Casal gay pede bênção ao Papa para os seus filhos

Já aqui tínhamos reportado anteriormente a notícia do casal gay que, em abril deste ano, batizara os filhos na catedral de Curitiba, no Brasil. Um acontecimento verdadeiramente impressionante, embora não impressione tanto quanto o silêncio geral da hierarquia católica e a indiferença do povo perante o sucedido.

Esta semana, Toni Reis, um dos dois pais (varões) adotivos das crianças visadas nesse batizado, resolveu partilhar, através do facebook, a sua recente troca de correspondência com a Santa Sé.

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in Massa News, 08/08/2017 (Foto do dia do batizado: Toni Reis acompanhado do seu marido David Harrad, juntamente com os três filhos adotivos e ainda o sacerdote que realizou a cerimónia)

No dia 4 de junho, o sr. Reis dirigiu uma carta ao Santo Padre, assinada por si e pelo seu marido e filhos, onde pedia uma bênção papal que mostrasse, de algum modo, a sua aprovação em relação ao caminho de integração religiosa que estavam a proporcionar aos seus filhos.

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Carta de Toni Reis dirigida ao Santo Padre

O Papa Francisco respondeu no dia 10 de julho, através de um dos seus assessores, manifestando desejos de “felicidades” e invocando “graças divinas” dirigidas a “toda a família” do conhecido ativista gay brasileiro.

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Carta de resposta do Santo Padre a Toni Reis (remetida pelo seu assessor Mons. Paulo Borgia)

Entretanto, sabemos pela ACI, a subdiretora do Gabinete de Imprensa da Santa Sé, García Ovejero, prestou-se a corrigir a interpretação que tem sido dada à bênção invocada na carta enviada em nome do Papa Francisco. Segundo ela, “em português esta expressão tem um sentido genérico e amplo”, não se podendo portanto depreender daí uma aprovação do relacionamento homossexual de três décadas de Toni Reis com o inglês David Harrad. Uma observação pertinente de alguém que fala espanhol…

Não obstante o prestável esclarecimento da porta-voz do Vaticano, a verdade é que, nessa carta, é ainda mais difícil depreender algum tipo de desaprovação da prática homossexual do sr. Tony com seu companheiro ou tirar qualquer tipo de ilação a respeito dos riscos de deformação espiritual aos quais expõem os adolescentes por eles perfilhados.

Basto 8/2017

Bispo brasileiro ensina que homossexualidade é “um dom de Deus”

D. Antônio Carlos Cruz Santos é o bispo da diocese de Caicó, no Rio Grande do Norte, Brasil. No último domingo de julho, na homilia da missa de encerramento da festividade de Santana, o bispo condenou os “preconceitos contra os nossos irmãos homoafetivos”.

Em plena homilia, o bispo referiu-se à sodomia nestes termos:

Se não é escolha, se não é doença, na perspetiva da fé é dom, é dado por Deus.

(D. Antônio Santos, 30/07/2017)

Ao ouvirmos esta pregação, não podemos deixar de concluir que, se o bispo não sofre de alguma doença mental e se esta nunca foi a nossa Fé, isto só pode ser apostasia pura. E como já nos vamos habituando, lá tinha de vir a referência à nova misericórdia do Papa Francisco e, em particular, à sua famosa frase: “Se uma pessoa é gay e procura o Senhor e tem boa vontade, quem sou eu para julgá-la?” Mas, sem sairmos da mesma linha de interpretação, quem é D. Antônio Santos para julgar a doutrina constante da Igreja revelada pelo próprio Deus?

Nesta homilia, o bispo elogiou ainda a atitude pastoral do Santo Padre para com a transexual espanhola a quem o Papa telefonou no dia da Solenidade da Imaculada Conceição, em 2014, e convidou para uma visita a Roma (acompanhada da sua namorada homossexual) com as despesas a cargo da Santa Sé.

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Santo Padre acolhe calorosamente as duas senhoras homossexuais no Vaticano. A transexual Diego Lejárraga foi mulher até aos 40 anos, altura em que optou por se submeter a um conjunto de tratamentos e cirurgias para se transformar em homem. À esquerda encontra-se a sua namorada.

Após o encontro do casal lésbico com o Santo Padre, a transexual assumiu publicamente que saiu de cabeça erguida, vai à missa e comunga, sentido-se agora um verdadeiro homem. Aliás, o próprio Papa diz que ela agora é “homem” e “casado”, apesar de ter sido “rapariga”. E ela, que agora “é ele”, agradece.

Basto 8/2017

Orgia gay no Vaticano em apartamento do Santo Ofício

A notícia partiu do jornal italiano Il Fatto Quotidiano, no final do mês de junho, e reporta um alegado escândalo, envolvendo o Mons. Luiggi Capozzi, um clérigo cujo nome estaria proposto para ordenação episcopal. De acordo com a notícia, o proeminente sacerdote terá sido transportado de emergência, numa viatura oficial do Vaticano, para ser tratado na clínica Pio XI por causa do excessivo consumo de drogas numa orgia homossexual que terá ocorrido num apartamento pertencente à Congregação para a Doutrina da Fé. Os vizinhos queixaram-se da constante movimentação noturna de pessoas em direção àquele apartamento.

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Pontifício Conselho para os Textos Legislativos

Basto 7/2017

Conferência Episcopal dos EUA recusa responder sobre o acesso dos casais homossexuais à Sagrada Comunhão

Durante uma conferência de imprensa dada pela Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB), na cidade de Indianápolis, Claire Chretien, do LifeSiteNews, colocou uma questão sobre a possibilidade de pessoas envolvidas em relacionamentos homossexuais poderem aceder à Sagrada Comunhão. Perante a questão colocada (tão simples de responder como remeter para os números 2357, 2358, 2359 e 2396 do Catecismo), D. Christopher Coyne, bispo da diocese de Burlington e chefe do Comité para as Comunicações da USCCB, visivelmente incomodado, terá dado instruções imediatas à diretora do departamento de relações públicas da USCCB para boicotar a questão da jornalista, não permitindo ao painel dar qualquer resposta.

 

A pertinência da questão prende-se com alguns escândalos registados recentemente nos EUA, relacionados com interpretações radicais da controversa exortação apostólica Amoris Laetitia, entre estes destacam-se os “misericordiosos” avanços do bispo D. Robert McElroy na diocese de San Diego e as posições exóticas publicamente assumidas por alguns dos novos cardeais americanos nomeados pelo Santo Padre, nomeadamente, D. Joseph Tobin, D. Kevin Farrell e D. Blase Cupich.

Neste momento crítico em que a mentira teima em sobrepor-se à Verdade revelada, a atitude de D. Christopher Coyne, em substância, é equivalente à de todos os outros membros da Igreja Católica, desde bispos, padres e fiéis, que fazem de conta que não veem o que está a acontecer. Nem todos pertencem a esse grupo, muitos não conseguem mesmo ver e portanto estão isentos de culpa.

Basto 6/2017

“Construindo a ponte” para o Inferno!

Um anjo conduzindo uma alma para o Inferno
“Um Anjo Conduzindo uma Alma para o Inferno” de um discípulo de Hieronimus Bosch, séc. XVI

O novo consultor do Vaticano, escolhido pelo Papa Francisco para a Comunicação, fala do seu novo livro “Construindo a Ponte”, uma obra muito elogiada por alguns dos novos cardeais.

Transcrição do vídeo:

Há lugar para pessoas lésbicas, gays, bissexuais e transexuais na Igreja Católica? Como podem eles saber que Deus os ama? Como podem os bispos chegar aos católicos LGBT? Como podem as pessoas LGBT encontrar um lugar numa igreja que frequentemente parece o seu inimigo? Devem os funcionários da Igreja despedir empregados LGBT por se casarem com pessoas do mesmo sexo? Estes são tópicos tratados no meu mais recente livro, “Construindo a Ponte”.

A Igreja Católica tem a obrigação de receber as pessoas LGBT para lhes mostrar que são filhos queridos de Deus, para celebrar os seus dons, para ouvi-los, para acompanhá-los, para sofrer com e até por eles, porquê? Porque são seres humanos. Também são católicos. Eles foram batizados, então fazem parte da Igreja, tanto quanto eu, o seu bispo ou o Papa, e recentemente tem havido mais sinais da sua aceitação.

A mais famosa frase do Papa Francisco talvez seja: QUEM SOU EU PARA JULGAR?

Mas não precisamos de ir longe para encontrar outros sinais de abertura. O catecismo da Igreja Católica pede-nos que tratemos as pessoas LGBT com respeito, compaixão e sensibilidade. Essas virtudes podem também ajudar a comunidade LGBT em interação com a Igreja. No fundo, Jesus e o seu público ministério foi sempre tentar incluir pessoas, destacando especificamente o chegar às pessoas que se sentiam marginalizadas porque, para Jesus, não havia ninguém que fosse outro. Para Jesus não há nós e eles. Só existe nós.

“Construindo a Ponte”, contudo, é mais do que um convite para receber. Oferece também recursos espirituais práticos para Católicos LGBT e para as suas famílias e amigos. O livro inclui passagens bíblicas escolhidas, assim como meditações e questões de reflexão para ajudar os católicos LGBT na sua relação com Deus e no seu próprio auto-entendimento. E para ajudar a sua família e amigos também, porque ministrar católicos LGBT não é só sobre a pessoa LGBT, mas os seus pais, avós, irmãos e irmãs, tias e tios, como também os seus amigos, colegas de trabalho, vizinhos e pessoas das suas paróquias.

Todo aquele que se preocupa com a vida espiritual e bem-estar das pessoas LGBT. Então eu espero que “Construindo Ponte” possa ajudar não só a pessoa LGBT não só a Igreja católica, mas todos aqueles que amam as pessoas LGBT, que espero que sejam todos.

(Pe. James Martin SJ in America Magazine – The Jesuit Review, 29/05/2017 – tradução)

No mesmo sentido, numa entrevista recente a respeito deste seu novo livro, o sacerdote jesuíta respondeu assim:

Entrevistador: O Catecismo da Igreja Católica ensina que “os atos homossexuais são intrinsecamente desordenados“. Você afirma e concorda com este ensinamento e esta linguagem?

Pe. James Martin: Eu não sou teólogo, mas diria que alguma da linguagem usada no catecismo a respeito desse tema precisa de ser atualizada, de acordo com o que sabemos agora sobre a homossexualidade. Antigamente, por exemplo, o catecismo dizia que a orientação homossexual é “objetivamente desordenada”. Mas, como eu digo no livro, afirmar que uma das partes mais profundas da pessoa – a parte que dá e recebe amor – está desordenada é inutilmente ofensivo. Há algumas semanas atrás, conheci um teólogo italiano que sugeria que a frase “diferentemente ordenada” poderia transmitir essa ideia de modo mais pastoral”.

(in Religion News Service, 06/06/2017 – tradução)

É o lobby de Sodoma e Gomorra plenamente instalado e a funcionar na Igreja Católica.

Basto 6/2017

Casal gay batiza os filhos na catedral de Curitiba

Desta vez foi no Brasil, na catedral de Curitiba, no Estado do Paraná. A cerimónia teve a honra de ser ministrada pelo arcebispo local, D. José Antônio Peruzzo, que batizou os três adolescentes na presença do pai e do pai.

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O Globo, 26/04/2017

5/2017 Basto

Santuário de Nossa Senhora de Monserrate profanado na Catalunha

A “Arran”, uma organização juvenil de Esquerda independentista catalã, profanou o Santuário da Nossa Senhora de Monserrate, em Espanha, através da gravação e publicação de um vídeo obsceno para assinalar o “Dia da Visibilidade Lésbica” que, aparentemente, celebra-se a 26 de abril. A cena lésbica foi filmada mesmo em frente do altar da Virgem Negra de Monserrate e posteriormente editada com música e texto obscenos.

“Combatiremos la misoginia y la lesbofobia de instituciones como la Iglesia, defensora de una moral que nos esconde y nos tacha de desviadas, de enfermas y de querer destruir la familia”, continúa la nota de Arran, que justifica su acción de “profanación” ante la patrona catalana: “Profanaremos los símbolos [de la Iglesia] y todo lo que representan las veces que haga falta”.

(Comunicado da Arran in El Periódico, 26/04/2017)

O “Dia da Visibilidade Lésbica” recebeu demonstrações de apoio público, nas redes sociais, oriundas de diversas instituições espanholas, incluindo o da própria Polícia Nacional.

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Mensagem publicada na conta de Twitter da Polícia Nacional de Espanha, no dia 26/04/2017

Em menos de um ano, este é já o segundo ataque perpetrado pelo ativismo gay contra a Virgem de Monserrate (La Moreneta), padroeira da Catalunha. No início do verão passado, o ataque foi feito através dos ultrajantes cartazes que chocaram a Espanha, envolvendo também a padroeira de Valência (La Geperudeta).

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Utilização ultrajante das imagens da Virgem dos Desamparados e da Nossa Senhora de Monserrate em propaganda ativista LGBT, em Espanha

Pobre Espanha!

Basto 4/2017

Novo cardeal Joseph Tobin abençoa peregrinação “gay”

O cartaz está disponível no sítio da Igreja Paroquial do Sagrado Coração de Jesus de New Jersey, nos EUA, e convida os fiéis a associarem-se às famílias lésbicas, gays, bissexuais e transexuais nesta “peregrinação LGBT”. O ponto alto da “peregrinação” será a celebração de uma missa sacrílega numa das capelas da basílica do Sagrado Coração de Jesus.

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Cartaz da “Peregrinação LGBT” à Catedral Basílica do Sagrado Coração de Jesus de New Jersey no dia 21 de maio de 2017

Catolicismo com ideologia gay é uma mistura perigosa…

Basto 4/2017

O novo livro de pastoral ‘gay’ do jesuíta James Martin

O sr. Pe. James Martin SJ, mundialmente conhecido pela sua pastoral gay e há poucos dias nomeado pelo Papa Francisco como consultor da Secretaria para a Comunicação do Vaticano, acabou de lançar um livro baseado no seu conceito pastoral de “ponte com dois sentidos”.

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“Construindo a Ponte: como a Igreja Católica e a Comunidade LGBT podem entrar numa relação de respeito, compaixão e sensibilidade” (novo livro do Pe. James Martin SJ)

A conhecida abordagem pastoral deste jesuíta rejeita o apelo à conversão das pessoas com comportamentos LGBTQ (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgéneros) para, em alternativa, propor à Igreja a aceitação desses comportamentos desde sempre condenados.

nomeação de James Mrtin SJ
Secretaria para a Comunicação do Vaticano

 

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Mensagem do Pe. James Martin na sua conta do Facebook a 12/04/2017

Ao nível da crítica literária citada pela editora na promoção do livro, destacam-se os elogios imediatos dos novos cardeais americanos Farrel e Tobin, que receberam o título cardinalício apenas no último mês de novembro.

Cadeal Kevin Farrell (antigo bispo de Dallas e atual Prefeito do Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida):

Farrell

Um livro bem-vindo e muito necessário que ajudará os bispos, sacerdotes, associados pastorais e todos os líderes da igreja a ministrar mais compassivamente à comunidade LGBT. Ajudará também os católicos LGBT a sentirem-se mais em casa, naquela que é, afinal, a sua Igreja.”

Cardeal Joseph Tobin, arcebispo de Newark (EUA):

Tobin  

Em muitas partes da nossa igreja as pessoas LGBT foram feitas para se sentirem indesejadas, excluídas e até mesmo envergonhadas. O valente, profético e inspirador livro do Padre Martin marca um passo essencial para convidar os líderes das igrejas a ministrarem com mais compaixão e a lembrar aos católicos LGBT que fazem parte da nossa igreja como qualquer outro católico”.

(in Harper Collins Publishers – tradução)

Outra crítica favorável citada pela editora é o forte elogio do bispo radical Robert McElroy, da diocese de San Diego (EUA), considerado por muitos como um dos bispos mais “misericordiosos” do mundo e – entre nós – um forte candidato ao barrete cardinalício.

“O Evangelho exige que os católicos LGBT sejam genuinamente amados e valorizados na vida da Igreja. Eles não o são. Martin fornece-nos a linguagem, a perspetiva e o sentido de urgência para realizar a tarefa árdua, mas monumentalmente cristã, de substituir uma cultura de alienação por uma cultura de inclusão misericordiosa.”

(D. Robert McElroy in Harper Collins Publishers – tradução)

Ainda a congratulação de uma popular freira contemporânea, a Ir. Jeannine Gramick, uma religiosa americana pertencente à congregação das Irmãs de Loreto e conhecida defensora de várias “sensibilidades” sexuais.

“Sexualidade, género e religião – uma mistura volátil! Com este livro, o Padre Martin mostra como o Rosário e a bandeira do arco-íris podem encontrar-se pacificamente. Depois deste livro de leitura obrigatória, entenderás porquê a New Ways Ministry homenageou o Padre Martin com a ‘Condecoração Construindo Pontes’.”

(Ir. Jeannine Gramick in Harper Collins Publishers – tradução)

A Ir. Jeannine é cofundadora do famoso grupo de “católicos gay New Ways Ministry.

É a nova pastoral do arco-íris… Temos um clero cada vez mais colorido, mas quem somos nós para julgar?

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Grande discurso do Pe. James Martin SJ em defesa dos católicos LGBTQ – em direto

Basto 4/2017

Arcebispo do Vaticano retratado em pintura homoerótica encomendada para a sua antiga catedral

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Life Site News, 03/03/2017

Em 2007, D. Vicenzo Paglia, arcebispo da diocese de Terni-Narni-Amelia, encomendou uma pintura mural para a catedral de Terni, na Itália, ao artista argentino Ricardo Cinalli, conhecido pelas suas obras de arte gay. A ultrajante obra que escandalizou os fiéis locais intitula-se “Ressurreição”, representando um suposto “Cristo”, com as partes íntimas propositadamente postas em evidência, que se eleva céu com duas redes cheias de personagens representativas de várias crenças religiosas e diferentes “expressões” lascivas.

Esta obra blasfema foi inaugurada durante a Missa de Páscoa de 2007.

Tudo o que se vê foi completamente assumido e aceite por Paglia, a única coisa que não me autorizaram foi duas pessoas a copular dentro desta rede onde tudo era permitido. O bispo [D. Vicenzo Paglia] e D. Leonardo viram isto e disseram-me: “Não cremos que seja necessário chegar a esse extremo para representar a liberdade que o homem tem neste mundo e no outro.”

(Ricardo Cinalli in Repubblica, 26/03/2016)

As personagens dentro da rede são, de acordo com o autor, essencialmente prostitutas, homossexuais, transexuais, traficantes de droga e outros que, “sob um ponto de vista tradicional, não ganhariam o Céu”. Entre aqueles, o artista argentino incluiu também o próprio arcebispo D. Paglia, seminu e abraçado a um homem de barba ao estilo dos terroristas islamitas, também ele despido, e próximo de várias mulheres completamente nuas.

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Sua Eminência D. Vicenzo Paglia é elevado ao Céu nos braços de um homem nu – Cena dos frescos da Catedral de Santa Maria Assunta de Terni, Itália – Ricardo Cinalli (2007)

 

D. Vicenzo Paglia era, desde 2012, o presidente do Pontifício Conselho para a Família que, entretanto, foi reformulado e integrado no novo super-Dicastério para os Leigos, a Família e a Vida.

A 15 de agosto de 2016, D. Vicenzo Paglia tornou-se o novo presidente da Pontifícia Academia para a Vida, apontado pelo Papa Francisco.

Basto 3/2017

Antigo aluno do Papa Francisco elogia-o em cerimónia pró-gay

O discurso foi proferido, há poucas semanas, por Yayo Grassi, um antigo aluno de Francisco, na cerimónia de entrega da condecoração Bridge Building Award (Construir Pontes), pela organização New Ways Ministry’s (organização de LGBT “católicos”), ao sacerdote James Martin, um mediático jesuíta americano que prega uma espécie de pastoral de fusão entre a ideologia gay e o catolicismo.

Yayo Grassi, homossexual, tornou-se mundialmente famoso quando, em 2015, foi publicamente recebido, juntamente com o seu namorado, pelo Papa Francisco em Washington, na Embaixada do Vaticano, durante a sua visita aos EUA.

Conheço o Papa Francisco desde que ele foi meu professor na escola secundária, quando eu tinha 17 anos de idade. E eu sei que ele sabia que eu era gay e temos sido amigos desde então. Eu visitei-o em Roma e depois nós visitámo-lo em Washington. Ele encontrou-se, das duas vezes, com aquele que era nesse momento o meu namorado e está sempre a perguntar-me por ele.

(Yayo Grassi, 2016)

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Yayo Grassi e o seu namorado Iwan despedem-se ternamente do Santo Padre, na Embaixada do Vaticano, em Washington, em 2015 – TVCanal9Litoral

 

[…] Quando a lei do casamento gay estava a ser discutida no Senado da Argentina, eu li na internet que o então cardeal Bergoglio era muito contra isso e que ele havia dito coisas realmente dolorosas e odiosas sobre a aprovação da lei. Fiquei muito surpreso. Fiquei muito surpreso, mais do que qualquer outra coisa porque por o conhecer e saber quanto amor há no seu coração, era difícil para mim entender que ele fizesse algo tão odioso…

Então eu escrevi-lhe uma carta bastante extensa e enviei-lhe um e-mail dizendo-lhe quanto o admiro, o quão importante ele era na minha vida e quanto ele fez por mim. Como ele tinha feito avançar, através de sua educação, o pensamento mais aberto e progressivo na minha vida. E então eu continuei dizendo-lhe que nunca poderei agradecê-lo, então [deste modo] pode achar que é uma maneira muito estranha de lhe agradecer se eu lhe disser que estou muito desiludido com a maneira como tratou a lei [do casamento] gay. […]

Ele respondeu-me dois dias mais tarde e a primeira coisa que disse foi “Peço-lhe que me perdoe porque percebi que está magoado. Acredite em mim, eu nunca disse nenhuma dessas coisas. A imprensa baseou-se em duas cartas que enviei às freiras, pedindo-lhes para não dar qualquer tipo de opinião sobre isso, e elas foram distorcidas e foram colocadas como palavras minhas.”

Mas a coisa mais bonita e, para mim, a coisa mais espantosa – estamos a falar de 2008 -, é que ele ao terminar a sua carta, para além de me pedir para orar por ele como sempre faz, diz-me:”Yayo, acredite em mim, na minha pastoral, não há lugar para a homofobia.” E essa foi a primeira vez que eu percebi a pessoa incrível que ele era. Ele não disse apenas: “Quem sou eu para julgar?”, há algo muito importante que ele disse mais tarde, ele disse: “Quem somos nós para julgar?”. O “nós” referia-se a toda a igreja e toda a humanidade.”

(Yayo Grassi, 2016)

Tradução: odogmadafe.wordpress.com

 

Basto 12/2016

A Alegria do Amor em San Diego

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Life Site News em 28/11/2016

Numa das interpretações mais radicais da controversa exortação apostólica Amoris Laetitia até agora conhecidas, nos EUA, o bispo de San Diego, Robert McElroy, incentiva os padres da sua cidade a acolher “famílias LGBT” e a permitir que os católicos divorciados e recasados recebam a Comunhão em certos casos.

Esta notícia foi avançada pelo LifeSiteNews, que a confirmou em várias fontes e comprovou em alguns boletins paroquiais. O bispo terá encorajado os sacerdotes da sua diocese a difundir uma notícia que informasse que a Igreja irá ajudar “aqueles que se divorciaram e se casaram novamente e não podem receber uma anulação para utilizar o fórum interno da consciência, a fim de discernir se Deus chama a retornar à Eucaristia”.

A iniciativa do bispo visa dar seguimento às conclusões de um sínodo diocesano, localmente muito publicitado, que teve lugar em outubro naquela diocese da Califórnia.

O Sínodo propôs uma espiritualidade da vida familiar que é profundamente inclusiva” e abraça “famílias LBGT”, disse a declaração. “Durante os próximos meses, o bispo McElroy trabalhará com um comité de delegados do Sínodo que se concentrará na implementação desses objetivos”.

(in LifeSiteNews, 28/11/2016)

Sua Eminência D. Robert Walter McElroy é o bispo de San Diego apenas desde 2015.

Basto 12/2016