O filme de animação de Fátima encontrou um apoio de peso

O “hiperativo” Presidente da República Portuguesa apoia institucionalmente o filme de animação “Fátima e o Tesouro Secreto”, um trabalho baseado nos acontecimentos de 1917 e realizado com o aval formal do Santuário de Fátima e do Vaticano.

Na sua “declaração de apoio e incentivo”, Marcelo Rebelo de Sousa elogia as qualidades – não religiosas? – da obra cinematográfica.

Se o argumento do filme acabar por ser um mero apelo genérico ao “amor, fraternidade e solidariedade universal”, até poderá promover algum tipo de “cultura”, mas jamais representará a mensagem de Fátima, que é profundamente religiosa e catequética.

Passámos de um presidente que não falava de quase nada para outro que fala de quase tudo…

Basto 3/2017

7 thoughts on “O filme de animação de Fátima encontrou um apoio de peso

  1. Se o filme for “um mero apelo genérico ao “amor, fraternidade e solidariedade universal”, como você mesmo suspeita, será apenas um bom entretenimento, mas não uma reprodução fiel da mensagem de Fátima, que se tornou no mundo de hoje muito politicamente incorreta.

    • Pior do que isso Alex, se o filme vier a ser mesmo aquilo que parece, poderá ter um efeito prejudicial do ponto de vista religioso, ao apresentar uma mensagem alternativa (e concorrencial) à verdadeira mensagem de Fátima.

      • Que legal! Não sabia desses lançamentos. O centenário de Fátima merece essas publicações. Seria bom se o mercado editorial brasileiro se interessa em divulgar no Brasil essas obras. Mas, como já comentamos aqui em outras ocasiões, parece que há um desencontro entre os mercados editoriais brasileiros e portugueses. Mas não percamos as esperanças. Que novos tempos venham! E ainda a tempo, achei muitíssimo interessante o final do artigo, que menciona a republicação da obra de Ratzinger, o Papa Emérito, Introdução ao Cristianismo! Fico ansioso para que a republiquem também aqui no Brasil.

      • Também têm sido publicados livros que visam descredibilizar Fátima.

        Relativamente ao desencontro dos mercados editoriais, já deve dar para entender minimamente a minha posição: uma ortografia única e, para além disso, livre circulação de pessoas e bens dentro da lusofonia (precisamos de uma espécie de Acordo de Schengen da lusofonia).

  2. Não sabia que estavam publicando também livros contra Fátima. É uma pena!

    Agora sobre uma maior união entre os países lusófonos, eu concordo! É uma boa ideia!

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