciente de que Deus sempre te ajudará a carregar a tua cruz. Toma a tua cruz, como eu fiz. Deus está à espera. Não tenhas medo. A Igreja não é tua inimiga.

Agora estou velho e desgastado com problemas de saúde. Dificilmente carrego a minha cruz. Mas estou onde quero estar. Perto de Deus, perto da Sua Igreja e apreciando a verdade que rejeitei durante tantos anos.

A Igreja deve pedir desculpas, no entanto, pelos seus sacerdotes e bispos pro-homossexualidade que colocam as almas dos homossexuais em grave perigo por não lhes oferecer a verdade do Evangelho.

Em Cristo,

Ir. Christopher Sale
Fundador dos Irmãos do Padre Pio

A edição original deste texto foi publicada pelo LifeSiteNews a 25 de julho de 2016. Tradução: odogmadafe.wordpress.com

Nota da edição: o conteúdo do texto acima é da inteira responsabilidade do seu autor, salvo algum eventual erro de tradução. Sempre que possível, deve ser lido na sua edição original.

Basto 11/2017

Artista plástico expõe vaca crucificada em igreja belga

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Esta ultrajante aberração intitulada “Santa Vaca” foi exposta pelo pseudo-artista Tom Herck na igreja de São João Batista de Kuttekoven, na cidade belga de Borgloon. O evento chocou a população local, tendo já motivado protestos e petições.

No domingo passado, um grupo de católicos reuniu-se junto ao edifício para rezar um terço de desagravo e pedir a interferência do bispo D. Patrick Hoogmartens.

Basto 11/2017